10 nov 2014

O valor da educação

por
Gabi Miranda

Comportamento, Educação, Filhos

Quanto vale hoje educar um filho com os princípios do bom costume?

educação

Imagem do Google

Minha mãe sempre repetia a antiga frase “educação vem de berço”. Toda vez que reparo o comportamento das pessoas, essa frase faz ainda mais sentido.

Recentemente, num determinado lugar, peguei no flagra uma criança batendo no Benjamin. Com habilidade em demasia para uma criança de uns 5 anos, o menino segurava a nuca do Benjamin e batia a cabeça dele numa parede de vidro. Meu impulso foi na mesma hora separar e dar uma bronca na criança, enquanto num giro de 360° procurava a mãe dela. Ainda bem que não a encontrei de imediato, pois acho que no calor da emoção, sairia um barraco.

Depois, brava, falei para o Benjamin que ele tinha que se defender, que se batessem nele, ele tinha que dar o troco. Aonde eu estava com a cabeça?! Imagina, cadê a máxima de ser sempre superior? Benjamin me olho como quem dizia  “e aquele seu papo de que é feio bater, não pode revidar, não pode ser vingativo…?” Perdi a noção e a razão. Assim, como acho que falta noção de limite para o agressor mirim.
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22 out 2014

Mamãe, super-herói morre?

Mamãe, super-herói morre?

E com essa pergunta você se vê diante de um dilema. Responde sim ou não?! Conta qual história para ilustrar?! Pessoas queridas (até animais de estimação) morrem e a criança já sabe disso. E todo ser humano tem um quê de herói. Nossos pais. Mestres. Irmãos. Amigos. Eles não voam e não tem poderes sobrenaturais, mas exercem papel fundamental em nossa vida. Neles podemos encontrar coisas que os fazem super-heróis incríveis, nossos ídolos.

super-herói morre

Benjamin conheceu a morte muito cedo. E agora em suas brincadeiras, percebo sempre jogar um boneco e dizer “morreu, sumiu”. “Sumir” é o entendimento que ele tem da morte. As pessoas “morridas”, somem. Logo, todos a sua volta podem sumir, mamãe, papai, inclusive ídolos como Neymar e porque seria diferente com Buzz, Woody, Homem de Ferro…?!

Ninguém vive para sempre. Um dia as pessoas se vão. E quando perdemos pessoas que amamos, perdemos um pedaço da gente também. Parte das lembranças que vivemos com o outro, vai embora junto. É dilacerante. Mas um dia tudo acaba. E recomeça outra vez. Afinal, a morte pode ser isso, um renascimento. É assustador, mas ídolos humanos morrem e viram estrelas.
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08 out 2014

Chegou o grande dia: o passeio escolar

por
Gabi Miranda

Comportamento, Educação, Filhos

E ontem foi o grande dia! O primeiro passeio escolar do Benjamin. O primeiro (talvez o segundo, terceiro, quarto…também) passeio escolar do filho, desperta inúmeros sentimentos nos pais. Enquanto as crianças são tomadas pela ansiedade, os pais são tomados por preocupações, inseguranças, incertezas e aquela nítida sensação de que seu bebê já é uma criança que está crescendo e ganhando o mundo (ou mundo ganhando ela).

passeio escolar

Benjamin no ônibus de passeio e assistindo a peça Peter Pan

No dia anterior ao passeio, acordei meio esquisita, sem muita vontade de nada, até que na metade do dia lembrei do passeio. No dia D, eu sentia um frio na barriga incontrolável. Ocupei-me com os meus compromissos para não ficar pensando muito. Liguei na escola apenas no início da tarde, quando fui informada que já tinham voltado, almoçado e estavam todos dormindo. Quando eu e meu Ben nos encontramos, ao ser indagado como tinha sido o passeio, ele respondeu: “na próxima vez quero que você vá junto e quero sentar em seu colo”. É muito amor!
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05 ago 2014

Família e Educação: O conflito entre ser permissivo e dizer não ao filho

Família e Educação

A pergunta que mais ouvi nos últimos dias “você viu o vídeo do menino que teve o braço arrancado por um tigre?”. Só vi o vídeo ontem cedo, ao chegar no trabalho, porque a TV próxima à minha mesa estava ligada, caso contrário não teria visto porque me permito não procurar tragédias, afinal, são muitas diariamente. Só que após ver o vídeo fui ler sobre o caso e fiquei mais indignada e impressionada.

Eu não quero julgar esse pai. Mas infelizmente, não tem como falar desse assunto sem julgar os pais dessa criança, que devem estar sofrendo muito, óbvio, pelo ocorrido e pela própria falta de discernimento. Além do fato de o menino ter ficado sem o braço, me comove também, nessa história, a falta de limite e autoridade que nós pais impomos cada vez menos aos nossos filhos. O vídeo que assisti, foi ao ar no programa do Fantástico, dia 03 de agosto, no qual em determinado momento o pai diz “as pessoas (em volta) estavam achando bacana, curtindo”. Impressiona-me as pessoas em volta assistirem (e filmarem!) e não chamarem a atenção desse pai e dessa criança. Não, não tem a menor graça, não é nada bonitinho e bacana ver uma criança alimentando e atentando animais selvagens não domesticados, ultrapassar a passagem proibida pelos visitantes onde visivelmente se vê a placa “PERIGO! Não ultrapasse”. Se eu tivesse no local, com certeza seria candidata forte a brigar com esse pai. Aí vem um oportunista, ops, um advogado e diz que a culpa é do Zoológico.
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23 jan 2014

É proibido cobrar (taxas de material escolar)

Ano novo chegou e com ele uma enxurrada de despesas. As contas à pagar resumem-se em: IPVA, seguro, IPTU, etc. Quem tem filhos em idade escolar, se ainda não bastasse matrícula, tem aumento de mensalidade e as taxas de material extras que as escolas tentam empurrar: material de papelaria, livros e atividades extra-curriculares.

