16 nov 2017

Certificado de bom comportamento

Chegou a época do ano em que mais falamos (e ouvíamos): “se não se comportar direito, o Papai Noel não vai trazer presente de Natal”. Rá! Quem nunca? Atire a primeira mamadeira! E para incentivar as boas condutas das crianças, resolvi fazer um certificado de bom comportamento. Mas o que é ter bom comportamento?

A gente vive falando para nossos filhos “seja um menino (a) bonzinho (a)”. E você já parou para pensar no que isso  significa? Existe uma linha tênue entre se comportar bem e ser bonzinho. O conceito de bom comportamento está relacionado a forma como reagimos diante do meio em que vivemos. Ou seja, a nossa interação com o ambiente implica num comportamento e espera-se que esse comportamento seja dentro de ações aceitáveis. Exemplos: ser educado, dizer as palavras mágicas “obrigado”, “de nada”, “por favor”, bagunçar e arrumar, respeitar as pessoas, os animais, etc.

Já “ser bonzinho”, em minha humilde opinião, está relacionado com aceitar as coisas do jeito que são impostas, ser explorado pelas pessoas, não saber dizer “não” mesmo a quem te magoa. E pra mim isso é um problema. Eu quero muito que meus filhos comportem-se bem, mas não quero que sejam bonzinhos. Quero que eles sejam bondosos e generosos, qualidades despretensiosas e que não farão mal a eles.
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27 out 2017

Sinais de que a criança está pronta para tirar a fralda

Sinais de que a criança está pronta para tirar a fralda

No post anterior, sobre o desfralde da Stella, comentei que muitas pessoas me pediram ajuda. Fiquei pensando em como contribuir para que as famílias ficassem mais tranquilas. E pensei em compartilhar alguns sinais de que a criança está pronta para tirar a fralda. Sinais que percebi aqui na prática com o Benjamin e agora com a Stella.

Aconselho iniciar o desfralde quando a família tiver certeza de que a criança está pronta para tirar a fralda. Não existe uma data certa, embora eu já tenha lido que a criança está realmente pronta para o desfralde a partir dos 3 anos de idade. O importante a saber é que cada criança tem seu desenvolvimento. E não é bacana comparar nosso filho com o da vizinha ou da blogueira que seguimos e adoramos.

Para saber se a criança está pronta para tirar a fralda, é preciso ficar atenta aos sinais cognitivos, físicos e comportamentais da criança. E quais são esses sinais?
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23 out 2017

Desfralde da Stella

desfralde

Dia 09/10 iniciamos o desfralde da Stella. Eu já tinha contado em quando chega a hora do desfralde que a escola anterior já havia sugerido iniciarmos esse processo. Na época, Stella estava com 1 ano e meio. Segundo a instituição, ela já vinha dando sinais de que estava preparada. Eu não acreditava muito nisso. Na minha cabeça, para iniciar o desfralde, não basta a criança  dar como sinal a vontade de arrancar as fraldas.

Eu queria que ela estivesse realmente pronta e não acreditava nisso naquela época. E se a mãe não acredita, acho que já é outro sinal de que é melhor esperar. Acredito muito que essa é uma fase que todos precisam estar prontos para começar. Decidi que ainda não começaríamos naquele momento.

Alguns meses se passaram e Stella começou a apresentar outros sinais da sua maturidade fisiológica. Além dos sinais físicos e cognitivos, ela começou a dar sinais de comportamento. Então ela começou a verbalizar que estava fazendo xixi, mesmo estando de fralda. A fralda dela ficava seca por muitas horas, e quando fazia xixi era uma quantidade grande de uma vez. Ficava incomodada com a fralda suja e já conseguia abaixar e levantar a calça.
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02 out 2017

Como minimizar o consumo infantil

minimizar o consumo infantil

O dia das crianças está chegando e é inevitável a criança não cobrar um presentinho. Por aqui, estou no meu ritmo e no ritmo dos integrantes da família, tentando mudar nossos hábitos e valores em relação ao consumismo. Isso significa minimizar o consumo. Motivada por desejar o bem do meio ambiente, pelo estresse do emprego, pela busca de uma vida mais espiritualizada, por querer mais tempo de qualidade com meus filhos e, principalmente, por desejar ensiná-los cedo algo que aprendi recentemente, que ter coisas não faz de nós mais felizes ou mais bem sucedidos.

