22 out 2014

Mamãe, super-herói morre?

Mamãe, super-herói morre?

E com essa pergunta você se vê diante de um dilema. Responde sim ou não?! Conta qual história para ilustrar?! Pessoas queridas (até animais de estimação) morrem e a criança já sabe disso. E todo ser humano tem um quê de herói. Nossos pais. Mestres. Irmãos. Amigos. Eles não voam e não tem poderes sobrenaturais, mas exercem papel fundamental em nossa vida. Neles podemos encontrar coisas que os fazem super-heróis incríveis, nossos ídolos.

super-herói morre

Benjamin conheceu a morte muito cedo. E agora em suas brincadeiras, percebo sempre jogar um boneco e dizer “morreu, sumiu”. “Sumir” é o entendimento que ele tem da morte. As pessoas “morridas”, somem. Logo, todos a sua volta podem sumir, mamãe, papai, inclusive ídolos como Neymar e porque seria diferente com Buzz, Woody, Homem de Ferro…?!

Ninguém vive para sempre. Um dia as pessoas se vão. E quando perdemos pessoas que amamos, perdemos um pedaço da gente também. Parte das lembranças que vivemos com o outro, vai embora junto. É dilacerante. Mas um dia tudo acaba. E recomeça outra vez. Afinal, a morte pode ser isso, um renascimento. É assustador, mas ídolos humanos morrem e viram estrelas.
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08 out 2014

Chegou o grande dia: o passeio escolar

por
Gabi Miranda

Comportamento, Educação, Filhos

E ontem foi o grande dia! O primeiro passeio escolar do Benjamin. O primeiro (talvez o segundo, terceiro, quarto…também) passeio escolar do filho, desperta inúmeros sentimentos nos pais. Enquanto as crianças são tomadas pela ansiedade, os pais são tomados por preocupações, inseguranças, incertezas e aquela nítida sensação de que seu bebê já é uma criança que está crescendo e ganhando o mundo (ou mundo ganhando ela).

passeio escolar

Benjamin no ônibus de passeio e assistindo a peça Peter Pan

No dia anterior ao passeio, acordei meio esquisita, sem muita vontade de nada, até que na metade do dia lembrei do passeio. No dia D, eu sentia um frio na barriga incontrolável. Ocupei-me com os meus compromissos para não ficar pensando muito. Liguei na escola apenas no início da tarde, quando fui informada que já tinham voltado, almoçado e estavam todos dormindo. Quando eu e meu Ben nos encontramos, ao ser indagado como tinha sido o passeio, ele respondeu: “na próxima vez quero que você vá junto e quero sentar em seu colo”. É muito amor!
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07 out 2014

Como manter segura a carteira de vacinação do seu filho

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos, Saúde

Minha mãe mudou muito de casa quando eu era pequena e sabemos que toda mudança envolve deixar algo para trás. Ou no sentido figurativo, de deixar para trás o que não faz bem para a nossa vida. Ou no sentido de perder mesmo algo. Minha mãe deve ter perdido muitas coisas. Entre elas, minha carteira de vacinação.

Já na vida adulta, toda vez que eu ia tomar vacina, me deparava com a seguinte reação das pessoas do posto: “nossa, mas você não tomou quase nenhuma vacina!!!”. Depois que me tornei mãe, fiz a leitura dessa reação. “Nossa, mas como sua mãe é irresponsável, não te levou para tomar quase nenhuma vacina”. Em resposta eu dava aquele olhar de quem queria dizer “se eu não tivesse tomado, não estaria aqui na sua frente agora”.

E só depois que me tornei mãe, juntamente a esses episódios, passei a dar a devida importância à carteira de vacinação. Primeiro, antigamente, os postos de saúde não faziam histórico de vacina do indivíduo. Atualmente, é possível encontrar postos que fazem esse tipo de registro. No entanto só das vacinas que seu filho tomou naquele mesmo local. Ou seja, todas as vacinas que a criança tomar naquele determinado local, ficarão registradas num computador. As vacinas que não foram tomadas no mesmo local, não ficam disponíveis. Por isso, a importância das vacinas ficarem registradas na carteira de vacinação.
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09 set 2014

Comunicado: chegou a hora do primeiro passeio escolar. E agora?

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos

primeiro passeio escolar

E aí você está achando sua vida materna tranquila, calma, sem novidades, até que chega um comunicado. Chegou a hora do primeiro passeio escolar do seu filho. Como você reage:

a) acha maravilhoso e responde logo SIM, afinal seu filho está crescendo e é uma oportunidade de você estimular a autonomia dele;
b) fica em pânico! é o primeiro passeio escolar! e, em 30 segundos, pensa em 30 coisas terríveis que podem acontecer!;
c) se questiona se ele não é muito novo para essa primeira vez. Ele só tem TRÊS anos!!!;
d) antes de dar a resposta, envia um questionário para a escola;
e) todas as alternativas estão corretas, mas não exatamente nessa ordem.

