12 abr 2016

Grande Magia: vida criativa sem medo

Saber identificar os nossos medos é importante para nos conhecermos melhor e ter uma vida mais criativa, mesmo que isso dê medo. A grande magia está em aprender com os nossos medos e ensinar nossos filhos aprenderem com os deles.

Grande Magia

Em seu novo livro “Grande Magia: vida criativa sem medo”, Elizabeth Gilbert, compartilha histórias pessoais e de pessoas que enfrentaram seus monstros internos para ter uma vida mais produtiva e faz uma reflexão interessante sobre o que significa uma vida criativa. Para a autora, ser criativo é levar uma vida pela curiosidade, e, mesmo sentindo medos, ter coragem. Não dá para comparar os livros, pois são bem diferentes, mas não gostei tanto desse quanto gostei do Best Seller “Comer, Rezar e Amar”. No entanto, deu para tirar uma lição proveitosa: eu preciso ensinar meus filhos a lidarem com seus medos.

Quando falo  de “viver criativamente”, estou falando de maneira mais ampla. Estou falando de viver uma vida mais motivada pela curiosidade do que pelo medo. Elizabeth Gilbert

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08 abr 2016

Bebê conforto e carrinho da marca Cybex agora no Brasil

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Produtos

A fabricante alemã Cybex lança no Brasil seus cobiçados produtos: bebê conforto e carrinho. Cia do Móvel amplia seu mix e venderá com exclusividade esses itens luxuosos

bebê conforto e carrinho

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Participei quarta-feira do lançamento da linha de bebê conforto e carrinho da marca Cybex e fiquei de queixo caído. Basta uma pesquisa e descobrimos que a marca é líder global no segmento. Referência de segurança, conforto e até design! A marca alemã virou queridinha de alguns famosos como a Top Giselle Bündchen e o craque Neymar.

Pra mim, um bebê conforto é item indispensável no enxoval. O bebê sai da maternidade já nele. Portanto, precisa atender muitas exigências porque é através dele que vamos transportar nosso filho. Principalmente, dentro do automóvel. Precisa ser escolhido com calma, a dedo, e, de preferência, que atenda até certa idade da criança, pois por ser um item de custo elevado, precisa ter muitos benefícios, inclusive o de não ter que ficar trocando a cada ano.
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06 abr 2016

Conversar com o bebê ajuda no desenvolvimento

por
Gabi Miranda

Bebê, Desenvolvimento, Destaque, Filhos

Estudo revela que conversar com o bebê é uma das atividades mais praticadas pelas mães, além de ser um dos fatores que ajudam no desenvolvimento infantil

Imagem Google

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Pouca gente sabe que conversar com o bebê ajuda no desenvolvimento infantil. A boa notícia é que conversar com o bebê é uma das atividades mais praticadas pelas mães brasileiras. Em outubro/2015, a Fisher-Price, divulgou no evento “O fator felicidade”, resultados do estudo “Esperanças e desejos das mães”, no qual foi pesquisado os principais desejos das mães e como elas lidam com o desenvolvimento da primeira infância. Foram entrevistadas 3.500 novas e futuras mamães, no Brasil, China, México, Rússia, França, Reino Unido e Estados Unidos. As entrevistas, revelaram que apesar das diferentes culturas, as mães têm muito mais desejos em comum do que se imaginava.

A pesquisa apresentou que, no Brasil, são 10 atividades mais praticadas pelas mães, a principal é conversar com o bebê. Confira:

1. Conversar com meu bebê (89%)
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05 abr 2016

A Mãe e o tempo: ensaio da maternidade transitória

por
Gabi Miranda

Destaque, Livros, Puericultura

A Mãe e o tempo: ensaio da maternidade transitória, mostra como a sociedade não acolhe a mãe

Li o livro “A Mãe e o tempo: ensaio da maternidade transitória” grávida da Stella. Ao ler achei um pouco pesado para o momento, mas na época fiz anotações no próprio. Dia desses estava refletindo sobre como a maternagem nos transforma e nos faz questionar, no quanto a prática de maternar é diferente da teoria. Isso tudo porque eu pensava no esquema de vida que tenho com as duas crianças e traçava com os conselhos alheios. Porque sempre tem alguém, na tentativa de querer ajudar, pronto para “aconselhar” o que é melhor para você e sua família – e acredito mesmo que não seja por mal. Mas a realidade é sempre bem diferente da teoria. Foi quando procurando um livro, me deparei com esse novamente e peguei para folhear. Lá estavam todas as questões grifadas por mim, todas que nessa licença maternidade me assombraram ainda mais do que em qualquer momento desde que me tornei mãe.
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04 abr 2016

