02 jan 2017

Comece o ano com organização

Comece o ano com organização e aposte que tudo fluirá

 

Uma das minhas metas para 2017 é ser mais organizada, ter uma casa organizada, uma vida inteira organizada. Pra isso, adquiri um planner, já organizei minha planilha financeira, estou passando por um processo intenso de arrumação da casa que envolve desapego, descarte, organização…. e estou tão empolgada para 2017! É um ano ímpar e aprendi a gostar de anos ímpares porque são os que mais acontecem coisas e mudanças legais na minha vida. (essa é a única superstição do meu marido e mais uma na minha lista. Rá!)

A verdade é que não adianta só empolgação. Para ser um ano excelente a gente tem que fazer por onde. Nossas atitudes são fundamentais para fazer um ano diferente. O querer é importante, mas tem que vir acompanhado de ações. Portanto, nada de procrastinação em 2017! Comece o ano com organização.

Veja o que tenho feito para me ajudar com a organização da minha vida:

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28 dez 2016

Mude seus hábitos em 2017

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Está no meu criado mudo desde o primeiro semestre de 2016 e resolvi que vou ler ele em 2017: O poder do hábito – Por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios. Nessa obra, super recomendada por muitas pessoas, o autor diz que a chave para educar os filhos, fazer atividades físicas, ser mais produtivo, alcançar sucesso em vários setores da vida, é entender como os hábitos funcionam.

Chega o final do ano, fico muito introspectiva e sempre acabo fazendo uma retrospectiva da minha vida. Tenho visto muitas pessoas reclamarem de 2016. Tiveram muitos fatores externos, como política, crise financeira do país, as guerras no mundo, as dores de alguma pessoa próxima… No entanto, meu ano, particularmente, posso defini-lo como tranquilo. Eu brinco que depois de 2014 – ano em que perdi minha mãe, tenho um saldo com Deus de pelos menos uns 10 anos bem tranquilos. Como esse foi o primeiro realmente tranquilo desde que ela se foi, acho que começa a contar a partir de agora.
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16 dez 2016

Dê o seu tempo de presente de Natal para o seu filho

“Minha filha de 3 anos está me implorando um tablet de presente de Natal. Você acha que devo dar? Ela me pede isso toda hora, ela quer muito.”

Pergunta feita por uma pessoa da plateia numa palestra sobre tecnologia. O palestrante recuou um pouco. Aparentemente ficou receoso e preocupado em não julgar aquela mãe. Achei sensato, enquanto minha cabeça estava girando em pensamentos.

 

Google

Porque meu filho me pede um tablet, significa que devo dar?

Criança deveria desejar ganhar um brinquedo, mas a realidade é que muitas crianças pedem mesmo um tablet de presente. Constatei isso ao pegar uma dessas cartinhas que a gente pega nos Correios nessa época do ano. Obviamente, não presenteei a criança com o tal objeto de desejo. Nem para um filho meu eu daria. Porque, como mãe, eu sei que posso e devo escolher o que é melhor para meus filhos.

Um tablet é um presente muito caro para uma criança. Principalmente, uma criança de 3 anos. Tablet não é brinquedo. Um dos meus papéis na vida dos meus filhos enquanto são pequenos, é direcionar o que é importante. E não é importante eles terem um tablet. Nem o melhor nesse momento. Nós temos um iPad em casa, mas que eu comprei pra mim e não de presente de Natal para um dos meus filhos. O Benjamin faz uso do aparelho, mas de forma completamente limitada. Pensando agora, já faz boas semanas que ele nem lembra que tem um tablet em casa. Nem eu lembrava. Não sou contra o objeto, mas sou a favor do uso moderado.
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22 nov 2016

Escolha de mãe – Nova plataforma da Philips Avent

escolha de mãe

A Philips Avent, marca mundialmente reconhecida por produtos e qualidade, que acredita no empoderamento de mãe e pais, acaba de lançar a plataforma Escolha de Mãe. O objetivo é promover uma discussão saudável sobre as diferenças e opiniões individuais. Ao descobrirmos a gravidez, entramos na maior jornada das nossas vidas. Somos envolvidos por diversos sentimentos. Desde então, nos deparamos com inúmeras escolhas e cobranças. Philips abraçou um movimento em busca de mais respeito pela opinião das mães e estimula a importância de seguirmos nosso instinto.