E aí que nessa época do ano, assim como no Natal, há um direcionamento absurdo de publicidade voltado para as crianças. E chove pedidos dos pequenos de brinquedos e objetos que eles não precisam. Basta olhar em volta da nossa casa. A minha tem um monte de brinquedos que meus filhos ficam sem pegar por semanas. Aliás, os brinquedos mais requisitados pelos meus filhos, são os mais simples. Mas ao ir numa loja de brinquedos, me surpreendem pedindo de tudo. E me assusta a velocidade e quantidade de brinquedos que surgem e os valores exorbitantes. Outro dia mesmo, vi uma boneca que custa R$500. Ao lado dela na prateleira imensa, tinha muitos acessórios que podiam acompanha-la: roupas, carro, cavalo, sorveteria, etc. Só um kit de roupa, custava R$150. Gente, nem pra mim eu compro uma roupa no valor de R$150!
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29 set 2017

Para quem tem filhos tímidos

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Filhos

Eu já fui tímida. E não tenho filhos tímidos.  Tem, é claro, aqueles momentos em que eles se demonstram tímidos. Mas logo eles se soltam no ambiente. Recentemente, recebi o artigo abaixo de como lidar com filhos tímidos e achei interessante compartilhar.

O texto é da Fabiany Lima, mãe de gêmeas, escritora de livros infantis e criadora do aplicativo Timokids, que oferece livros e jogos socioeducativos para os pequenos, estimulando a interação de toda família.

Filhos tímidos: como lidar com eles?
*por Fabiany Lima

Seu filho não para nem um minuto dentro de casa: brinca, fala, dá risada e se diverte quase o tempo todo. Mas quando você o leva a um ambiente com pessoas pouco conhecidas, ocorre uma transformação. Ele se fecha, não fala, não responde perguntas e fica claramente desconfortável. Se essa situação é comum para você, então provavelmente você é mãe de filhos tímidos.

Nesse caso, seu primeiro passo é entender que, na maioria das vezes, isso não é nenhum problema. A timidez não é um defeito, é apenas uma característica que pode ser encontrada em pessoas de todas as idades. Aposto que você conhece adultos tímidos que são felizes e bem-sucedidos, não é? Da mesma forma, seu filho também pode conviver com isso e ter uma ótima vida.
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30 ago 2017

Adaptação escolar na metade do ano – sobrevivemos, um mês de escola nova

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos

Sobrevivemos à adaptação escolar das crianças. Mudamos as crianças de escola na metade do ano (2017) e as aulas começaram no dia 3 de agosto. A primeira semana foi de muito sofrimento para a mamãe aqui. É incrível como sofremos e nos martirizamos criando expectativas que muitas vezes nem se tornam realidade (ainda bem!). O mal do adulto é essa bendita ansiedade que cresce com a gente. As crianças são bem menos ansiosas e quando demonstram esse sentimento, creio que tem um dedinho nosso. Contar hoje para a criança algo bacana que vamos fazer só no próximo sábado, faz sentido? Não muito, porque isso é que vai gerar nela o sentimento impaciente de chegar logo aquele dia.

Quando penso em toda a minha angústia da primeira semana, concluo o quanto fui boba. Pra ajudar, na época eu tinha acabado de ler e estava assistindo Big Little Lies. As crianças tem um poder incalculável de se adaptar aos ambientes e fazer novos amigos. No entanto, eu tinha dúvidas disso e procurei algumas alternativas para ajudar nesse processo. Na primeira semana de aula, soube que o Benjamin estava na mesma sala de um amiguinho do mesmo condomínio. Conversei com a mãe dele que prontamente já me indicou no grupo de WhatsApp das mães da turma. Fiquei o dia inteiro salvando “nome mãe de João” na agenda do celular e me sentindo grata por tanta tecnologia. Imagina, nossas mães não tinham nada disso na nossa época. Viva a tecnologia que de uma forma ou de outra aproxima as pessoas!
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12 jul 2017

15 sugestões para educar crianças feministas

Criar crianças feministas quer dizer educar crianças para que não haja diferença entre gêneros. Porque feminismo é isso, um movimento social que busca por direitos iguais entre gêneros. Nunca o feminismo esteve tão em alta e mulheres se sentem mais à vontade para falar como se sentem num mundo onde a desigualdade no mercado de trabalho, assédio e estupros são fatos crescentes. Sempre me preocupei em como educar um menino de forma a não criar uma diferença entre gêneros. Lá em casa, antes de existir a Stella, nunca teve esse negócio de rosa é de menina e azul é de menino. Mas então a Stella chegou e essa preocupação cresceu em mim. Ter uma menina significou pra mim um aumento gigante de responsabilidade. Eu vivo preocupada com os perigos que ela pode correr pelo simples fato de ser mulher.

