24 mar 2017

Por que mudei minha filha de escola

Depois que contei nas redes sociais que tinha mudado a Stella de escola, muitas pessoas me mandaram mensagens perguntando por que mudei minha filha de escola, já que anteriormente ela estava na mesma escolinha onde o Benjamin ficou 4 anos. Eu podia listar algumas coisas que nunca me agradaram desde a época do Benjamin. Mas acho injusto se eu primeiramente o mantive lá e depois ainda deixei a Stella. Ou seja, algo de bom tem. Prefiro explicar porque não mudei o Benjamin antes e a resposta é simples: porque ele era muito bem cuidado. Embora isso fosse um fato, a Stella não iria pra lá se eu tivesse encontrado um lugar que me agradasse totalmente. No entanto, a verdade é que faltam berçários com ambientes apropriados e profissionais preparados para lidar com bebês. E porque lá era um local físico adequado e com profissionais carinhosos, a matriculei lá também.

Penso que nós, pais, não podemos ter papel de coadjuvantes no aprendizado do nossos filhos. Acho que colocar o filho no berçário/escolinha é uma das decisões mais difíceis dos pais de primeira viagem. Adquirida a experiência, acredito que nosso primeiro papel, é escolher uma instituição de ensino que deve se aproximar ao máximo possível do nosso estilo de vida e, principalmente, dos nossos valores de vida.
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03 mar 2017

O poder do discurso infantil

Uma vez, alguém me disse que criança perde a graça a partir dos 5 ou 6 anos. Os bebês sempre ganham presença por serem mais graciosos e fofos. Certamente essa pessoa, que já não lembro quem seja, não convive com uma criança de 5 anos, não imagina o poder do discurso infantil. Digo isso, porque convivo diariamente com uma criança nessa idade e posso afirmar, uma criança de 5 anos tem tanta graça quanto um bebê. Falo com certeza, pois tenho as duas experiências aqui em casa.

Talvez o meu menino de 5 anos tenha desenvolvido habilidades para superar as comparações e a invisibilidade causada por um bebê a uma criança de 5 anos. Porque aos olhos de adultos desatentos, o menino de 5 anos (ou mais), torna-se invisível. Percebo isso nos corredores e elevadores por onde andamos. Meu filho também percebe e já me questionou porque um adulto não o cumprimentou e só falou com sua irmã. Sim, acontece – e muito – disso. E me sobe um sentimento próximo a raiva. Uma vontade de ir lá tirar satisfação com o indivíduo mal educado que simplesmente ignorou a presença do meu primogênito e causou-lhe certa angústia e frustração. Quiçá algum dia ele desenvolva um sentimento até negativo contra a irmã, achando que ela pode ser uma ameaça à sua sociabilidade.
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07 fev 2017

A bebê está virando menina

por
Gabi Miranda

Bebê, Desenvolvimento, Destaque, Filhos

Stella, Stellinda, Amora. Minha bebê está virando menina! Ela completou 1 ano e 6 meses! Isso significa 18 meses, 547 dias, 13.128 horas, 787.680 minutos, 47.260.800 segundos. Nesse período todo, são muitas mudanças, aprendizados, medos, ansiedade, maturidade.

Ontem fui visitar uma grande amiga na maternidade. Ah! É a madrinha da própria personagem desse post. Ao contemplar um bebê no berçário e a nova condição da minha amiga, mãe de RN, é claro que me bateu a nostalgia. Já me parece tão distante o dia em que a Stella era um RN e quando paro pra pensar, lembro exatamente do dia em que me dei conta que precisava aproveitar ao máximo aquele bebezinho que adorava dormir no colo 24h ao invés de ficar em seu berço. Quando redescobri a maternidade.

Olhando a pitica, percebo o quanto ela desenvolveu nesse tempo, já está virando menina. Comecei despretensiosamente a listar na nota de blocos do celular, tudo o que ela anda fazendo. Porque muitas coisas ela já faz há meses e já não lembro quando começou. E nesse momento eu queria mesmo é ter uma memória de elefante para não esquecer cada detalhe do seu desenvolvimento e guardar para sempre todas as sensações que me causam ao vê-la fazendo algo novo, cada sorriso, o som da sua gargalhada. Porque parar o tempo, é impossível e nem teria graça né?! Pararia-se o tempo e também o andar dos acontecimentos.
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16 jan 2017

O ano novo começa agora

O ano novo começa agora para nós, cheio de novidades escolares

ano novo

Benjamin e Stella entrando juntos na escola

Fim de uma fase. Chega um momento em que precisamos fazer escolhas, precisamos enxergar que o tempo para determinadas coisas finda. E eu percebi que não tinha mais para onde fugir, nem fingir. Fim de ano. Essa época mágica que faz com que a gente reveja vários aspectos e setores da vida. Bom período para novos ajustes. Decidi que estava na hora de mudar Stella de escola. Ela estava num lugar menor, sempre foi muito bem cuidada, mas outros aspectos me incomodavam desde a época do Benjamin. Hora de mudança.

