25 maio 2016

Dicas para tornar a ida ao dentista menos traumática

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos, Saúde

Dente de leite e dicas para tornar a ida ao dentista menos traumática

dicas dentista com criança

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Aqui em casa não cansamos de cuidar dos dentes do Benjamin. Eu tenho trauma de dentista, não gosto de jeito nenhum e tinha pavor de imaginar meu filho na cadeira do dentista. Pois o mesmo dente de leite que fez cárie ano passado, voltou a dar defeito, dessa vez a cárie se instalou e cresceu, me assustou a rapidez com que isso aconteceu e mais ainda porque cuidamos para evitar esse tipo de coisa. Fizemos mais uma visita ao dentista e Benzoca teve que passar por outra obturação no mesmo dente que já havia feito, porém dessa vez foi tenso porque até anestesia ele teve que tomar. Dra. Helena, dentista, de nossa confiança, explicou: tem gente que cuida muito e tem cáries, tem gente que cuida pouco e não tem nenhuma. Ela descreveu eu e a minha irmã (que dificilmente teve cáries). Ou seja, tem pessoas com mais predisposição para cáries e tem que que cuidar muito, mas muito mesmo para evitá-las.
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02 maio 2016

Conjuntivite – de olho nela

por
Gabi Miranda

Destaque, Filhos, Saúde

Esse tempo seco e ar poluído deixam os pequenos mais vulneráveis à conjuntivite, fui pesquisar sobre essa doença para esclarecer o assunto e compartilhar tudinho com vocês

conjuntivite como cuidar

Stella pegou conjuntivite na última semana. Estava começando uma gripinha e achamos que um dos olhinhos remelentos era decorrente a isso, mas no dia seguinte esse olho foi ficando estranho, no outro dia os dois estavam infectados e não tínhamos mais dúvidas: conjuntivite. Com esse surto de doenças espalhadas por aí, não levamos ao pronto socorro, esperamos dois dias (sábado e domingo), até segunda-feira e conseguimos um encaixe com a pediatra dela que confirmou o diagnóstico. Eu estava limpando o olho da menina com água boricada, não façam isso!!! Antigamente até faziam isso, mas o correto é limpar com soro ou água filtrada. A sorte é que ninguém mais em casa pegou, mas rendeu uma semana de molho em casa, com os cuidados da pequena divididos entre eu e o marido.
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20 abr 2016

Você já levou seu filho no oftalmologista?

por
Gabi Miranda

Destaque, Filhos, Saúde

Quero saber se você cuida dos olhos do seu filho, se só eu não levei ou se tem mais alguém que nunca levou o filho no oftalmologista

oftalmologista

Recebi algumas informações de especialistas sobre como cuidar dos olhos de crianças e me dei conta de que nunca levei Benjamin ao oftalmologista. Lógico que como mãe louca-desesperadamente-urgente que sou já corri para pesquisar um médico da especialidade para levar o primogênito. Sugere-se que após o teste do olhinho, feito ainda lá na maternidade, o bebê precisa passar por uma consulta oftalmológica a cada 6 meses nos dois primeiros anos de vida. Ou seja, até a Stella está na hora de passar. Após os dois anos, indica-se uma vez por ano, mesmo que não tenha queixas, sinais ou sintomas de problemas. É com a visita periódica no oftalmo que se descobre precocemente possíveis miopia, hipermetropia e astigmatismo – patologias que exigem o uso de óculos.

Benjamin nunca apresentou nenhum dos sintomas, mas por precaução melhor levar, né?! E é mais comum do que se imagina crianças pequenas usarem óculos. O melhor amigo do Benzoca já usa óculos há um ano, ele tinha 3 anos quando começou a usar. Meu primo caçula, hoje com 25 anos, usa óculos desde quando era bebê, eu não me lembro dele sem óculos, juro! Como já disse, Benzoca está de escola nova e por mais cedo que pareça, está iniciando a fase de alfabetização, tem muita lição de casa, muitas atividades que envolvem leitura e é comum na fase pré-escolar surgirem reclamações da criança por não estar enxergando direito.
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03 mar 2016

Cuide dos dentes de leite e definitivos do seu filho

por
Gabi Miranda

Destaque, Filhos, Saúde

Dentes de leite precisam de cuidados especiais como se fossem os definitivos

dentes de leite
Precisamos cuidar dos dentes de leite dos nossos filhos como se fossem os definitivos. Engana-se quem pensa que dentes de leite não dão cáries. Por que não daria? Por aqui, no final do ano passado e para nossa surpresa, Benjamin fez uma obturação num dos últimos dentes do fundo. Já fazia algum tempo, eu andava desconfiada de que esse dente estava esquisito, com uma manchinha escura bem pequenininha, mais parecia uma sujeirinha. Escovávamos e nada dela sair. Comecei a ficar incomodada e preocupada se podia ser uma cárie. Marcamos dentista e confirmado, cárie! Fiquei bem triste com isso porque foi como se eu não estivesse cuidando direito dos dentinhos do meu filho.

