17 maio 2016

10 coisas que aprendemos com a maternidade

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Maternidade e muito mais no encontro com Cris Guerra no Seminário Pais & Filhos “Mãe Também é Gente”

Maternidade -Cris Guerra

Domingo aconteceu o Seminário Pais & Filhos “Mãe Também é gente”. O evento contou com a participação de palestrantes bem interessantes, conteúdo relevante e de qualidade. Todos merecem destaque, mas hoje vou falar da Cris Guerra, publicitária, mãe de Francisco, autora do blog Hoje Vou Assim e dos 4 livros: Para Francisco, Moda Intuitiva, Mãe, e, Que ninguém nos ouça – esse escrito com a jornalista Leila Ferreira.

Cris Guerra mesmo com toda a sua história de perdas, é uma pessoa leve e com senso de humor. Consegue transmitir leveza àqueles que estão por perto e a sensação de que a vida vale a pena sim apesar de tudo. E afirma:

A vida é feita de duas partes: uma que a gente não escolhe e outra que está em nossas mãos.

Em sua palestra “Mãe não é um bicho frágil”, ela compartilha um pouco da sua vida, fala sobre temas universais e nos alerta: a vida não tem controle, e quando aprendemos isso, aprendemos a entregar. Saí com algumas reflexões, uma delas sobre o quanto nós mães, às vezes, podemos ser egoístas com os nossos próprios filhos. Basta pensar no nosso desejo de não querer perder nenhuma primeira vez dos nossos pequenos. Queremos que eles andem, mas que sejam conosco os primeiros passos. Que andem de avião, mas que seja com a gente. Cris contou um episódio, no qual Francisco foi ver pela primeira vez o mar com os avós paternos. Sofreu, mas depois pensou: que bom que ele viu o mar! Depois verá outro dia comigo. E por falar em sogros… Cris faz uma ponte entre o filho e os avós paternos, inclusive únicos avós.
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16 maio 2016

Bebês são detetives emocionais

Bebês – detetives emocionais

bebês

A revista ÉPOCA da semana passada (9 de maio, nº934), trouxe uma entrevista com o psicólogo americano Andrew Meltzoff, uma das maiores autoridades mundiais no estudo da infância, sobre o desenvolvimento infantil. Achei muito interessante algumas coisas ditas por ele, como o fato da criança ser capaz de assimilar os preconceitos mais sutis de seus pais e de perceber ambientes hostis. Eu, por exemplo, vivo em busca da melhor forma e jeito de falar, pois um volume de voz mais alto ou um tom pouco mais alterado, meu filho Benjamin já acha que estou brava. Acredito muito em tudo o que psicólogo diz na entrevista, inclusive que os bebês são detetives emocionais, até porque nosso humor reflete também no dele. Essa entrevista também me fez refletir na importância da escolha com quem deixamos nossos filhos, seja um cuidador ou escola. Compartilho agora com vocês.

ÉPOCA – Por que o senhor privilegia em suas pesquisas a importância da fase entre o nascimento e os 5 anos de idade?Andrew MeltzoffHá evidências científicas de que o desenvolvimento da criança no começo de sua vida ajuda a determinar o adulto que ele será. O cérebro do bebê é esculpido pelas experiências. Ele é profundamente afetado pelas interações sociais e físicas que tem com o mundo. Nesse período o bebê aprende mais do que aprenderá em qualquer outro período cronológico similar.
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06 maio 2016

Grupo Boticário – Beleza é colocar em prática nossos valores

Fui convidada pelo Grupo Boticário para conhecer a sede principal, em Curitiba. A proposta foi conhecer os benefícios diferenciados que a empresa oferece para mães e gestantes. Foi uma oportunidade ímpar onde vi que beleza mesmo é colocar em prática nossos valores.

 

grupo boticário-6 (7)

Ontem, embarcamos eu e Lelê, do blog Eu, ele e as crianças, à Curitiba para conhecer o Programa de Gestante e todos os benefícios que o Grupo Boticário oferece para seus funcionários. É algo singular e até emocionante de ver. Eu não conhecia a história surpreendente de O Boticário. Seu fundador, o farmacêutico Miguel Krigsner, começou com uma batedeira de bolo, produzindo 1kg de creme que dava para encher 33 potinhos de 30ml cada. Em 1977, ele criou uma farmácia de manipulação O Boticário e, em curto espaço de tempo, transformou sua farmácia em um negócio com nível financeiro estratosférico e um dos maiores grupos de beleza no mundo. Referência em vários setores, o Grupo Boticário é formado pelas marcas: O Boticário, Eudora, Quem Disse Berenice e The Beauty Box. A empresa é hoje, a maior rede de franquias e negócios do mundo e uma das mais destacada pelo Ministério da Saúde por seus benefícios e programas destinados às funcionárias mães e gestantes.
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26 abr 2016

