18 set 2017

Desempregada nas férias – o jeito é vadiar

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

férias

Amo tirar férias. Ainda mais quando parece que vou surtar e as férias se tornam necessidade absoluta. E vou contar um segredo: volto uma casa quando penso em empreender e lembro que as chances de ter férias diminuem. É muito prazerosa a ideia de ganhar dinheiro durante um mês que você não vai trabalhar. Férias é momento de curtição remunerada. Mas… fiquei desempregada no último dia antes de sair de férias. Rá! O jeito agora é desencanar e vadiar nos próximos 30 dias que seriam minhas férias.

Vou viagem e tirar alguns dias de descanso. A viagem em si já é algo libertador pra mim. E fico contando as horas para chegar. Estou aqui pensando como foi difícil decidir o destino e como demorou pra chegar esse momento. Fechamos com muita antecedência e isso me faz lembrar o Leo Jaime outro dia dizendo que escolher o destino com antecedência é como saber se vamos querer transar todo dia às 11 da noite. Pois por mais que a ideia agrade, a gente nem sempre sabe se vai estar no clima. Faz sentido já que não sabemos como estará nosso humor no dia, na hora na semana (e se ficaremos desempregados). A dois dias para nossa viagem, estou bem animada. Afinal, o que não tem remédio, remediado está.
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11 set 2017

Todas as minhas amigas estão fazendo dieta

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

dieta

Dieta, todas as minhas amigas estão fazendo uma. Juro. As amigas do trabalho. As amigas fora dele. Eu não saberia o que é isso se não fossem elas. Eu nunca fiz, a genética me favorece (beijinho no ombro). Mas sei que existe um milhão de opções. Dieta Dukan. Dieta seca barriga. Dieta macrobiótica. Dieta do ovo. Dieta Mediterrânea. Dos pontos. Dos 3 dias. Do carboidrato. Da proteína. Do Dr. Atkins (?!). Japonesa. Do limão. Líquida. Da lua. Dieta, dieta, dieta… e elas começam na segunda-feira.

Nada contra a quem faz. Mas quando as amigas entram em regime, eu sofro também. Além de ficarem chatas porque começam a se privar de comer o que gostam, falta caloria, elas deixam de comer tudo e negar convites para certas orgias alimentares. E gente, amo comer! E gosto de comer em boa companhia. Minha alimentação está longe de ser saudável. Mas eu como o que tenho vontade, sem medo de ser feliz (e de engordar, rá!). Há quem diga que sou magra de ruim. Meu manequim oscila entre 36 e 38.
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01 set 2017

Setembro, chegou! Hora de renovar as energias

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

setembro

Amo setembro, mês que anuncia a primavera, consequentemente promessa de muitos dias de sol. Muitas pessoas recalculam suas metas em julho ou agosto. Pra mim, é em setembro que recalculo como tem sido o ano. E que ano tem sido 2017 aqui pra gente! E pro Brasil todo. Aqui em casa fomos pegos de surpresa com uma situação que acabou mudando as nossas vidas. Não sei que lição é para tirarmos disso, mas ainda enxergo como uma grande oportunidade de fazer algo diferente.

Logo, esse setembro está com gostinho de agarrar com mãos, braços (e pernas) todas as responsabilidades que envolvem essa ocasião. Aliás, para qualquer projeto de vida, independente do que fazemos, da idade em que estamos, se não nos colocarmos no caminho do que desejamos, ninguém vai pegar nossa mão e nos colocar lá. Né?! Estou entrando em setembro com vontade de fazer crescer e florescer meus sonhos. E tenho pensado muito que enquanto nós não levamos a sério nossas metas, elas continuarão estacionadas.
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31 jul 2017

Como é difícil ser mãe de dois

Ser mãe de dois é mais difícil do que se pensa

mãe de dois

A gente acha que vai ser fácil porque já temos a experiência em como lidar com algumas situações. Mas é muito difícil ser mãe de dois. Nesse fase da vida, sinto que estou sempre em débito com um dos meus filhos. E porque trabalho fora, sinto que minha dívida está ficando enorme, pois não consigo equilibrar meu tempo, afazeres e atenções. Percebi há algum tempo, num simples comportamento do filho mais velho.

