07 dez 2016

Alergia alimentar: inclusão e receitas práticas

Eu nunca tinha parado pra pensar no assunto. A verdade é que não pensamos quando não nos afeta diretamente. Meus filhos não tem alergia alimentar, logo nunca tive que me preocupar com o assunto. Mas houve uma crescente de amigas ao meu redor com filhos com alergia alimentar. A gente não pensa, por exemplo, que crianças com alergia alimentar precisam de maior atenção nas festas infantis. Mas isso tem mudado. Nosso olhar materno faz a gente olhar além do próprio umbigo horizonte. A experiência com filhos também nos dá outra bagagem. Nossos filhos acabam se relacionando com muitos amiguinhos e entre eles pode ter uma criança com alergia alimentar. E aí entra outro assunto: inclusão.

Cada vez mais estamos preocupados e as empresas também começam a se movimentar num sentido de colaboração, inclusão e conscientização. A Danone Nutrição Especializada promoveu o 1º Workshop Fazendo a Festa para Crianças Alérgicas, entre elas a alergia à proteína do leite de vaca (APLV) – uma das coisas mais comuns no dia de hoje e com pouca informação a respeito. Segundo a Danone, a criança alérgica já é uma criança de risco nutricional. O leite, principal nutriente na infância, é obrigatoriamente excluído da dieta. Estudos mostram uma deficiência importante de proteína, cálcio e vitamina D em crianças alérgicas, menor peso e estatura e até um aumento no risco de fraturas. Se a substituição do leite e demais proteínas não for adequada, esses riscos nutricionais podem interferir no bom desenvolvimento e crescimento da criança.
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21 nov 2016

5 dicas para melhorar o sono do bebê

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Sono

Uma das queixas mais comuns nos consultórios pediátricos é a falta de sono dos bebês. Pais e mães querem melhorar o sono do bebê, mas não sabem como. Alguns pediatras indicam deixar o bebê chorando. Deixar o bebê chorar é desvalorizar a sensibilidade e as necessidades dele.

sono do bebê

Melhorar o sono do bebê é sem dúvida um dos maiores desafios da maternidade. Assim como a alimentação é importante para o bebê, o sono também é e tem papel fundamental em seu desenvolvimento. Enquanto o bebê dorme, seu cérebro fica ocupado com a produção de novas células necessárias para o desenvolvimento mental, físico e emocional. É durante o sono que renovam suas energias e produzem hormônios importantes para seu desenvolvimento. Por exemplo, na infância, cerca de 90% do hormônio do crescimento (GH) é liberado durante o sono. Crianças com dificuldades para dormir, tem mais chance de apresentar falta de atenção, irritabilidade, desânimo, falta de memória, baixo rendimento motor, entre outros comportamentos.
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14 out 2016

Banho do bebê: dicas para essa hora ficar mais deliciosa

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Uma das minhas horas preferidas é a hora do banho do bebê

banho do bebê

Lembro até hoje do medo que eu tinha de dar banho no Benjamin. Embora tenha assistido (e gravado) com muita atenção ao primeiro banho dele na maternidade, em casa, surgiram várias dúvidas sobre como segurar, como proteger o ouvido para não cair água, como limpar o umbigo e todos esses primeiros cuidados. Tive tanto medo de dar o primeiro banho do bebê Benjamin, que foi meu pai quem deu, assim como foi ele que também deu na Stella. Lembrando agora, como meu pai foi intrometido (!), mas achei lindo ele querer participar desse momento e fazê-lo com tanto amor e segurança. Com o tempo passei a exercer com maestria essa atividade. Pegava o bebê “jogando” de um lado pro outro, toda prosa e orgulhosa de cuidar sozinha da própria cria. E também passei a não querer dividir essa atividade com ninguém. Confesso. Talvez um pouco por ciúmes, porque aquele era um momento íntimo nosso. Também porque eu achava que ninguém faria direito como eu (quem nunca?!). E por insegurança (vai que deixam o bebê cair, se afogar, sei lá). Com um pouco mais de tempo eu me dei conta que era importante marido participar desse momento também e comecei a abrir espaço para ele.
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10 out 2016

Entre o azul e o rosa

por
Gabi Miranda

Destaque, Filhos, Produtos

Entre o azul e o rosa existe infinitas possibilidades

azul-e-o-rosa

Não faz muito tempo o moleque nos pediu um tênis rosa. Não estranhei o pedido. Por mim tudo bem dar um tênis rosa para ele, mas… Não estava preparada para lidar com as reações dos amiguinhos e com os sentimentos que poderiam ser despertados no pequeno. Convenhamos, vivemos numa sociedade machista. 2017 batendo na porta e ainda predomina aquele papo de “rosa é de menina”, “azul é de menino”, boneca é de menina”, “carrinho é de menino” ou certas brincadeiras são para meninos, ouras para meninas.

