06 jan 2016

Metas: 18 perguntas para ajudar na realização dos objetivos

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

metas

Ideas backgrounds

Eu disse aqui que um dos meus objetivos principais esse ano, é trabalhar minha espiritualidade, buscar a evolução da minha fé, ser uma pessoa otimista e isso inclui ser feliz todos os dias. Esse aperfeiçoamento, além de ser para que eu possa ter uma vida plena, é principalmente, pelos e para os meus filhos, minha família. Um ponto crucial para me manter otimista, por exemplo, é não reclamar. Fazemos reclamações constantes de coisas pequenas e considero isso um dos maiores sabotadores da nossa energia, produtividade e bem estar. Portanto, um dos meus maiores desafios do ano novo é eliminar os comportamentos, atitudes e crenças negativas e limitadoras que possam me boicotar. Para isso, tracei duas metas para me ajudar a combater esses infratores.

A primeira: anotar, religiosamente todos os dias, um motivo para sorrir e para agradecer. Pode ser algo que vi na rua, algo bom que aconteceu, uma música, uma lembrança, enfim, não importa o tamanho do que seja ou tenha acontecido. O que vale é o sentimento bom que aquilo me causou, o sorriso que me fez soltar.
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05 jan 2016

Adaptação no berçário

por
Gabi Miranda

Bebê, Comportamento, Destaque, Filhos

Imagem Revista Guia Infantil/UOL

Imagem Revista Guia Infantil/UOL

Passada a crise normal de indecisão sobre colocar ou não Stella no berçário, optamos por seguir o mesmo que fizemos com Benjamin, colocá-la no berçário. Algumas coisas são decisivas para essa escolha: o irmão ter ido e ter ficado bem, além do desenvolvimento dele; o fato de me sentir mais segura deixando responsável pela minha filha pessoas que estão numa instituição; o berçário seguir regras básicas de rotina, alimentação, entre outros. Existem prós e contras para opção berçário ou deixar o bebê aos cuidados de outra pessoa em casa. E a que mais levei e conta, na época do Benjamin, era o fato de depender da ajuda de alguém só quando necessário.

Benjamin está saindo da escola que está desde os 5 meses e indo para um novo colégio. Por isso, resolvemos procurar um berçário próximo à nova escola dele, para assim agilizar a logística. Depois de muitas visitas e pesquisa, decidimos colocar a Stella na mesma escolinha que começou o irmão, porque não encontramos outra mais adequada e que, principalmente, me fizesse sentir segura. Já que começaria esse processo tudo de novo, que fosse ao menos num lugar já conhecido, de confiança e que mesmo não sendo perfeito, sempre ocorreu tudo bem com o nosso primogênito. Sendo assim, marido ficará responsável por levar e buscar os nossos dois filhos.
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04 jan 2016

Ajuste seus objetivos e metas para 2016

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

METAS

Se você ainda não fez, ainda dá tempo de ajustar seus objetivos e metas para o ano que acaba de começar. Muitas pessoas acreditam que metas e objetivos são a mesma coisa, no entanto existe diferença entre eles:

Objetivo é o que você quer conquistar, atingir. Exemplo: trocar de carro, realizar uma viagem, mudar de emprego, casar, ter filho, etc.

Meta é pensar no tempo e nos meios que o farão conquistar determinado objetivo. Ou seja, é preciso traçar um plano: preciso tomar 2L de água por dia, vou colocar uma garrafa de 2L na minha mesa do trabalho, tomar metade dela até a hora do almoço, a outra metade até o fim do expediente. Outro exemplo: durante 12 meses, economizarei um valor mensal estipulado para daqui a um ano fazer a viagem dos meus sonhos.

Embora não sejam a mesma coisa, objetivos e metas andam lado a lado. E para conquistar nossos objetivos e metas, é preciso ter foco. Eu costumo listar todos os meus objetivos e repassá-los constantemente para ver se estão seguindo o caminho certo para atingi-los. Minha lista é dividida em categorias:
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22 dez 2015

Árvore de Natal

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Imagem do Google

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Nessa época do ano é comum ficarmos mais nostálgicos. Eu sou por natureza e fico ainda mais em fim de ano. Começo a pensar em tudo o que passou no ano, faço balanço das metas atingidas, começo a pensar nos objetivos para o próximo ano. Lembranças da vida, em geral, como a infância e das pessoas que amamos, ficam mais persistentes. Duas músicas antigas, sempre me fazem refletir sobre essa coisa louca que é viver e, recentemente, ao escutá-las, o coração ficou do tamanho de uma ervilha. Uma delas é do Lulu Santos, na qual ele fala que nada será como foi um dia. A outra é da Cássia Eller,  “Por enquanto”, e mexe comigo porque eu já cheguei a acreditar que tudo era pra sempre.

