23 fev 2016

Creche ou deixar o bebê aos cuidados de alguém?

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Creche: a maior adaptação é sempre a da mãe

berçário

Já vamos completar dois meses de vida nova, Stella na creche e eu trabalhando. As coisas estão indo bem por aqui, mas já passamos por um bocado de coisas. Stella já ficou gripadinha, teve reação forte a vacina, nariz que vira e mexe está escorrendo… eu tenho ficado bem menos tempo do que gostaria com ela e com Benjamin. Ainda bem que nesse período, tivemos um intervalo com o Carnaval e deu para aproveitarmos um pouco mais, assim como deu para ficar a família toda reunida. Muitas pessoas vem me perguntar o que acho melhor: deixar o bebê na creche ou deixá-lo aos cuidados de alguém, se não tive outra opção e por isso optei pela creche (?!).

Quando Benjamin nasceu a ideia inicial era deixá-lo com a minha mãe. Mas ela morava longe de nós, teria que atravessar a cidade todos os dias e Deus na sua sabedoria infinita, me fez avaliar bem todas as opções e por fim optei pelo berçário. Agora com a Stella cogitamos contratar alguém, mas achei que devia seguir a mesma história do irmão. Se deu certo com ele, por que não daria com ela?! Os benefícios do berçário são inúmeros: a criança aprende a comer de tudo, tem mais disciplina, fica mais sociável, são constantemente estimuladas, entre outros fatores positivos. Claro, tem o lado negativo também, o bebê por ter a imunidade mais baixa, fica mais propenso a ficar doentinho e tem várias coisinhas em relação a instituição que também fogem do nosso controle e precisamos aceitar, mas são detalhes que no dia a dia, vendo que nosso bebê está sendo bem tratado, viram irrelevantes.
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22 fev 2016

Batismo: por que batizar o bebê e como escolher padrinhos

por
Gabi Miranda

Bebê, Comportamento, Destaque, Filhos

Batismo é um rito de passagem, de purificação e consagração praticado em vários grupos, religiosos ou não, onde se destacam os cristãos.

batismo

Batismo. Na prática não tenho nenhuma religião. Marido também não e antes do batismo da Stella, ele ficava me perguntando “então por que batizar?“. Respondia brincando “batizei o Benjamin, não vou deixar o outro filho sem batizar“. A verdade é porque eu acredito que não depende de religião. Depende do que cada um leva ao coração. O que eu acho importante é ensinar aos meus filhos que eles tenham fé.

É preciso ter fé para enfrentar a vida, os desafios, os nossos medos, as dores, para não desistir e seguir adiante. Fé é força, é combustível, é fonte de energia. É importante ter fé na vida, fé no ser humano, em si mesmo, fé em Deus independente de qual nome ele carrega. Deus, Allah, Buda, Jeová…Importa ensinar a respeitar e ter tolerância com as diferenças e/ou escolhas dos outros.
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18 fev 2016

Máquina de lavar roupas – um caso de amor

Minha história com a máquina de lavar

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Minha mãe nunca teve máquina de lavar roupas, cresci vendo ela lavar as roupas literalmente com a barriga grudada no tanque. Assim como deve ter sido com as minhas avós e outras gerações. Antigamente, máquina de lavar roupas era artigo de luxo. E antes delas existirem, as mulheres lavavam as roupas nos rios. Hoje em dia, está cada vez mais fácil equipar a casa com o que há de mais moderno. Comprei minha primeira máquina de lavar quando fui morar sozinha, presente do meu pai. Ainda era uma simples, mas quebrava o galho. Foram 8 anos de casamento! Até que em 2015 nossa família aumentou, a área de serviço do apartamento ficou pequena para secar tanta roupa e vi que era a hora de investir numa máquina de lavar roupas poderosa e desde então vivo um caso de amor com ela.

Curiosidade sobre a máquina de lavar

Site Memória da Eletricidade


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17 fev 2016

Política também faz parte do maternar

Política também envolve nossos dilemas maternos

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Já faz um tempo, revelei para o meu pai que não gostava de política. A verdade é que não estudo a respeito e não me sinto à vontade para entrar numa discussão sobre o assunto. As informações que tenho são baseadas em conversas com ele, outras que leio ou vejo na TV. Além de não ter tanto embasamento, não entro em rodas de conversas com esse tema porque não curto o tom e o lado para o qual as pessoas levam o assunto. Política gera mal entendidos, desrespeito (afinal, poucos respeitam e ouvem de coração aberto a opinião do outro), leva até a fim de relacionamentos. Refletindo esses dias sobre a maternidade e tudo o que ela acarreta, descobri que, de certa forma, gosto de política, afinal maternar também é fazer política.