Toda mudança na vida dos filhos, exige pais otimistas. Toda mudança dói, nos tira de um porto seguro rumo ao desconhecido. Stella estava saindo do berçário para esses maternais da vida. Fico bem desconfortável com esses arranjos de maternal, jardins, etc. Acho mesmo que nessa idade, bebês devem ficar livres para explorar o mundo, o que não significa ficar em sala de aula. Mas achei ótima oportunidade para fazer outra composição escolar.
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06 set 2016

Os primeiros passos da Stella

por
Gabi Miranda

Bebê, Desenvolvimento, Destaque, Filhos

Stella começou a andar firme e segura de si, no seu tempo como deve ser
Deu os primeiros passos e agora ninguém segura esse bebê

 

os primeiros passos-bossa-mae

Existe uma expectativa entre os pais quando o bebê começa a dar sinais dos primeiros passos. É também um estágio de desafio para o bebê e marca uma grade fase do desenvolvimento dele. Stella estava há mais de semanas andando segurando pelos móveis. Ou pegava uma cadeira e saía empurrando de modo a andar pela casa. Ela demonstrava certa insegurança para se soltar. Deu os primeiros passos livres dia 29 de julho de 2016, um dia após ter completado um ano de idade e um dia antes de sua festa de aniversário. Depois disso deu outros passos e parou, ficou só ensaiando. Voltou a andar cheia de segurança depois de 15 dias dos seus primeiros passos.

É preciso ter paciência, incentivar, mas sem fazer comparações. Cada individuo ao seu tempo. O Benjamin andou com um ano e um mês todo seguro e quando começou também não parou mais. Assim como no dia que aconteceu com ele, foi muito emocionante ver Stella dar seus primeiros passos em minha direção enquanto eu chegava da rua. É uma alegria vê-la indo e vindo pela casa, percorrendo todos os cômodos. Ao mesmo tempo que eu não quero deixar de ter um bebê em casa, tenho um sentimento de felicidade genuíno e gratificante ao vê-la adquirir equilíbrio, independência e liberdade – algo que para conquistar, começamos batalhar desde cedo.
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24 ago 2016

Janela, Janelinha

por
Gabi Miranda

Desenvolvimento, Destaque, Filhos

janela

Eu não sei o que acontece com as crianças, mas elas sempre querem tudo o que o amigo tem. E não falo só de brinquedos não. Entre elas rola uma certa competição amistosa para ser o maior, o mais velho, o mais rápido. Reparo quando Benjamin está com os amigos. É um tal de “mas eu já tenho 6 anos e você 5”, “tudo bem, mas eu sou mais alto que você”. E basta o dente de um cair, para todos entrarem na expectativa de ter a primeira janela na boca.

Já faz algum tempo que Benjamin pedia quase todo santo dia para nos certificarmos se tinha algum dente mole em sua boca. Não tinha. Até que um belo dia, apareceram dois dentes moles. Mas moles de um jeito imperceptível, daquele de fazer o menino ficar congelado, sem mover um músculo para percebermos algum mínimo movimento quando mexêssemos no dente. Estavam mais sólidos do que um prédio. Talvez para não desapontá-lo, confirmamos que tinham dois dentes moles, mas que ainda demoraria um tanto para cair. Até que há um mês e meio, um dente que estava firme, apareceu mais mole do que os outros que aparentemente estavam moles. Mas o dente estava tão mole que daquela vez tivemos certeza, em breve o Benjamin teria um sorriso banguela, sua primeira janela. Não sei, mas acho que de tanto ele desejar, o dente ficou mole – o mesmo que foi o primeiro a nascer.
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22 jun 2016

Um cachorro para chamar de melhor amigo

Cachorro em casa traz vários aspectos positivos para a vida das crianças, além de ser o melhor amigo delas

melhor amigo

Sempre tive cachorro, na infância senti um amor imensurável por três cachorras que tive, até que, com as perdas delas, fui me desapegando. Mas quando me casei e me mudei para uma casa maior, sentia falta de alguém fazendo festa com a minha chegada ou que me avisasse se tivesse alguém na porta. Convenci o marido a contra-gosto a termos um cachorro. Foi quando a Capitu chegou em nossas vidas. Os cuidados dela, como na infância que sobrava para minha mãe, sobrou para o marido assim que o Benjamin se tornou uma semente em mim. Mesmo dessa forma sempre fui adotada pelos cães como a dona. Sou eu quem a Capitu segue pra lá e pra cá, quem ela espera no banheiro tomar banho, é embaixo de mim que ela sempre está (quantas vezes, grávida, a chutei porque não enxergava a bichinha no meu pé). Benjamin chegou em nossas vidas e a família foi se formando. Capitu e ele, apesar de certa resistência da pediatra, sempre se deram muito bem.
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16 jun 2016

Feliz 5 anos, filho!

por
Gabi Miranda

Desenvolvimento, Destaque, Filhos

Feliz aniversário, feliz 5 anos filho!

