25 set 2017

Como otimizar o tempo das mães que trabalham fora

otimizar o tempo das mães que trabalham fora

Muitas pessoas me perguntam como dou conta de tudo. Afinal, são dois filhos, marido, casa, cachorra, trabalho fora, blog, programa de TV, curso, hobby, etc. Pra começar eu não dou conta de tudo. Ser mãe de dois e trabalhar fora é um desafio e tanto na minha vida (e de tantas outras mães). Abro mão de fazer muitas coisas. Tenho hobbys que amo, como o scrapbook que acabo sempre deixando de lado. São muitas atividades diárias e aprendi que tenho que priorizar o que é importante. Três itens são essenciais na minha vida: minha família, meu trabalho e o blog. Então meu dia é meio que dividido entre eles. Adoraria ter horas a mais no dia. Como não tem, o jeito é tentar potencializar o tempo que tenho. Mas como otimizar o tempo das mães que trabalham fora?

Tem dias que eu só quero um tempo para sentar no chão e brincar com as crianças. Nessas horas, abro mão de tudo o que tiver pra fazer. Deixo o cesto de roupa suja cheio mesmo. Durante a semana, não dá tempo de fazer muita coisa, pois chego em casa por volta das 20:30. Se as crianças estão acordadas, dedico um tempo a elas. Se não estão, é o momento de fazer algo pra mim. E isso inclui até ficar sem fazer nada, assistindo TV – o que é raro, confesso, pois assistir TV sem um propósito me faz ter a sensação de desperdiçar meu tempo. Aos finais de semana, acordamos cedo e tenho o costume de praticar pela manhã todas as atividades domésticas para que eu possa ficar com o dia livre depois.
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04 ago 2017

Vamos para a Europa com as crianças

por
Gabi Miranda

Destaque, Família, Maternidade, Viagem

Europa com as crianças

Vamos acabar com o suspense. Todo mundo tem perguntado: afinal, para onde vocês vão viajar? Nós vamos para a Europa com as crianças. Vamos realizar sonhos da mamãe aqui e do pequeno Benjamin. Estava evitando falar, pois para a maioria das pessoas que a gente comenta que vamos para a Europa com as crianças, dá um jeito de minar a nossa disposição. Falam que somos loucos, onde já se viu, fazer uma viagem dessas com as crianças e blá blá blá. Incrivelmente, as pessoas desestimulam as viagens para qualquer lugar do mundo com as crianças, mas para a Europa, parece que desestimulam mais.

Eu acho que viajar com os filhos é uma experiência maravilhosa. E viajar para a Europa com eles deve ser uma experiência ímpar. Em qualquer lugar do mundo tem programação para a família toda. Dá para montar um roteiro rico culturalmente, sem faltar diversão para os pequenos. Eu, por exemplo, nunca tive o sonho de ir para a Disney. Essa vontade nasceu com o Benjamin, muito mais pelo encantamento do lugar do que por outra coisa. Os brinquedos dos parques não me atraem. Até chegamos a cogitar fazer essa viagem nessas férias. Mas depois de colocarmos as vantagens e desvantagens no papel, resolvemos realizar o nosso sonho. Levar as crianças para a Europa pode ser enriquecedor e acredito que pode ser uma experiência ainda mais valiosa do que ir para Disney.
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26 jul 2017

Um dia no Ski Mountain Park

por
Gabi Miranda

Destaque, Família, Filhos, Viagem

Localizado na Estância Turística de São Roque, a apenas 54Km de São Paulo, o Ski Mountain garante diversão e aventura para toda família

A convite da assessoria de imprensa, fomos conhecer o Ski Mountain Park, no domingo retrasado, e saímos todos encantados. O lugar fica no alto de uma montanha com uma bela vista panorâmica da cidade de São Roque e do céu também. Oferece ao público a oportunidade de desfrutar de aventura, passeio ecológico e uma deliciosa gastronomia. É um passeio de um dia inteiro! E voltado para família toda, pois têm atrações para todas as idades e gostos.

O parque oferece Pista de Esqui e Snowboard, Arvorismo, Arco e Flecha, Trilha Ecológica, Passeio a Cavalo, Torre de escalada, Pista de Patinação, Paintball, Torre de Escalada, Playground (que nem deu tempo para as crianças irem), Teleférico e o Tobogã de 350 metros que até a Stellinda encarou. E não pensem que ela encarou porque eu a coloquei nessa não, pelo contrário, ela pediu para ir. E fomos.
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04 jul 2017

Mães de A a Z – o blog indo para a telona e para a telinha

Nasceu o Mães de A a Z! Era para eu ter falado ontem sobre isso, mas a correria me impediu. Quem nos acompanha nas redes sociais, já sabe que eu e a Kah do blog Vida de Mamãe Moderna estamos no comando do programa regional Mães de A a Z, na TV Grande ABC. É um projeto lindo! Surgiu através de um convite da TV para a Kah e a louca quando veio me falar disse que só aceitaria se eu entrasse com ela nessa empreitada. Na mesma hora eu falei: Siiiiim!

