06 mar 2013

A maternidade é um mito (mas a vida é melhor com filhos)

por
Gabi Miranda

Comportamento, Desabafo, Maternidade

Por indicação de minha amiga Bruna, conheci o blog “Manhê… abaixa o som!” que reúne várias entrevistas bacanas. Li a entrevista com Marcia Tiburi, onde a primeira questão abordada é: a maternidade é um mito?

Marcia Tiburi, como boa filósofa que é, descreve sua opinião a respeito e afirma: sim, podemos dizer que em alguns aspectos, a maternidade é um mito. Mas o é, sobretudo, por ser uma peculiar condição política.

Refleti dias a respeito de tudo que li nessa entrevista. Não porque eu precisava de mais argumentos ou porque era contra as informações que tinha lido. Mas para esclarecer algumas coisas dentro de mim. Para assumir meus próprios sentimentos com relação à maternidade.

Cheguei à conclusão que faço certa apologia à vida materna. Eu já falei que filho traz felicidade sim e sempre falo para as amigas que filho é a melhor coisa do mundo (pra mim é realmente!). Tenho uma amiga que não tem filho (ainda) e eu vivo lhe perguntando: quando você vai ter um bebê?
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22 fev 2013

Rotina Compartilhada

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Aqui em casa não aderimos à cama compartilhada, mas recentemente adotamos a rotina compartilhada.

A rotina compartilhada consiste em dividir as rotinas do Ben entre os dois: pai e mãe.

Devo confessar que eu monopolizei duas das rotinas desde que Benjamin nasceu: banho e hora do sono. Sempre fui eu que dei banho e o fiz dormir. SEMPRE! Claro que algumas vezes deixei o marido fazer, mas era uma vez a cada 30 dias.

No início do ano propus ao marido:

– Vamos compartilhar algumas rotinas?

Ao que ele respondeu de bate–pronto, sem ao menos ouvir a proposta:

– Vamos!!! Você vai acordar mais cedo um dia sim outro não para cuidar dele?

(é SEMPRE o marido quem acorda mais cedo para arrumar o Benjamin antes de sairmos durante a semana)

Respondi: – Calma, não precisa radicalizar…

Bom, o que o marido não sabia era que a intenção da minha proposta era beneficiá-lo. Em segundo plano, juro, estava a minha intenção de ter uns breves momentos livres.
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25 out 2012

Ter filhos traz felicidade?

Alertaram-me: a matéria de capa da revista Época dessa semana é pessimista, mas consegue ser salva ao final. Fui em frente com a leitura. Pasmei. Não consigo entender como as pessoas querem algumas mudanças, mas sem as responsabilidades que essas mudanças carregam.

Exemplo bobo: Queremos incansavelmente ser adultos, morar sozinhos, ser independentes, mas não queremos pagar contas e queremos de preferência que nossa mãe apareça em casa um dia sim outro também para organizar, lavar, fazer comida. Queremos casar, mas de preferência continuar com alguns programas que faziam parte da vida de solteiro. Desejamos ter filhos, mas sem acordar de madrugada, sem limpar bumbum sujo de coco, sem fazer mamadeira, sem ouvir choro, sem ter que lidar com birras, sem dar banho, sem ter que deixar de ter tempo pra você, sem dor de cabeça, sem preocupação, sem responsabilidade, sem nada! Como viver essas e outras possibilidades sem os impactos que elas carregam?! Clique e continue lendo!

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19 jun 2012

Coisas pra fazer com seus filhos antes que eles cresçam

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Desafio: Coisas pra fazer com seus filhos antes que eles cresçam

Alguém aí acompanhando o desafio “100 coisas para fazer com seus filhos antes que eles cresçam”?! É assim, a Gelatina Royal convidou 5 mães/pais blogueiros para inspirar você a transformar pequenos momentos com seus filhos em momentos inesquecíveis.

Estou achando a iniciativa da Royal incrível porque tem ideias simples e que podem fazer a diferença no nosso dia a dia, além de eternizar o tempo em forma de lembranças.

desafio

O desafio vai rolar ao logo de 20 semanas, todo dia tem texto com uma ideia bacana. Os blog participantes são: Meu projetinho de vida; A vida como a vida quer; Coisa de Mãe; Potencial Gestante e Dica de Mãe.

Todos os blogs estão de parabéns. Sério, gosto de todos. Mas gostei de dois posts, que achei particularmente especial, da Roberta Lippi: A árvore e a régua de crescimento; e Por trás das lentes.

O site do desafio ainda trás receitas deliciosas e fáceis de preparar.
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11 jun 2012

Um ano de paternidade: coadjuvância premiada (por Roberto Piffer – o marido)

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Um ano de paternidade merece ser comemorado

Nessa semana não só o pequeno Ben completa seu 1º aniversário. “Coincidentemente” também completo um ano, mas como pai. Engraçado que a Gabi já é mãe desde que ouviu o coraçãozinho do Benjamin palpitando dentro da barriga. Ou seja, ela é mãe há um pouco mais de tempo que eu.