Existe certo preconceito em algumas coisas que nós adultos falamos sem nos conscientizar. E precisamos tomar cuidado com o que falamos, além da palavra ter poder, estamos educando nossas crianças para serem bons adultos. Limitar cores, brincadeiras, objetos pode até comprometer as potenciabilidades dos nossos filhos. Acredito nisso, mas naquele momento em que o Benjamin nos disse “eu queria um tênis rosa”, eu não estava preparada para o que ele podia enfrentar. Talvez o problema estivesse na minha cabeça e os amiguinhos da escola aceitassem numa boa. Porque o mundo está mudando, porque a geração de amigos do meu filho vem de mães e pais, creio eu, que acreditam num mundo melhor, sem preconceitos, predefinições. Não sei. Não paguei pra ver.
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03 out 2016

Mapa astral da maternidade

Mapa astral da matenridade
Texto de Denise Fraga, extraído do livro Travessuras de Mãe

mapa-astral

Mapa Astral da princesa Charlotte, por Glamurama

 

“Não aredita em Deus? Tenha filhos.” Era o que costumava dizer o ver o milagre cotidiano daqueles serzinhos crescendo ao meu lado.

Também voltei a rezar e a me comunicar com muito maior frequência com o pessoal lá de cima, porque, mesmo que você não tenha o hábito, quando vira mãe, acaba rezando. Tenho uma amiga às voltas com a escola do filho. Olho-a com compaixão, pois já passei pela angústia. Já depositei as minhas esperanças no “pedagogês” das coordenadoras, na doce ilusão de que teria uma trilha a seguir, um método novo de formação de um ser melhor para este mundo de meu Deus. Meus filhos estão agora co, doze e dez anos e, cada vez mais, acho que a melhor receita é mesmo rezar. É claro que a oração pode e deve estar acompanhada de todo o arsenal investigativo de mãe, incluindo até os cursos de shantala, as iogas para bebês e os livros de autajuda. Tenho quase um metro deles na minha prateleira, pois confesso que não resistia aos títulos cheios de promessa de que seria a melhor mãe do mundo se os lesse. Mas o tal manual, a receita, o caminho a seguir, acho que todas as escolas, os livros e até as religiões do mundo ficarão nos devendo. Ainda mais quando a matéria é a enigmática formação do caráter do cidadãozinho.
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30 set 2016

Hora de dormir

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

hora-de-dormir

Toda noite na hora de dormir, passo no quarto das crianças para dar uma espiada nelas. No Benjamin sempre dou um beijinho. Mentira. Dou uma cafungada no pescoço dele, cheiro e beijo muito. Na Stella só verifico se está coberta e se não estiver, a cubro com o maior cuidado do mundo – não ouso encostar nela, pois sei quanto me custa fazê-la chegar nos sonos dos Deuses. É diferente o hábito que tenho com cada um. A Stella ainda dou de mamar (ela toma mamadeira) e a faço dormir no colo. Esse é o nosso momento de paz, tranquilidade, quando antes de colocá-la no berço ainda dou um beijinho, fico bem pertinho dela para sentir aquele cheiro de bebê. Uma vez colocada no berço, me limito a chegar perto novamente.

O Benjamin chega em casa na maioria das vezes dormindo, marido que coloca pijama e o leva pra cama. Por isso, sempre dou uma passada pelo quarto na hora de dormir, para lhe dar um beijo e sentir aquele cheirinho, o melhor do mundo. Chego a deitar ao lado dele. Fico bem pertinho para sentir aquele cheiro delicioso, reparo naquela boquinha aberta transmitindo aquele hálito gostoso que só os nossos filhos tem. Gosto também de sentir o coração deles enquanto eles dormem. E lembrar que aquele mesmo coração já bateu dentro de mim.
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28 set 2016

Travessuras da Baby Stella

Hoje ela completa um ano e dois meses de muitas alegrias, travessuras e sapequices

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São inúmeras as conquistas dessa pequena que nem dá para fazer post listando as novidades. Sim, porque para isso eu precisaria passar os dias anotando cada coisinha nova que ela anda fazendo. Ela já se comunica muito bem – não, não forma frases, nem palavras concretas, mas se comunica com gestos e olhares, assim eu e ela já nos entendemos muito bem. Seu vocabulário ainda é pequeno, fala apenas: mama (mamãe), B (Ben), papa (pai), naná (seu paninho com a chupeta amarrada), bá (aguá), um (um aninho) e várias outras palavras que eu ainda não aprendi o dialeto, além de responder quando lhe perguntamos algo. Ela já da tchau, manda beijo, canta, dança, joga bola (com a mão e com o pé), usa copo, toma no canudinho, faz travessuras, sapequices, anda e corre (deixando disparado o coração dessa mãe).

