06 jan 2016

Metas: 18 perguntas para ajudar na realização dos objetivos

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

metas

Ideas backgrounds

Eu disse aqui que um dos meus objetivos principais esse ano, é trabalhar minha espiritualidade, buscar a evolução da minha fé, ser uma pessoa otimista e isso inclui ser feliz todos os dias. Esse aperfeiçoamento, além de ser para que eu possa ter uma vida plena, é principalmente, pelos e para os meus filhos, minha família. Um ponto crucial para me manter otimista, por exemplo, é não reclamar. Fazemos reclamações constantes de coisas pequenas e considero isso um dos maiores sabotadores da nossa energia, produtividade e bem estar. Portanto, um dos meus maiores desafios do ano novo é eliminar os comportamentos, atitudes e crenças negativas e limitadoras que possam me boicotar. Para isso, tracei duas metas para me ajudar a combater esses infratores.

A primeira: anotar, religiosamente todos os dias, um motivo para sorrir e para agradecer. Pode ser algo que vi na rua, algo bom que aconteceu, uma música, uma lembrança, enfim, não importa o tamanho do que seja ou tenha acontecido. O que vale é o sentimento bom que aquilo me causou, o sorriso que me fez soltar.
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04 jan 2016

Ajuste seus objetivos e metas para 2016

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

METAS

Se você ainda não fez, ainda dá tempo de ajustar seus objetivos e metas para o ano que acaba de começar. Muitas pessoas acreditam que metas e objetivos são a mesma coisa, no entanto existe diferença entre eles:

Objetivo é o que você quer conquistar, atingir. Exemplo: trocar de carro, realizar uma viagem, mudar de emprego, casar, ter filho, etc.

Meta é pensar no tempo e nos meios que o farão conquistar determinado objetivo. Ou seja, é preciso traçar um plano: preciso tomar 2L de água por dia, vou colocar uma garrafa de 2L na minha mesa do trabalho, tomar metade dela até a hora do almoço, a outra metade até o fim do expediente. Outro exemplo: durante 12 meses, economizarei um valor mensal estipulado para daqui a um ano fazer a viagem dos meus sonhos.

Embora não sejam a mesma coisa, objetivos e metas andam lado a lado. E para conquistar nossos objetivos e metas, é preciso ter foco. Eu costumo listar todos os meus objetivos e repassá-los constantemente para ver se estão seguindo o caminho certo para atingi-los. Minha lista é dividida em categorias:
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22 dez 2015

Árvore de Natal

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Imagem do Google

Imagem do Google

Nessa época do ano é comum ficarmos mais nostálgicos. Eu sou por natureza e fico ainda mais em fim de ano. Começo a pensar em tudo o que passou no ano, faço balanço das metas atingidas, começo a pensar nos objetivos para o próximo ano. Lembranças da vida, em geral, como a infância e das pessoas que amamos, ficam mais persistentes. Duas músicas antigas, sempre me fazem refletir sobre essa coisa louca que é viver e, recentemente, ao escutá-las, o coração ficou do tamanho de uma ervilha. Uma delas é do Lulu Santos, na qual ele fala que nada será como foi um dia. A outra é da Cássia Eller,  “Por enquanto”, e mexe comigo porque eu já cheguei a acreditar que tudo era pra sempre.

Nada do que foi será
de novo do jeito que já foi um dia
tudo passa, tudo sempre passará,
a vida vem em ondas como o mar,
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17 nov 2015

Pesquisa revela: filhos sentem-se trocados por smartphones

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Semana passada escrevi sobre o comportamento do Benjamin em chamar a nossa atenção a todo instante para ver o que ele está fazendo. Vira e mexe é um tal de “mãe, olha o que sei fazer“. Daí que recentemente, uma pesquisa da AVG Technologies, empresa líder de segurança on-line, revelou que os filhos sentem-se trocados por smartphones.

mãe-e-celular

Quero ressaltar alguns dados da pesquisa que me soaram assustadores, confira:

