20 ago 2015

Por que é tão árduo criar um bebê?

por
Gabi Miranda

Bebê, Comportamento, Filhos

criar um bebê

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Eu havia me esquecido como é árduo criar um bebê. Quão difícil e exaustivo é cuidar de um recém-nascido, principalmente essa primeira fase de puérpera. Deus é muito sábio mesmo, nos faz esquecer algumas coisas para que possamos repeti-las. Afinal, quem teria vários filhos se lembrasse bem como é essa fase inicial? Eu acho que não teria. Tem um outro fator também: Benjamin não chorava. Ele era um bebê bem tranquilo, embora no primeiro mês tenha dado trabalho por noites inteiras porque ficava acordado.

Já Stella chora. É brava e já demonstra traços de sua personalidade, é persistente, objetiva. Chora por coisas pontuais: ou quer mamar. ou quer trocar fralda. ou quer dormir. ou quer até tomar banho. Mas até descobrir o motivo do seu choro, eu já estou chorando também. Como o choro de um bebê pode ser enlouquecedor… e não saber exatamente o que ele quer para podermos atender imediatamente e da melhor forma também é. Além do choro, uma das coisas mais difíceis pra mim é acordar diversas vezes durante a noite. Ficar com ela no colo o dia inteiro, seria moleza se ela já dormisse a noite toda.
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21 jul 2015

Hora de parir: o que fazer com o filho mais velho?

Chegou a hora do parto! O que fazer com o filho mais velho?

filho mais velho

Desde o início da gravidez, decidi envolver o Benjamin em tudo relacionado ao bebê. Então, ele me acompanha em todas as consultas, exames, desde o início quando eu passava muito mal. Sinto-me melhor tendo ele por perto e acredito que ele sente o mesmo. Acho que como filho mais velho, pra ele é importante participar para não se sentir abandonado ou menos querido com a chegada do bebê. Por isso, desde o começo não passou pela minha cabeça ser diferente quando chegasse a hora do bebê nascer.

Em muitas maternidades é possível ter o filho mais velho por perto, porém é preciso considerar alguns fatores: 1. se terá um adulto disponível e de confiança para ficar com a criança na maternidade enquanto os pais estão na sala de parto; 2. a idade da criança; 3. o interesse que a criança tem em assistir o parto.
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16 jun 2015

Feliz aniversário, Benjamin!

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos

feliz aniversário

Filho,

São 4 anos!!! Como o tempo passa rápido. Quando você nasceu, seu avô Alvaro me disse de forma filosófica que a partir daquele momento o tempo voaria e sem me dar conta você logo teria 18 anos. Nunca vou esquecer aquela conversa. Primeiro achei um exagero, mas agora entendo perfeitamente o que ele queria me dizer…chegou seu 4º feliz aniversário!

Você era um bebê até outro dia e agora é esse moleque cheio de vida, que pula e corre pela casa toda, tem perguntas e respostas e tiradas para tudo. Gosta de música, livros, filmes, cinema e…presentes! Como gosta de presentes! Normal na sua idade e mesmo adulto, esse é um mimo que sempre gostamos de receber. Mas quero que você saiba que presente vai além de um pacote brilhante com fita e um brinquedo dentro. Presentes podem vir em várias formas…

No seu quarto aniversário, eu e seu pai vamos te dar um presente que vale para a vida toda. Você vai ganhar um irmão ou uma irmã. Isso significa tanta coisa, filho. Ao longo da vida, você vai experimentar histórias e experiências emocionais que só um irmão(a) proporciona. Não vou mentir para você, vai ter muita briga, implicância e discussões, mas terá muito mais que isso: brincadeiras, piadas, bobagens, sorrisos, até lágrimas, confidências, amor, amizade, viagens, risinhos no meio da noite, banho de chuveiro, mar, cachoeira, mangueira, piscina, muita coisa e muitas histórias… Cada um de vocês possuirá tatuado no coração nossas histórias de família. Eu posso te garantir, será in-crí-vel! Objetos caros não substituem essa relação.
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02 jun 2015

Limite: caminho para a construção da autonomia

por
Gabi Miranda

Comportamento, Educação, Filhos

limite

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Mês passado, junto de outras blogueiras da rede Hubme, participei de um encontro super rico e construtivo, com o time do Educacuca. Foi um bate papo incrível que rendeu boas reflexões e já estou ansiosa para o próximo. O tema da nossa roda de conversa, mediado pela psicóloga Waleska Pontes e a pedagoga Silvia Zerbini, foi Limite: caminho para a construção da autonomia. 