Embora estivesse desconfiada disso, fiquei surpresa uma vez que Benjamin não come doce nenhum (não que seja isso o único fator para criar cáries) e cuidamos muito bem dos dentinhos dele. Pelo menos era o que eu pensava. Ele mesmo não arruma empecilhos no momento em que precisamos realizar os tais cuidados. Desde bebê, quando ainda não tinha dentes, realizávamos a higienização conforme a pediatra nos ensinou, passando uma gaze na gengiva para tirar todo o excesso do leite, principalmente quando entramos com a fórmula. Quando os dentinhos surgiram, passamos a cuidar ainda mais. Sempre escovamos os dentes dele após as refeições e usávamos pasta sem flúor.
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07 jan 2016

Dengue mata! Dicas para preveni-la

por
Gabi Miranda

Destaque, Filhos, Produtos, Saúde

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Chegou o verão e com ele uma grande preocupação: a Dengue. Todo mundo já sabe, mas nunca é demais repetir, a Dengue não é transmitida de pessoa para pessoa, é uma doença infecciosa, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, e aparece principalmente nas áreas tropicais e subtropicais, como o Brasil. O surto acontece justamente no verão, período de grandes chuvas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo.

A Dengue é uma doença séria e mata! Possui quatro tipos e todos com os mesmos sintomas: febre alta, dor de cabeça, dor nos olhos, no corpo, dor abdominal (principalmente em crianças), perda do paladar e apetite, manchas na pele, náuseas e vômitos, tontura, moleza, cansaço.

Como combater a Dengue? A melhor maneira é agir de forma preventiva, impedindo a reprodução do mosquito. O mosquito nasce e se cria em água parada, portanto é fundamental eliminar qualquer residente que possa acumular água. Em casa, conseguimos fazer isso tomando alguns simples cuidados:
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19 nov 2014

Hidratação: qual a quantidade de água que devemos beber durante o dia?

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Gabi Miranda

Bebê, Filhos, Saúde

É importante diariamente nos hidratarmos, mas com a chegada do verão precisamos nos policiar ainda mais. Eu tenho o defeito de não beber muita água. O momento da minha vida que mais ingeri água foi na gestação e no pós-parto. Há alguns meses, passei a ter pelo menos três garrafinhas de água ao meu alcance, na minha mesa de trabalho, e me esforço para tomar todas elas durante o dia, estando com sede ou não, e, ainda não acho suficiente.

Quase ninguém dá a devida importância – eu não dava, mas a falta de água pode provocar problemas de saúde. Nosso corpo é formado por cerca de 70% de água e todo nosso organismo precisa dela: rins, circulação do sangue, pele, respiração… o suor é composto de água, sódio, potássio e pequenas quantidades de cálcio e ferro. Se não bebemos água durante algum exercício físico, podemos ter algum sintoma de fadiga. A falta de água em nosso corpo pode ocasionar dor de cabeça, tontura, cansaço, indisposição, e, até pedras nos rins.
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29 out 2014

Benefícios da natação para o desenvolvimento infantil

por
Gabi Miranda

Filhos, Saúde

Benjamin é muito agitado, fazia algum tempo que eu pensava em colocá-lo em alguma atividade para gastar mais energia. A ideia não era ocupar todo o tempo dele com atividades. Mas fazer com que ele gaste a energia com hábitos mais saudáveis. Dizem que atividade física é boa para gastar energia e benéfica em vários aspectos também para as crianças. Benjamin já faz judô há dois anos e contei AQUI que agora está fazendo natação.

blog-fotos

Benjamin até então fez 10 aulas. Seriam 12, sendo que uma ele desistiu de fazer já dentro da piscina e foi logo na terceira aula de natação. Chorou, pediu para sair, disse que não queria mais voltar. Pensei que ele não ia querer voltar mesmo. Seria uma briga de galos, pois eu não estava disposta desistir dele de fazer natação. A outra ele faltou para viajarmos e quando voltamos ele foi firme nas aulas e passou a perguntar todos os dias se tinha natação. Já demonstra mais desenvoltura na água, mais habilidades nos exercícios propostos e coloca a cabeça embaixo d’água – coisa que a mãe aqui não faz e ficava pensando como ele aprenderia.
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07 out 2014