Toda mulher exerce e acumula várias funções quando vive o papel de mãe, consequentemente também pratica política. Estamos a todo tempo fazendo escolhas: o que comprar para dentro de casa, como alimentar a criança, para qual escola ela vai (e como irá), se vai assistir TV, quanto tempo e que cultura vai consumir. A mãe é a grande responsável e idealizadora das mudanças na organização da vida familiar. Estamos preocupadas com a igualdade de gêneros, com o mercado de trabalho, o juros alto, com a educação, religião, com a segurança mundial, com a lancheira e obesidade infantil, com o Zika Virús, com consumismo consciente, com a separação do lixo, com o meio ambiente, com as relações, em como lidar com as frustrações de nossos filhos, em ajudar o próximo, em melhorar o mundo. Estamos preocupadas em participar de debates que contribuem para uma sociedade melhor e de passar mais tempo com os nossos filhos.
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15 fev 2016

Primeiro filho – Prepare-se financeiramente

Preparando-se financeiramente para a chegada do primeiro filho

Por Fabiana Ramos, Coach Financeira e Fundadora do Mulheres com Dinheiro.

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Que maravilha é a expectativa pela chegada do primeiro filho!! Que delícia receber o exame positivo, observar a sensação de ter um serzinho dentro de você, desfrutar da alegria do primeiro chute,… Que lindo ver a barriga crescendo e o corpo se transformando para acomodar aquele que é o seu maior tesouro.

A gravidez é, a meu ver, a etapa mais linda da vida de uma mulher.

A chegada do primeiro filho traz muitas mudanças à vida da nova mãe e do casal, tanto na questão do próprio relacionamento, quanto no que se refere ao tempo (que antes era somente do casal e agora será dividido por 3) e também em relação às finanças.

Vamos hoje falar sobre as finanças da nova família.

Todos sabemos que um filho traz muitas alegrias, mas também muitos novos gastos.

O ideal mesmo era que o casal tivesse feito uma “poupança-bebê” e tivesse separado uma quantia mensalmente para ir juntando aos pouquinhos… assim, quando a cegonha batesse à porta com o primeiro filho, não haveria motivos de preocupação.
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04 fev 2016

Tempo: as reflexões de uma mãe

Tempo, tempo, tempo…

reflexão

Haverá um dia em que vocês não mais encontrarão os brinquedos pelo chão.

Essa frase foi dita pela professora, na formatura da Luna, filha da minha amiga Rose, do blog Vida de Mãejestade. Desde que li, em dezembro,  ela norteia meus pensamentos. Eu vinha refletindo muito sobre as coisas que vou demorar um pouquinho para fazer, agora com uma bebê tão novinha, das viagens que eu e marido não faremos tão cedo sozinhos, da casa sempre bagunçada com coisas de criança espalhadas por todos os lados, as noites mal dormidas, da dor nas costas, das manhas, das bolsas a preparar todas as noites, os choros, das 22985637 vezes que escutamos a palavra “mãe” diariamente, da falta de tempo para um banho longo, para uma leitura, para dormir mais um pouquinho, da preguicinha que dá em fazer algumas coisas com dois filhos.

Pensamentos que contradiziam com outros. Como a velocidade implacável do tempo. Tem todas essas coisas (e muito mais) citadas acima, mas tem também o fato de que é muito gostoso ter filhos e as crianças crescem rápido demais. Outro dia mesmo, Stella era uma RN e eu chorava porque estava achando que não daria conta de passar sozinha pela licença maternidade. Chorava porque ela só queria dormir comigo na cama (e eu com ela), porque queria colo 101% do tempo e eu tinha medo que isso fosse para sempre. Quanta ingenuidade (!), nem parecia mãe de segunda viagem. Não sei em qual momento, mas havia me esquecido que tudo aquilo passaria, era só uma fase. Pois logo Stella descobriu que era mais confortável dormir em seu espaço. E eu descobri que precisava aproveitar mais cada segundo com ela. Lembro de acordar uma madrugada para atendê-la. Levantei reclamando e ao aninhá-la em meus braços e colocá-la no seio para mamar, algo iluminou minha mente como uma mensagem que dizia “isso também vai passar”.
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03 fev 2016

O primeiro dia de aula

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Lembro que no meu primeiro dia de aula na educação infantil, eu chorava, assim como outras crianças, agarrada à saia da minha mãe, afirmando que não queria entrar e sim ficar com ela. Com os anos, parei de chorar, mas o choro ficava entalado na garganta. Até o primeiro dia de aula na faculdade, eu carregava os sintomas de todos os primeiros dias de aulas da minha vida até ali: mãos suadas, frio na barriga, vontade de sair correndo dali. Manifestações que duravam até encontrar o meu novo lugar no mundo, até fazer a primeira amizade.

Depois que adentrei o ensino fundamental, passei a vida toda no mesmo colégio. E todo novo ano, era a mesma coisa. Uma tremenda ansiedade para rever os amigos, descobrir com quais deles permaneceríamos juntos por mais um ano na mesma sala, conhecer os novos professores, carregar os novos materiais em uma mochila nova e atravessar o portão da escola com o uniforme novinho.
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02 fev 2016

A bicicleta e o tempo de cada um

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– Eu conseguiiiiiiiii….!