5 anos

São 43.800 horas.
1.825  dias.
260 semanas.
60 meses.
5 anos. CINCO anos!

São cinco anos, filho.
Em cinco anos, as pessoas pagam financiamentos de carro, fazem planos a médio prazo, se formam na faculdade. Nesses cinco anos, você aprendeu a andar, a falar, a comer sozinho, a se socializar, a dobrar suas roupas, a tomar banho, escrever seu nome, o alfabeto inteiro, a soletrar, a desenhar, a jogar vídeo-game, andar de bicicleta, a falar inglês melhor que eu e mais um monte de coisas… já viajou bastante e se tornou um irmãozão. E são só 5 anos, filho.

Você gosta de dançar, de fazer gracinhas, assistir filmes, ir ao cinema, escutar música (e cantar), de pular e anda pelo apartamento como se fosse um macaquinho.

Você já faz perguntas difíceis e conexões incríveis que me fazem pensar “como não pensei nisso antes?!”. Mas eu sei porque. Porque você me convida a olhar o mundo com calma e com outros olhos, com outro frescor. Eu te apresento o mundo, mas é você que me mostra o quanto ele é bonito.
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13 jun 2016

Desenho de criança é obra de arte

por
Gabi Miranda

Desenvolvimento, Destaque, Filhos

Desenho de criança é obra de arte. Por mim, as paredes lá de casa seriam todas decoradas com os desenhos do Benjamin

desenho de criança

Benjamin desenhando ele andando de bicicleta

Benjamin desde sempre vive pedindo lápis, papel, caneta para desenhar. Agora além de desenhar, ele pede para escrever, simplesmente para sair copiando palavras por aí. Eu nunca neguei papel e caneta para o menino que desenha anos-luz melhor do que eu. Se seu filho também pede toda hora para desenhar, deixe! Desenho de criança é obra de arte. Desenhar é importante para o desenvolvimento da criança. Por isso devemos deixar e estimular essa atividade junto aos pequenos.

Quando ainda é bebê e pega pela primeira vez uma caneta e faz um rabisco, a criança já consegue entender que tal movimento com aquele objeto produz uma marca. Daí ela só faz experiências, inclusive rabiscar a parede. O desenho de criança representa elementos que fazem parte da vida dele: família, amigos, personagens, objetos, etc. É importante o adulto valorizar seus desenhos, mesmo que não consiga enxergar além de rabiscos sem muito sentido e deixar que a criança conte sobre sua obra. Assim também é uma forma de estabelecer diálogos e descobrir um pouco mais dos sentimentos da criança. Embora, alguns especialistas indicam não perguntar à criança o que significa o desenho, porque nem sempre o desenho representa algo coerente e concreto, ou seja, nem sempre a criança tem consciência do que desenhou. E ao entender que o adulto precisa de uma explicação para compreender seu desenho, ela pode até inventar uma história.
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07 jun 2016

Alfabetização, paciência e amor

Dois ingredientes essenciais para alfabetização: paciência e amor

alfabetização

Livro de atividades do Benjamin

Entramos em fase de alfabetização do Benjamin. Eu pensei que ainda demorava, mas foi ele mudar de escola e seu desenvolvimento deu um salto gigantesco. O interesse dele pelas letras tem me causado uma surpresa gostosa e até certa nostalgia. Até outro dia, eu esperava ansiosamente para ele sentar, bater palminha, mandar beijo, ficar em pé, sair das fraldas… agora eu torço para o primeiro dente dele demorar a cair, para o tempo passar mais devagar e vejo meu menino descobrindo as sílabas das palavras em uma revista, escrevendo alguns nomes sozinho e até me dando cartão escrito (com a letra garrancho mais linda do mundo): “eu te amo”. Ou seja, não demora muito ele estará lendo sozinho. O tempo está voando.

Nunca tive pressa pela alfabetização. Tanto que quando ele começou a escrever seu nome, há um ano e meio, me incomodou bastante, pois ele estava com 3 anos e achava muito cedo ter uma pressão para que ele soubesse escrever o próprio nome. Achava que não precisava ser aos 3 ou 4 anos, que existiam outras prioridades de habilidades motoras, cognitivas, emocionais. Aspectos esses a serem desenvolvidos brincando livremente. Afinal, através de brincadeiras, as crianças têm possibilidades de aprendizagem muito maior do que fazê-la ficar copiando seu nome vinte vezes. Considerando também que cada criança tem seu próprio ritmo, pra mim sempre foi tudo bem se o colega da escola já soubesse contar até 50 e meu filho até 10. Então, não tinha problema se ele não soubesse escrever seu nome aos 3, 4 anos, normal.
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