O poder de empatia das mães

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

“Ser mãe te traz habilidades de criar empatia com o mundo”
Foi assim que uma colega de trabalho me disse porque nós mães nos colocamos tanto no lugar do outro. É o poder de empatia que toda mãe tem.

empatia

Eu vinha pensando muito nisso nos últimos dias. Quando nos tornamos mães passamos a desejar um mundo melhor, tomamos alguns cuidados como o de separar o lixo, puxar assunto e falar com todas as pessoas sem se importar com a aparência delas, desejamos um mundo com mais paz e ficamos atento com nossos atos e atitudes que possam contribuir para isso. Mas por que isso acontece? Tem a ver com o pequeno ser que colocamos no mundo. É a partir dessa relação que começamos a nos colocar realmente no lugar do outro. É aí que conquistamos um poder incrível e que pode transformar o mundo, a empatia.

A partir do momento que sabemos estar gerando uma vida dentro de nós, começamos a nos preocupar com a nossa alimentação. Estamos pensando no bebê e mudamos hábitos por ele. Então ele nasce e através do olho no olho, nasce a empatia. Segundo Alain Berthoz, diretor do Laboratório de Fisiologia da Percepção e da Ação, do Collège de France, na troca do olhar encontramos três componentes da empatia: 1. eu te olho; 2. você me olha, mas eu devo compreender o que esse olhar, experimentado por nós e dirigido para mim, significa; 3. e nasce da troca do olhar um elo que não pertence nem mais a mim nem a você, mas ocorre entre nós. De repente um elo nos liga no mundo.
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25 abr 2016

A arte de sentir gratidão

gratidão

Minha vida, até aqui, pode ser dividida em três partes: antes e depois do Benjamin, depois da morte da minha mãe. Antes do nascimento dele eu era uma pessoa e me tornei outra completamente diferente. Quem me conhece sabe. A mudança é notável não só para quem está de fora, mas pra mim também. Benjamin encheu minha vida de sentidos e das coisas mais maravilhosas que podem existir no mundo. Ele me trouxe a fé, a esperança, a crença em um Deus.

A morte da minha mãe me causou a dor mais profunda até hoje, me afastou de Deus, abalou minha fé, mas me ensinou outras tantas coisas que, atualmente, apesar da saudade, consigo enxergar o valor que essa perda agregou na minha vida. Aprendi muitas coisas com a morte dela. Passado o luto, consigo enxergar isso. Foi no meio do luto da minha mãe que engravidei novamente, e, entre um processo de reabilitação, entre tristeza e alegria, passei a dar valor às possibilidades e oportunidades que a vida nos proporciona.
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13 abr 2016

Valor do brincar: Pesquisa revela redução do brincar ao ar livre

A pesquisa “Valor do Brincar Livre” realizada por OMO,  da Unilever, mostra que a maioria das crianças passam menos tempo ao ar livre que um presidiário. Em média, as crianças passam, por dia, uma hora ou menos ao ar livre

o valor do brincar

Quem acompanha o blog sabe o quanto esse assunto me interessa, o quanto a família Bossa valoriza o brincar. E mesmo reconhecendo a importância do brincar, sinto que aqui em casa meu filho brinca menos do que eu na minha infância. Benjamin passa tempo integral na escola, acaba tendo apenas os finais de semana livres e, para completar, não gosta de se sujar. Eu fico pensando: aonde estou errando? Às vezes culpo a tecnologia! É como diz a psicóloga Daniella Freixo: os aparelhos eletrônicos podem causar certa preguiça nas crianças porque o aparelho tem tudo ali sem precisar que a criança saia do lugar, por que a criança vai pegar a bola se pode jogá-la sentada no sofá?! Aqui em casa é uma briga para Benjamin não ficar no vídeo-game, por exemplo. Quando libero, o tempo é cronometrado, e agora coloco o alarme do celular para tocar. Vivo tentando mudar os hábitos para que meu filho explore a vida através de brincadeiras, tudo para que ele tenha uma infância (e seja um adulto) feliz. E o que mais posso fazer? Reequilibrar. É o que indica a pesquisa Valor do Brincar Livre.
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12 abr 2016

Grande Magia: vida criativa sem medo

Saber identificar os nossos medos é importante para nos conhecermos melhor e ter uma vida mais criativa, mesmo que isso dê medo. A grande magia está em aprender com os nossos medos e ensinar nossos filhos aprenderem com os deles.