Uma das nossas maiores dúvidas como pais é como educar melhor nossos filhos e como fazer isso com amor, limite e ao mesmo tempo dar autonomia aos pequenos. Sim, porque limite é bom, imprescindível e não deixa de ser amor. Autonomia também é bom, também é amor, porque é a partir dela que a criança aprende que tem capacidade de gerir a própria decisão, e, como pais, precisamos permitir que a criança experimente e vivencie coisas novas mesmo que isso posteriormente signifique algum tipo de frustração. Não podemos superproteger nossos filhos com medo de que algo ruim possa acontecer se ele vier escolher algo novo. Precismos desejar que nossos filhos tenham capacidade para fazer boas escolhas para si mesmo e eles só aprenderão isso se deixarmos. Como disse a psicóloga Waleska, educar é acolher e soltar.
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23 mar 2015

Diálogos com Benjamin

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos

Uma das melhores coisas que existem são os diálogos com os filhos. Criança tem as curiosidades mais engraçadas do mundo e nos fazem enxergar a vida de outra maneira. Mais leve e menos complicada. Eu aconselharia anotarmos todas as coisas que nossos filhos falam. Que seja no bloco de notas, num caderninho. Só para não esquecermos…

diálogos

 

Diálogos com meu Benjamin

– Vaca amarela cagou na panela quem falar primeiro como todo o coco dela.
– Eu não quero comer o coco da vaca, não gosto de coco. Gosto só do leite dela.

*

– Pai, por que o xixi sai pelo pinto?

*

– Mãe, como o neném foi parar na sua barriga?!
– Pergunta pro seu pai, Ben. Ele sabe explicar melhor.

*

– Mãe, eu quero um irmãozinho. E quero que ele chame Minion.

*

– Ben, você precisa por um controle no pinto pra não fazer xixi na cama.
Benjamin saiu do banho e foi direto no sofá:
– Papai, olha o controle (remoto) – e aproximou do pinto.
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17 mar 2015

Eu não quero ser grande, mãe! (sobre a transição da mamadeira)

transição da mamadeira

Estamos adiando há um tempo a transição da mamadeira do Ben. Ano passado até fizemos algumas tentativas, mas nada com propósito firme, até por sugestão da pediatra dele – que acha que já passou do tempo, mas acreditava que não era a hora por conta da perda da avó. Então, adiamos.

Sábado desses (28/02), não lembro como, na mesa do restaurante, entramos no assunto de Páscoa e Benjamin falou que o coelho é quem traz o ovo e queria pedir um. Perguntei qual era o ovo que ele queria e aí lancei que o coelhinho da Páscoa traz o ovo mas leva uma coisa em troca.

– O quê ele leva?, perguntou o Benjamin.
– Ele leva a mamadeira da criança e deixa o ovo de Páscoa no lugar.
– Por quê?
– Porque ele tem que entregar um presente para todas as crianças desde bebê. Mas bebê não come chocolate, toma leite. Então ele leva a mamadeira para um bebê que precisa e deixa um ovo de Páscoa para a criança que quer trocar.
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10 fev 2015

Vou ganhar um irmãozinho

por
Gabi Miranda

Bebê, Comportamento, Filhos

Uma pergunta constante e que me deixa feliz – sinal de que se preocupam com o primogênito – é a seguinte: “como Benjamin está reagindo, gostou de saber que vai ganhar um irmãozinho (a)?”. Respondo que foi ele o portador da notícia. Duas semanas antes de confirmamos a gravidez, Benjamin foi até meu quarto onde me encontrou deitada e afirmou “mamãe, tem um neném aqui na sua barriga”.