Nada do que foi será
de novo do jeito que já foi um dia
tudo passa, tudo sempre passará,
a vida vem em ondas como o mar,
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17 dez 2015

O dia em que meu filho caiu na piscina

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Filhos

Inner Tube in Swimming Pool

Domingo ensolarado. Dia de curtir piscina. Dia em que meu filho caiu na piscina e vi alguns segundos se tornarem uma eternidade. Alguns segundos apenas, um pequeno descuido para lhe mostrar o quanto a vida é frágil e valiosa. Benjamin caiu na piscina de adulto no último domingo. Em nosso condomínio, a piscina de adulto tem uma parte bem rasa que cobre apenas os pés, local onde a criançada adora brincar sempre com supervisão. Benjamin estava ali e me chamou para ver um bichinho que estava dentro da piscina, na parte funda. Ele ajoelhado na ponta da parte rasa começou a balançar a mão para afastar o bichinho, se desequilibrou e no instante que virei a cabeça para o lado oposto, ele caiu. Quando voltei a olhar, só o vi dentro da piscina com os olhos arregalados que me pediam ajuda.

Eu não sabia o que fazer, se pulava com a Stella no colo, se largava ela na parte rasa sozinha, só me lembro de dar um passo pra frente e outro pra trás e quando consegui dizer algo, foi “meu Deus”. Marido assistiu à queda, correu de onde estava, pulou na piscina de roupa, celular no bolso e resgatou nosso filho. Foi tudo tão rápido que o cara que estava nadando ao lado do Benjamin, quando foi tentar ajudá-lo, o viu no colo do marido. Foram segundos suficientes para me deixar apavorada, desnorteada e arrasada o domingo inteiro. Passado o susto, Benjamin ficou tão bem que em seguida voltou para piscina com o pai. Acho que numa tentativa de fazer o garoto esquecer o ocorrido e não deixa-lo traumatizar, marido teve a ideia de levá-lo de volta para a piscina. Percebi que marido também havia ficado tenso.
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15 dez 2015

Poupe uma parte do décimo terceiro

por
Gabi Miranda

Destaque, Dinheiro, Maternidade

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Fim de ano chegou, com ele vem junto várias despesas extras: 13ª mensalidade escolar, uniformes, material escolar, férias, viagens, IPTU, IPVA, seguro do carro, Natal e aquela vontade de sair comprando presentes para a 13ª geração da família e…chega também o décimo terceiro. Ele parece a solução dos nossos problemas. Em tempos de crise ou não, acho mesmo que devíamos aprender a poupar. Isso sim seria um recurso mais adequado para quando as despesas chegam todas de uma vez. Afinal, todo ano é a mesma coisa, sabemos que teremos as mesmas despesas, embora elas não sejam fixas e sim esporádicas, sabemos que naquela mesma época chegam todas de uma vez. Então, por que não nos planejamos? Porque não nos preocupamos com o dia de amanhã.

O Brasil está passando por uma tremenda crise, só se fala nisso, mas não vejo as pessoas tendo atitudes diferentes. Todos continuam gastando como se não houvesse amanhã. Percebi isso na Black Friday, as pessoas procurando o que comprar sem precisar, mas porque teria uma promoção. E olha que irônico, a Black Friday acontece dias antes da primeira parcela do décimo terceiro. Não é à toa que em português significa a sexta-feira negra (rá!). Não é uma crítica, tá?! Eu também gastei na Black Friday, mas não foi uma compra por impulso e sim algo que eu já estava planejando e vi nessa data uma oportunidade de pagar mais barato.
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11 dez 2015

Dicas para economizar nas compras de Natal

por
Gabi Miranda

Destaque, Dinheiro, Maternidade

Chegou fim de ano, décimo terceiro, Natal. Época de confraternização, reencontros e gastos desenfreados. Aqui em casa todo ano falo a mesma coisa “esse ano não vou comprar presente pra ninguém”. Mas acabo comprando pra todo mundo. Nessa, a gente gasta mesmo uma boa grana. Mesmo que sejam só lembrancinhas, basta somar o valor delas pra ver que o montante é alto. A gente não quer presentear só a família, mas os amigos, quer aproveitar e dar uma caixinha para os porteiros, entrar no amigo secreto do trabalho, da família, das amigas virtuais, do grupo de livros e por aí vai. Além de tudo, é a época mais propícia para gastos, nos sentimos atraídos por tudo o que vemos. É a temporada mais perigosa do ano para se afundar em dívidas e gastar além do orçamento. Portanto, separei algumas dicas de como economizar nas compras de Natal.