Grande Magia

Em seu novo livro “Grande Magia: vida criativa sem medo”, Elizabeth Gilbert, compartilha histórias pessoais e de pessoas que enfrentaram seus monstros internos para ter uma vida mais produtiva e faz uma reflexão interessante sobre o que significa uma vida criativa. Para a autora, ser criativo é levar uma vida pela curiosidade, e, mesmo sentindo medos, ter coragem. Não dá para comparar os livros, pois são bem diferentes, mas não gostei tanto desse quanto gostei do Best Seller “Comer, Rezar e Amar”. No entanto, deu para tirar uma lição proveitosa: eu preciso ensinar meus filhos a lidarem com seus medos.

Quando falo  de “viver criativamente”, estou falando de maneira mais ampla. Estou falando de viver uma vida mais motivada pela curiosidade do que pelo medo. Elizabeth Gilbert

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22 mar 2016

LoveitForward – Espalhe amor através de cartas

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

LoveitForward é uma corrente do bem, um projeto lindo que junta pessoas em uma lista para levar mensagens positivas para quem passa por um momento difícil

loveitfoward

 

LoveItForward. Já faz algum tempo venho refletindo sobre o que faço para ajudar o outro. Acredito que estamos nessa vida para uma missão e qual será se não for ajudar o próximo de alguma maneira? Ainda não tinha encontrado um jeito, até que voltei a ler a revista Vida Simples e na edição de janeiro encontrei uma nota sobre o projeto Love It Forward, algo em tradução livre como “encaminhar amor”.

Criado pela jornalista Carolina Areas, também responsável pelo projeto #WordRocksProjetcta proposta do #LoveItForward é ajudar pessoas que passam por momentos difíceis, como a perda de alguém, doença, depressão, enviando amor, alegria, esperança, palavras positivas à essas pessoas. Para isso, Carol criou uma pequena lista de pessoas que atuam enviado cartas para quem precisa. A ideia começou nos Estados Unidos e, atualmente, vários brasileiros aderiram.
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21 mar 2016

Brincar e uma experiência inexplicável

Brincar é uma oportunidade da criança se descobrir em vários sentidos.
Brincar é um grande convite para o mundo.

Brincar junto

Imagem do Google

Ontem participei de um bate papo, realizado pela Kinder Ovo, com a psicóloga infantil Daniella Freixo. Eu nunca tinha assistido nada presencialmente dela, mas seguia seu perfil @conversacomcrianca no Instagram. Daniella é simplesmente incrível! Não tem outra palavra para descrevê-la. O assunto principal da conversa foi a importância do brincar e começou com o seguinte questionamento da psicóloga:

Vocês sabem o que acontece quando a criança está brincando?

A criança tem a oportunidade de se descobrir em vários sentidos. Brincar cria condições físicas para o corpo, coordenação motora, desenvolve o emocional, amplifica os horizontes, traz regras de convivência. Brincar é um grande convite para o mundo. Desde bebê, quando começa a se arrastar, a se levantar, levar a mão à boca, são movimentações que se tornam parte do brincar.

A criança quando brinca descobre sobre si, sobre os objetos a sua volta, sobre o outro. O primeiro outro na vida das crianças é a mãe e o pai. E brincar junto tem um papel fundamental nesse processo de desenvolvimento das crianças. Portanto, é preciso sentar junto, se desligar de celular e do mundo exterior e se entregar para a criança de corpo e alma. Olhar olho no olho, brincar, imaginar, criar intimidade para que possamos conhecer nossos filhos e para que eles nos conheçam.
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16 mar 2016

O que a maternidade significa pra mim

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

O que a maternidade significa pra mim?

maternidade

Você já deve ter escutado falar ou sentido a mesma coisa, mas a verdade é que não me lembro mais a pessoa que fui antes de ser mãe. Lembro das coisas que fazia, das roupas que vestia, mas não tenho lembranças da minha essência, se é que eu tinha uma, antes da maternidade. O sentido da vida era outro e acho mesmo que nada fazia sentido algum. Planos, objetivos, valores de vida mudam radicalmente quando se tem filhos. E, por sua vez, a maternidade muda e nos transforma avassaladoramente.

A maternidade é mesmo uma metamorfose. Uma experiência transformadora. Muda nossa natureza, crenças, ponto de vista. Nos torna pessoas capazes de tudo. Não sinto saudades da pessoa que fui, até porque fui apenas uma menina até ser mãe – quando acredito ter me transformado em mulher e uma pessoa mais forte do que eu imaginei que fosse. Minha vida pode ser dividida literalmente antes e depois da maternidade. E eu prefiro a segunda fase.
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