maes de a a z

Gente, eu tinha o sonho de ocupar o lugar da Ana Paula Padrão na bancada do Jornal da Globo! Rá! Como não aceito uma proposta dessas? (risos)

Vi nesse convite uma oportunidade muito bacana. Não era simplesmente para fazer um programa qualquer. Era para falar sobre um assunto que  faz meus olhos brilharem: maternidade! E o que está mais perto do meu sonho de vida atual: trabalhar com maternidade, contribuir e ajudar de alguma forma as pessoas que me acompanham aqui no blog. Mais: espalhar informação de qualidade.
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08 maio 2017

O que você quer de dia das mães?

Dia das mães

Toda mãe quer vale-banheiro, uma noite inteira de sono, tempo pra ler ou para rever as amigas, presente de dia das mães não falta. Só quem é mãe sabe o quanto é maravilhoso e enriquecedor esse cargo, mas também o quanto é cansativo. Vivemos ligadas mesmo dormindo, muita coisa para pensar, tem o medo de errar, a vontade de querer ser a mãe perfeita e a culpa para nos assombrar vez ou outra. A responsabilidade é grande: participar e promover uma vida para que nossos filhos cresçam bem e saudáveis.

Estão aí as infinitas (e emocionantes) propagandas sobre as mães rolando desde abril e que não me deixam mentir. Mãe tem uma missão importante! Acompanhar, proteger – não em demasia, ensinar o caminho, deixar ir e estar sempre pronta para receber de volta. Mãe também não está pronta para ser mãe, nos construímos nessa relação transformadora que é a maternidade. Mãe é um ser humano como qualquer outro, sendo assim temos nossas próprias limitações. Mãe vale ouro (e não é de ferro). Amamos incondicionalmente. Mas temos vontade de jogar tudo para o alto sim, às vezes gritamos, perdemos o controle, incontáveis vezes, a paciência – principalmente quando a criança faz manha bem na hora que precisamos sair, quando pela milésima vez colocamos o bebê no berço e ele arregala os olhinhos.
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05 dez 2016

Ensaio fotográfico de Natal cheio de bossa

Ensaio fotográfico de Natal da Família Bossa Mãe

ensaio fotográfico de natal-bossa-mãe

Sempre gostei de Natal, mas convenhamos que ao longo dos anos essa data vai perdendo o sentido lúdico. Primeiro porque vamos crescendo e nos transformando. Segundo porque a vida vai tomando outros rumos, mudanças, perdas e ganhos. Para não endurecermos, vem a vida e nos presenteia com filhos. Ah… nada melhor que a vida com filhos! Para nos trazer de volta um olhar genuíno para as coisas simples, para fazer dessa época do ano continuar sendo mágica.

E para deixar marcado essa data, resolvemos fazer um ensaio fotográfico de Natal. Ao abrir as fotos, meu coração ficou submerso de emoção. A gente ainda não tinha feito fotos assim com a Stella maiorzinha e o resultado ficou lindo! O responsável por esse trabalho é o fotógrafo Ricardo, do estúdio Fermera Fotografia, de Santo André/SP.

Foi super difícil escolher as fotos para ilustrar esse post. Eu queria postar todas, mas resisti e fiz uma seleção (ficou um monte de fotos do mesmo jeito, rs). Enquanto eu passava de uma foto para outra, ficava embasbacada com o que o Ricardo conseguiu captar das crianças e da nossa família. O olhar da Stella, um gesto do Benjamin demonstrando o afeto dele pela irmã, nossos sorrisos sinceros e legítimos, nossa família cheia de amor. Estou apaixonada!
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16 ago 2016

Filhos: um é pouco, dois é bom, três…

Um filho é pouco, dois é bom, três… ensinam muito mais!

 

Filhos-um é pouco-dois é bom- três-bossa-mae

Imagem Google

Já faz algum tempo, conheci uma mamãe de muitos. Ela tem 7 filhos e esbanja um sorrisão de orelha a orelha. Pensei: para essa aí um é pouco, dois é bom, sete é melhor ainda! Conheço algumas mães de três. Além das amigas blogueiras Diiirce e Marina, no trabalho tenho uma colega mãe de três e, recentemente, minha melhor amiga, minha irmã de coração, madrinha da Stella, anunciou sua terceira gravidez – muito desejada já há algum tempo.