  • 71% dos pais acreditam checar demais seu smartphone  (87% dos filhos concordam);
  • 58% acreditam que seus filhos passam mais tempo no celular do que eles (65% dos filhos concordam
  • 29% afirmam não dar um bom exemplo em relação ao uso de dispositivos móveis (24% das crianças concordam)

Piores Hábitos

  • Se distrair enquanto conversam com os filhos – 65% (50% das crianças concordam que seus pais fazem isso);
  • Usam o smartphone ou tablet durante o jantar – 48% (28% das crianças concordam);
  • Usam o smartphone enquanto brincam com os filhos – 29% (33% das crianças concordam);
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13 nov 2015

Site Começar Saudável – conteúdo e interatividade no mesmo canal

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Sabemos que vida de mãe é maravilhosa e também exaustiva.  Às vezes estamos muito cansadas e impacientes, mas basta ler um depoimento motivador para nos lembrarmos de que tudo não passa de uma fase. Por isso, tenho uma lista de sites maternos nos quais entro toda semana, religiosamente, para me informar, ver novidades, pesquisar sobre algum determinado assunto e até me inspirar para colocar em prática no meu dia a dia de mãe. O site Começar Saudável está no topo da minha lista, um espaço com conteúdo relevante e interatividade.

Comecei no Começar Saudável de fininho, lendo as histórias compartilhadas no blog Vida de Mãe. Um espaço produzido por mães e pais como eu e você, com suas dúvidas, aprendizados, experiências. É possível encontrar depoimentos saudosos das lembranças de infância e como essas memórias influenciam sua maternagem hoje, além de dicas interessantes sobre rotina do sono, volta às aulas, como lidar com ciúmes do filho com a chegada do bebê, férias, pós-parto, entre outros assuntos. O que gosto nele é que são textos curtinhos e objetivos, o que para mim é ótimo, pois facilita a leitura nessa vida corrida.
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03 nov 2015

Apego demais é bom ou ruim?

apego

Tenho lido bastante sobre a criação com apego e me identifico muito com as teorias. Ao contrário do que muita gente prega, criação com apego não se resume em carregar o bebê no sling, compartilhar cama, amamentar até os dois anos de idade, não mandar para escola até não sei quantos anos, não deixar chorar por mais de um minuto, etc. E lendo sobre isso, fica claro que existem dois lados.

De um lado, estão aqueles que acreditam que você deve “treinar” o bebê. Isso significa fazê-lo dormir sozinho, deixá-lo chorar, não mimá-lo, não pegá-lo no colo, torná-lo independente, etc. É como um regime militar. Você ensina seu bebê a agir de acordo com sua necessidade, de acordo com o seu desejo. É rígido demais para um bebê. Do outro lado, estão os defensores do avesso, os que acreditam na importância dos pais seguirem o ritmo do bebê. Os que estão desse lado, acreditam que para ter uma criança bem acomodada e adaptada, a mãe precisa atender a todas as suas necessidades. Só que se nós mães, seguirmos isso à risca, significa também abrir mão da própria vida.
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15 out 2015

Manifesto para o Consumo Consciente – ZooMoo

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

O canal infantil ZooMoo, com apoio da Hubme, lança um manifesto para o Consumo Consciente.

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Vivemos numa sociedade onde tudo está voltado para o consumo. Somos incentivados a consumir a todo instante. Perceba. Não precisamos sair de casa, basta ligar a TV, o rádio, conectar a internet. Se colocarmos o pé para fora de casa então, na própria calçada somos bombardeados pela comercialização. As crianças, ainda sem noção dessa realidade, são alvos fáceis. Pedem tudo o que veem na televisão, o que o amiguinho da escola tem, o que viu numa loja de brinquedo. E o nosso papel como adultos e pais, é educar e dar bons exemplos.

