03 abr 2017

Criando meninas

por
Gabi Miranda

Destaque, Livros, Puericultura

Criando meninas

Li recentemente o livro “Criando meninas”, do psicólogo Steve Biddulph, mesmo autor de “Criando meninos”, e a obra me trouxe bastante reflexões. A leitura me fez pensar muito sobre a criança que fui, sobre algumas experiências que tive na infância, o quanto estou me conhecendo melhor através do convívio com a Stella, sobre a minha responsabilidade em criar uma menina – pois sabemos, os perigos de ser uma mulher é grande!, na mulher que eu desejo que ela se torne, no quanto precisamos ensinar as meninas se defenderem e expressar claramente suas necessidades e opiniões, no quanto terá de mim dentro da minha filha (nós somos muito parecidas com as nossas mães, embora possa não parecer), na importância de ter por perto mulheres fortes que exerçam outras formas de influências (e aí sinto muito por minha mãe não estar aqui e ser uma dessas mulheres). E me fez pensar, sobretudo, outra coisa: que oportunidade maravilhosa essa tal de maternidade.
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22 dez 2016

Meus livros em 2016

por
Gabi Miranda

Destaque, Livros

Uma das minhas metas de 2016 era ler pelo menos 10 livros. Acabei superando a meta e li 15. Pode parecer pouco, mas só quem é mãe entende. Antes da maternidade eu lia dois, três livros ao mesmo tempo. Quando o Benjamin nasceu, o ritmo caiu bastante e um ano depois consegui voltar a ler um pouco mais. Quando a Stella nasceu vi que ter dois filhos era vida louca. Foi quando me coloquei essa meta. Muita gente pergunta: como você consegue ler com dois filhos, trabalhando fora, mantendo o blog?

Eu consigo ler porque desde que voltei a trabalhar da licença maternidade da Stella, passei a andar de condução. Pensei que isso seria um sofrimento pra mim, mas de início comecei a pensar o lado positivo e de cara veio a leitura. Meu momento de leitura é no metrô. Quando esqueço meus livros, confesso é meio chato. Mas quando tenho um livro na bolsa, a viagem se torna agradável. Algumas vezes li antes de dormir – o que eu fazia muito antes da maternidade. Mas agora, eu deito e durmo mesmo, raramente leio. Então a resposta para a pergunta acima é: leio meus livros só andando de metrô!
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25 nov 2016

Como desenvolver o hábito de leitura nas crianças

por
Gabi Miranda

Destaque, Livros, Livros infantis

Recentemente comecei a ler um livro com capítulos grandes para o Benjamin. Temos o costume de ler sempre livros de histórias curtas, dessas que se lê em minutos. E nos últimos tempos, três pessoas me falaram que começaram a ler livros com histórias grandes para os filhos. Primeiro uma colega me pediu uma dica para começar a fazer isso com o filho, eu não tinha como ajudá-la. Depois uma amiga disse que iniciou esse hábito. E uma das minhas primas comentou que está lendo Monteiro Lobato para a filha dela de 4 anos. Benjamin tem a coleção completa de Monteiro Lobato e eu não tinha pensado que podíamos começar a lê-los, achei que ele ainda fosse muito novo.

Comecei a refletir sobre isso. Em tempos de tecnologia avançada, as crianças nessa idade só querem ficar grudadas no celular ou ipad. Se tem idade para ficar jogando, assistindo filmes e até ouvindo histórias nesses aparelhos, tem idade para desenvolvermos o hábito de leitura também. Principalmente, com livros de histórias grandes. Além disso, dia desses li no site da revista Crescer, 4 dicas para seu filho aprender a esperar e uma delas é sobre contar histórias em capítulos, um pouco cada dia, como uma forma da criança aprender a esperar, ter paciência, já que faz ela aguardar o desfecho da história (rá! não me contaram histórias grandes quando pequena).
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12 set 2016

Produtividade para quem quer tempo

produtividade

 

Sempre duvidei das amigas que trabalham em casa e afirmam não ter tempo pra nada. A conta não fechava na minha cabeça. A ideia que eu tinha é que se a pessoa não trabalha fora, tem mais tempo para fazer as coisas em geral, consequentemente, consegue administrar e planejar melhor suas atividades. Foi só passar alguns dias em casa, percebi, quem trabalha fora acha que se não trabalhasse produziria mais. E quem não trabalha fora, acha o inverso disso. E aí ninguém consegue produzir como gostaria porque nunca dá, porque não tem tempo, porque tem muita coisa pra fazer, porque sempre tem que…. Estou refletindo há dias sobre a pergunta você é produtiva ou ocupada? até que marido fez um curso sobre o assunto, me trazendo algumas ideias, e, em seguida a Editora Gente me mandou o livro “Produtividade para quem quer tempo“, de Geronimo Theml, um estudioso sobre produtividade e empreendedorismo.

