10 out 2013

Vínculo pelo toque

Acariciar a barriga durante a gestação e massagear o recém-nascido fortalecem o vínculo entre mãe e bebê

vínculo pelo toque

…O toque, por meio da auto massagem, é capaz de fortalecer o vínculo entre mãe e bebê e ainda traz benefícios para o desenvolvimento da criança. Estudos indicam: bebês que recebem carinho da mãe desde a barriga nascem se sentindo mais seguros, amados, sabem se relacionar melhor com o mundo e são capazes de lidar melhor com as pressões da vida.

É comprovado cientificamente que, a partir da 18º semana de gestação, o bebê já é capaz de reagir ao toque das mãos da mãe.

…após o nascimento é também por meio do toque dos pais que o beb~e se sente amado, seguro e tranquilo.

…a shantala, um método de massagem indiana desenvolvido especialmente para bebês, foi trazida do Ocidente pelo obstetra francês Frederick Leboyer, que, em viagem à índia, encontrou uma mulher massageando seu filho e ficou comovido com a ternura daquele momento de troca entre mãe e bebê. Pesquisas revelam que o método traz ainda benefícios físicos fundamentais para o desenvolvimento saudável do bebê: aumenta a velocidade da circulação sanguínea e linfática, o que contribui para a eficiência do sistema imunológico da criança; favorece favorece o funcionamento do intestino; previne cólica; contribui para um sono mais tranquilo; estimula a parte imunológica e estimula a a consciência corporal do bebê – que passa a ter maior domínio sobre seu próprio corpo – e da presença da mãe; e auxilia também no seu desenvolvimento emocional.

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25 jul 2013

Laços de Família

por
Gabi Miranda

Na Mídia

Produzi a matéria “Mãe com açúcar”, que está na edição de julho da revista Pais & Filhos. Nela, abordo os novos relacionamentos das avós com seus netos. Mostro como as avós mudaram ao longo do tempo. Todas são muito antenadas, realizam atividades diversas, tem vida social ativa, ajudam seus filhos na medida do possível e, mesmo com tantas mudanças, ainda mantém o posto de avó – um dos principais personagens na vida das crianças.

Adorei fazer a matéria porque toda a informação que colhi veio de encontro com o que acredito e fomentou ainda mais minhas crenças. Uma das coisas que tenho refletido muito é a importância da continuidade dos laços, a construção do vínculo, isso tudo falando de avós e netos. Pergunto-me: quem cria esses laços, quem forma tal apego?

A minha crença é de que os pais tem papel fundamental nessa construção. São os pais que devem fazer ponte entre netos e avós. Falo isso por experiência própria: minha mãe e meu pai são separados desde sempre. Ele morando no Rio de Janeiro desde que me conheço por gente. Ela, assim como meus avós, aqui em São Paulo. Lembro-me dela dando, o que na época eu julgava ser sermão, sobre a importância de visitar meus avós. Ela me levava até a casa deles, de ônibus até o outro lada da cidade – ela sempre morou numa ponta e eles em outra. Ela nos incentiva ir às festas de família, participar, estar junto. Clique e continue lendo!

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03 jul 2013

Festa Infantil Baby Guide

por
Gabi Miranda

Festas, Na Mídia, Scrap Bossa

Estamos na revista Festa Infantil Baby Guide

Fico impressionada quando alguém lembra detalhes da sua infância. Minha memória da infância não é lá tão cheia de arquivos, mas as lembranças que tenho são suficientes para saber que tive uma infância feliz. Tenho várias lembranças das festas de aniversários, por exemplo. Todas sempre preparadas pela minha mãe. Da bexiga ao docinho. Da decoração ao bolo. Sim, minha mãe era quem preparava o bolo. Todo ano era o mesmo sabor: floresta negra! Mas era delicioso!

Sinto que hoje em dia se perdeu um pouco aquele gostinho que se tinha antigamente as preparações das festas caseiras. Todo mundo compra tudo pronto. Talvez até pela praticidade. Muitas festas são realizadas em Buffet. Talvez também pela praticidade.

Acho que por ter visto minha mãe preparar a cada ano nossos aniversários, tenho tanto prazer em produzir a festa do meu Ben. Sem contar aquele clima que envolve todo mundo. Avós, tios, pais, todos mobilizados para organizar a festa do ano! É uma forma de viver a festa antes mesmo de ela acontecer. Os preparativos é tão gostoso quanto o dia D…
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23 maio 2013

O que você faz com amor?

por
Gabi Miranda

Na Mídia

Nem tudo a gente faz com amor. Quantas vezes acordamos para trabalhar e nos pegamos reclamando, mesmo que em pensamento, que está sem saco para ir para a empresa. O trabalho mesmo nem sempre fazemos por amor, muitas vezes é por necessidade.

Eu gosto do meu trabalho e me dedico assim como tudo a que me proponho fazer, mas devo revelar que desde que me tornei mãe consegui externar que esse não é o trabalho dos meus sonhos, aquele que me fez fazer faculdade por 4 anos, aquele me emociona e me preenche um pouco a cada dia.

Meu sonho sempre foi ser jornalista, conhecer pessoas, apurar, ouvir e contar suas histórias. O que eu nunca imaginei, foi que um dia a maternidade se tornaria uma das minhas pautas preferidas. Aquilo que eu faria com AMOR e ENTREGA total!

