11 ago 2014

Mãe, eu tenho medo do escuro!

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos

Seu filho tem medo do escuro?

medo do escuro

Imagem do Google

Há algumas semanas ele me dizia “mamãe, eu cuido de você porque eu não tenho medo de escuro”. Pouco tempo se passou depois dessa afirmação e algo mudou. Meu Ben começou a querer dormir com a mamãe e o papai. Perguntei o motivo e ele confessou “mãe, tenho medo do escuro”. Dias depois outra confissão “não gosto do meu quarto”. Mas por quê??? “Porque tem monstro!”. Quem te disse isso? “A vovó Salete”. Minha mãe jamais diria algo sobre monstros para ele. Assim como eu, era contra esse tipo de artimanha para intimidar criança. Dizer coisas do tipo “não vai lá porque tem monstro”, “o bicho papão está lá”, “o homem do saco vai te pegar”, não faz parte de artifícios para educação em nossa família.

Mas por que criança tem medo de escuro? A criança começa a sentir medo por volta dos 3 anos, algo que dura até os 6, 7 anos, dizem os especialistas. Tenho minhas dúvidas, pois tenho medo até hoje. Tenho medo do escuro, de levantar sozinha no meio da noite (tanto que desde pequena deixo uma garrafa de água ao lado da cama para não ter que levantar na calada da noite), de andar a noite sozinha na rua, de atravessar a rua fora do farol, de não conseguir fazer tudo o que eu quero antes de morrer. Sou uma medrosa incorrigível! Mas corre em minhas veias doses homeopáticas de coragem. E tento não transmitir meus medos para o meu filho.

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05 ago 2014

Família e Educação: O conflito entre ser permissivo e dizer não ao filho

Família e Educação

A pergunta que mais ouvi nos últimos dias “você viu o vídeo do menino que teve o braço arrancado por um tigre?”. Só vi o vídeo ontem cedo, ao chegar no trabalho, porque a TV próxima à minha mesa estava ligada, caso contrário não teria visto porque me permito não procurar tragédias, afinal, são muitas diariamente. Só que após ver o vídeo fui ler sobre o caso e fiquei mais indignada e impressionada.

Eu não quero julgar esse pai. Mas infelizmente, não tem como falar desse assunto sem julgar os pais dessa criança, que devem estar sofrendo muito, óbvio, pelo ocorrido e pela própria falta de discernimento. Além do fato de o menino ter ficado sem o braço, me comove também, nessa história, a falta de limite e autoridade que nós pais impomos cada vez menos aos nossos filhos. O vídeo que assisti, foi ao ar no programa do Fantástico, dia 03 de agosto, no qual em determinado momento o pai diz “as pessoas (em volta) estavam achando bacana, curtindo”. Impressiona-me as pessoas em volta assistirem (e filmarem!) e não chamarem a atenção desse pai e dessa criança. Não, não tem a menor graça, não é nada bonitinho e bacana ver uma criança alimentando e atentando animais selvagens não domesticados, ultrapassar a passagem proibida pelos visitantes onde visivelmente se vê a placa “PERIGO! Não ultrapasse”. Se eu tivesse no local, com certeza seria candidata forte a brigar com esse pai. Aí vem um oportunista, ops, um advogado e diz que a culpa é do Zoológico.
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21 jul 2014

Quando dei um passo para frente e decidi deixar meu autoritarismo de adulto de lado

Há 4 meses, Benjamin que já havia passado pelo processo de desfralde com sucesso, voltou a fazer xixi na cama. No início era uma vez ou outra, depois começou a ser algumas vezes, até que se tornou repetidamente, todos os dias – o que estava gerando um stress aqui em casa. (dá banho logo cedo, troca a roupa de cama, lava – e não basta jogar na máquina e pronto, tem que por de molho, lavar à mão com sabão de coco, depois por na máquina para bater- cheiro de xixi é uma praga! Até outro colchão compramos). Você acaba não dormindo direito e acorda todos os dias com aquela expectativa: será que está seco?!

Sejamos claros: as mães vivem às voltas com o xixi que escapa das fraldas, as cuequinhas e os macacões molhados, os lençóis e os colchões ao sol, as montanhas de calças para lavar, e vão acumulando rancor, tédio e mau humor, sentimentos decorrentes do fato de acharem que seus filhos deveriam aprender a se controlar e da crença de que seriam capazes de fazê-lo quando completassem 2 anos. (Laura Gutman)
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10 jun 2014

Rotina noturna familiar

por
Gabi Miranda

Bebê, Comportamento, Filhos

rotina noturna

Tenho vivido meses de luta para incluir uma rotina noturna na vida de Bejamin. Já entendi que se nossa família tem uma rotina peculiar, fica mais difícil impor horários. Por exemplo, chegamos em casa todos os dias por volta das 20:30. Não adianta querer colocar Benjamin para dormir às 21:00.