O autor apresenta considerações interessantes sobre produtividade e dicas úteis para organizar melhor nossos dias, alertando sobre o cuidado de não nos deixarmos levar pela enxurrada de distrações que roubam nosso tempo sem percebermos – lembrando que a terceira lei de Newton diz que, para cada ação existe uma reação, e isso se aplica também à produtividade. Esse é um assunto que tem chamado muito minha atenção porque a chegada da Stella mexeu com a forma como eu divido meu tempo, e, principalmente, enraizou em mim um questionamento intenso sobre o sentido das coisas que faço, mas isso é assunto para outro post. Todos nós, independente se trabalhamos fora ou não, desempenhamos diversos papéis na vida: mãe, esposa, filho, colaborador de alguma empresa, estudante, do lar, blogueira, etc… e cada papel desses tem várias funções no dia a dia. São inúmeras atividades para realizar e Geronimo Theml classifica em:
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15 ago 2016

Por que o bebê chora quando você sai do quarto?

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Livros, Puericultura

Porque o bebê chora quando você sai do quarto?

 

por que o bebê chora

Imagem do Google

Do livro Bésame Mucho – Como criar seus filhos com amor
Dr. Carlos González

O imediatismo é uma das características do choro infantil que assombra e irrita algumas pessoas. “É deixá-lo no berço e ele começa a chorar como se o estivessem matando”. Para alguns especialistas em educação, essa é uma desagradável faceta da personalidade infantil, e o objetivo deve ser vencer o seu “egoísmo” e a sua “obstinação”, ensiná-los a atrasar a satisfação dos seus desejos. Por que não pode ter um pouco mais de paciência, por que não pode esperar um pouco mais?

Nossos filhos pequenos começam a chorar com todas as suas forças quando se separam da mãe. Choram ainda mais forte em cinco minutos e somente param de chorar por esgotamento. Não parece lógico! Mas, sim, é lógico. Começar a chorar de maneira imediata é o comportamento “lógico”, o comportamento adaptativo, o comportamento que a seleção natural favoreceu durante milhões de anos, porque facilita a sobrevivência do indivíduo. Naquela tribo de 100.ooo anos atrás, se um bebê separado de uma mãe chorasse de forma imediata e com toda a potência do seu pulmão, sua mãe provavelmente voltaria imediatamente para pegá-lo. Porque essa mãe não tinha cultura, nem religião, nem conhecia os conceitos de “bem, “caridade”, “dever” ou “justiça”. Não cuidava de seu filho porque pensava que era sua obrigação, nem porque tinha medo da prisão ou do inferno. O choro do bebê simplesmente desencadeava nela um impulso forte, irresistível, de acudi-lo e acalmá-lo.
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27 jun 2016

O poder do discurso materno

O poder do discurso materno

As lembranças se organizam na consciência por meio de palavras, que quase sempre foram proferidas por nossa mãe. Assim, organizamos as lembranças do ponto de vista do discurso materno – que em geral está distante da nossa real experiência infantil – e acabamos por vestir certos personagens, atuando sempre da mesma forma na esperança de obter amor e aceitação. Quantas de nossas dificuldades afetivas, profissionais e familiares advém daí? – (O poder do discurso materno)

o poder do discurso materno

Tenho muitas opiniões sobre o livro de Laura Gutman: O poder do discurso materno. A autora me decepciona um pouco ao final da obra, quando fala sobre abuso sexual. Na verdade, a Laura me decepcionou na palestra que assisti recentemente, quando afirmou que a culpa dos abusos sexuais que algumas crianças sofrem, é da mãe. Mas não quero falar sobre isso nesse momento. Quero falar do aprendizado positivo do livro. Achei um pouco dolorido lê-lo porque nos reconecta com a nossa infância, com a criança que fomos, com os rótulos e personagens que ganhamos ao longo da vida. Por outro lado, essa conexão é importante para nos fazer enxergar o mundo e os nossos filhos a partir da nossa vivência.
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10 jun 2016

Onde está Frozen – Biblioteca do Ben

por
Gabi Miranda

Livros, Livros infantis

Dica de livro para presente: Onde está Frozen? uma aventura congelante

livro onde esta frozen

Sempre que eu pegava Benjamin na escola, parávamos num shopping próximo para esperar o marido. Lá ficávamos numa livraria Saraiva, um dos lugares preferidos do Ben (eita menino que não pode ver uma livraria e um cinema). Como íamos quase que diariamente, o difícil era conter o ímpeto de comprar um livro toda vez. Numa dessas explorações, Ben encontrou o livro “Onde está Frozen?“, do filme Frozen uma aventura congelante. Os pais que curtiram “Onde está o Wally?“, certamente não resistiriam e comprariam a edição do simpático livro do Frozen para seus filhos. Foi o que fiz.