Imagem Google

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Faça uma lista
Relacione pessoas que você gostaria de presentear, depois de alguns dias repasse a lista e veja se é necessário presentear todas elas. Seja frio e coerente nessa hora. Não precisamos presentear, por exemplo, a tia que nunca vem nos encontros da família e só encontramos uma única vez no ano, justamente no Natal. Seja racional e não emocional. Enumere pessoas que são realmente importantes para ganhar um presente: marido, filhos, pais, irmãos.
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10 dez 2015

Chupeta: use com moderação

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Não sou contra chupeta, mas também não sou a favor. Com os meus dois filhos tive medo de usar. Benjamin praticamente não usava muito e largou quando tinha poucos meses de vida. Com a Stella resisti à tentação de apresentar, mas num dia de choros enlouquecedores, cedi. Ela não pegou de jeito nenhum por semanas. Até que decidimos comprar outro modelo e após algumas tentativas ela aceitou. Stella não curte muito, quase não usamos durante o dia. O uso se restringe para a hora de dormir. Acredito sim que a chupeta pode ser uma grande aliada, mas pode ser usada com controle. Chupeta: use com moderação.

chupeta

Todo bebê tem necessidade de sucção, recurso que o acalma, gera um sentimento de prazer e segurança. A chupeta é uma forma de estimulação oral e de relaxamento. Também contribui para que a mãe não se torne uma chupeta-humana, afinal quem não coloca o bebê aos prantos no peito pensando que ele está com fome e depois de alguns minutos percebe que ele está apenas chupetando o seio?!
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09 dez 2015

14 dicas para o bebê dormir

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Toda mãe (e todo pai) busca a fórmula perfeita para um sono tranquilo do bebê, principalmente, para que ele durma a noite inteira sem interrupções. Afinal, bebê que dorme a noite toda, fica revigorado e tem mãe descansada, produtiva, bem humorada, feliz e disposta o dia todo (rá!). Mas para os bebês adquirirem o hábito de dormir, precisam que os pais os ajudem a desenvolver tal habilidade. Não é uma coisa fácil estabelecer a rotina do sono, mas não é impossível. Também não tem fórmula certa ou receita poderosa para fazer o bebê dormir. Acho que tem uma coisa que é imprescindível: PACIÊNCIA. É preciso ter paciência para ajudar o bebê a dormir. Depois de algumas semanas, consegui estabelecer a rotina do sono para a Stella, compartilho agora 14 dicas para o bebê dormir a partir da minha experiência aqui em casa.

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14 dicas para o bebê dormir:

  1. Ensine o bebê a diferenciar o dia da noite
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08 dez 2015

Você tem uma relação saudável com o dinheiro?

por
Gabi Miranda

Destaque, Dinheiro, Maternidade

Pelo menos uma vez na vida fui milionária...

Pelo menos uma vez na vida fui milionária…

Atualmente, considero que tenho uma relação saudável com o dinheiro, mas nem sempre foi assim. Antes dos 20 anos, quando nem trabalhava ainda, dependia financeiramente dos meus pais. Vivia comprando tudo o que eu queria, afinal mamãe e papai pagavam. Eles nunca me deixaram faltar nada, eu até tinha demais. Até que um dia uma bomba caiu sob minha casa. Minha mãe foi demitida de um emprego de uma vida toda. Quando somos demitidos depois de muitos anos na mesma empresa, temos a ilusão de que ficamos ricos, bem de vida e que não faltará dinheiro. Eu não tinha noção de nada, nunca tinha passado por dificuldades, naquela época podia ser considerada uma criança. Passou-se algum tempo e as dificuldades começaram a surgir. Morávamos de aluguel, o qual começou a ser pago com atrasos, a energia de casa começou a ser cortada por falta de pagamento, tinha dias que nem dinheiro para o pãozinho tínhamos. Eu já estava na faculdade e comecei a atrasar também os pagamentos, foi quando fiz o FIES (um empréstimo do governo para estudantes). Depois de uma vida inteira morando na mesma casa, a proprietária nos pediu para sair. A vida ficou de pernas pro ar, vi minha mãe (e eu e minha irmã) conhecer o inferno.
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