28 out 2015

Desenvolvimento do bebê – Stella de 0 a 3 meses

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Já se passaram 3 meses. T-R-Ê-S meses!!! Nas primeiras semanas tudo o que eu pensava era “não vejo a hora dela completar 3 meses”. Essa mania que temos de querer que o tempo passe e quando ele passa queremos voltar nele. Stella nasceu grandona, forte, cheia de saúde. Assim como o irmão quando nasceu, não parecia um bebê recém-nascido de tão “madurinha” fisicamente. Já chegou atenta ao mundo, querendo observar tudo. Tanto que já não me lembro dela com pescocinho mole. E seu desenvolvimento chega a me assustar.

Lembro-me da choradeira. Dizem que bebês não nascem com temperamento formado. Balela! Stella nasceu com temperamento e personalidade fortemente formados. Já pensei se o comportamento temperamental do início, era algum tipo de trauma do parto – que não foi nada fácil para nós. Mas agora tenho quase certeza que faz parte da personalidade dessa minha leonina.

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São três meses de pura alegria, anseios, novidades, muito choro, fraldas, mamadas noturnas. Três meses como mãe de dois. Três meses de grande transformação na vida de todos aqui em casa. Três meses de Stella e uma enorme transmutação em mim. Mas já faz tempo, queria escrever sobre o desenvolvimento dela. Quero registrar alguns acontecimentos antes que eles acabem esquecidos, pois são tantas coisas novas que esquecemos mesmo.
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22 out 2015

Incompatibilidade sanguínea entre mãe e bebê

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos, Gravidez, Maternidade

Incompatibilidade sanguínea entre mãe e bebê.

Você sabia que ao engravidar é importante saber seu tipo sanguíneo para evitar a formação de anticorpos que ataquem o sangue do bebê?

Imagem Google

Imagem Google

Funciona assim, quando a mulher engravida, um dos primeiros exames solicitados é o de tipagem sanguínea para descobrir qual o grupo sanguíneo que ela faz parte. Na superfície de cada célula do corpo há um grande número de antígenos que tem uma função que se assemelha à de uma antena. Um desses antígenos é o fator Rh. Cada pessoa possui um fator Rh que poderá ser positivo (fator Rh dominante) ou negativo (ausência do fator). Quando as células da mãe não contém o fator Rh e as do feto contém (tornando-o Rh positivo), o sistema imunológico da mãe entende o feto e suas células com Rh positivo, como um corpo estranho. Isso faz com que o sistema imunológico da mãe desenvolva anticorpos para se defender. Isso é conhecido como incompatibilidade sanguínea.
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20 out 2015

Por que ensinar o bebê a dormir sozinho?

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Foto: Bolsa de Mulher

Foto: Bolsa de Mulher

Acabo de fazer Stella dormir. Enquanto faço isso, ninando ela em meus braços, reflito sobre a ideia que algumas pessoas têm sobre ensinar o bebê a dormir sozinho. Está em livros, na internet e vários pediatras abordam o tema.

Segundo a teoria do Dr. Richard Ferber, diretor do Centro de Disfunções Infantis de Sono no Children’s Hospital, em Boston, os maus hábitos de sono são aprendidos e, portanto, podem ser desaprendidos. Para isso, ele recomenda que os pais coloquem o bebê no berço acordado e o ensinem a dormir sozinho. Se o bebê chorar, o Dr. acima sugere deixar a criança chorar por períodos cada vez mais longos.

Lembro que a nossa pediatra indicou deixar o Benjamin resungar por um período de 5, 10 e 15 minutos, mas não era para ensiná-lo a dormir. Na verdade, tinha a ver com deixá-lo resmungar e não atendê-lo ou pegá-lo no colo a cada gemido que ele desse, pois assim como adultos, os bebês também têm picos durante o sono que podem fazê-lo acordar brevemente e voltar a dormir em seguida.
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19 out 2015

Os benefícios da Shantala

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

Os benefícios da Shantala são inúmeros. Eu sempre tive vontade de aprender essa massagem poderosa e há alguns dias participei de um curso ministrado pela Baby Planner Danielle Cogo. Simplesmente amei!

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O que é Shantala? A shantala é um método de massagem indiana desenvolvido especialmente para bebês, foi trazida do Ocidente pelo obstetra francês Frederick Leboyer, que, em viagem à índia, encontrou uma mulher massageando seu filho e ficou comovido com a ternura daquele momento de troca entre mãe e bebê. Parece que essa técnica, na Índia, é passada de mãe para filha há mais de cinco mil anos.