Na época, por apenas R$20,00, garanti (e ainda garanto porque vira e mexe, Benjamin pega esse livro) uma atividade que estimula a concentração, curiosidade, associação, observação e a inteligência dele. São 8 cenas do filme, com personagens e objetos camuflados para a criança achar. Em cada uma das páginas tem as instruções do que procurar e ao final do livro é possível encontrar mais indicações para voltar ao início e começar a brincadeira tudo de novo, com diferentes desafios.
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18 abr 2016

2 dicas de livros infantis para incentivar a leitura

por
Gabi Miranda

Destaque, Livros, Livros infantis

Hoje é Dia Nacional do Livro Infantil, não podia deixar de dar dicas de alguns livros infantis que adoramos aqui em casa

livros infantis

 

Não é surpresa para ninguém, quem nos acompanha sabe o quanto amo livros e aqui em casa incentivo bastante o Benjamin porque acredito que quanto mais eu estimular, mais chances tenho de ver meu filho virar um adulto que gosta de ler. A leitura infantil abre muitas portas para um universo infinito de possibilidades. O hábito da leitura traz muitos benefícios: desenvolvimento de repertório, capacidade de comunicação (falada ou escrita), estimula a criatividade, conhecemos outros mundos.

Esse ano tenho três objetivos em relação a leitura. 1. Ler ao menos um livro por mês; 2. Comprar um livro por mês para o Benjamin. Estou conseguindo atingir a minha meta, já estou no sexto livro do ano e estamos em abril, estou aí com a média de leitura acima do projetado. Já a segunda meta não tenho batido, mas por uma razão muito simples, Benjamin ganha bastante livros e não vejo necessidade de comprar, tento de alguma forma seguir um consumo consciente. Mas no mês que ele não ganhar nenhum livro vamos sim comprar juntos. 3. Levá-lo para conhecer uma biblioteca. Ainda não fomos em nenhuma de verdade. Ele gosta tanto de ir à livraria, que tenho certeza, vai gostar de biblioteca também.
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12 abr 2016

Grande Magia: vida criativa sem medo

Saber identificar os nossos medos é importante para nos conhecermos melhor e ter uma vida mais criativa, mesmo que isso dê medo. A grande magia está em aprender com os nossos medos e ensinar nossos filhos aprenderem com os deles.

Grande Magia

Em seu novo livro “Grande Magia: vida criativa sem medo”, Elizabeth Gilbert, compartilha histórias pessoais e de pessoas que enfrentaram seus monstros internos para ter uma vida mais produtiva e faz uma reflexão interessante sobre o que significa uma vida criativa. Para a autora, ser criativo é levar uma vida pela curiosidade, e, mesmo sentindo medos, ter coragem. Não dá para comparar os livros, pois são bem diferentes, mas não gostei tanto desse quanto gostei do Best Seller “Comer, Rezar e Amar”. No entanto, deu para tirar uma lição proveitosa: eu preciso ensinar meus filhos a lidarem com seus medos.

Quando falo  de “viver criativamente”, estou falando de maneira mais ampla. Estou falando de viver uma vida mais motivada pela curiosidade do que pelo medo. Elizabeth Gilbert

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05 abr 2016

A Mãe e o tempo: ensaio da maternidade transitória

por
Gabi Miranda

Destaque, Livros, Puericultura

A Mãe e o tempo: ensaio da maternidade transitória, mostra como a sociedade não acolhe a mãe

Li o livro “A Mãe e o tempo: ensaio da maternidade transitória” grávida da Stella. Ao ler achei um pouco pesado para o momento, mas na época fiz anotações no próprio. Dia desses estava refletindo sobre como a maternagem nos transforma e nos faz questionar, no quanto a prática de maternar é diferente da teoria. Isso tudo porque eu pensava no esquema de vida que tenho com as duas crianças e traçava com os conselhos alheios. Porque sempre tem alguém, na tentativa de querer ajudar, pronto para “aconselhar” o que é melhor para você e sua família – e acredito mesmo que não seja por mal. Mas a realidade é sempre bem diferente da teoria. Foi quando procurando um livro, me deparei com esse novamente e peguei para folhear. Lá estavam todas as questões grifadas por mim, todas que nessa licença maternidade me assombraram ainda mais do que em qualquer momento desde que me tornei mãe.
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