16 set 2016

Conte-me sobre você, quero te conhecer melhor

por
Gabi Miranda

Entrevista

Pesquisa: conte-me sobre você, de onde é, suas preferências,  o que gosta de ver aqui

conte-me sobre você

O blog começou como um hobby. De repente virou uma oportunidade de trabalho. E com o tempo descobri que compartilhar minhas experiências era também uma forma de ajudar outras pessoas (que delícia receber mensagens dizendo que ajudei ao explorar de determinado assunto. Ou ainda, quando as pessoas sentem que não estão sozinhas porque se identificam passando pela mesma fase). Mas sempre foi o meio de fazer o que mais gosto na vida. Escrever. Contar. Escrever. Contar.

Aqui é um dos meus lugares preferidos no mundo. Onde meus filhos facilmente me encontrarão. Onde gosto de registrar meu jeito de maternar, nossas histórias, causos e desenvolvimento deles. A missão do blog é confortar e encorajar mamães e papais com as minhas experiências, vivências e informações adquiridas através de pesquisas. A ideia é ser uma referência positiva e confiável para vocês. E o faço com paixão!
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08 set 2016

Cachos: dicas para quem tem cabelos cacheados

Nunca foi tão legal usar cachos!

Shakira - a cabeça de cachos mais lindos!

Shakira – uma das cabeças de cachos mais lindos!

Eu me empoderei dos meus cachos logo após o nascimento do Bennjamin, quando estava de licença maternidade, amamentando aquele bebezico no sofá, quando vi pela primeira vez o comercial da Natura Plant e aquela música ecoou meus ouvidos.

Oh, cabelo
Cabelo meu
Tão belo, tão poderoso, tão eu
Rebelde às vezes, às vezes dócil
Crespo, liso, ondulado, pichaim
Jeitoso assim, de qualquer jeito
Solto, preso, molhado, cheiroso, brilhante e macio

Até então, só tinha sido feliz com meu cabelo na época do surgimento da escova progressiva, quando também fiquei escrava dela. Daí que engravidei, e fui proibida de fazer qualquer procedimento químico, principalmente a progressiva. Sabemos que o cabelo cresce feito grama na gravidez, né? O meu cresceu e ficou aquela belezura de metade ondulada e outra metade lisa e ressecada. Acreditem, marido me ajudava a escovar o cabelo.

Quando vi pela primeira vez o comercial da Natura Plant, algo mudou dentro de mim. Na mesma hora marquei com meu cabeleireiro e no sábado seguinte cortei todo o meu cabelo que estava enoooooorme, na altura do ombro. Comprei o creme de pentear da Natura Plant para cachos e… comecei um caso de amor com meu cabelo.
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16 maio 2016

Bebês são detetives emocionais

Bebês – detetives emocionais

bebês

A revista ÉPOCA da semana passada (9 de maio, nº934), trouxe uma entrevista com o psicólogo americano Andrew Meltzoff, uma das maiores autoridades mundiais no estudo da infância, sobre o desenvolvimento infantil. Achei muito interessante algumas coisas ditas por ele, como o fato da criança ser capaz de assimilar os preconceitos mais sutis de seus pais e de perceber ambientes hostis. Eu, por exemplo, vivo em busca da melhor forma e jeito de falar, pois um volume de voz mais alto ou um tom pouco mais alterado, meu filho Benjamin já acha que estou brava. Acredito muito em tudo o que psicólogo diz na entrevista, inclusive que os bebês são detetives emocionais, até porque nosso humor reflete também no dele. Essa entrevista também me fez refletir na importância da escolha com quem deixamos nossos filhos, seja um cuidador ou escola. Compartilho agora com vocês.

ÉPOCA – Por que o senhor privilegia em suas pesquisas a importância da fase entre o nascimento e os 5 anos de idade?Andrew MeltzoffHá evidências científicas de que o desenvolvimento da criança no começo de sua vida ajuda a determinar o adulto que ele será. O cérebro do bebê é esculpido pelas experiências. Ele é profundamente afetado pelas interações sociais e físicas que tem com o mundo. Nesse período o bebê aprende mais do que aprenderá em qualquer outro período cronológico similar.
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30 mar 2016

A volta ao trabalho: a importância do aleitamento

O aleitamento materno é muito importante. Não é coisa de quem ama mais ou menos o filho. Amamentar é uma escolha.

Aleitamento

Imagem Google

As dificuldades existem, mas estão aí para serem ultrapassadas. Amamentar tem seus obstáculos desde o nascimento do bebê. É o mais barato e fácil em termos financeiros e de praticidade quando se pensa em toda logística do que precisa ser carregado quando um bebê já não mama mais no seio. Não é coisa de quem ama mais ou menos o filho. Amamentar é uma escolha. Amamentar mesmo com o retorno ao trabalho é possível, mas exige mais informação, estímulo, dedicação e, principalmente, apoio.