Desenvolvimento do bebê – Stella de 0 a 8 meses

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Parece que foi ontem que escrevi sobre o desenvolvimento da baby bossinha de 0 a 3 meses e ela já está com 8

Desenvolvimento

Stella completou 8 meses no último dia 28. Foi assim, num piscar de olhos e seu desenvolvimento tem sido tão rápido quanto o tempo. Ambos me assustam. Eu queria poder parar o tempo. Mas como isso é impossível, fico tentando curtir ao máximo o desenvolvimento da pitica.

A baby Stella demonstra muita calma, nem parece o mesmo bebê de quando tinha um mês de vida. Ela é muito tranquila, boazinha e feliz. Com seus olhos brilhantes e sorriso radiante, ela contamina o ambiente e conquista qualquer um. Mas não pense que é fácil conquistá-la. Se gostar de alguém de primeira, ela abre o sorrisão. Se ficar desconfiada, fica olhando, analisando e que sabem sorri. Ela faz charminho, chama atenção das pessoas e fica escondendo o rosto. É minha pitica magrelinha, a estrelinha do papai e a Stellinda do irmãozão!

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01 abr 2016

Dicas de cuidados com a pele e cabelos no outono

por
Gabi Miranda

Destaque, Maternidade

Dicas de cuidados com o corpo no Outono, uma estação que também pede dedicação especial com a pele e com os cabelos

outono

Outono é a estação mais seca do ano, o ventinho e a baixa umidade contribuem para o ressecamento da pele, por isso é importante manter os cuidados de hidratação com a pele e os cabelos. É a estação na qual nos recuperamos dos danos do verão e nos preparamos para a próxima estação, o inverno. Não é porque não tem sol forte, por exemplo, que não devemos redobrar a atenção com o nosso corpo. Tomar bastante água, usar protetor solar, um bom hidratante, sabonetes neutros, não tomar banho muito quente, hidratar os cabelos. São simples cuidados que fazem a diferença no dia a dia.

Eu nunca fui de me cuidar muito, mas passei a ficar mais vaidosa com a chegada da Stella (ou com a proximidade dos 35?! Já não sei mais….rs). A verdade é que me cuido bem mais hoje do que antes e agora acho que só tem mais uma coisa que quero me forçar a fazer: hidratação nos cabelos – algo que dá para fazer em casa mesmo, com um bom creme, algumas ampolas próprias para recuperar os fios e uma touca. Com os cabelos: acabo sempre ficando com os cuidados básicos: uma vez por semana uso shampoo antirresíduo, lavo todos os dias com shampoo e condicionador, após o banho uso um creme para pentear. Com a pele: sempre antes de tomar banho, faço uma limpeza de pele para retirar a maquiagem e antes de dormir passo o creme Chronos da Natura, para hidratar meu rosto e evitar sinais da idade. No corpo uso hidratante todo santo dia. Nos pés uso um creme, também da Natura, todos os dias antes de dormir.
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31 mar 2016

Pais inteligentes enriquecem seus filhos

por
Gabi Miranda

Destaque, Dinheiro, Livros, Maternidade

Pais inteligentes educam seus filhos para se tornarem independentes e terem uma relação saudável com o dinheiro

pais inteligentes

Eu sempre me pego pensando como estaria minha vida agora se eu tivesse aprendido a lidar com o dinheiro desde a infância. Além de aprender com sofrimento, aprendi tarde, uma vez que para acumular o primeiro milhão é indicado começar a poupar desde muito cedo. Foi por isso, que logo depois que Benjamin nasceu, eu li o livro “Pais Inteligentes enriquecem seus filhos“, de Gustavo Cerbasi, autor de “Casais Inteligentes enriquecem juntos“. Nessa obra, o autor dá dicas de como ensinar e preparar os filhos para usar o dinheiro de forma saudável.

