30 set 2016

Hora de dormir

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

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Toda noite na hora de dormir, passo no quarto das crianças para dar uma espiada nelas. No Benjamin sempre dou um beijinho. Mentira. Dou uma cafungada no pescoço dele, cheiro e beijo muito. Na Stella só verifico se está coberta e se não estiver, a cubro com o maior cuidado do mundo – não ouso encostar nela, pois sei quanto me custa fazê-la chegar nos sonos dos Deuses. É diferente o hábito que tenho com cada um. A Stella ainda dou de mamar (ela toma mamadeira) e a faço dormir no colo. Esse é o nosso momento de paz, tranquilidade, quando antes de colocá-la no berço ainda dou um beijinho, fico bem pertinho dela para sentir aquele cheiro de bebê. Uma vez colocada no berço, me limito a chegar perto novamente.

O Benjamin chega em casa na maioria das vezes dormindo, marido que coloca pijama e o leva pra cama. Por isso, sempre dou uma passada pelo quarto na hora de dormir, para lhe dar um beijo e sentir aquele cheirinho, o melhor do mundo. Chego a deitar ao lado dele. Fico bem pertinho para sentir aquele cheiro delicioso, reparo naquela boquinha aberta transmitindo aquele hálito gostoso que só os nossos filhos tem. Gosto também de sentir o coração deles enquanto eles dormem. E lembrar que aquele mesmo coração já bateu dentro de mim.
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28 set 2016

Travessuras da Baby Stella

Hoje ela completa um ano e dois meses de muitas alegrias, travessuras e sapequices

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São inúmeras as conquistas dessa pequena que nem dá para fazer post listando as novidades. Sim, porque para isso eu precisaria passar os dias anotando cada coisinha nova que ela anda fazendo. Ela já se comunica muito bem – não, não forma frases, nem palavras concretas, mas se comunica com gestos e olhares, assim eu e ela já nos entendemos muito bem. Seu vocabulário ainda é pequeno, fala apenas: mama (mamãe), B (Ben), papa (pai), naná (seu paninho com a chupeta amarrada), bá (aguá), um (um aninho) e várias outras palavras que eu ainda não aprendi o dialeto, além de responder quando lhe perguntamos algo. Ela já da tchau, manda beijo, canta, dança, joga bola (com a mão e com o pé), usa copo, toma no canudinho, faz travessuras, sapequices, anda e corre (deixando disparado o coração dessa mãe).

Passamos uma semana inteirinha juntas, só eu e ela, da hora de acordar até a hora de dormir. E acreditem, todos os dias ela faz uma coisa nova. Fiquei impressionada ao reconhecer nela uma bebê totalmente comunicativa, simpática e palhacita. Eu conhecia o lado desconfiado da Stella – herança da mãe – mas me surpreendeu a desenvoltura dela para chamar a atenção de desconhecidos na rua, no metrô, em todos os lugares públicos. Conversar, brincar, mexer com a pessoa ao lado são atividades que completam as travessuras da Pitica. É incrível o poder de aprender dos bebês e a possibilidade de acompanhar esse desenvolvimento assim tão de pertinho. Eles fazem nosso coração derreter ao mesmo tempo em que nos mantem alertas.

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06 set 2016

Os primeiros passos da Stella

por
Gabi Miranda

Bebê, Desenvolvimento, Destaque, Filhos

Stella começou a andar firme e segura de si, no seu tempo como deve ser
Deu os primeiros passos e agora ninguém segura esse bebê

 

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Existe uma expectativa entre os pais quando o bebê começa a dar sinais dos primeiros passos. É também um estágio de desafio para o bebê e marca uma grade fase do desenvolvimento dele. Stella estava há mais de semanas andando segurando pelos móveis. Ou pegava uma cadeira e saía empurrando de modo a andar pela casa. Ela demonstrava certa insegurança para se soltar. Deu os primeiros passos livres dia 29 de julho de 2016, um dia após ter completado um ano de idade e um dia antes de sua festa de aniversário. Depois disso deu outros passos e parou, ficou só ensaiando. Voltou a andar cheia de segurança depois de 15 dias dos seus primeiros passos.

É preciso ter paciência, incentivar, mas sem fazer comparações. Cada individuo ao seu tempo. O Benjamin andou com um ano e um mês todo seguro e quando começou também não parou mais. Assim como no dia que aconteceu com ele, foi muito emocionante ver Stella dar seus primeiros passos em minha direção enquanto eu chegava da rua. É uma alegria vê-la indo e vindo pela casa, percorrendo todos os cômodos. Ao mesmo tempo que eu não quero deixar de ter um bebê em casa, tenho um sentimento de felicidade genuíno e gratificante ao vê-la adquirir equilíbrio, independência e liberdade – algo que para conquistar, começamos batalhar desde cedo.
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15 ago 2016

Por que o bebê chora quando você sai do quarto?

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Livros, Puericultura

Porque o bebê chora quando você sai do quarto?

