23 jan 2017

Por que a gente quer ter filho?

Quanto mais penso nos problemas, mais problemas acho. Poderia listar uma infinidade de coisas que poderiam me fazer achar a maternidade um eterno cansaço. Nós (digo nós, eu e marido), por exemplo, não temos ajuda de ninguém com as crianças e com a casa. Corrigindo, com a casa temos uma ajudante a cada 15 dias. Claro que não ter ajuda dificulta um pouco mais a nossa vida de pais, mas também já me acostumei com a emoção. Adoraria ter ajuda com as crianças, mas não temos porque falta avó-tia-vizinho-pessoas-de-fé-e-camaradas-pau-pra-toda-obra porque cada um tem a sua vida, porque moramos distantes, porque eu também não sei pedir e aceitar ajuda. Enfim, por n motivos e eu poderia falar um post inteiro sobre isso

Já ouvi que não tenho ajuda em casa porque não quero. Carinha pensativa… Sim, poderia ter uma ajudante diariamente ou três vezes por semana. Seria até um sonho. É uma mão-de-obra cara, um investimento que eu e marido após alguns estudos e análises decidimos não bancar. É uma escolha como tantas outras. Assim como tem gente que tem ajudante diariamente mesmo passando aperto. Enfim, cada um com suas escolhas.
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20 jan 2017

Perfeita é a mãe!

Se você ainda não assistiu, precisa assistir o filme Perfeita é a mãe! Uma mistura de comédia e dramas maternos que garante muita risada

perfeita é a mãe

Perfeita é a mãe mostra a vida de três mães comuns como qualquer uma de nós. Muitas se identificarão. Uma que trabalha fora, em casa, está sempre atrasada e se esforça para fazer tudo da melhor forma para sua família e acaba sendo traída pelo marido. Outra, dona de casa, mãe de 4 filhos, mega submissa ao marido (por sinal, machista). E ainda uma outra, solteira e mais tranquilona, que só quer saber de curtir a vida. Elas se tornam grandes amigas. E como em todas as rodas maternas, no filme tem também o grupinho de mães que se acham perfeitas, que acreditam fazer tudo certinho e se acham melhores mães do que aquelas que fazem diferente delas. E como parece ter tempo de sobra, usam esse tempo para julgar. A partir daí a trama se desenrola.
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05 jan 2017

Dia de Reis – Qual o seu ritual?

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

No Dia de Reis muitas pessoas seguem um ritual, qual é o seu?

reis magos

Melchior, Baltazar e Gaspar, são os Três Reis Magos que teriam visitado Jesus logo após seu nascimento e levado para Ele alguns presentes com significado. Melchior teria levado ouro pensando no significado de realeza e prosperidade. Baltazar deu mirra significando humanidade. Gaspar deu incenso em reconhecimento pela divindade.

Parece que é por isso que existe essa tradição de trocar presentes no Natal. Em muitos países, a troca de presentes acontece no dia 06 de janeiro – o Dia de Reis Magos. Especula-se que os reis eram sacerdotes. Ou astrônomos, pois seguiam estrelas e fizeram cálculos para saber dia e local do nascimento de Jesus. Não se sabe ao certo nem se foram três. Mas no dia 06 de janeiro é comemorado o Dia dos Reis. Por aqui, no Brasil, algumas pessoas aproveitam essa data para fazer rituais que atraiam boas energia para o ano que se inicia. Acredita-se que exaltar os Três Reis Magos traz sorte, prosperidade e amor o ano inteiro.
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02 jan 2017

Comece o ano com organização

Comece o ano com organização e aposte que tudo fluirá

 

Uma das minhas metas para 2017 é ser mais organizada, ter uma casa organizada, uma vida inteira organizada. Pra isso, adquiri um planner, já organizei minha planilha financeira, estou passando por um processo intenso de arrumação da casa que envolve desapego, descarte, organização…. e estou tão empolgada para 2017! É um ano ímpar e aprendi a gostar de anos ímpares porque são os que mais acontecem coisas e mudanças legais na minha vida. (essa é a única superstição do meu marido e mais uma na minha lista. Rá!)

A verdade é que não adianta só empolgação. Para ser um ano excelente a gente tem que fazer por onde. Nossas atitudes são fundamentais para fazer um ano diferente. O querer é importante, mas tem que vir acompanhado de ações. Portanto, nada de procrastinação em 2017! Comece o ano com organização.