O cenário perfeito seria a mãe conseguir 6 meses de licença maternidade para então amamentar durante esse período. Como vimos essa não é uma realidade para todas as mulheres, mas existem recursos que podem contribuir para o aleitamento exclusivo até os 6 meses de idade do bebê. O pediatra Dr. Moisés Chencinski, membro do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo e idealizador do movimento #euapoioleitematerno, é um defensor do aleitamento materno e indica a doação de leite como alternativa para as mães que voltam ao trabalho cedo. Segundo ele, o Brasil tem uma das mais reconhecidas Redes de Banco de Leite Humano do mundo, no entanto não existe leite em quantidade suficiente para suprir as necessidades. “Isso ocorre porque aqui, ainda não temos a cultura da doação de leite. Se as mães passar a “doar” o seu leite para o próprio filho, armazenando-o de acordo com as recomendações, poderia usá-lo quando fosse necessário (após a volta ao trabalho)”, explica o pediatra. Isso é possível porque o leite materno quando armazenado no congelador, pode ser consumido em 15 dias.
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30 nov 2015

6 perguntas e respostas sobre sono do bebê

6 perguntas e respostas sobre sono do bebê

sono

O sonho de toda mãe quando tem um bebê é que ele durma a noite toda sem interrupções. Nos três primeiros meses isso é algo difícil de acontecer, pois a tendência é o bebê acordar de 3 em 3 horas (ou até menos) para mamar. Com o tempo, o bebê vai crescendo, consequentemente o estômago também e a fome começa dar uma espaçada. então o sono do bebê tende a ser algo mais tranquilo. Mas até o bebê ter uma rotina adequada para dormir, os pais já tentaram de tudo e estão exaustos.

Uma das coisas fundamentais para criar esse hábito, é estabelecer rituais desde o nascimento do bebê. Primeiro, é essencial ensinar a diferença entre dia e noite. Durante o dia não precisa evitar barulhos, iluminação (é até bom que os cochilos sejam feitos em um lugar com um pouco de luz), ouvir música. Já à noite, é bom não estimular muito o bebê, manter os ambientes com pouca luz, fazer uma massagem. Estipular uma rotina com horários para cada atividade e ficar atenta aos sinais que indicam o cansaço do bebê, contribuem, e muito, para o sono do bebê ser cada vez melhor.
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05 out 2015

Wrap Sling – para praticar a extero-gestação

por
Gabi Miranda

Bebê, Entrevista, Filhos

IMG_0937

Enquanto Stella só queria saber de colo, busquei alternativas que me ajudassem encarar da melhor forma possível esse período. Para resolver esse problema específico, tentei o sling, mas Stella não pareceu gostar, acho que ela não ficou muito confortável. Foi quando a amiga Diiirce indicou testar o Wrap Sling – um tecido comprido que se amarra ao corpo e se transforma num carregador de bebê. Mas não é um simples carregador. Eu sempre via mães carregando seus bebês no wrap sling, mas não conhecia o poder que esse acessório tem. Adquiri um da Kangulu Wrap Sling, comecei a usar e descobri que ele é mágico. O acessório não serve só para carregar o bebê de um lado para o outro, mas para atender uma necessidade física e emocional do bebê e da mãe, serve para viver a extero-gestação. Com o wrap comecei a fazer atividades corriqueiras do dia a dia como lavar louça, estender roupa, usar o computador, comer, entre outras coisas duas preferidas por mim e Stella: passear e dançar. Bastam alguns minutos ajeitada e Stella cai num sono profundo. Com mais dias de uso, eu me dei conta de uma coisa, ao carregar a Stella no wrap, é como se eu estivesse grávida novamente e me peguei várias vezes alisando a bebê como se fosse a barriga da gravidez. Wrap Sling é um item indispensável na lista de enxoval.
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04 fev 2015

Como harmonizar maternidade com a vida sexual de forma segura

por
Gabi Miranda

Casamento, Entrevista, Maternidade

vida sexual

Desde que o mundo é mundo (ou é coisa da mulher pós-moderna?!) nós mulheres sabemos que após o pós-parto, entramos numa verdadeira crise sobre nosso papel entre ser mãe e mulher. Com a chegada do bebê, nos vemos diante de uma nova vida e diferentes descobertas. Nosso corpo está modificado, os hormônios à flor da pele. Vivemos concentradas em função do bebê, um ser dependente de nós para tudo – das necessidades mais básicas à alimentação. Vivemos a experiência da amamentação. Ganhamos um aumento da ocitocina, hormônio que produz o vínculo afetivo com o bebê e que inibe o desejo sexual pelo parceiro. A vida sexual fica um gelo. É tudo conflitante, mas não é o fim do mundo, é natural sentirmos tudo isso.

