25 out 2012

Ter filhos traz felicidade?

Alertaram-me: a matéria de capa da revista Época dessa semana é pessimista, mas consegue ser salva ao final. Fui em frente com a leitura. Pasmei. Não consigo entender como as pessoas querem algumas mudanças, mas sem as responsabilidades que essas mudanças carregam.

Exemplo bobo: Queremos incansavelmente ser adultos, morar sozinhos, ser independentes, mas não queremos pagar contas e queremos de preferência que nossa mãe apareça em casa um dia sim outro também para organizar, lavar, fazer comida. Queremos casar, mas de preferência continuar com alguns programas que faziam parte da vida de solteiro. Desejamos ter filhos, mas sem acordar de madrugada, sem limpar bumbum sujo de coco, sem fazer mamadeira, sem ouvir choro, sem ter que lidar com birras, sem dar banho, sem ter que deixar de ter tempo pra você, sem dor de cabeça, sem preocupação, sem responsabilidade, sem nada! Como viver essas e outras possibilidades sem os impactos que elas carregam?! Clique e continue lendo!

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11 set 2012

Trabalho de reconhecimento pessoal

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos

Eu já disse aqui que meu pai, avô do Benlindo mora na cidade maravilhosa, Rio de Janeiro.

Rio de Janeiro – Vista do Pão de Açúcar – Gabi e Piffer – Junho/2006

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Da penúltima vez que meu pai veio para São Paulo, no aniversário do pequeno, meu Ben estranhou um pouco. Atribuímos ao fato¹ de na época meu pai estar de bigode. Mas o fato² é que Benjamin passou a estranhar e olhar desconfiado as pessoas que não conhece. Benjamin passou a precisar analisar, ficar de olho e aos poucos vai se abrindo.

Senti que meu pai ficou um pouco chateado por não ter sido reconhecido pelo meu Ben. O vovô disfarçou, mas meu coração de filha não se engana, muito menos o de mãe.

Tudo marcado, meu pai voltaria no feriado 7 de setembro. Conversamos eu e marido o que poderíamos fazer para amenizar o estranhamento do Benjamin com relação ao avô materno. Surgiu uma ideia bacana. Marido preparou uma apresentação com várias fotos do meu pai e Benjamin juntos, em diversos momentos desde que meu Ben nasceu. Uma semana antes da chegada do meu pai, todas as noites ao chegar em casa, passamos a colocar a apresentação no computador. Algumas vezes a gente sentava com o Benjamin mostrando o vovô, outras deixava a apresentação rolar e perguntávamos “cadê o vovô, Ben?!” e ele apontava para o computador. Sim, o vovô estava lá dentro, em breve estaria ao vivo e a cores na nossa frente e parecia que o nosso plano estava dando certo. Clique e continue lendo!

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16 abr 2012

Uma vida muda tanto a nossa

Nos últimos dias tenho pensando muito na chegada do Benjamin em minha vida. Acho que esse negócio de organizar a festa de um ano dele mexeu comigo. Daqui a pouco meu bebê vai fazer um ano!!! Fico pensando em minha vida há um ano, ou melhor, um ano e 10 meses – porque a partir do momento que me descobri grávida, minha vida mudou totalmente.

Lembro que passei muito mal nos primeiros meses de gestação. Como passei mal!!!! Eu respirava e pronto, colocava os bofes pra fora. Fiquei apavorada pensando que ficaria a gestação inteira daquele jeito. Até o quarto mês não gostei muito de ser gestante, mas depois…ai que saudade. Acho que não tem estado melhor da mulher.

Quando Benjamin não mexia – o que era raro – eu entrava em pânico e comia, comia e comia até que ele desse sinais nítidos de vida. Passei a gravidez inteira com medo de perdê-lo. Talvez porque eu tive um descolamento de placenta logo no início e tive que ficar de repouso, depois porque eu passava muito mal e não comia e quando comia colocava pra fora, também porque eu não bebo leite, não como verduras (e até tentei), legumes e mais um monte de coisas… nisso eu pensava um montão de besteiras. Clique e continue lendo!

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