Veja o que tenho feito para me ajudar com a organização da minha vida:

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28 dez 2016

Mude seus hábitos em 2017

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Está no meu criado mudo desde o primeiro semestre de 2016 e resolvi que vou ler ele em 2017: O poder do hábito – Por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios. Nessa obra, super recomendada por muitas pessoas, o autor diz que a chave para educar os filhos, fazer atividades físicas, ser mais produtivo, alcançar sucesso em vários setores da vida, é entender como os hábitos funcionam.

Chega o final do ano, fico muito introspectiva e sempre acabo fazendo uma retrospectiva da minha vida. Tenho visto muitas pessoas reclamarem de 2016. Tiveram muitos fatores externos, como política, crise financeira do país, as guerras no mundo, as dores de alguma pessoa próxima… No entanto, meu ano, particularmente, posso defini-lo como tranquilo. Eu brinco que depois de 2014 – ano em que perdi minha mãe, tenho um saldo com Deus de pelos menos uns 10 anos bem tranquilos. Como esse foi o primeiro realmente tranquilo desde que ela se foi, acho que começa a contar a partir de agora.
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16 dez 2016

Dê o seu tempo de presente de Natal para o seu filho

“Minha filha de 3 anos está me implorando um tablet de presente de Natal. Você acha que devo dar? Ela me pede isso toda hora, ela quer muito.”

Pergunta feita por uma pessoa da plateia numa palestra sobre tecnologia. O palestrante recuou um pouco. Aparentemente ficou receoso e preocupado em não julgar aquela mãe. Achei sensato, enquanto minha cabeça estava girando em pensamentos.

 

Google

Porque meu filho me pede um tablet, significa que devo dar?

Criança deveria desejar ganhar um brinquedo, mas a realidade é que muitas crianças pedem mesmo um tablet de presente. Constatei isso ao pegar uma dessas cartinhas que a gente pega nos Correios nessa época do ano. Obviamente, não presenteei a criança com o tal objeto de desejo. Nem para um filho meu eu daria. Porque, como mãe, eu sei que posso e devo escolher o que é melhor para meus filhos.

Um tablet é um presente muito caro para uma criança. Principalmente, uma criança de 3 anos. Tablet não é brinquedo. Um dos meus papéis na vida dos meus filhos enquanto são pequenos, é direcionar o que é importante. E não é importante eles terem um tablet. Nem o melhor nesse momento. Nós temos um iPad em casa, mas que eu comprei pra mim e não de presente de Natal para um dos meus filhos. O Benjamin faz uso do aparelho, mas de forma completamente limitada. Pensando agora, já faz boas semanas que ele nem lembra que tem um tablet em casa. Nem eu lembrava. Não sou contra o objeto, mas sou a favor do uso moderado.
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22 nov 2016

Escolha de mãe – Nova plataforma da Philips Avent

escolha de mãe

A Philips Avent, marca mundialmente reconhecida por produtos e qualidade, que acredita no empoderamento de mãe e pais, acaba de lançar a plataforma Escolha de Mãe. O objetivo é promover uma discussão saudável sobre as diferenças e opiniões individuais. Ao descobrirmos a gravidez, entramos na maior jornada das nossas vidas. Somos envolvidos por diversos sentimentos. Desde então, nos deparamos com inúmeras escolhas e cobranças. Philips abraçou um movimento em busca de mais respeito pela opinião das mães e estimula a importância de seguirmos nosso instinto.

Assim como um filho é diferente do outro, sabemos que na maternidade não existe o certo e errado. Existem histórias, crenças e culturas diferentes. Consequentemente, cada mãe e pai, fazem escolhas baseadas no que acreditam ser melhor para seus filhos e sua família em geral. Não devemos desejar a perfeição aos olhos de todos. Basta estarmos seguras com as nossas decisões, sabendo que cada escolha nossa é fundamentada nas necessidades dos nossos filhos, no amor e na vontade de querer vê-los bem dentro do que acreditamos ser certo.
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07 nov 2016

Teleton – Somos todos iguais

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Qual o tamanho do seu problema?
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teleton

Nesse final de semana, Participei do Teleton junto de outros influencers. Foi uma experiência comovente. Estar ali perto de pessoas que nunca vi na vida, com histórias de superação, carregando no coração um amor imenso pela vida. Anos atrás, talvez não me sensibilizasse tanto com o que vi no SBT. Mas agora, meu olhar de mãe, enxerga além do que vejo a um palmo de distância. Teleton, todos sabem, é uma maratona de programação exclusiva, cuja finalidade é arrecadar dinheiro para assistência de pessoas que se tratam na Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD).

