21 jul 2014

Quando dei um passo para frente e decidi deixar meu autoritarismo de adulto de lado

Há 4 meses, Benjamin que já havia passado pelo processo de desfralde com sucesso, voltou a fazer xixi na cama. No início era uma vez ou outra, depois começou a ser algumas vezes, até que se tornou repetidamente, todos os dias – o que estava gerando um stress aqui em casa. (dá banho logo cedo, troca a roupa de cama, lava – e não basta jogar na máquina e pronto, tem que por de molho, lavar à mão com sabão de coco, depois por na máquina para bater- cheiro de xixi é uma praga! Até outro colchão compramos). Você acaba não dormindo direito e acorda todos os dias com aquela expectativa: será que está seco?!

Sejamos claros: as mães vivem às voltas com o xixi que escapa das fraldas, as cuequinhas e os macacões molhados, os lençóis e os colchões ao sol, as montanhas de calças para lavar, e vão acumulando rancor, tédio e mau humor, sentimentos decorrentes do fato de acharem que seus filhos deveriam aprender a se controlar e da crença de que seriam capazes de fazê-lo quando completassem 2 anos. (Laura Gutman)
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02 jun 2014

Estimulando a coordenação motora

por
Gabi Miranda

Desenvolvimento, Filhos

Na primeira reunião desse ano na escolinha do Benjamin, a professora mencionou o que seria trabalhado junto às crianças nos próximos seis meses. Um dos itens a ser trabalhado era a coordenação motora dos pequenos, com exercícios específicos como pintar dentro dos desenhos, cobrir traços pontilhados, recortar e colar. Ela sugeriu que os pais também trabalhassem em casa com atividades. Então fui pesquisar.

Sempre escutei falar na coordenação motora fina. Descobri que são dois tipos: coordenação motora grossa e fina. A diferença: na primeira, a criança desenvolve o equilíbrio do corpo e suas primeiras habilidades como sentar, gatinhar, levantar, andar, correr, subir, descer, pular. É tudo que envolve o uso dos músculos grandes do nosso corpo.

Na segunda, a criança desenvolve o controle dos movimentos mais sensíveis e que exigem mais delicadeza. Como pegar uma peça minúscula com as pontas dos dedos, segurar o lápis, manusear uma tesoura, recortar, desenhar dentro do espaço limitado, montar um quebra-cabeça ou com aqueles brinquedos de construção (tipo lego ou tijolinhos). Todos os movimentos que envolvem controlar e manipular mãos e olhos.
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05 fev 2014

O dia em que você nasceu

selo_2anos

Acordei. Ainda deitada recebi uma ligação da tia Rosana. Era um dia ensolarado. E acho que foi o primeiro que não havia pensado “será que você nasce hoje?”. No dia anterior estivemos na consulta com o obstetra que mais uma vez confirmou que você ainda estava alto na barriga da mamãe. Eu tinha apenas um centímetro e meio de dilatação. E você, o prazo de mais uma semana para permanecer dentro de mim. Eu queria tanto ter você de parto normal. O Dr. Vicente tentou descolar a bolsa pra ver se, de repente, eu entrava em trabalho de parto nos próximos dias. Mesmo assim tivemos que marcar a cesariana, que ficou para o dia 21 de junho. Era pra ser dia 20, mas não tinha vaga na Maternidade Santa Joana, nem no Pró Matre. É muito estranho ter que escolher uma data para o nascimento do filho. É como se aquela escolha fosse determinar uma vida inteira, o que de certa forma é uma verdade. Clique e continue lendo!

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10 out 2013

Vínculo pelo toque

Acariciar a barriga durante a gestação e massagear o recém-nascido fortalecem o vínculo entre mãe e bebê

vínculo pelo toque

…O toque, por meio da auto massagem, é capaz de fortalecer o vínculo entre mãe e bebê e ainda traz benefícios para o desenvolvimento da criança. Estudos indicam: bebês que recebem carinho da mãe desde a barriga nascem se sentindo mais seguros, amados, sabem se relacionar melhor com o mundo e são capazes de lidar melhor com as pressões da vida.

É comprovado cientificamente que, a partir da 18º semana de gestação, o bebê já é capaz de reagir ao toque das mãos da mãe.

…após o nascimento é também por meio do toque dos pais que o beb~e se sente amado, seguro e tranquilo.

…a shantala, um método de massagem indiana desenvolvido especialmente para bebês, foi trazida do Ocidente pelo obstetra francês Frederick Leboyer, que, em viagem à índia, encontrou uma mulher massageando seu filho e ficou comovido com a ternura daquele momento de troca entre mãe e bebê. Pesquisas revelam que o método traz ainda benefícios físicos fundamentais para o desenvolvimento saudável do bebê: aumenta a velocidade da circulação sanguínea e linfática, o que contribui para a eficiência do sistema imunológico da criança; favorece favorece o funcionamento do intestino; previne cólica; contribui para um sono mais tranquilo; estimula a parte imunológica e estimula a a consciência corporal do bebê – que passa a ter maior domínio sobre seu próprio corpo – e da presença da mãe; e auxilia também no seu desenvolvimento emocional.