Olhando aí pelas nossas fotos no instagram, ninguém percebe. Meu primogênito comporta-se como uma criança da sua idade. Não está mais na fase dos Terrible Twos, mas tem dias bons e ruins. Claro que eu adoraria que permanecesse só os dias bons, os quais ele é um menino incrível que parece a frente do seu tempo e idade. Mas os dias ruins servem para me lembrar o quanto ele precisa de mim, impondo limites e oferecendo todo o amor que eu puder. Serve também para me advertir da responsabilidade que tenho, do equilíbrio, resiliência e paciência que preciso exercitar.
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24 jul 2017

Meu processo de coaching

Desde quando perdi minha mãe, me dei conta que meu mundo se dissolveu. Logo em seguida a Stella nasceu e percebi que a ordem e as prioridades da minha vida já não eram mais as mesmas. Antigos sonhos se diluíram para dar espaços a novos. Há dois anos exatos a Stella nasceu e com ela nasceu também a urgência de transformação e mudança. Pessoal e profissional. Sempre fui uma pessoa decidida e batalhadora, mas acho que nunca precisei da audácia necessária de agora. Por isso comecei meu processo de coaching. Tornei-me coachee.

Passada a fase de achar que precisava de uma consultora de estilo, ou de ir mais à igreja, descobri que é tempo de ter mais clareza das escolhas a serem feitas, de ter mais confiança, desenvolver as ideias e comportamento, de obter mais desafios, de maximizar meu potencial, de autodescobertas, de ser ao invés de ter!

Descobri que ser feliz é mais importante do que ter algumas coisas. Resolvi assumir que preciso fazer algumas mudanças. Sei que me dedicando 100% do tempo para meus filhos e casa não me faria feliz completamente. Mas meus filhos estão crescendo e sinto que estou perdendo a melhor fase da vida deles. E me dói perceber isso. Ainda mais quando penso que talvez nem tenha mais outro filho para que eu possa fazer algo diferente. E também não tenho outra vida. Está valendo essa aqui e agora que estou vivendo. Eu queria muito poder conciliar as duas coisas: trabalho e filhos. Mas como? Foi então que decidi fazer coaching.
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21 jul 2017

Porque estamos fazendo a mudança de escola das crianças

mudança de escola

Vida de mãe é cheia de emoção. Quando está tudo tranquilo, feito um mar calminho, vem uma onda forte e nos pega de surpresa. Sem contar as alterações constantes de fases. Conseguimos fazer a criança dormir na cama dela sozinha, aí vem a fase do medo de escuro e voltamos 3 casas nesse jogo da maternidade. O bebê largou a chupeta e logo vem a hora de largar a mamadeira. De repente, eles saltam do ensino infantil para o fundamental e lá vem mais uma fase de adaptação. Pois é, estamos passando uma fase de várias mudanças por aqui e entre elas, pela segunda vez, a mudança de escola. E todo mundo tem me perguntado porque estamos mudando as crianças de escola.

Nós amamos a escola atual das crianças, não aconteceu nada na escola que nos tenha feito tomar essa decisão. Mas a vida é uma grande transição que às vezes nos obriga a tomar decisões que muitas vezes não teríamos coragem se não fosse o empurrãozinho dela. Não sei se vocês já passaram por uma situação como querer mudar de endereço para morar mais perto do trabalho. A mudança de escola é algo desse tipo. Aconteceu algo definitivo que nos fez tomar essa decisão, mas essa escolha vem de encontro com alguns desejos meus de dar mais qualidade de vida para meus filhos, assim como passar mais tempo com eles. Meio que o Universo está conspirando para projetos futuros. É isso que estou encarando esse momento.
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12 jun 2017

Minimalismo: o que é importante na sua vida?

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Há algum tempo me preocupo com o consumo exagerado de coisas desnecessárias. Tenho uma história um tanto negativa com dinheiro. Já fui consumista impulsiva e atualmente luto pelo consumo consciente na minha vida. Na verdade, desde que me tornei mãe penso muito nesse assunto. Porque não quero que meus filhos sofram ficando presos numa perspectiva de que bens materiais são importantes para posicioná-los em algum status bacana, baseado no que os outros ou a mídia falam. Semana passada assisti ao documentário Minimalism que nos convida para uma reflexão sobre que coisas de fato adicionam valor à nossa vida. Terminei o documentário com desejo de trazer pra minha vida a filosofia do Minimalism.