Assim como um filho é diferente do outro, sabemos que na maternidade não existe o certo e errado. Existem histórias, crenças e culturas diferentes. Consequentemente, cada mãe e pai, fazem escolhas baseadas no que acreditam ser melhor para seus filhos e sua família em geral. Não devemos desejar a perfeição aos olhos de todos. Basta estarmos seguras com as nossas decisões, sabendo que cada escolha nossa é fundamentada nas necessidades dos nossos filhos, no amor e na vontade de querer vê-los bem dentro do que acreditamos ser certo.
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07 nov 2016

Teleton – Somos todos iguais

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Qual o tamanho do seu problema?
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teleton

Nesse final de semana, Participei do Teleton junto de outros influencers. Foi uma experiência comovente. Estar ali perto de pessoas que nunca vi na vida, com histórias de superação, carregando no coração um amor imenso pela vida. Anos atrás, talvez não me sensibilizasse tanto com o que vi no SBT. Mas agora, meu olhar de mãe, enxerga além do que vejo a um palmo de distância. Teleton, todos sabem, é uma maratona de programação exclusiva, cuja finalidade é arrecadar dinheiro para assistência de pessoas que se tratam na Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD).

No dia em que participei do Teleton, conheci a Vitória, uma menininha de dois anos e meio, que nasceu sem os dois braços. Espoleta que só, fiquei admirada com a alegria e energia daquela garotinha. E impressionada com a força de sua mãe. Fiquei um bom tempo conversando com as duas, até que finalmente Vitória ficou minha amiga. Abracei e beijei tanto essa menina que ela deve dar graças a Deus que talvez nunca mais me veja nessa vida. Naquele breve instante, eu a abraçava por dois motivos. Por sentir um carinho inundar meu coração e por vontade de abraçar meus filhos que não estavam comigo naquele instante.
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26 out 2016

Simplesmente mãe

Mãe de casal, mãe de meninas, mãe de meninos, não importa, simplesmente mãe

simplesmente mãe

Desde que Stella nasceu eu passei a expressar que era como ganhar na loteria ter um casal. Até que um dia externei isso, assim despretensiosamente, num grupo de amigas. Eu e essa minha mania de falar antes de pensar! Dizer isso me incomodou e desde então tenho pensado muito a respeito. Primeiro deixa eu explicar o que eu quero dizer com isso. Eu desejei muito ter uma menina, esse sempre foi um sonho. Stella chegou e quem nos acompanha aqui sabe que ela veio num momento da vida me trazendo muitos significados. A euforia e felicidade foram tão grandes que até hoje não encontrei palavras para definir meu sentimento, então passei a  usar essa referência, ter um casal é como ganhar na loteria. Que porcaria de definição!

Dia desses, minha prima, mãe já de um menino, deu à luz a uma menina e eu soltei outra das minhas pérolas. “Bem-vinda ao mundo cor de rosa”. E saí da maternidade com a frase ecoando na minha cabeça. O que eu quis dizer com aquilo? Obviamente, era algo como bem-vinda ao mundo dos flus flus. Não adianta fugir, existem algumas diferenças entre meninos e meninas. A minha menina eu encho de laços, enquanto meu menino é super básico com suas camisetas de super heróis. No entanto, ela já brinca com os carrinhos dele. Ele adorou quando a irmã ganhou uma boneca que já fez parte de suas brincadeiras com seus bonecos heróis.
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17 out 2016

Deixando os filhos com a babá pela primeira vez, e agora?

Pesquisa Bossa Mãe afirma: casais que saem sozinhos deixando os filhos com babá são ótimos pais

baba

Algo corriqueiro entre muitas famílias, por aqui nunca tinha saído deixando os filhos com a babá. Consequentemente eu e marido não saímos muito sozinhos. Antes eu contava com a ajuda da minha mãe. Mas como não tenho mais ela, acabou que não tinha pensado outras soluções. Essa é mais uma dificuldade dos pais de dois ou mais filhos. Um filho você ainda arruma um jeito, é possível encontrar uma pessoa familiar e de confiança para ficar com ele durante algumas horas. Lembro que uma tia minha já ficou com o Benjamin. Já dois filhos é mais difícil porque é necessário que o cuidador, seja ele familiar ou não, tenha disponibilidade e disposição. E quando tem um bebê envolvido, facilita quando ele fica em seu ambiente com tudo o que ele já conhece.

Mas nem sempre é fácil encontrar alguém disponível. Muito menos pra ir até sua casa. Cada individuo possui uma rotina de vida e mesmo que pareça ter tempo livre, precisamos estar preparados para receber não como resposta. Precisamos nos colocar no lugar da pessoa, principalmente quando ela não tem responsabilidades do tamanho de um filho. A princípio chateia um pouco receber negativas, ainda mais quando os nossos pedidos são raros. Sou a favor de usar a empatia, mesmo que não usem pensando o meu lado. É comum uma pessoa que não tem filhos não se colocar no lugar de quem os tem, não imagina a realidade em que vivemos, as necessidades que temos. Entre elas, a de que mães e pais precisam de ajuda.
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03 out 2016

Mapa astral da maternidade

Mapa astral da matenridade
Texto de Denise Fraga, extraído do livro Travessuras de Mãe

mapa-astral

Mapa Astral da princesa Charlotte, por Glamurama

 

“Não aredita em Deus? Tenha filhos.” Era o que costumava dizer o ver o milagre cotidiano daqueles serzinhos crescendo ao meu lado.