Pesquisas revelam que os benefícios da Shantala vão além do relaxamento. O método traz vantagens físicas fundamentais para o desenvolvimento saudável do bebê: aumenta a velocidade da circulação sanguínea e linfática, o que contribui para a eficiência do sistema imunológico da criança; favorece o funcionamento do intestino; previne cólica; contribui para um sono mais tranquilo; estimula a parte imunológica e estimula a consciência corporal do bebê – que passa a ter maior domínio sobre seu próprio corpo – e da presença da mãe; e auxilia também no seu desenvolvimento emocional.
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13 out 2015

Cheiro de bebê, cheiro de filho

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

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Algumas lembranças na vida são marcadas por cheiro. O cheiro da nossa casa de infância. O cheiro de domingo da casa da nossa avó. O cheiro do café com leite da irmã que toma ao seu lado. O cheiro de um bolo sendo assado. O cheiro do cabelo da nossa mãe. O cheirinho da roupa dela e até da nossa lavada por ela. Agora mesmo me bateu saudade do cheirinho da minha mãe e por muitas vezes após sua partida, sentia seu perfume. Cheiro de bebê. Se pararmos para pensar, o cheiro marca a nossa vida. O cheiro faz parte da nossa memória afetiva.

Qual cheiro você gosta mais? Eu gosto do cheiro da casa limpa, da roupa de cama trocada, da toalha limpa pendurada. Gosto do cheiro das roupas do meu pai, que sempre me lembra o cheiro do meu avô. Gosto do cheiro do marido quando sai do banho.

Alguns cheiros nos causam até rejeição, como pessoa cheirando a cigarro e podem até afastar possíveis amores. Outros podem aproximar e causam nostalgia da boa. Tem um cheiro, o meu preferido ou melhor, o preferido de todas as mães. Cheiro de bebê, cheiro do seu filho. Desde quando ele é bebê que alastra aquele cheirinho inconfundível por toda casa, até a vida toda, imagino eu. Cheiro de quando o filho sai do banho. Cheiro do seu chulezinho. E tem aquele cheiro da mão, de quando eles são recém-nascidos e só ficam com a mão fechadinha e de tanto levar a boca, fica um cheirinho, uma espécie de chulezinho. Do bafinho de leite ou ao acordar. Cheiro do seu suor, algo meio azedinho mas tão gostosinho. Cheiro da casa com criança. Filhos tem cheiro de amor e de felicidade. Esse é o cheiro que mais gosto, meu preferido, cheirinhos dos meus filhos, da minha vida.
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08 out 2015

11 Regras de etiqueta para visita ao recém-nascido

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

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Quando estava grávida do Benjamin, minha mãe, marido e irmã Luana, falavam que ele seria o bebê da bolha, que eu seria chata e não deixaria as pessoas chegarem perto, pegar no colo, essas coisas. Confesso, tinha um pouco de receio disso, até que ele nasceu e para surpresa de todos (até minha) fui super sossegada e desencanada em relação às visitas e contato com o recém-nascido. Fazia questão que as pessoas fossem nos visitar na maternidade.

Dessa vez não foi diferente, quis que todos os familiares e amigos próximos fossem a maternidade para conhecer o novo membro da família. Para mim, nascimento é motivo de celebração e não entra na minha cabeça uma pessoa querida não fazer parte do momento. Ainda brinquei com várias pessoas ameaçadoramente: só vai saber o sexo quem for até a maternidade.

Foram muito bem vindas as visitas na maternidade e em nosso lar também. Mas sabemos que o dia após o parto e os primeiros dias em casa são exaustivos e servem para mãe e bebê estreitarem seus vínculos, além da nova família se adaptar às mudanças que não serão poucas. Por exemplo, no dia após o parto devia ser proibido visita de horas a fio. Pode visitar, mas tem que ter bom senso, gente! A recém-parida pode estar com dor, como foi o meu caso, não conseguir andar e ainda receber muitas visitas dos médicos para ser examinada e a paciente pode não ficar à vontade com pessoas no quarto.
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05 out 2015

Wrap Sling – para praticar a extero-gestação

por
Gabi Miranda

Bebê, Entrevista, Filhos

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Enquanto Stella só queria saber de colo, busquei alternativas que me ajudassem encarar da melhor forma possível esse período. Para resolver esse problema específico, tentei o sling, mas Stella não pareceu gostar, acho que ela não ficou muito confortável. Foi quando a amiga Diiirce indicou testar o Wrap Sling – um tecido comprido que se amarra ao corpo e se transforma num carregador de bebê. Mas não é um simples carregador. Eu sempre via mães carregando seus bebês no wrap sling, mas não conhecia o poder que esse acessório tem. Adquiri um da Kangulu Wrap Sling, comecei a usar e descobri que ele é mágico. O acessório não serve só para carregar o bebê de um lado para o outro, mas para atender uma necessidade física e emocional do bebê e da mãe, serve para viver a extero-gestação. Com o wrap comecei a fazer atividades corriqueiras do dia a dia como lavar louça, estender roupa, usar o computador, comer, entre outras coisas duas preferidas por mim e Stella: passear e dançar. Bastam alguns minutos ajeitada e Stella cai num sono profundo. Com mais dias de uso, eu me dei conta de uma coisa, ao carregar a Stella no wrap, é como se eu estivesse grávida novamente e me peguei várias vezes alisando a bebê como se fosse a barriga da gravidez. Wrap Sling é um item indispensável na lista de enxoval.
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01 out 2015