Aqui em casa, tínhamos um combinado: se a segunda gestação viesse um menino, teríamos o terceiro só para ver se vinha uma menina. Marido tremia na base até que nasceu Stella e ele deu por encerrado esse assunto. Mas a mamãe aqui, para assombro do papai, começou a dizer que precisava vir um desempate, que um terceiro filho fecharia o ciclo familiar. É comum tremular após o primeiro, quem dirá após o segundo filho. É claro, depois que passamos todo aquele perrengue de enjoos nos 4 primeiros meses de gestação, noites mal dormidas, fraldas, choro, dentes nascendo, os primeiros 6 meses de vacinas intermináveis, aquela ansiedade toda… quem quer enfrentar o terceiro filho?!
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12 ago 2016

10 coisas sobre paternidade

Perguntei ao marido: fala 10 coisas que ninguém diz sobre paternidade? Ele prontamente me mandou um texto sobre o assunto. Confira abaixo.

 

paternidade

 

Por Roberto Piffer, pai do Benjamin e Stella

Não chega a ser segredo, mas tem coisas que ninguém anda dizendo por aí sobre paternidade. Imaginem que existe um outro lado, avesso à maternidade, onde coisas diferentes acontecem, mas quase nunca são reveladas… até então! Veja a lista abaixo e entenda um pouco mais do lado paterno da vida das crianças, do ponto de vista do homenageado do próximo domingo:

1. O parto
A hora do parto é um momento de muito nervosismo e tensão para o pai (acho que por isso alguns chegam a desmaiar). Lógico, para mãe muito mais, mas a verdade é que ao pai, dá uma sensação de paralisia, pois temos que ficar esperando longamente e, quando somos chamados para a sala, não tem o que fazer, a não ser não encostar em nada, falar pouco e ficar assistindo a tudo. É estranho e ruim, podia ter um carrinho com bebidas por lá. Mas a recompensa de sentir o filho pela primeira vez no seu colo é impossível de descrever (lembrando que a mãe larga na frente, pois já sente a criança dentro da barriga).
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26 jul 2016

Sobre sua avó, de mãe para filhos

por
Gabi Miranda

Destaque, Família

Sobre sua avó materna

 

Avó

Filhos,

Vocês não tem avó materna. Se servir como consolo, eu também não tive. O Benjamin ainda teve a sorte de conviver por 3 anos com minha mãe, a avó de vocês. Nós a perdemos muito cedo e apesar de continuar achando isso injusto, é como disse Benjamin outro dia pra mim “A vida é assim, às vezes a gente perde, às vezes a gente ganha”. E quando a perdemos, nós ganhamos você, Stella. A vida pode parecer injusta, mas Deus sabe mesmo o que faz.  Já sofri, já chorei e ainda faço os dois, sofro e choro. Lembro como se fosse hoje o dia em que a perdemos, no caminho até o cemitério, nas promessas que eu fazia… parece coisa de louco, mas quando a gente ama, pensamos até nas impossibilidades. Foram dias e noites em que acreditei que não teria forças para seguir. Mas chega uma hora em que aprendemos a conviver com a perda, a gente se acostuma com a falta da pessoa e para dar conta da morte a gente esquece. Não da pessoa, porque isso é impossível. Mas a gente esquece de várias coisas, de acontecimentos e quando perdemos a mãe, com o tempo, esquecemos até o que é ter mãe.
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06 jun 2016

O que aprendi sobre adoção

por
Gabi Miranda

Destaque, Família, Gravidez, Maternidade

Desde que realizei a visita no Grupo Boticário, fiquei com um assunto martelando a minha cabeça: ADOÇÃO!

adoção

Imagem Google

Ao final do dia no Grupo Boticário, conheci, na hora do lanche das gestantes, a Vanessa Backer. Uma jovem de 29 anos que há 5 vinha tentando engravidar. Há dois anos, Vanessa teve um aborto espontâneo com 9 semanas de gestação. Nesse meio tempo, ela e o marido decidiram entrar no processo de adoção. Hoje ela está grávida de 28 semanas. No dia em que descobriu a gestação, recebeu uma ligação com a notícia de que tinha conseguido entrar na fila de adoção. Ela conta, lindamente, com sorriso largo, olhos brilhantes: “agora estamos vivendo duas gestações. Vamos continuar na fila de adoção, não importa o sexo, a cor, nada, só queremos ser pai e mãe.”

Por mais incrível que pareça, desde então, cairam textos e mais textos no meu colo com histórias sobre adoção. Um deles contava sobre três famílias que adotaram bebês com microcefalia, a má-formação que ganhou destaque nos últimos meses com o aumento de zika no Brasil. Outros dois eram relatos de uma mãe e um pai, respectivamente, sobre o que aprenderam ao adotar uma criança, sendo que a mãe adotou uma criança mais velha, de 5 anos. Um outro texto ressaltava o aumento de pais que preferem adotar crianças com mais de 3 anos, de qualquer sexo e cor.
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