Em muitos casos, o preço chega ser abusivo. A escola inclui na lista de material até mesmo produtos de higiene. Existem até casos de escolas que mencionam as frutas fresquinhas. Calma lá! O que está incluso naquele valor simbólico (sqn)) que se paga mensalmente? Imagina-se que se paga para criança ter um profissional de qualidade em sala, refeições (se já é algo combinado) e atividades básicas de ensino maternal/infantil: artes, musicalização, judô, balé, vale até um inglês(inho) para a criança começar a se familiarizar.

Mas o que poucos pais sabem é que em outubro de 2013, foi aprovada a Lei 12.886/2013 que proíbe as instituições cobrarem taxa de material escolar de uso coletivo dos estudantes ou da instituição. Materiais como: giz, papel sulfite, cola, guaches, tintas para impressoras, grampeador, produtos higiênicos e copos descartáveis. “Devendo os custos correspondentes ser sempre considerados nos cálculos do valor das anuidades ou das semestralidades escolares”. Ou seja, esses custos deveriam estar contemplados lá naquele valor “simbólico” que os pais pagam mensalmente, que chegam a 13º parcelas no ano.
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20 jan 2014

Técnica do reforço positivo

por
Gabi Miranda

Comportamento, Educação, Filhos

técnica do reforço positivo

Aqui em casa sempre usamos a técnica do reforço positivo para ensinar Benjamin algumas coisinhas como, por exemplo, dizer “por favor”, pedir desculpas, fazer xixi no vaso (e não na cama), guardar os brinquedos, compartilhar seus pertences, ajudar, etc. Trata-se de uma técnica para alterar, motivar ou incentivar a repetição de algum comportamento. É muito utilizada por educadores e psicólogos. Aqui funciona sempre com abraços, beijos, elogios. Palavras que reforcem que ele agiu corretamente.

Nunca estudei sobre o assunto, mas alguns livros falam sobre recompensas. Com a nossa família funciona muito bem com palavras. Desde sempre, usamos o “parabéns” toda vez que Benjamin faz algo legal. Começou com a organização dos brinquedos quando ele ainda estava prestes a completar um ano. Na agenda da escola, até veio algumas vezes que ele era muito colaborador e que tinha ajudado a guardar os brinquedos. Ele sempre se demonstrou empolgado ao ver que recebia parabéns quando fazia aquilo. Foi aí que vimos a necessidade de reforçar sempre as coisas boas que ele fazia.
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04 fev 2013

Patrimônio para os filhos: gentileza, generosidade, educação

por
Gabi Miranda

Comportamento, Educação, Filhos

Seu filho fala “obrigado”? Tem atitudes de carinho inesperado? Divide comida ou o brinquedo com outras crianças? Ele é generoso? Usa de gentileza?

Um estudo da Universidade da Califórnia, realizado com 400 crianças, confirmou que criança habituada com comportamentos de gentileza, como ser carinhosa e dividir, se sente mais feliz.

Ou seja, gentileza gera gentileza e felicidade! É só pensar: quando praticamos a gentileza não somos tomados por um estado de plenitude, bem estar?! Isso também é felicidade e não só o estado de euforia e conquista.

Nunca me esqueço de uma matéria, de Eugênio Mussak, que li já faz um bom tempo, na revista Vida Simples, sobre generosidade. O autor usava duas expressões muito dignas para diferenciar as pessoas: “mundo do mais” e “mundo do menos”. O mundo do mais é o mundo que tem uma propriedade que dignifica o ser humano, e esse é, exatamente, a marca da generosidade, do compartilhamento, da disponibilidade. O mundo do menos é mesquinho, isolador, egoísta.
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24 fev 2012

Berçários, os pais querem participação!

por
Gabi Miranda

Educação, Filhos

Os pais querem participação e uma relação saudável com a escola

Outra semana meu filho veio, por dois dias seguidos, com chupeta alheia na boca. Não tinha sido a primeira vez, não gostei e conversei com a diretora da escola. Eu mandei um e-mail. Preocupada, li e reli o texto antes de mandar, pois não era o meu intuito só dar um “puxão de orelha” mas também ajudar a encontrar uma estratégia para evitar o ocorrido.

Sei que passei dias me torturando achando que a escola não tinha gostado dos meus comentários. Mas após várias reflexões, conversas e leituras sobre o assunto, a minha convicção sobre a relação de pais e berçário/escola só fortaleceu. Desencanei (um pouco) sobre o que a escola tinha pensado, se tinha gostado ou não. Falaram-me, que existem mães que reclamam por muito menos. E as que nunca reclamam!

Veja bem, atualmente, resignamos nossos filhos à escola não porque simplesmente estamos renunciando, mas porque precisamos trabalhar para proporcionarmos uma oportunidade de vida melhor para eles. Mas não podemos abdicar do nosso papel de pais e principalmente, educadores. Porém, precisamos de ajuda da instituição: escola. Os pais querem participação.
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