Passamos uma semana inteirinha juntas, só eu e ela, da hora de acordar até a hora de dormir. E acreditem, todos os dias ela faz uma coisa nova. Fiquei impressionada ao reconhecer nela uma bebê totalmente comunicativa, simpática e palhacita. Eu conhecia o lado desconfiado da Stella – herança da mãe – mas me surpreendeu a desenvoltura dela para chamar a atenção de desconhecidos na rua, no metrô, em todos os lugares públicos. Conversar, brincar, mexer com a pessoa ao lado são atividades que completam as travessuras da Pitica. É incrível o poder de aprender dos bebês e a possibilidade de acompanhar esse desenvolvimento assim tão de pertinho. Eles fazem nosso coração derreter ao mesmo tempo em que nos mantem alertas.

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06 set 2016

Os primeiros passos da Stella

por
Gabi Miranda

Bebê, Desenvolvimento, Destaque, Filhos

Stella começou a andar firme e segura de si, no seu tempo como deve ser
Deu os primeiros passos e agora ninguém segura esse bebê

 

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Existe uma expectativa entre os pais quando o bebê começa a dar sinais dos primeiros passos. É também um estágio de desafio para o bebê e marca uma grade fase do desenvolvimento dele. Stella estava há mais de semanas andando segurando pelos móveis. Ou pegava uma cadeira e saía empurrando de modo a andar pela casa. Ela demonstrava certa insegurança para se soltar. Deu os primeiros passos livres dia 29 de julho de 2016, um dia após ter completado um ano de idade e um dia antes de sua festa de aniversário. Depois disso deu outros passos e parou, ficou só ensaiando. Voltou a andar cheia de segurança depois de 15 dias dos seus primeiros passos.

É preciso ter paciência, incentivar, mas sem fazer comparações. Cada individuo ao seu tempo. O Benjamin andou com um ano e um mês todo seguro e quando começou também não parou mais. Assim como no dia que aconteceu com ele, foi muito emocionante ver Stella dar seus primeiros passos em minha direção enquanto eu chegava da rua. É uma alegria vê-la indo e vindo pela casa, percorrendo todos os cômodos. Ao mesmo tempo que eu não quero deixar de ter um bebê em casa, tenho um sentimento de felicidade genuíno e gratificante ao vê-la adquirir equilíbrio, independência e liberdade – algo que para conquistar, começamos batalhar desde cedo.
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24 ago 2016

Janela, Janelinha

por
Gabi Miranda

Desenvolvimento, Destaque, Filhos

janela

Eu não sei o que acontece com as crianças, mas elas sempre querem tudo o que o amigo tem. E não falo só de brinquedos não. Entre elas rola uma certa competição amistosa para ser o maior, o mais velho, o mais rápido. Reparo quando Benjamin está com os amigos. É um tal de “mas eu já tenho 6 anos e você 5”, “tudo bem, mas eu sou mais alto que você”. E basta o dente de um cair, para todos entrarem na expectativa de ter a primeira janela na boca.

Já faz algum tempo que Benjamin pedia quase todo santo dia para nos certificarmos se tinha algum dente mole em sua boca. Não tinha. Até que um belo dia, apareceram dois dentes moles. Mas moles de um jeito imperceptível, daquele de fazer o menino ficar congelado, sem mover um músculo para percebermos algum mínimo movimento quando mexêssemos no dente. Estavam mais sólidos do que um prédio. Talvez para não desapontá-lo, confirmamos que tinham dois dentes moles, mas que ainda demoraria um tanto para cair. Até que há um mês e meio, um dente que estava firme, apareceu mais mole do que os outros que aparentemente estavam moles. Mas o dente estava tão mole que daquela vez tivemos certeza, em breve o Benjamin teria um sorriso banguela, sua primeira janela. Não sei, mas acho que de tanto ele desejar, o dente ficou mole – o mesmo que foi o primeiro a nascer.
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16 ago 2016

Filhos: um é pouco, dois é bom, três…

Um filho é pouco, dois é bom, três… ensinam muito mais!

 

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Imagem Google

Já faz algum tempo, conheci uma mamãe de muitos. Ela tem 7 filhos e esbanja um sorrisão de orelha a orelha. Pensei: para essa aí um é pouco, dois é bom, sete é melhor ainda! Conheço algumas mães de três. Além das amigas blogueiras Diiirce e Marina, no trabalho tenho uma colega mãe de três e, recentemente, minha melhor amiga, minha irmã de coração, madrinha da Stella, anunciou sua terceira gravidez – muito desejada já há algum tempo.

Aqui em casa, tínhamos um combinado: se a segunda gestação viesse um menino, teríamos o terceiro só para ver se vinha uma menina. Marido tremia na base até que nasceu Stella e ele deu por encerrado esse assunto. Mas a mamãe aqui, para assombro do papai, começou a dizer que precisava vir um desempate, que um terceiro filho fecharia o ciclo familiar. É comum tremular após o primeiro, quem dirá após o segundo filho. É claro, depois que passamos todo aquele perrengue de enjoos nos 4 primeiros meses de gestação, noites mal dormidas, fraldas, choro, dentes nascendo, os primeiros 6 meses de vacinas intermináveis, aquela ansiedade toda… quem quer enfrentar o terceiro filho?!
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