No dia em que participei do Teleton, conheci a Vitória, uma menininha de dois anos e meio, que nasceu sem os dois braços. Espoleta que só, fiquei admirada com a alegria e energia daquela garotinha. E impressionada com a força de sua mãe. Fiquei um bom tempo conversando com as duas, até que finalmente Vitória ficou minha amiga. Abracei e beijei tanto essa menina que ela deve dar graças a Deus que talvez nunca mais me veja nessa vida. Naquele breve instante, eu a abraçava por dois motivos. Por sentir um carinho inundar meu coração e por vontade de abraçar meus filhos que não estavam comigo naquele instante.
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26 out 2016

Simplesmente mãe

Mãe de casal, mãe de meninas, mãe de meninos, não importa, simplesmente mãe

simplesmente mãe

Desde que Stella nasceu eu passei a expressar que era como ganhar na loteria ter um casal. Até que um dia externei isso, assim despretensiosamente, num grupo de amigas. Eu e essa minha mania de falar antes de pensar! Dizer isso me incomodou e desde então tenho pensado muito a respeito. Primeiro deixa eu explicar o que eu quero dizer com isso. Eu desejei muito ter uma menina, esse sempre foi um sonho. Stella chegou e quem nos acompanha aqui sabe que ela veio num momento da vida me trazendo muitos significados. A euforia e felicidade foram tão grandes que até hoje não encontrei palavras para definir meu sentimento, então passei a  usar essa referência, ter um casal é como ganhar na loteria. Que porcaria de definição!

Dia desses, minha prima, mãe já de um menino, deu à luz a uma menina e eu soltei outra das minhas pérolas. “Bem-vinda ao mundo cor de rosa”. E saí da maternidade com a frase ecoando na minha cabeça. O que eu quis dizer com aquilo? Obviamente, era algo como bem-vinda ao mundo dos flus flus. Não adianta fugir, existem algumas diferenças entre meninos e meninas. A minha menina eu encho de laços, enquanto meu menino é super básico com suas camisetas de super heróis. No entanto, ela já brinca com os carrinhos dele. Ele adorou quando a irmã ganhou uma boneca que já fez parte de suas brincadeiras com seus bonecos heróis.
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17 out 2016

Deixando os filhos com a babá pela primeira vez, e agora?

Pesquisa Bossa Mãe afirma: casais que saem sozinhos deixando os filhos com babá são ótimos pais

baba

Algo corriqueiro entre muitas famílias, por aqui nunca tinha saído deixando os filhos com a babá. Consequentemente eu e marido não saímos muito sozinhos. Antes eu contava com a ajuda da minha mãe. Mas como não tenho mais ela, acabou que não tinha pensado outras soluções. Essa é mais uma dificuldade dos pais de dois ou mais filhos. Um filho você ainda arruma um jeito, é possível encontrar uma pessoa familiar e de confiança para ficar com ele durante algumas horas. Lembro que uma tia minha já ficou com o Benjamin. Já dois filhos é mais difícil porque é necessário que o cuidador, seja ele familiar ou não, tenha disponibilidade e disposição. E quando tem um bebê envolvido, facilita quando ele fica em seu ambiente com tudo o que ele já conhece.

Mas nem sempre é fácil encontrar alguém disponível. Muito menos pra ir até sua casa. Cada individuo possui uma rotina de vida e mesmo que pareça ter tempo livre, precisamos estar preparados para receber não como resposta. Precisamos nos colocar no lugar da pessoa, principalmente quando ela não tem responsabilidades do tamanho de um filho. A princípio chateia um pouco receber negativas, ainda mais quando os nossos pedidos são raros. Sou a favor de usar a empatia, mesmo que não usem pensando o meu lado. É comum uma pessoa que não tem filhos não se colocar no lugar de quem os tem, não imagina a realidade em que vivemos, as necessidades que temos. Entre elas, a de que mães e pais precisam de ajuda.
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