Fui a campo para entender melhor todas essas transformações e como harmonizar a vida sexual. Conversei com o Dr. Eliano Pellini, ginecologista, chefe do Setor de Saúde e Medicina Sexual da Faculdade de Medicina do ABC Paulista, que destacou três componentes hormonais que entram em ação no pós-parto e favorecem todas essas alterações físicas e emocionais que nos arrebatam. São eles: 1) a queda do hormônio feminino após a saída da placenta. Isso faz com que a vagina fique ressecada, promovendo a redução da receptividade feminina, ocasionando a diminuição do interesse pelo parceiro – fato comum também na menopausa; 2) o aumento da prolactina, hormônio produtor de leite, altamente inibidor da sexualidade; 3) a queda da serotonina, responsável pelos quadros depressivos pós-parto. Sintoma que nem toda mulher apresenta, mas que existe e é comum.
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05 set 2013

Desfralde – Entrevista com educadores

por
Gabi Miranda

Entrevista

Existe uma série de dicas que são bacanas seguir para o desfralde não se tornar um pesadelo. Não tenho dúvidas, aqui em casa o que funcionou foi a parceria com a escola – que nos orientou desde o início, além de percebermos que Benjamin já estava preparado.

Na escola, as crianças estão com profissionais experientes que sabem lidar com cada fase. Geralmente, eles começam o desfralde em duplas ou grupos, acompanham os pequenos constantemente ao banheiro, conversam, contam estórias e explicam todo o processo de forma lúdica. Ainda acalmam os pais.
 
Pensando nisso, fui conversar com algumas educadoras do Colégio Santa Maria e ver como e quando iniciar o desfralde e quais são as dicas para um desfralde sem traumas. Uma coisa é unânime: paciência, muito amor e carinho são fundamentais. 

BM: Quando a escola percebe que chegou a hora de tirar as fraldas de uma determinada criança?

Gisele Coli:
Acredito que a  criança demonstra com algumas atitudes, verbaliza quando sente vontade de urinar e evacuar, mostra interesse ao observar um coleguinha fazendo xixi no vaso, muitas vezes ela mesma pede para sentar-se no vaso, apresenta controle dos esfíncteres, a fralda permanece seca por um tempo maior do que o usual e a criança pode demonstrar certo desconforto com a fralda chegando às vezes a tentar tirá-la. Clique e continue lendo!

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29 ago 2013

Desfralde – Entrevista com especialista

por
Gabi Miranda

Entrevista, Uncategorized

Se existe um segredo para o desfralde ser um sucesso, além de muita paciência por parte dos adultos, é iniciar esse processo quando a criança realmente estiver pronta. Quando isso acontece? Vários sinais podem revelar se seu filho está realmente pronto. Mas alguns sinais básicos podem dar o start: geralmente, acontece por volta dos 2 ou 3 anos, a criança já anda bem, sabe falar, entende instruções simples, entende o que é “xixi”, já fica seca por mais tempo (geralmente 3 horas) e se fica incomodada com a fralda suja e até a arranca.

O fato é que o controle das esfíncteres é a fase mais difícil no desenvolvimento infantil. Exige da criança um poder até então desconhecido para elas: perceber o movimento intestinal, segurar esse movimento, ir até o penico – a metros de distância, coisa que até então elas não se preocupavam, se posicionarem e então fazer o xixi ou o cocô. Imagina, isso tudo é praticamente um cálculo aritmético para uma criança de dois anos. Clique e continue lendo!

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24 jul 2013

Entrevista especial com uma avó adorável

por
Gabi Miranda

Entrevista, Uncategorized

Ela tem nove netos e ressalta no início da conversa: tem uma cadeira de balanço, adora fazer crochê, tricô e bordar, mas não assumiu a imagem da famosa Dona Benta.

Começa o dia fazendo aula de balé clássico (todos os dias!!!), antes de ir para o computador escrever ou responder perguntas de jornalistas. Depois ela vai trabalhar em seu consultório onde atende até às 19:00 e só depois ela vai para cozinha fazer o jantar e se preparar para o programa da noite (que pode ser um concerto, um futebol ou um jantar entre amigos). Com todos esses afazeres, afirma: não é diferente de muitas outras avós que conhece.

Estou falando da psicanalista Lidia Aratangy Rosenberg, autora do Livro dos Avós – Na casa dos avós é sempre domingo?. Conversamos só por e-mail, mas a empatia foi grande. Lidia é daquelas pessoas que você tem vontade de conhecer e ficar horas proseando (e aprendendo!) com ela. Clique e continue lendo!

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