Não sou perfeita e falho em muitas coisas, particularmente no que diz respeito a consumo consciente. Mas tento fazer o meu papel, especialmente porque educo pequenos seres que espero se tornem grandes homens. Portanto, aqui em casa, praticamos alguns itens que julgo serem importantes passarem de pais para filhos.
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07 out 2015

Tag 7 coisas

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

tag7coisas01

A Pati do blog Comida Boa Muda Tudo fez um post sobre “tag 7 coisas” e desafiou azamigas tudo a fazerem também. A brincadeira consiste em responder 7 coisas a seu respeito sobre determinados assuntos. O da Pati está super bacana, ela segmentou respondendo os itens apenas sobre cozinha. Quando vi, pensei: ah, fácil, vou seguir o padrão e fazer de coisas em geral da minha vida. Meoooooo, fiquei madrugadas a fio esquentando a cabeça enquanto amamentava. Voticontá, coisa mais difícil responder essa tag 7 coisas, coisa mais difícil fazer autoanálise, refletir sobre si mesmo. Mas taí, feito, porque eu não gosto de deixar nada por fazer. Risos.

7 coisas para comer antes de morrer
1. Brigadeiro (eu diria que tem que ser o da minha mãe, mas sacanagem, ela já foi para o céu. O brigadeiro dela era o melhor do mundo)
2. Panqueca de doce de leite da livraria Ateneo, em Buenos Aires (já sabe, está de bobeira na cidade, corre até essa livraria)
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28 set 2015

As primeiras semanas com o bebê aqui em casa

as primeiras semanas

Imagem: Google

Quis ser desencanada como fui no nascimento do bebê Benjamin e acho que fiz tudo errado nas primeiras semanas da Stella. Acho que foi tudo tumultuado e acabou impedindo de criarmos uma rotina mais adequada para ela. Nos 10 primeiros dias o vovô paterno passou em nossa casa. Marido e Benjamin tiraram férias. Ter uma criança maior em casa dificulta um pouco as coisas por conta de barulho, bagunça, TV ligada, etc., e é complicado fazer o mais velho se adaptar ao bebê. Em minha opinião, o bebê é quem deve se habituar à casa, mas ele precisa de uma rotina e com tantos movimentos acho que fica difícil.

Só me dei conta mais tarde que precisava ter programado um ritual e organizado melhor nossos primeiros dias em casa com nossa bebê, Stella. Por exemplo, o Benjamin ter ficado em casa vejo um lado positivo e outro negativo. Foi ótimo ele ter participado desde o início da integração da Stella em nossa família e acredito que o fez se sentir mais importante do que ele já é. O outro lado é que uma criança na idade dele faz muita bagunça, até um pulo que ele dá traz uma sensação de susto ao bebê. E Benjamin, tadico, acabou ficando a maior parte do tempo dentro do apartamento, não aproveitou suas férias. Não foram férias maiúsculas, embora ele tenha curtido do jeito que foi.
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25 set 2015

Redescobrindo a maternidade

Imagem: UOL

Imagem: UOL

Stella nasceu, passaram-se 15 dias e me deparei com um bebê totalmente diferente do primeiro que tive há 4 anos. Minha sensação era de uma mãe de primeira viagem. Não compreendia seus choros e nem porque chorava tanto, não sabia muito o que fazer e não entendia o motivo dela querer ficar no colo 101% do tempo. Parece inacreditável, mas é isso, fiquei com Stella o tempo inteiro no colo por 7 semanas, não adiantava colocá-la no carrinho, berço, cadeirinha de balanço, nada, ela acordava em 3 minutos. Ok, agora as coisas estão melhorando, comecei a marcar no relógio e ela começou a ficar um tempo de 16 minutos, depois 20, 30 e sábado passado, pela primeira vez em sua vida, dormiu por 4 horas seguidas no berço – algo que foi recorrente durante essa semana. Mas quando ainda não conseguíamos esse feito, cheguei a ficar desesperada por não conseguir fazer outra coisa além de estar à disposição dela por completo. Foi quando comecei a pesquisar na internet e encontrei o texto sobre Teoria da Extero-Gestação e daí em diante foi como redescobrir a maternidade.
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