Também voltei a rezar e a me comunicar com muito maior frequência com o pessoal lá de cima, porque, mesmo que você não tenha o hábito, quando vira mãe, acaba rezando. Tenho uma amiga às voltas com a escola do filho. Olho-a com compaixão, pois já passei pela angústia. Já depositei as minhas esperanças no “pedagogês” das coordenadoras, na doce ilusão de que teria uma trilha a seguir, um método novo de formação de um ser melhor para este mundo de meu Deus. Meus filhos estão agora co, doze e dez anos e, cada vez mais, acho que a melhor receita é mesmo rezar. É claro que a oração pode e deve estar acompanhada de todo o arsenal investigativo de mãe, incluindo até os cursos de shantala, as iogas para bebês e os livros de autajuda. Tenho quase um metro deles na minha prateleira, pois confesso que não resistia aos títulos cheios de promessa de que seria a melhor mãe do mundo se os lesse. Mas o tal manual, a receita, o caminho a seguir, acho que todas as escolas, os livros e até as religiões do mundo ficarão nos devendo. Ainda mais quando a matéria é a enigmática formação do caráter do cidadãozinho.
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29 set 2016

Um dia de madame, toda mãe merece ter!

Um dia de madame, um dia de ryca, um dia leve… dê o nome que quiser, toda mãe merece ter!

 

madame

Férias é sempre bom. Nos proporciona momentos agradáveis e que normalmente não fazemos no dia a dia. Passei os primeiros dias no Rio de Janeiro, na casa do meu pai, como havíamos combinado. Confesso que só me lembrava que estava de férias porque estava em outra cidade. O trabalho com a Stella foi tão grande quanto ir trabalhar no escritório. Voltamos e estou dois dias em casa. Dos quais fui ao salão fazer as unhas, li um pouco meu livro, levei as crianças na escola, fui ao shopping comprar uma sunga para o filho mais velho, tirei um tempinho para almoçar com o marido, levei a Capitu ao banho, fiquei de pernas pro ar, atualizei o blog. Vida de madame.

Madame no seu significado mais puro: mulher rica, casada que não precisa trabalhar e vive apenas para seus mimos. Não é o meu caso. Apesar de ser casada, preciso trabalhar e muito para manter alguns dos meus caprichos. Obviamente, também não é o caso de muitas mulheres mães que não trabalham fora. Nem todo mãe que não trabalha, é madame. Mas toda mãe, merece ter um dia de madame, um dia de ryca, um dia leve.
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28 set 2016

Travessuras da Baby Stella

Hoje ela completa um ano e dois meses de muitas alegrias, travessuras e sapequices

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São inúmeras as conquistas dessa pequena que nem dá para fazer post listando as novidades. Sim, porque para isso eu precisaria passar os dias anotando cada coisinha nova que ela anda fazendo. Ela já se comunica muito bem – não, não forma frases, nem palavras concretas, mas se comunica com gestos e olhares, assim eu e ela já nos entendemos muito bem. Seu vocabulário ainda é pequeno, fala apenas: mama (mamãe), B (Ben), papa (pai), naná (seu paninho com a chupeta amarrada), bá (aguá), um (um aninho) e várias outras palavras que eu ainda não aprendi o dialeto, além de responder quando lhe perguntamos algo. Ela já da tchau, manda beijo, canta, dança, joga bola (com a mão e com o pé), usa copo, toma no canudinho, faz travessuras, sapequices, anda e corre (deixando disparado o coração dessa mãe).

Passamos uma semana inteirinha juntas, só eu e ela, da hora de acordar até a hora de dormir. E acreditem, todos os dias ela faz uma coisa nova. Fiquei impressionada ao reconhecer nela uma bebê totalmente comunicativa, simpática e palhacita. Eu conhecia o lado desconfiado da Stella – herança da mãe – mas me surpreendeu a desenvoltura dela para chamar a atenção de desconhecidos na rua, no metrô, em todos os lugares públicos. Conversar, brincar, mexer com a pessoa ao lado são atividades que completam as travessuras da Pitica. É incrível o poder de aprender dos bebês e a possibilidade de acompanhar esse desenvolvimento assim tão de pertinho. Eles fazem nosso coração derreter ao mesmo tempo em que nos mantem alertas.

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