Fiquei, ou melhor, estou em pânico. Outro dia mesmo, estava falando que jamais deixaria Benjamin ir num passeio com a escola, pois o achava muito novo para isso. Mas nem esquentava a cabeça com esse assunto, pois acreditava que era algo distante para acontecer. A inocente aqui achava que esses passeios escolares começavam aos 5 anos de idade. Sabe de nada! Agora o primeiro passeio escolar será daqui a 30 dias e eu sofrendo por antecipação – como diria minha mãe.
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11 ago 2014

Mãe, eu tenho medo do escuro!

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos

Seu filho tem medo do escuro?

medo do escuro

Imagem do Google

Há algumas semanas ele me dizia “mamãe, eu cuido de você porque eu não tenho medo de escuro”. Pouco tempo se passou depois dessa afirmação e algo mudou. Meu Ben começou a querer dormir com a mamãe e o papai. Perguntei o motivo e ele confessou “mãe, tenho medo do escuro”. Dias depois outra confissão “não gosto do meu quarto”. Mas por quê??? “Porque tem monstro!”. Quem te disse isso? “A vovó Salete”. Minha mãe jamais diria algo sobre monstros para ele. Assim como eu, era contra esse tipo de artimanha para intimidar criança. Dizer coisas do tipo “não vai lá porque tem monstro”, “o bicho papão está lá”, “o homem do saco vai te pegar”, não faz parte de artifícios para educação em nossa família.

Mas por que criança tem medo de escuro? A criança começa a sentir medo por volta dos 3 anos, algo que dura até os 6, 7 anos, dizem os especialistas. Tenho minhas dúvidas, pois tenho medo até hoje. Tenho medo do escuro, de levantar sozinha no meio da noite (tanto que desde pequena deixo uma garrafa de água ao lado da cama para não ter que levantar na calada da noite), de andar a noite sozinha na rua, de atravessar a rua fora do farol, de não conseguir fazer tudo o que eu quero antes de morrer. Sou uma medrosa incorrigível! Mas corre em minhas veias doses homeopáticas de coragem. E tento não transmitir meus medos para o meu filho.

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05 ago 2014

Família e Educação: O conflito entre ser permissivo e dizer não ao filho

Família e Educação

A pergunta que mais ouvi nos últimos dias “você viu o vídeo do menino que teve o braço arrancado por um tigre?”. Só vi o vídeo ontem cedo, ao chegar no trabalho, porque a TV próxima à minha mesa estava ligada, caso contrário não teria visto porque me permito não procurar tragédias, afinal, são muitas diariamente. Só que após ver o vídeo fui ler sobre o caso e fiquei mais indignada e impressionada.

Eu não quero julgar esse pai. Mas infelizmente, não tem como falar desse assunto sem julgar os pais dessa criança, que devem estar sofrendo muito, óbvio, pelo ocorrido e pela própria falta de discernimento. Além do fato de o menino ter ficado sem o braço, me comove também, nessa história, a falta de limite e autoridade que nós pais impomos cada vez menos aos nossos filhos. O vídeo que assisti, foi ao ar no programa do Fantástico, dia 03 de agosto, no qual em determinado momento o pai diz “as pessoas (em volta) estavam achando bacana, curtindo”. Impressiona-me as pessoas em volta assistirem (e filmarem!) e não chamarem a atenção desse pai e dessa criança. Não, não tem a menor graça, não é nada bonitinho e bacana ver uma criança alimentando e atentando animais selvagens não domesticados, ultrapassar a passagem proibida pelos visitantes onde visivelmente se vê a placa “PERIGO! Não ultrapasse”. Se eu tivesse no local, com certeza seria candidata forte a brigar com esse pai. Aí vem um oportunista, ops, um advogado e diz que a culpa é do Zoológico.
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21 jul 2014

Quando dei um passo para frente e decidi deixar meu autoritarismo de adulto de lado

Há 4 meses, Benjamin que já havia passado pelo processo de desfralde com sucesso, voltou a fazer xixi na cama. No início era uma vez ou outra, depois começou a ser algumas vezes, até que se tornou repetidamente, todos os dias – o que estava gerando um stress aqui em casa. (dá banho logo cedo, troca a roupa de cama, lava – e não basta jogar na máquina e pronto, tem que por de molho, lavar à mão com sabão de coco, depois por na máquina para bater- cheiro de xixi é uma praga! Até outro colchão compramos). Você acaba não dormindo direito e acorda todos os dias com aquela expectativa: será que está seco?!