Mas voltando ao tema, a paternidade é algo muito diferente, engraçado, complexo. Demanda, acima de tudo, muita responsabilidade, mas também muita disposição, energia e amor. Certa vez ouvi dizer que só se tornando pai, para um homem (finalmente) se tornar um homem de verdade.

E não é que dei toda razão a esta frase! Confesso que, se não fosse pai, duvidaria por completo dessa afirmação e sei bem porque. Mas na condição de pai, com o “enorme” peso de criar uma nova pessoa e conduzir uma família, entendi perfeitamente essa história.

Além disso, descobri também uma nova coisa neste um ano que se passou (e não se assuste com o que vou dizer). O pai não passa de coadjuvante dessa vida em família. É, e alguns pontos nos fazem entender melhor esta visão. O pai surge depois da mãe. A mãe já tem o contato com o bebê desde o interior da barriga e já se sente mãe bem antes do pai (como eu disse antes). O pai só vai ser pai mesmo do parto pra frente.
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16 abr 2012

Uma vida muda tanto a nossa

Nos últimos dias tenho pensando muito na chegada do Benjamin em minha vida. Acho que esse negócio de organizar a festa de um ano dele mexeu comigo. Daqui a pouco meu bebê vai fazer um ano!!! Fico pensando em minha vida há um ano, ou melhor, um ano e 10 meses – porque a partir do momento que me descobri grávida, minha vida mudou totalmente.

Lembro que passei muito mal nos primeiros meses de gestação. Como passei mal!!!! Eu respirava e pronto, colocava os bofes pra fora. Fiquei apavorada pensando que ficaria a gestação inteira daquele jeito. Até o quarto mês não gostei muito de ser gestante, mas depois…ai que saudade. Acho que não tem estado melhor da mulher.

Quando Benjamin não mexia – o que era raro – eu entrava em pânico e comia, comia e comia até que ele desse sinais nítidos de vida. Passei a gravidez inteira com medo de perdê-lo. Talvez porque eu tive um descolamento de placenta logo no início e tive que ficar de repouso, depois porque eu passava muito mal e não comia e quando comia colocava pra fora, também porque eu não bebo leite, não como verduras (e até tentei), legumes e mais um monte de coisas… nisso eu pensava um montão de besteiras. Clique e continue lendo!

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27 mar 2012

O papel do super marido e da super esposa

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Não sei se é impressão minha ou só agora me dei conta, mas ultimamente se vê muito as pessoas falarem sobre o papel da mulher/esposa e do homem/marido. A primeira é responsável por cuidar da casa e filhos, o outro é o provedor com a responsabilidade de trabalhar e ganhar dinheiro. Alguns vão me achar feminista, mas acho esse pensamento tão démodé. Tão atrasado. Não consigo acreditar como num mundo em que vivemos hoje ainda há pessoas com esse tipo de pensamento.

Outro dia falei aqui sobre a colaboração que meu SUPER Marido dá em casa. Acredite, o blog que tem em média 60 acessos por dia, teve 100 acessos nesse dia. Prova de que as pessoas acham lindas declarações de amor, esposa falando bem do marido e marido que ajuda em casa, etc. Escrevi para realmente mostrar meu reconhecimento, mas não acho que sua colaboração seja algo tão grandiosa, tão sensacional, tão prova de amor. Não sei como explicar sem parecer fria, insensível, insensata e cruel, mas vou tentar. Acho que dividir as tarefas é mais que justo, que as responsabilidades domésticas e familiares são dos dois. O marido que ajuda em casa não está fazendo nenhum favor, é uma obrigação dele também.
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07 fev 2012

Confissões de um pai de 30

por
Gabi Miranda

Comportamento, Família, Maternidade

Sou fiel leitora da coluna de Eliane Brum, todas às segundas, no site da revista Época. Quando estava grávida, li uma entrevista mega interessante: Confissões de um pai temporão. Eu que já tinha curiosidade sobre a resposta de muitas dessas perguntas com relação ao Marido pedi pra ele responder em forma de entrevista para postar no Blog da Gabiroba Então peguei algumas perguntas da entrevista de Eliane e fiz outras. Descobri o que pensa meu marido, um pai de 30.

Dizem que a mulher se torna mãe no momento que toma conhecimento da gravidez. Já o homem se torna pai com o nascimento do filho.Você está próximo de se tornar pai. Quais são os sentimentos que o permeiam neste momento? Existe medo entre eles?

R: Acho que a frase inicial da pergunta é bem verdadeira. O lance do homem se tornar pai deve vir mesmo no momento do nascimento do rebento. Em mim, a expectativa existe, mas por enquanto me sinto mais um observador ou mero coadjuvante da situação. Ao nascer, tenho absoluta certeza de que finalmente darei conta de que virei pai. E o medo, onde fica? Por enquanto, os medos são voltados para o lado financeiro da coisa. É do meu perfil não “sofrer antecipadamente” com as coisas, por isso sei que os medos da responsabilidade paterna só chegarão junto do Ben.
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