Nos dias que se passaram, essa afirmação foi virando algo constante. Ele falava até publicamente, o que me deixava um pouco sem graça (devo estar acima do peso, né?!). Numa visita ao meu ginecologista para levar exames de rotina que havia realizado, Benjamin que me aguardava na sala de espera com o pai, ao me ver sair da sala do Dr., perguntou ao médico “cadê meu irmãozinho?”. Todos rimos e o doctor respondeu “é cara, eu também estou achando que já está aí na barriga da sua mãe”.
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11 nov 2014

TV pra que TE VER?

por
Gabi Miranda

Comportamento, Desenvolvimento, Filhos

Fico tentando lembrar quando começou minha relação com a TV. Se me lembro bem, nunca fui fanática por desenho. Já a minha irmã caçula passava tardes inteiras com a TV ligada em canais infantis. Sempre gostei muito de novela. Fui uma noveleira incorrigível. Um dia, meu Ben me pediu para colocar a TV no quarto dele. Achei um pedido muito avançado para a idade dele. Isso porque algumas vezes ele queria dormir no sofá assistindo desenho – algo nada legal. Acredito que a luz da TV atrapalha a gente a pegar no sono e impede um sono tranquilo.

TV

Há três meses, passamos a manter a TV desligada lá em casa. O motivo principal foi o fato de achar que Benjamin ficava muito tempo em frente à TV, mesmo fazendo outras atividades, e, perdia atenção facilmente com outras coisas. A professora dele chegou a conversar comigo, dizendo que estava achando ele muito disperso. Foi a deixa para eu culpar o aparelho. Na escola sei que ele já tem o momento da TV, então foi tranquilo manter a nossa desligada. Outros dois fatores decisivos: i) a enxurrada de publicidade, principalmente nos canais infantis; ii) conteúdos impróprios para crianças. Aqui não falo de programas com sexo, por exemplo, mas diálogos inadequados para a idade do Benjamin que está numa fase de repetir tudo o que ouve ou vê.
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10 nov 2014

O valor da educação

por
Gabi Miranda

Comportamento, Educação, Filhos

Quanto vale hoje educar um filho com os princípios do bom costume?

educação

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Minha mãe sempre repetia a antiga frase “educação vem de berço”. Toda vez que reparo o comportamento das pessoas, essa frase faz ainda mais sentido.

Recentemente, num determinado lugar, peguei no flagra uma criança batendo no Benjamin. Com habilidade em demasia para uma criança de uns 5 anos, o menino segurava a nuca do Benjamin e batia a cabeça dele numa parede de vidro. Meu impulso foi na mesma hora separar e dar uma bronca na criança, enquanto num giro de 360° procurava a mãe dela. Ainda bem que não a encontrei de imediato, pois acho que no calor da emoção, sairia um barraco.

Depois, brava, falei para o Benjamin que ele tinha que se defender, que se batessem nele, ele tinha que dar o troco. Aonde eu estava com a cabeça?! Imagina, cadê a máxima de ser sempre superior? Benjamin me olho como quem dizia  “e aquele seu papo de que é feio bater, não pode revidar, não pode ser vingativo…?” Perdi a noção e a razão. Assim, como acho que falta noção de limite para o agressor mirim.
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07 nov 2014

Da série: Diálogos com Benjamin

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos

Da série: Diálogos do Ben

Da série: Diálogos

– Ben, vamos andar de bicicleta?
– Não!
– Por quê?
– Porque eu não sou o Benjamin, sou o Homem Aranha! E o Homem Aranha não anda de bicicleta, ele sobe nos prédios.

*

Benjamin na Av. Paulista vê uma torre iluminada e diz empolgado:

– Olha, Paris!!!

*

Toda vez para ir ao banheiro fazer o número 2, Benjamin pede a companhia de alguém. De preferência sempre do pai (ele poupa a mãe nesse momento!), dia desses ouvi ele comentando com o pai:

– Quando eu crescer, vou cagar sozinho.

*

Ele pensando no que ser quando crescer…

– Quando eu crescer quero ser o Buzz.

*

Pai, da um pedaço de pizza para o Hulk e o Homem Aranha.

O pai finge dar a pizza para os super heróis.

– Pai, o homem aranha não comeu! Ele está de máscara, tem que tirar antes.

*

Mãe, a mulher do Hulk é a Hulka e ela é da cor verde claro.

*

– Ben, vamos tomar banho!
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