Desde muito cedo, as crianças são incentivadas a consumir a todo instante. Elas querem tudo o que o amiguinho tem na escola, o que vêem na TV, roupas, sapatos, brinquedos de marcas e produtos que são vendidos na porta da escola. As crianças são alvo fáceis, não tem noção da realidade, por isso, é cada vez mais importante direcionar os pequenos ao consumo consciente. Ensinar sim(!) o que é necessário e supérfluo para viver. Mas não basta ensinarmos que não precisamos ter a última geração de celular e comprar. É preciso dar exemplo.
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30 mar 2016

A volta ao trabalho: a importância do aleitamento

O aleitamento materno é muito importante. Não é coisa de quem ama mais ou menos o filho. Amamentar é uma escolha.

Aleitamento

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As dificuldades existem, mas estão aí para serem ultrapassadas. Amamentar tem seus obstáculos desde o nascimento do bebê. É o mais barato e fácil em termos financeiros e de praticidade quando se pensa em toda logística do que precisa ser carregado quando um bebê já não mama mais no seio. Não é coisa de quem ama mais ou menos o filho. Amamentar é uma escolha. Amamentar mesmo com o retorno ao trabalho é possível, mas exige mais informação, estímulo, dedicação e, principalmente, apoio.

O cenário perfeito seria a mãe conseguir 6 meses de licença maternidade para então amamentar durante esse período. Como vimos essa não é uma realidade para todas as mulheres, mas existem recursos que podem contribuir para o aleitamento exclusivo até os 6 meses de idade do bebê. O pediatra Dr. Moisés Chencinski, membro do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo e idealizador do movimento #euapoioleitematerno, é um defensor do aleitamento materno e indica a doação de leite como alternativa para as mães que voltam ao trabalho cedo. Segundo ele, o Brasil tem uma das mais reconhecidas Redes de Banco de Leite Humano do mundo, no entanto não existe leite em quantidade suficiente para suprir as necessidades. “Isso ocorre porque aqui, ainda não temos a cultura da doação de leite. Se as mães passar a “doar” o seu leite para o próprio filho, armazenando-o de acordo com as recomendações, poderia usá-lo quando fosse necessário (após a volta ao trabalho)”, explica o pediatra. Isso é possível porque o leite materno quando armazenado no congelador, pode ser consumido em 15 dias.
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29 mar 2016

A volta ao trabalho: amamentação e empresas no Brasil

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade, Trabalho

Amamentação: entre as dificuldades para amamentar com a volta ao trabalho, é a ordenha. Nem todas as empresas possuem local adequado e quando tem, falta informação para a mãe que retorna

amamentação

O “apoio” da lei trabalhista

Não é fácil ser mulher-mãe no mercado de trabalho. A empregabilidade da mulher na idade perto de ter filhos é baixa. O mercado olha com péssimo jeito para a mulher que quer ter ou já tenha filhos. Elas são rotuladas, vistas como profissionais que podem faltar a qualquer momento, deixando a empresa na mão. Em geral, as empresas não estão preparadas nem para receber de volta a mãe que acabou de ter bebê, tanto que as empresas sequer possuem local apropriado e exclusivo para amamentação. Essa é a realidade da maior parte das empresas. “O que observamos é muito mais uma “adaptação” das mães a essa situação em locais absolutamente não indicados e em condições inadequadas”, afirma Dr. Moises Chencinski, pediatra, membro do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo e idealizador e facilitador do movimento Eu apoio leite materno – #euapoioleitematerno.
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28 mar 2016

A volta ao trabalho e as dificuldades para amamentar

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade, Trabalho

A volta ao trabalho após a licença maternidade costuma ser dolorosa e traz inúmeras angústias para milhares de mães brasileiras. Não é fácil ter que se separar do bebê para voltar à rotina profissional. Esse retorno envolve várias escolhas difíceis, como por exemplo, sob os cuidados de quem o bebê ficará na ausência da mãe ou como seguir amamentando.

Volta ao trabalho

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Com a volta ao trabalho, surgem muitas dificuldades para continuar a amamentação. Começa pelo período de licença maternidade. O Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade. A realidade é que apenas 9% das mães seguem essa recomendação. Os motivos são inúmeros, entre eles estão:

  • obstetras que não falam de aleitamento materno;
  • maternidades que não apoiam e pediatras que não estimulam o aleitamento;
  • licença-maternidade de 4 meses (120 dias);
  • licença-paternidade de 5 dias;
  • falta de salas de apoio nas empresas para coleta e armazenamento do leite;
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