 

por que o bebê chora

Imagem do Google

Do livro Bésame Mucho – Como criar seus filhos com amor
Dr. Carlos González

O imediatismo é uma das características do choro infantil que assombra e irrita algumas pessoas. “É deixá-lo no berço e ele começa a chorar como se o estivessem matando”. Para alguns especialistas em educação, essa é uma desagradável faceta da personalidade infantil, e o objetivo deve ser vencer o seu “egoísmo” e a sua “obstinação”, ensiná-los a atrasar a satisfação dos seus desejos. Por que não pode ter um pouco mais de paciência, por que não pode esperar um pouco mais?

Nossos filhos pequenos começam a chorar com todas as suas forças quando se separam da mãe. Choram ainda mais forte em cinco minutos e somente param de chorar por esgotamento. Não parece lógico! Mas, sim, é lógico. Começar a chorar de maneira imediata é o comportamento “lógico”, o comportamento adaptativo, o comportamento que a seleção natural favoreceu durante milhões de anos, porque facilita a sobrevivência do indivíduo. Naquela tribo de 100.ooo anos atrás, se um bebê separado de uma mãe chorasse de forma imediata e com toda a potência do seu pulmão, sua mãe provavelmente voltaria imediatamente para pegá-lo. Porque essa mãe não tinha cultura, nem religião, nem conhecia os conceitos de “bem, “caridade”, “dever” ou “justiça”. Não cuidava de seu filho porque pensava que era sua obrigação, nem porque tinha medo da prisão ou do inferno. O choro do bebê simplesmente desencadeava nela um impulso forte, irresistível, de acudi-lo e acalmá-lo.
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03 ago 2016

Amamentação: como manter com a volta ao trabalho

por
Gabi Miranda

Alimentação, Bebê, Destaque, Filhos

Amamentação: entre as dificuldades para amamentar com a volta ao trabalho, está a ordenha. Nem todas as empresas possuem local adequado e quando tem, falta informação para a mãe que retorna

Instalações do Grupo O Boticário

Instalações do Grupo O Boticário

Não é fácil ser mulher-mãe no mercado de trabalho. A empregabilidade da mulher na idade perto de ter filhos é baixa. O mercado olha com péssimo jeito para a mulher que quer ter ou já tenha filhos. Elas são rotuladas, vistas como profissionais que podem faltar a qualquer momento, deixando a empresa na mão. Em geral, as empresas não estão preparadas nem para receber de volta a mãe que acabou de ter bebê, tanto que as empresas sequer possuem local apropriado e exclusivo para amamentação. Essa é a realidade da maior parte das empresas. “O que observamos é muito mais uma “adaptação” das mães a essa situação em locais absolutamente não indicados e em condições inadequadas”, afirma Dr. Moises Chencinski, pediatra, membro do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo e idealizador e facilitador do movimento Eu apoio leite materno – #euapoioleitematerno.
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02 ago 2016

Sobre amamentação

por
Gabi Miranda

Alimentação, Bebê, Destaque, Filhos, Gravidez

Vamos falar sinceramente sobre amamentação?

amamentação 

Começou ontem e vai até o dia 07/08 a Semana Mundial do Aleitamento Materno

Que amamentar é um ato de amor e aumenta o vínculo entre mãe e bebê, contribui para o desenvolvimento emocional, cognitivo e sistema nervoso, todos nós já sabemos. Os benefícios são inúmeros para a saúde do bebê e isso é muito bem divulgado. Porém, fala-se pouco das dificuldades que algumas mulheres podem encontrar no início da amamentação. Apesar de ser algo natural, a amamentação nem sempre é simples. Os primeiros dias da amamentação podem ser bem difíceis para algumas mulheres, como pode ser tranquilo para outras. Posso afirmar que para mim foi tranquilo com Benjamin e Stella, apesar de ter tido nas primeiras semanas rachaduras nos dois seios.

O desconforto mais comum entre as puérperas são os mamilos rachados, que geralmente são causados pela pega incorreta do bebê ou pela alta frequência de mamadas. Aqui, por exemplo, Stella pegou corretamente na primeira tentativa, logo após o parto, mas como se sabe, durante os dois/três primeiros dias nosso seio só produz colostro e, acredito, que isso faz com que o bebê sugue com mais ferocidade uma vez que não sai quantidade significativa como o leite materno que sai em jatinhos. Resultado, no terceiro dia meus mamilos estavam bem rachados e doloridos a cada mamada. O leite desceu no terceiro dia a noite e Stella já começou a sugar menos forte o que aliviou. Depois a amamentação foi fluindo melhor e os mamilos ficando menos rachados e doloridos. Ou seja, como tudo na vida, isso passou.
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01 ago 2016

Furei a orelha do bebê com um mês de vida

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Sem seguir a recomendação da pediatra, furei a orelha do bebê com um  mês de vida

 

furei a orelha do bebê

Stella com 1 mês e brincos

Stella tem as orelhas furadas desde um mês de vida e confesso, se ainda furassem na maternidade como era na época em que eu nasci, assim como eu, ela teria saído de lá com as orelhas furadas. Todo mundo me pergunta quando furei a orelha dela, até que dia desses vi o post da Mari, do blog PetitNinos e me dei conta que nunca contei aqui sobre a minha decisão de furar a orelha do bebê com um mês.