E foi assim, num domingo ensolarado, que Benjamin confirmou sua glória. Desde dezembro passado, enquanto estava de licença maternidade e Benjamin de férias, eu vinha tentando ensiná-lo a andar de bicicleta. Missão difícil. Quem está de fora acha que é fácil porque a bicicleta ainda tem rodinhas, então basta dizer “vai, coloca força, pedala”. Ele começou a não querer mais tentar. Acho que percebia a minha frustração por não encontrar a melhor maneira de ensiná-lo. Ou por um pouco de vergonha quando apareciam outras crianças que já sabiam andar. Talvez fosse um misto de tudo. Eu estava determinada, a partir daquele momento, ensinar Benjamin a andar de bicicleta, mas claro, respeitando o seu momento.

Não, não é vergonha, não,
Você não ser o melhor da escola,
Campeão de skate, o bom de bola ou de natação.
Não, não é vergonha, não,
Aprender a andar de bicicleta
Se escorando em outra mão.
(Toquinho)

Benjamin tem essa bicicleta há um pouco mais de um ano. Nunca se interessou e por acreditarmos que podia ser cedo, não incentivamos. Tem isso, percebo que as crianças precisam ser estimuladas para tudo. Por exemplo, se você quer que seu filho tenha interesse por alguma atividade física, tem que estimulá-lo de alguma forma. Apresentar-lhes opções até que encontre uma que ele se identifique e goste. E quando encontrar, precisamos ter um tempo para que a criança se dedique aquilo. Então, para uma criança andar de bicicleta, os pais precisam promover momentos para que isso aconteça. Precisa dedicar tempo, afinal, melhoramos em tudo aquilo que praticarmos. Além de disposição, paciência e compreensão – como para tudo na maternidade.
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01 fev 2016

6 dicas para quem vai passar o Carnaval em São Paulo

por
Gabi Miranda

Destaque, Família

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Eu amooooooo carnaval. Aqui em casa a tradição é passar o carnaval no Rio de Janeiro. Eu me lembro de não ter viajado apenas uma vez para o carnaval na cidade maravilhosa, foi no primeiro ano de vida com Benjamin, quando ele tinha 8 meses. Esse ano, optamos por não ir e confesso que me dá até um tiricutico de ficar em São Paulo. Meu lugar no carnaval é no Rio de Janeiro. Mas também me dá uma certa preguicinha em pensar em ir pra lá com duas crianças, sendo uma bebê, para enfrentar os blocos dessa festa tão esperada por milhares de pessoas. Além do carnaval no Rio estar cada vez mais amarrotado, o calor é insuportável e eu sinto culpa de fazer meus filhos passarem por esse inferno legal. A maternidade muda a gente e nossa prioridade passa a ser os filhos. Quero levá-los para a bagunça, mas tem que ser uma bagunça mais organizada, menos estressante. Então pela primeira vez vamos aproveitar o carnaval de São Paulo, porque da outra vez nem fizemos nada. Andei pesquisando alguns blocos para irmos com as crianças e plantar neles a sementinha do prazer por essa folia contagiante. Separei 6 dicas para quem vai passar o carnaval em São Paulo, confira:
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29 jan 2016

Como saber se o bebê está mamando o suficiente

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Maternidade

Baby breastfeeding --- Image by © Heide Benser/Corbis

Baby breastfeeding — Image by © Heide Benser/Corbis

Essa deve ser a dúvida mais comum entre as mamães: como saber se o bebê está mamando o suficiente. Com o Benjamin não tive essa questão me perturbando, já com a Stella o negócio foi diferente. Ao contrário do irmão que mamava 20 minutos cada seio, ela mamava por 5 minutos em um seio e parecia estar satisfeita, logo depois já queria mamar novamente. No entanto, não era isso que me deixava preocupada, afinal é um erro querer marcar no relógio o tempo de mamada dos bebês. Eles podem mamar por poucos minutos e ficarem satisfeitos. Comecei a encanar mesmo quando descobrimos que ela não estava ganhando peso mesmo mamando em livre demanda e com pega correta.

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Amamentando Stella

Por um mês, fiquei reparando no meu e no comportamento dela. Tentei perceber se ela estava mamando até o final quando chega o leite mais gorduroso, se ficava satisfeita ou se era preguicinha de bebê, se eu estava fazendo a troca do peito no momento certo. E assim insisti na amamentação antes de entrarmos com a fórmula como indicado pela pediatra. Nesse período fiquei muito encanada, ficava me perguntando o que estava fazendo de errado, porque minha bebê não ganhava peso, como saber se ela estava mamando o suficiente??? Se não existe leite fraco, qual era o meu problema? E nossa pediatra, com muita calma, explicou que não existe leite fraco, mas pouco leite e que ter dois filhos era mais difícil do que ter um só para cuidar e dar atenção. Ficamos mais cansadas, mas preocupadas, estressadas e tudo contribui para a produção baixa de leite.
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