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23 ago 2013

Diário do desfralde

por
Gabi Miranda

Bebê, Desenvolvimento, Filhos

12/08, Segunda-Feira

Primeiro dia do processo. Como disse AQUI, enviei a quantidade de roupas que pensei ser necessária, mas não enviei fraldas – imprescindíveis para a hora da soneca e para ir embora pra casa. A tia do Ben, muito querida, deu um jeitinho e conseguiu duas. Todas as roupas voltaram molhadas. TODAS! Inclui meias e até o tênis.

13/08, Terça-Feira

A mãe aqui ficou o dia inteiro sofrendo. Pasmem, comecei a achar que não era preciso iniciar isso agora, mesmo com os sinais que Benjamin já havia demonstrado. Sei lá, poderiam ser sinais dele ou sinais de mãe que adora contar vantagem – não que esse seja o meu caso. Apenas duas roupas voltaram molhadas. Mas Benjamin não pediu para ir ao banheiro.

14/08, Quarta-Feira

Fiquei mais tranquila ao ver que o processo era assim mesmo, meio lento e que tudo daria certo. E para tranquilizar ainda mais, nenhuma roupa veio suja. Mas Benjamin não pediu para ir ao banheiro.
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17 maio 2013

O progresso do meu bebê

por
Gabi Miranda

Desenvolvimento, Filhos

Esses dias estava à toa, assistindo novela enquanto Benjamin brincava com essas peças de montar (tipo lego, só que não) perto de mim. De repente, ele falou assim sozinho, pra ele mesmo: “um bolo” e assoprou uma velinha imaginária.

Pense se eu não pirei! Ele pela primeira vez (que eu tenha visto pelo menos) externou sua imaginação. Ele pensou e verbalizou seu pensamento. Parece algo simples e bobo, mas não é. Imagine o que é para uma criança passar por esses processos de desenvolvimento….

Nós adultos já fazemos tudo no automático. Andamos, sentamos, agachamos, falamos, tudo assim na maior facilidade. Mas para uma criança na idade do Ben (e principalmente os mais novos) para alcançar algo que ele queira e está longe, envolve um processo de equação matemática ou física mesmo. O bebê pensa: quero chegar naquele objeto, pra isso preciso caminhar até lá, agachar, etc…até concluir a ação.

Meu filho, que até ontem, ou melhor, que até um ano atrás, era um bebê, colocou pra fora um pensamento e eu vibrei en-lo-u-que-ci-da-men-te. Tanto que até interrompi, empolgada, querendo fazer parte daquilo – aquele momento especial que é imaginar. Afinal, temos que dar asas à imaginação. Eu disse como uma boa mãe louca: que bolo liiiindo, filho! Mas você assoprou a velinha sem cantar parabéééééns?! Vamos cantar, vamos cantar parabéns agora! E começamos os dois a cantar o parabéns sem festa mais animado do planeta. E mais uma vez ele assoprou a velinha. Clique e continue lendo!

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03 maio 2013

Tempo de brincar (ou de brinquedo?)

por
Gabi Miranda

Comportamento, Desenvolvimento, Filhos

Nesse feriado fomos conhecer a Casa do Brincar. Sem palavras para descrever meus sentimentos ao entrar naquele lugar. Eu me senti em casa de avó, aquele lugar cheio de coisas permissivas, onde tudo a criança pode pois ninguém vai proibí-la. Andar descalço, mexer (com cuidado) na hortinha, janelas e portas abertas, liberdade para correr e explorar todos os cantos.

Bateu até uma certa nostalgia e cheguei a comentar com o marido “a casa da minha avó é perfeita para produzir um espaço desse”. Cheguei a sonhar acordada com essa (im)possibilidade.

A proposta era uma atividade especial: arte coletiva no quintal – crianças brincando à vontade com tinta – e brincadeiras de roda. Benjamin adora música e curtiu à sua maneira, super concentrado na roda de música, porém não interagia. Já havia percebido isso e imaginava que era porque ele era pequeno. Mas agora em casa ele interage muito quando cantamos e propomos brincadeiras, então pensei que já fizesse isso com mais pessoas em volta. Pensei errado. Ele ficou o tempo todo sentado, quieto, prestando atenção, como sempre percebi em todas as vezes que o levei em programas do tipo.
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04 jan 2012

Este ano meu filho vai…

por
Gabi Miranda

Desenvolvimento, Filhos

A revista Crescer de janeiro tem tudo a ver com o post de ontem. A matéria de capa “Este ano seu filho vai…” me fez pirar ao pensar que este ano meu filho vai engatinhar, andar, falar…gente, é muita conquista para um pingo de gente. Fiquei mega empolgada com a matéria que traz 15 desafios do desenvolvimento do seu filho e como lidar com cada um deles. O primordial toda mãe já sabe: ter paciência e respeitar os limites do seu filho. Estimular é importante, mas não podemos esquecer que tudo tem seu tempo certo.

Uma grande amiga comentou comigo hoje que leu o post e afirmou sofrer pelo contrário, sente falta do tempo que já passou. Saudade. Eu tenho que confessar, sofro dos dois: ansiedade (que consegui driblar bastante na gestação) e saudade. Ao mesmo tempo em que quero ver Benjamin dar os primeiros passos, já sinto uma saudade imensa dessa fase que ele está agora. Acho mãe um bicho meio pirado mesmo! Clique e continue lendo!

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