A pediatra da Stella é homeopata e recomendou furar a orelha do bebê a partir do 6º mês. Como lidar com isso? Sempre quis ter uma menina e ia esperar mais 6 meses para emperiquitar a menina?! Pensando assim, fui um pouco egoísta, eu sei, pois atualmente fala-se muito sobre violência contra bebês através de procedimentos logo após o parto. Na época, não pesquisei nada sobre o assunto e sei que teria mudado de ideia se encontrasse informações preciosas como as que encontrei no post Porque NÃO furamos a orelha do bebê.
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28 jul 2016

Feliz primeiro ano, Stella

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Feliz primeiro ano, feliz aniversário, Stella!

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Filhota…!

É assim que seu avô me chama e como eu adoro chamá-la. Curioso quando comecei a chamar seu irmão de filho. Eu repetia essa palavra centenas de vezes por dia, tornou-se a minha palavra preferida. Filho. Filho. Filho. Então você chegou e a palavra filho ganhou essa outra pronúncia. Filhota. Filho e Filhota. Essas palavras parecem conter um feitiço. Tem uma pronuncia carregada de amor e o poder de tranquilizar. Amora é outro nome pelo qual a chamo. É o nome de batismo que seu irmão te deu. Ainda na maternidade, eu que sempre o chamei também de amor, me chamou a atenção ao me ouvir chamando você de amor: mãe, eu sou seu amor! Stella é sua amora, ela é menina!

Ainda é difícil acreditar que sou sua mãe. Foi difícil acreditar na época do seu irmão também, mas não levou tanto tempo para me acostumar. Você está completando um ano hoje e eu ainda me pego não acreditando que sou sua mãe e nem que sou mãe de uma menina. Você vai cansar de ouvir essa história ao longo da vida, mas eu não quis saber seu sexo durante a gestação e foi uma grande surpresa ao ouvir a médica anunciar “É uma menina!”. Isso pode não significar nada para muita gente, mas para mim significa muito. Você é uma misteriosa conjunção de sinais, significados e quereres. Eu desejei tanto você…e você saiu de mim cheia de vida com seu choro forte e movimentos bruscos.
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21 jul 2016

O primeiro ano de vida

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

O primeiro ano de vida de um filho é um marco na vida da gente

 

o primeiro ano de vida

Stella, 28/07/15, 3,715Kg, 51cm

No próximo dia 28 Stella completará 1 ano. Há dias estou emotiva pensando nesse um ano que passou. O primeiro ano de vida, o primeiro aniversário tem um Q diferente, é especialmente importante, talvez porque seja o principal período para o desenvolvimento do bebê. Lembro-me, o primeiro aniversário do Benjamin foi igualmente emocionante. É como se o primeiro ano de vida fosse uma gestação extrauterina. Passamos os últimos doze meses tomando o máximo de cuidado com o bebê: consultas, atenção no peso, amamentação, vacinas, crescimento, alimentação,  e ao completar o primeiro ano de vida é como se tivéssemos completado a primeira prova mais importante da nossa vida. Ver o bebê se desenvolvendo bem, nutrido, explorando o mundo, tendo noção das suas capacidades é a prova de que tudo vem dando certo, de que damos conta e tudo continuará bem.
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28 jun 2016

11 meses da BabyBossinha Stella

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

11 meses-stella

Fiquei grávida, passei mal durante os 4 primeiros meses, ela nasceu transbordando uma surpresa radiante – afinal era uma menina!, contrariando alguns e afirmando nossas suspeitas e o que muitos disseram durante as 41 semanas, inclusive seu irmão. Ficamos 5 meses interruptos juntas. Período em que sofri novamente a falta da minha mãe e amadureci. Voltei a trabalhar e vejam só…do período em que ela nasceu até agora, já se passaram 11 meses. Isso significa que ela fará 1 ano no próximo mês. Um ano!

É clichê, mas foi num piscar de olhos. Até outro dia eu tinha um recém-nascido que só queria o colo da mamãe e acordava ao ser colocada em qualquer outro lugar que não fosse o meu colo. Hoje ela desbrava nosso apartamento inteiro, tem uma queda pelos cômodos dos quais mais tento deixá-la longe: banheiros e cozinha. Dia desses o irmão estava fazendo xixi, quando pego a BabyBossinha em pé do lado dele enfiando a mão na privada. Os dois levaram bronca, ele por continuar fazendo xixi com a menina ali enfiando a mão e ela por ser tão atrevidinha. Noutro dia, ela estava na cozinha comendo ração da Capitu. Pareceu não gostar muito, pois peguei ela tirando da boca e fazendo careta. Há que se colocar portão de segurança na cozinha e um bilhete na porta do banheiro: mantenha a porta fechada!
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