O mesmo aconteceu com a autora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie, conhecida como um dos nomes mais importantes entre os leitores de literatura africana. Conheci a história dela através de um artigo que ela escreveu para a revista Vogue, no qual ela conta como a gravidez a levou para um momento de reflexão profunda.  Há anos ela se preocupava com a maternidade e a forma de educar uma criança. Mas foi quando uma amiga de infância lhe perguntou como deveria fazer para criar uma filha feminista, que Chimamanda colocou os pensamentos em ordem.
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28 jun 2017

Como lidar com a criança que morde?

Dizem que faz parte do desenvolvimento, mas o que fazer com a criança que morde?

 

criança que morde

Lembro até hoje da primeira vez em que o Benjamin chegou mordido da escola. Foi uma das sensações mais ruins dessa tal maternidade. E na outra semana ele voltou com outra mordida. E depois outra. Até que eu briguei com a escola. Eles tinham que tomar alguma medida junto aos pais da criança que morde. Como resposta veio, pela primeira vez, que ele havia mordido o coleguinha.

É muito desagradável quando é o seu filho a criança que morde. Até que um dia o menino me mordeu e eu, por reação, o mordi de volta. Na teoria, é claro que não se deve responder com a mesma moeda. O fato é que o menino nunca mais mordeu ninguém.

Esse comportamento é comum entre as crianças de 1  a 3 anos. Mas não podemos deixar que isso vire um hábito como se fosse algo normal. É nossa tarefa ensinar nossos filhos a se comportarem de maneira aceitável, ninguém pode sair por aí batendo ou mordendo as pessoas.
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02 jun 2017

Cama Montessoriana

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Filhos, Produtos, Sono

O aspecto que mais me atrai em relação a cama Montessoriana, é o fato de dar liberdade às crianças. Para Maria Montessori, liberdade é um conjunto de “condições favoráveis à vida”. É claro, precisamos tomar alguns cuidados de segurança para implementar o uso da cama Montessoriana, mas é possível usar esse modelo até para os bebês.

O método Montessori tem como foco o desenvolvimento da criança durante a primeira infância. Parte do principio que toda criança tem capacidade de aprender através de um ambiente desenvolvido para elas. Um lugar onde possam explorar e manifestar seus interesses. Envolve ambiente adequado e adultos preparados para contribuir com o desenvolvimento da criança.

cama montessoriana

A experiência também contribui para que façamos escolhas diferentes. Com o Benjamin entramos com esse modelo de cama um pouco mais tarde (por volta dos 3 anos), já com Stella mais cedo. Tem também um aspecto de respeitar o tempo, o ritmo e a personalidade de cada filho. Hoje observo mais e deixo livre para que a Stella explore o mundo. Porque esse mesmo mundo contribui para o desenvolvimento dela.
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17 maio 2017

Dica: como tirar o hábito da chupeta

por
Gabi Miranda

Bebê, Comportamento, Filhos

como tirar o hábito da chupeta

Chupeta é daqueles acessórios que tentamos evitar, mas ao primeiro choro desesperador do bebê, é o primeiro item que nos vem à cabeça. A gente até tenta fugir, mas acabamos usando para acalmar o bebê. Às vezes o bebê não aceita e a gente insiste. Foi o que aconteceu aqui em casa. Stella recusava e eu empurrava o treco até que um dia ela pegou. Não sou contra chupeta, acho que ajuda em muitas ocasiões. Todo bebê tem necessidade de sucção, recurso que o acalma, gera um sentimento de prazer e segurança. A chupeta é uma forma de estimulação oral e de relaxamento.

Leia também: chupeta, use com moderação

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Defendo o uso moderado da chupeta e de qualquer outro acessório que possa tornar o bebê dependente, pois, quando retirado, pode causar alguma sensação de angústia ao bebê. Além disso, chega um determinado período em que a chupeta se torna prejudicial à formação bucal da criança. Segundo a odonto da nossa família, o uso da chupeta começa a ser prejudicial para a arca dentária a partir dos dois anos de idade.
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