Esclarecido isso dentro de mim fiquei pensando alternativas possíveis.

Cheguei numa única conclusão: disciplina.

No entanto, é necessária força de vontade bem grande entre todos da casa para que a rotina seja estabelecida. Eu e marido trabalhamos fora. Não passamos o tempo que gostaríamos com o Benjamin. Acredito que Benjamin espera pelo momento de estarmos reunidos. Marido alega não concordar com o horário que estipulei (até 22:00 na cama), pois gostaria de passar mais tempo com o pequeno. Ok, eu também! Mas o fato do Benjamin dormir tarde é prejudicial para ele.

Benjamin acorda às 06:20, vai para a escolinha dormindo no carro (o que pra mim não é considerado um sono de qualidade), tira uma soneca de uma hora na escolinha, sai de lá às 19:00, dorme no carro (de um tempo pra cá adotei a postura de ir sentada com ele no banco traseiro com intuito de distraí-lo para ele não dormir), chega em casa às 20:30 e se deixar dorme lá pelas tantas. No meu ponto de vista, essa não é uma rotina adequada para uma criança.
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13 fev 2014

De olho no futuro: investimento financeiro de pais para filho

Investimento financeiro para filhos

Eu já disse que fui criada só pela minha mãe. Eu e minha irmã. Eita mulher porreta essa dona Salete. Nunca nos deixou faltar nada. Sempre tivemos tudo o que precisamos. Houve um tempo, já na minha vida universitária, que passamos por algumas dificuldades. Considero esse, o período que recebi minhas primeiras bordoadas da vida. Porque a dona Salete, vixi, essa já estava calejada, só era mai uma porrada, mais uma lição que a vida queria lhe dar.

Nessa época tive que financiar a faculdade, em anos infinitos (nunca vou me esquecer quando acabei de pagar: abril de 2010. Já havia terminado a faculdade há seis anos). Pagava todo mês R$600 reais. Já tinha o meu pequeno salário e meu pai ajudava como podia.

Não viajei para Disney, como todos os jovens da minha época. Não ganhei carro ao completar 18 anos (minha mãe também não tinha. E lembro da gente indo buscar a cesta básica – 02 caixas de alimentos – de condução). Vivi vendo minha mãe pagar aluguel.
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20 jan 2014

Técnica do reforço positivo

por
Gabi Miranda

Comportamento, Educação, Filhos

técnica do reforço positivo

Aqui em casa sempre usamos a técnica do reforço positivo para ensinar Benjamin algumas coisinhas como, por exemplo, dizer “por favor”, pedir desculpas, fazer xixi no vaso (e não na cama), guardar os brinquedos, compartilhar seus pertences, ajudar, etc. Trata-se de uma técnica para alterar, motivar ou incentivar a repetição de algum comportamento. É muito utilizada por educadores e psicólogos. Aqui funciona sempre com abraços, beijos, elogios. Palavras que reforcem que ele agiu corretamente.

Nunca estudei sobre o assunto, mas alguns livros falam sobre recompensas. Com a nossa família funciona muito bem com palavras. Desde sempre, usamos o “parabéns” toda vez que Benjamin faz algo legal. Começou com a organização dos brinquedos quando ele ainda estava prestes a completar um ano. Na agenda da escola, até veio algumas vezes que ele era muito colaborador e que tinha ajudado a guardar os brinquedos. Ele sempre se demonstrou empolgado ao ver que recebia parabéns quando fazia aquilo. Foi aí que vimos a necessidade de reforçar sempre as coisas boas que ele fazia.
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13 jan 2014

Seja bem-vida, rotina!

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos

Depois de 1 mês de férias, Benzoca voltou hoje à escolinha. O tirei do carro todo animado e foi entrando sem nem me dar um beijo. Ficamos o final de semana todo preparando ele para o retorno, pensando que ele podia estranhar e no fim nem era necessário se preocupar.

Ao contrário do ano passado que compramos mochila, lancheira e mais um monte de acessórios, esse ano nosso objetivo foi consumo zero. A desafio é mostrar para o Benjamin que não precisa comprar mochila nova a todo instante, ainda mais se estiver em bom estado a anterior. Como a dele estava, só lavamos e mantivemos a mesma. Só a lancheira mudou, apesar de ainda ter a outra, agora ele tem duas opções se quiser trocar.