Claro que esse é um tema difícil pra mim que vez ou outra me pego consumindo algo que não preciso. Que estou num processo de destralhamento em casa desde janeiro. Que tenho dois filhos – e como é difícil ser minimalista numa casa com duas crianças (eles tem mais brinquedos do que todas as coisas que temos junto em casa). Mas quero tentar.
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31 maio 2017

Organização, Minimalismo e Budismo na minha vida

Desde que começou o ano venho buscando uma transformação pessoal. Tenho internamente uma questão muito conflituosa em relação ao fato de trabalhar fora e querer ter mais tempo para meus filhos. Simplesmente não tenho coragem ainda para tomar uma decisão porque tenho aí muitas dúvidas. Daí que surge essa necessidade de me transformar pessoalmente e isso significa me conhecer melhor. Nesse processo, tenho lido e pesquisado bastante alguns assuntos que me interessam e que acredito possam contribuir para o meu progresso. Resumindo, os  assuntos que venho estudando são: organização, minimalismo e budismo.

Ah, mas o que esses assuntos tem a ver com a sua transformação, com seu trabalho e seus filhos? Tem tudo a ver! E vou explicar cada item.

Organização, Minimalismo e Budismo 

Organização

Basicamente, ser desorganizado nos faz desperdiçar tempo. E o desperdício acontece quando não sabemos muito como usar nosso tempo e acabamos usando com o desnecessário. Quando somos organizados, temos mais clareza das nossas prioridades e isso nos ajuda a colocar em prática o que queremos. Tenho buscado ser organizada no sentido mais amplo da palavra. Na minha casa, com todas as nossas coisas (desde guarda-roupa até armários de cozinha), no meu dia a dia em geral. Isso porque todos os dias precisamos tomar decisões, das mais complexas as mais simples como “com que roupa vou trabalhar”. Nós que temos filhos, tomamos ainda mais decisões do que possa imaginar. E tomar decisões levam tempo e gastam nossa energia. Por isso, tenho passado por uma enorme organização lá em casa. Algo que não acaba nunca, principalmente porque não disponho do tempo necessário para fazer tudo de uma vez, mas estou caminhando. Ser organizado nos ajuda a otimizar e poupar bastante tempo. E com certeza nos ajuda a descobrir o que é importante para na nossa vida.
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11 maio 2017

Filha de mãe solteira com muito orgulho

Outro dia comentei no instagram que a história da mãe do Marcos Piangers era muito parecida com a história da minha mãe. Choveu de gente me mandando mensagem compartilhando sua história e falando que não sabia que eu era filha de mãe solteira. Pois bem, sim, sou filha de mãe solteira. Acho que nunca tive dimensão exata do que isso significava e vim ter só na vida adulta e com exatidão das dificuldades, após a minha maternidade.

filha de mãe solteira

Sempre admirei minha mãe. Sempre a achei uma mulher porreta. Ela criou duas filhas sozinhas. E não apenas por isso, mas pela história de vida dela. Por todos os desafios, por todas as suas escolhas, por tudo o que ela enfrentou, pela coragem e alegria de viver que permaneciam vivos dentro dela. Das escolhas, eu contaria aqui uma delas, mas não tenho esse direito. Foi algo que só no fim da sua vida, reconheci o tamanho do sofrimento que ela carregou.
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08 maio 2017

O que você quer de dia das mães?

Dia das mães

Toda mãe quer vale-banheiro, uma noite inteira de sono, tempo pra ler ou para rever as amigas, presente de dia das mães não falta. Só quem é mãe sabe o quanto é maravilhoso e enriquecedor esse cargo, mas também o quanto é cansativo. Vivemos ligadas mesmo dormindo, muita coisa para pensar, tem o medo de errar, a vontade de querer ser a mãe perfeita e a culpa para nos assombrar vez ou outra. A responsabilidade é grande: participar e promover uma vida para que nossos filhos cresçam bem e saudáveis.

Estão aí as infinitas (e emocionantes) propagandas sobre as mães rolando desde abril e que não me deixam mentir. Mãe tem uma missão importante! Acompanhar, proteger – não em demasia, ensinar o caminho, deixar ir e estar sempre pronta para receber de volta. Mãe também não está pronta para ser mãe, nos construímos nessa relação transformadora que é a maternidade. Mãe é um ser humano como qualquer outro, sendo assim temos nossas próprias limitações. Mãe vale ouro (e não é de ferro). Amamos incondicionalmente. Mas temos vontade de jogar tudo para o alto sim, às vezes gritamos, perdemos o controle, incontáveis vezes, a paciência – principalmente quando a criança faz manha bem na hora que precisamos sair, quando pela milésima vez colocamos o bebê no berço e ele arregala os olhinhos.
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