A linguagem dos bebês

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

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Uma das coisas que me incomoda bastante – pra não dizer que me irrita profundamente – é o bebê começar a chorar e as pessoas por perto começam suas especulações: “ele está com fome”, se alimentado vem a máxima “então é cólica”, e quando o bebê não para de chorar e, provavelmente, os outros querem que calem a boca dele, logo lançam “e se der a chupeta, ele não para de chorar?!”. Ninguém lembra que o choro é a linguagem dos bebês.

Vamos partir do princípio básico, a forma de comunicação dos bebês é através do choro. E eles choram por diversas razões: pode ser fome, sono, dor, gases, fralda suja, calor, frio, uma roupa, perfume, ambiente que está incomodando, ou até porque quer um colinho, um afago, um abraço. Mas os outros sempre tem opiniões e pitacos para dar. Passei dias ouvindo o choro da Stella sem saber o que era. Enquanto muitas pessoas diagnosticavam cólica, esse era o único sintoma que eu tinha certeza não ser. Parece que cólica é a palavra que descreve todas as situações em que um bebê chora desesperadamente. Além do choro, bebês também se comunicam através de movimentos corporais e Stella não passava nenhuma informação que indicassem cólicas.
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29 set 2015

Resolva um problema de cada vez

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Imagem: Monguilhott

Imagem: Monguilhott

No post anterior, contei como foram as primeiras semanas com a Stella. Por mais que as coisas tivessem sido diferentes, nada mudaria o fato de ser muito difícil as primeiras semanas com um bebê em casa. Antes de nascer, ao invés de passar na fila da paciência, passei repetidas vezes na fila da ansiedade. Sou ansiosa por natureza e durante as primeiras semanas com a Stella me culpei por achar que podia ter feito tudo diferente e por coisas que fiz como oferecer a chupeta achando que seria uma forma de acalmá-la.

Não tenho nada contra chupeta e acho que esse acessório pode ser um grande aliado, mas nunca gostei de criança com chupeta e sempre tive medo que tornasse um objeto indispensável, sempre pensando no futuro, o trabalho que daria para desacostumar a criança sem ela. Ofereci à Stella logo nas primeiras semanas de vida e depois descobri que o ideal é oferecer a partir da 6ª semana, pois antes disso pode confundir o bebê que está sendo amamentado no seio. Pois bem, ela aceitou mesmo só na 6ª semana. Sofri. Porque embora eu oferecesse, não fazia isso sempre, mas só em momentos em que ficava desesperada querendo acalmá-la. Parte de mim torcia para ela não aceitar.
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28 set 2015

As primeiras semanas com o bebê aqui em casa

as primeiras semanas

Imagem: Google

Quis ser desencanada como fui no nascimento do bebê Benjamin e acho que fiz tudo errado nas primeiras semanas da Stella. Acho que foi tudo tumultuado e acabou impedindo de criarmos uma rotina mais adequada para ela. Nos 10 primeiros dias o vovô paterno passou em nossa casa. Marido e Benjamin tiraram férias. Ter uma criança maior em casa dificulta um pouco as coisas por conta de barulho, bagunça, TV ligada, etc., e é complicado fazer o mais velho se adaptar ao bebê. Em minha opinião, o bebê é quem deve se habituar à casa, mas ele precisa de uma rotina e com tantos movimentos acho que fica difícil.

Só me dei conta mais tarde que precisava ter programado um ritual e organizado melhor nossos primeiros dias em casa com nossa bebê, Stella. Por exemplo, o Benjamin ter ficado em casa vejo um lado positivo e outro negativo. Foi ótimo ele ter participado desde o início da integração da Stella em nossa família e acredito que o fez se sentir mais importante do que ele já é. O outro lado é que uma criança na idade dele faz muita bagunça, até um pulo que ele dá traz uma sensação de susto ao bebê. E Benjamin, tadico, acabou ficando a maior parte do tempo dentro do apartamento, não aproveitou suas férias. Não foram férias maiúsculas, embora ele tenha curtido do jeito que foi.
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