Como manter segura a carteira de vacinação do seu filho

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos, Saúde

Minha mãe mudou muito de casa quando eu era pequena e sabemos que toda mudança envolve deixar algo para trás. Ou no sentido figurativo, de deixar para trás o que não faz bem para a nossa vida. Ou no sentido de perder mesmo algo. Minha mãe deve ter perdido muitas coisas. Entre elas, minha carteira de vacinação.

Já na vida adulta, toda vez que eu ia tomar vacina, me deparava com a seguinte reação das pessoas do posto: “nossa, mas você não tomou quase nenhuma vacina!!!”. Depois que me tornei mãe, fiz a leitura dessa reação. “Nossa, mas como sua mãe é irresponsável, não te levou para tomar quase nenhuma vacina”. Em resposta eu dava aquele olhar de quem queria dizer “se eu não tivesse tomado, não estaria aqui na sua frente agora”.

E só depois que me tornei mãe, juntamente a esses episódios, passei a dar a devida importância à carteira de vacinação. Primeiro, antigamente, os postos de saúde não faziam histórico de vacina do indivíduo. Atualmente, é possível encontrar postos que fazem esse tipo de registro. No entanto só das vacinas que seu filho tomou naquele mesmo local. Ou seja, todas as vacinas que a criança tomar naquele determinado local, ficarão registradas num computador. As vacinas que não foram tomadas no mesmo local, não ficam disponíveis. Por isso, a importância das vacinas ficarem registradas na carteira de vacinação.
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16 set 2014

10 dicas de como escolher a escola de natação ideal para o seu filho e 6 do que levar na mochila para as aulas

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Gabi Miranda

Filhos, Saúde

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Em perigo, no alto mar, se você não sabe nadar, você morre. Sempre vi natação como algo essencial para sobrevivência. Então, tenho certo na minha cabeça, desde o nascimento do meu Ben, que ele aprenderia nadar desde pequeno. Já faz algum tempo desejava colocar Benjamin na natação. Por mim teria colocado aos seis meses de idade, mas a pediatra proibiu, dizia que piscina de academia era um depósito de urina, e indicou colocá-lo aos 2 anos de idade, quando já teria mais resistência.

Por conta da correria que vivemos por causa da mudança de residência/endereço, não o coloquei. Não sei nadar, tenho trauma pois já me afoguei no mar e não coloco a cabeça nem embaixo da água do chuveiro. Sério, não sei mergulhar sem tampar o nariz com a mão. Meu Ben já está numa fase que tem noção das coisas, inclusive medo. Não quis mais adiar e o colocamos na natação.

Semana passada foi sua aula experimental. Fiquei dias o preparando e no dia D ele estava super animado. Chegamos cedo, trocamos a roupa e ele empolgado. Mas na hora de entrar… aconteceu o que já imaginava. Benjamin grudou no meu pescoço e dizia que entraria só se eu entrasse também. Eu já estava com ele lá na beira da piscina, todas as crianças dentro, inclusive o professor. Agachei e conversei com ele. Confiante ele foi e não quis mais sair.
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18 ago 2014

Lavagem no ouvido: a retirada do cerume pode ser necessária ou não

por
Gabi Miranda

Filhos, Saúde

Na semana passada, levamos Benjamin à otorrino pediátrica. Após respondermos várias perguntas, ela foi examinado e a Dra. identificou o que já sabíamos. Ele precisava fazer lavagem no ouvido.

Como desconfiávamos disso? Benjamin, em seus três anos de vida, teve umas três ou quatro ocorrências de otite. E nesses casos os médicos sempre indicam entrar com antibiótico – o que sempre prefiro evitar. Numa dessas ocasiões, com a pediatra dele (e não no PS), descobrimos que ele tinha tanta cera no ouvido que não dava para ver muito bem lá dentro, de forma a confirmar se era mesmo otite. Então a médica pediu para que eu ficasse atenta com os diagnósticos sempre dados como otite.

Em 2013, após sua última otite, fomos ao otorrino e ele confirmou que Benjamin precisava fazer lavagem no ouvido. Eu não tive confiança nele. Era um doutor já mais velhinho e seu consultório mais velho ainda onde se viam os instrumentos de metais e grandes.
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