Lancheira 1

Recentemente, ganhei uma lancheira de uma marca de papinhas e nós customizamos com foto do Benzoca e seus personagens preferidos: Palavra Cantada, Mickey, Shrek e Toy Story. Fizemos em casa mesmo, o custo foi apenas de um tempo (alguns minutos) dedicado a isso. Sábado passado quando Benjamin viu o resultado ficou todo empolgado, abriu um sorriso enorme. Hoje ele entrou na escolinha todo orgulhoso carregando sua lancheira – todos os amiguinhos com certeza terão uma lancheira nova e com estampa de seu personagem predileto, mas não tão exclusiva como essa: produzida pelos pais e somente para ele. lancheira 3Espero esse ano ser mais organizada com os compromissos da escolinha. Eu sempre deixo passar os aniversários dos coleguinhas, datas que preciso enviar algo, sempre lembro em cima da hora. Ganhei da Jandaia essa agenda linda do Pequeno Príncipe, na qual pretendo anotar o que não posso esquecer. É uma agenda escolar, mas como na escolinha do Benjamin já tem agenda padronizada, vou usar essa para minhas anotações. Eu amei esse presente – quem me conhece sabe o quanto gosto desse personagem.Lancheira 2Acho que hoje a vida de muita gente está voltando ao normal, apesar de ainda ser janeiro – um mês tipicamente de férias, muitos pais como nós, não conseguem tirar o mês todo para curtir com as crias. Eu ainda nem tirei férias e não vejo a hora. Mas o momento agora é de colocar em ordem a vida costumeira. Desejo a todos um bom retorno à rotina!

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07 jan 2014

Sempre alerta: crianças e animais de estimação

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos

A pediatra do Benjamin sempre reforçou a importância de tomar cuidado com cachorro perto de bebê/criança. Uma das primeiras perguntas que ela fez na primeira consulta que tivemos foi: tem animal de estimação, qual? E o alerta: o cachorro não pode ficar perto do bebê, nunca se deve confiar no cachorro. Imagina, saí da consulta pensando, ela não conhece a Capitu.

Capitu é a cachorra mais dócil, quieta e mansa que já tive na vida toda. Antes do Benjamin nascer quem chegava em casa não imaginava que ali tinha cachorro, ela se escondia embaixo de algum lugar e só reaparecia quando a visita já tivesse ido embora. Com a chegada do Benjamin, o comportamento dela mudou da água pro vinho, quem chegava era abusivamente recebido com latidos impertinentes que demoravam para cessar. Até hoje, se chegam perto do Benjamin então, sai de perto. Ela virou defensora incansável do novo membro da família. E nunca sentiu ciúmes de mim ou do marido com o Benzoca.
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10 out 2013

Vínculo pelo toque

Acariciar a barriga durante a gestação e massagear o recém-nascido fortalecem o vínculo entre mãe e bebê

vínculo pelo toque

…O toque, por meio da auto massagem, é capaz de fortalecer o vínculo entre mãe e bebê e ainda traz benefícios para o desenvolvimento da criança. Estudos indicam: bebês que recebem carinho da mãe desde a barriga nascem se sentindo mais seguros, amados, sabem se relacionar melhor com o mundo e são capazes de lidar melhor com as pressões da vida.

É comprovado cientificamente que, a partir da 18º semana de gestação, o bebê já é capaz de reagir ao toque das mãos da mãe.

…após o nascimento é também por meio do toque dos pais que o beb~e se sente amado, seguro e tranquilo.

…a shantala, um método de massagem indiana desenvolvido especialmente para bebês, foi trazida do Ocidente pelo obstetra francês Frederick Leboyer, que, em viagem à índia, encontrou uma mulher massageando seu filho e ficou comovido com a ternura daquele momento de troca entre mãe e bebê. Pesquisas revelam que o método traz ainda benefícios físicos fundamentais para o desenvolvimento saudável do bebê: aumenta a velocidade da circulação sanguínea e linfática, o que contribui para a eficiência do sistema imunológico da criança; favorece favorece o funcionamento do intestino; previne cólica; contribui para um sono mais tranquilo; estimula a parte imunológica e estimula a a consciência corporal do bebê – que passa a ter maior domínio sobre seu próprio corpo – e da presença da mãe; e auxilia também no seu desenvolvimento emocional.

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07 out 2013

O signo do Benjamin

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos

O signo

Uma semana antes de completar a 42ª semana de gestação, tive uma consulta com meu obstetra que me alertou: podíamos esperar até a próxima semana, mas teríamos que deixar marcado o parto. Em nenhum momento cogitei essa hipótese, nunca me agradou a ideia de decidir o dia que meu filho nasceria. Na minha cabeça tomar essa decisão era o mesmo que definir o destino dele – tudo, de certa forma, que acontecesse na vida dele estaria ligado a nossa escolha…

Fomos meio que pegos de surpresa e optamos pelo dia 20/06, mas não tinha vaga nas maternidades de nossa preferência. O obstetra conseguiu para o dia 21/06. Veja, por um dia de diferença, o signo dele já seria outro, regido também por um outro planeta, elemento, seja lá o quê…

Benjamin não veio ao mundo no dia marcado. Nasceu antes, no dia 16/06/2011, às 22:28, sob o signo de Gêmeos – mesmo signo da minha irmã Luana, com quem convivi a vida inteira e me fez conhecer algumas características fortes desse signo.
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