O que jamais passou pela minha cabeça, foi que dia escreveria para a revista mais antiga e conceituada no assunto: Pais & Filhos. Escrever sobre maternidade tem sido de um prazer imensurável, além de ser um aprendizado como mãe e profissional. Essa é uma das coisas que tenho feito com AMOR! Clique e continue lendo!

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22 maio 2013

Estou no confessionário…

por
Gabi Miranda

Na Mídia

Estou lá no Bebe.com.br desabafando sobre os elogios que não me fazem como mãe.

“O meu marido só faz exercer o seu papel, o que também faço como mãe. A diferença é que ele ganha reconhecimento por isso e eu não.”

Leia meu depoimento inteiro AQUI!

bebe.com

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01 mar 2013

Culpa, sim!

por
Gabi Miranda

Na Mídia

Recentemente, produzi uma matéria para a revista Pais & Filhos, publicada nesse mês de fevereiro. O nome da matéria: “Culpa, sim”.

Foi um trabalho muito gostoso de fazer, por n motivos. Por ser mãe e acreditar que toda mãe sente culpa, inevitavelmente, em algum momento da vida. Foi uma oportunidade de me aprofundar mais nesse tema. Conhecer outras histórias. Trocar experiências. E, principalmente, uma oportunidade de aprender com outras mães e algumas profissionais psicólogas.

De cada entrevista tirei uma lição. Depois de tanta pesquisa, ficou clara uma coisa: culpa é um sentimento cotidiano de toda mãe. Nenhuma está livre desse sentimento. AQUI tem um depoimento que fiz para o site da Revista Pais & Filhos, onde falo sobre isso.

Sentimos culpa pelas maiores e menores falhas que cometemos, pelos desejos que sentimos e pelas decisões (algumas vezes) contrárias do que nossos filhos desejam. Exemplos:

1. Âmbito desamparo-maternal: por esquecer um compromisso da escola, por não ter colocado a blusa na mochila (em pleno verão de 40º), por não estarmos presentes o tempo inteiro, por ir à academia quando poderia ficar com o filho, (por várias outras questões maiores como: não amamentar, parto, etc.). Clique e continue lendo!

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11 dez 2012

Cheia de Bossa

por
Gabi Miranda

Na Mídia

Eu contei aqui que participei do brunch da campanha “Culpa, não”, promovida pela revista Pais & Filhos. O que não contei é que fui escolhida pela revista para dar uma entrevista para a seção “Família é tudo”. Exerci aí uma das coisas que aprendi durante a gestão: paciência – neste caso, paciência para esperar chegar a revista e compartilhar com os amigos e familiares. Por isso não contei nada antes.

Meu exemplar chegou sexta-feira (07/12) e foi uma grande surpresa! A gente sempre acha que vão publicar justamente a foto que não gostamos, um comentário que fizemos e depois achamos que não devíamos ter feito, ou seja, criamos uma expectativa enorme e depois ficamos um pouco frustrados.

Mas a expectativa superou. Amei a foto que ocupa metade da página. Amei todas as fotos que registram alguns detalhes da nossa casa. Amei demais o título: Cheia de Bossa. Nós amamos! Benjamin já entendeu que tem uma foto dele na revista, não sabe como, mas sabe que tem e aí quando vê a capa do mês quer a todo custo pegar a revista e fica olhando como se tivesse lendo. Maridão comprou alguns exemplares e já combinamos: vai ser mais uma lembrança… Avós, tias e tias-avós também já compraram. Quer dizer, o negócio já se estendeu para a família toda.  Clique e continue lendo!

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14 nov 2012

Trabalho x maternidade

por
Gabi Miranda

Na Mídia

Dia desses participei do brunch da campanha “Culpa, Não!” Confesso: havia pego certa bronca da campanha porque encontrava só depoimento negativo, de mães com uma carga de culpa bem grande.

Mas aí fiquei sabendo que nesse mês o tema era trabalho x maternidade. Na mesma hora fui conferir e enviei meu depoimento, nesse caso, assim como nos últimos temas, faço parte do lado das mães sem culpa. E esse assunto me interessava bastante.

No evento pude conferir que tinha formado uma opinião errada sobre a campanha. Tem mãe culpada e mãe sem culpa – que é o meu caso. Não digo sem culpa nenhuma. Mas com relação ao tema do mês: trabalho x maternidade, minha culpa é zero. Obviamente, no fim da licença maternidade sofri, senti culpa, mas as coisas se encaixaram e se resolveram.

Eu me incomodo um pouco com tantos depoimentos negativos, isso em geral na blogosfera, e não só o que via na campanha: mãe que dá papinha e sente culpa, mas não muda; mãe que não conseguiu amamentar e também sente culpa, comparação entre mães; mãe que julga a outra que fez parto cesárea (ou o contrário), mãe que quer ser perfeita, mãe que se sente mais mãe, o meio, etc… Não serei hipócrita, acredito sim que existam mais ou menos mães e pais, mas porque desempenham seus papéis com irresponsabilidade, não se entregam totalmente ou porque simplesmente não assumem as responsabilidades que exige a maternidade/paternidade. Clique e continue lendo!

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