Sejamos claros: as mães vivem às voltas com o xixi que escapa das fraldas, as cuequinhas e os macacões molhados, os lençóis e os colchões ao sol, as montanhas de calças para lavar, e vão acumulando rancor, tédio e mau humor, sentimentos decorrentes do fato de acharem que seus filhos deveriam aprender a se controlar e da crença de que seriam capazes de fazê-lo quando completassem 2 anos. (Laura Gutman)
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10 jun 2014

Rotina noturna familiar

por
Gabi Miranda

Bebê, Comportamento, Filhos

rotina noturna

Tenho vivido meses de luta para incluir uma rotina noturna na vida de Bejamin. Já entendi que se nossa família tem uma rotina peculiar, fica mais difícil impor horários. Por exemplo, chegamos em casa todos os dias por volta das 20:30. Não adianta querer colocar Benjamin para dormir às 21:00.

Esclarecido isso dentro de mim fiquei pensando alternativas possíveis.

Cheguei numa única conclusão: disciplina.

No entanto, é necessária força de vontade bem grande entre todos da casa para que a rotina seja estabelecida. Eu e marido trabalhamos fora. Não passamos o tempo que gostaríamos com o Benjamin. Acredito que Benjamin espera pelo momento de estarmos reunidos. Marido alega não concordar com o horário que estipulei (até 22:00 na cama), pois gostaria de passar mais tempo com o pequeno. Ok, eu também! Mas o fato do Benjamin dormir tarde é prejudicial para ele.

Benjamin acorda às 06:20, vai para a escolinha dormindo no carro (o que pra mim não é considerado um sono de qualidade), tira uma soneca de uma hora na escolinha, sai de lá às 19:00, dorme no carro (de um tempo pra cá adotei a postura de ir sentada com ele no banco traseiro com intuito de distraí-lo para ele não dormir), chega em casa às 20:30 e se deixar dorme lá pelas tantas. No meu ponto de vista, essa não é uma rotina adequada para uma criança.
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13 fev 2014

De olho no futuro: investimento financeiro de pais para filho

Investimento financeiro para filhos

Eu já disse que fui criada só pela minha mãe. Eu e minha irmã. Eita mulher porreta essa dona Salete. Nunca nos deixou faltar nada. Sempre tivemos tudo o que precisamos. Houve um tempo, já na minha vida universitária, que passamos por algumas dificuldades. Considero esse, o período que recebi minhas primeiras bordoadas da vida. Porque a dona Salete, vixi, essa já estava calejada, só era mai uma porrada, mais uma lição que a vida queria lhe dar.

Nessa época tive que financiar a faculdade, em anos infinitos (nunca vou me esquecer quando acabei de pagar: abril de 2010. Já havia terminado a faculdade há seis anos). Pagava todo mês R$600 reais. Já tinha o meu pequeno salário e meu pai ajudava como podia.

Não viajei para Disney, como todos os jovens da minha época. Não ganhei carro ao completar 18 anos (minha mãe também não tinha. E lembro da gente indo buscar a cesta básica – 02 caixas de alimentos – de condução). Vivi vendo minha mãe pagar aluguel.
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20 jan 2014

Técnica do reforço positivo

por
Gabi Miranda

Comportamento, Educação, Filhos

técnica do reforço positivo

Aqui em casa sempre usamos a técnica do reforço positivo para ensinar Benjamin algumas coisinhas como, por exemplo, dizer “por favor”, pedir desculpas, fazer xixi no vaso (e não na cama), guardar os brinquedos, compartilhar seus pertences, ajudar, etc. Trata-se de uma técnica para alterar, motivar ou incentivar a repetição de algum comportamento. É muito utilizada por educadores e psicólogos. Aqui funciona sempre com abraços, beijos, elogios. Palavras que reforcem que ele agiu corretamente.

Nunca estudei sobre o assunto, mas alguns livros falam sobre recompensas. Com a nossa família funciona muito bem com palavras. Desde sempre, usamos o “parabéns” toda vez que Benjamin faz algo legal. Começou com a organização dos brinquedos quando ele ainda estava prestes a completar um ano. Na agenda da escola, até veio algumas vezes que ele era muito colaborador e que tinha ajudado a guardar os brinquedos. Ele sempre se demonstrou empolgado ao ver que recebia parabéns quando fazia aquilo. Foi aí que vimos a necessidade de reforçar sempre as coisas boas que ele fazia.
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