13 nov 2014

Precisa-se de mais delicadeza e gentileza

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Hoje, dia 13 de novembro, é dia da gentileza. Convido os meus leitores a dedicar, diariamente, pequenos gestos de delicadeza. Consequentemente, ser exemplo para nossos pequenos.

gentileza

É preciso construirmos um tempo de delicadeza.
Esse tempo envolve nos dedicar mais a ouvir.
Falar menos da vida alheia.
Conhecer o outro.
Respeitar.
É preciso produzir delicadeza.
Olhar nos olhos.
Elogiar.
Ser mais generoso.
Divulgar pequenas e nobres palavrinhas.
Oi.
Bom dia.
Boa tarde.
Boa noite.
Sim.
Desculpe.
Obrigada.
É preciso fortalecer os relacionamentos.
E disparar sorrisos de gentileza.
É preciso com urgência construirmos um tempo de delicadeza. 🙂

Leia também: por mais conversas melhores

 

compartilhe!

0

comente!

03 nov 2014

É possível economizar água no banho?

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Sim, é possível economizar água durante o banho. Fiz o teste durante 7 dias seguidos e pude comprovar isso.

cronometro

Não é tarefa fácil economizar água na hora do banho. A arte de banhar-se, além de ser conhecido como o momento de higiene pessoal, é considerado também o instante que usamos para relaxar. Até outro dia, eu deixava a água do chuveiro cair sobre os meus ombros – o que me dava certa sensação de relaxamento. Mas o meu momento do banho mudou um pouquinho.

Recentemente, fiz um post com 14 dicas para economizar água. A primeira dica era justamente diminuir o tempo no banho. Todos os dias tomo dois banhos: a) um pela manhã para lavar a cabeleira; b) outro a noite ao voltar do trabalho. (simplesmente não consigo voltar da rua, colocar pijama e dormir como se estivesse limpinha). Esse é um hábito que não consigo mudar.

Então decidi que deveria tomar banhos mais rápidos. Sempre achei que era rápida no banho (bom, pelo menos comparado ao marido hihihi), mas após cronometrar durante 7 dias esse meu momento, descobri que podia mudar alguns costumes, entre eles: não escovar os dentes no banho, não lavar a calcinha, não fazer hora deixando creme agir no cabelo e o mais penoso pra mim: fechar o chuveiro enquanto esfrega o sabão no cabelo. Confesso que o último ainda não consegui, mas os outros três já coloquei em prática. Já que tomo dois banhos, tracei uma meta: usar 10 minutos, em média, por dia, para esse fim. Afirmo, é difícil pra caracoles.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

1

comente!

27 out 2014

O que levam as mães pararem de trabalhar fora?

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Esse é um tema recorrente em minha cabeça desde o início do ano. Penso que começou quando uma das minhas melhores amigas confirmou que pararia de trabalhar para dedicar-se a família. Já sabia da sua ideia desde 2013, mas a confirmação ao mesmo tempo que me deixou orgulhosa por ela, me trouxe algumas dúvidas, entre elas a mais cruel: que tipo de mãe eu sou? Porque nunca pensei nessa hipótese, em parar de trabalhar para cuidar dos filhos, marido, casa. Acho uma das escolhas mais difíceis de se fazer e sinto certa admiração por mulheres que tem essa coragem. Mas eu não teria.

Não abriria mão do conforto e regalias que de certa maneira meu salário proporciona não só a mim, mas a minha família em geral. Não há como negar: trabalhar fora/ter renda fixa colabora para realização de alguns desejos: viagens, passeios, refeições fora de casa, a compra de um apartamento, um bom plano de saúde, roupas, bolsas e sapatos…sejam eles supérfluos ou não. Não me imagino pedindo dinheiro ao marido para comprar algo ou tendo que dar satisfação de como gastei a verba. Claro que mesmo tendo minha renda, existe uma sincronia financeira conjugal, mas existe também certa liberdade e independência de como e quando gasto o meu dinheiro.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

2

comente!

23 out 2014

Decifrando códigos do bilhete escolar e os tipos de mães existentes

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Já faz algum tempo me dei conta: os comunicados escolares são impregnados de códigos. Já reparou, por exemplo, que todo bilhete escolar refere-se sempre às mães?

“Mamãe, por favor enviar o lenço de papel”.

“Mãe, fulano pensou na vida hoje”.

“Mamãe, enviar um prato salgado”.

Assim por diante.

Ou quando o bilhete vem com “Senhores Pais“, querem dizer “Senhoras mães“. Como se só as mães fossem as únicas responsáveis pelos seus filhos ou como se o pai não lesse os comunicados escolares. Aqui em casa eu nunca leio a agenda. Ainda bem que marido lê e me transmite os recados.

Antigamente, quando a escola pedia para levar um prato doce ou salgado, não se tratava de algo facilmente comprado. Nossas mães, avós de nossos filhos, dedicavam tempo preparando. Se trabalhassem fora, passavam parte da noite se dedicando ao tal prato para levarmos no dia seguinte. Quando tinha passeio escolar então…! Lembro da minha mãe fazendo um lanche que até hoje é o meu preferido e quando como me vem a lembrança dessa época: pão de forma com patê de maionese e atum. Para enviarem os lanches com tanto capricho, os recados deviam vir com um código secreto que dizia “que tipo de mãe preguiçosa você é que precisa comprar um lanche? Faça você mesma!” Hoje, quando vai ter um passeio, o recado vem claro: “O valor do passeio é R$50,00, está incluso: transporte, entrada e LANCHE“.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

1

comente!

20 out 2014

14 Dicas para economizar água

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Verão de 2015. Serra da Cantareira pegando fogo. Torneiras sem uma gota de água. Filas em volta de caminhões pipa. Pessoas esperando (e brigando) para que seu balde seja cheio de água. Piscinas de clubes e condomínios vazias. Preço da água superfaturado nos supermercados. Pessoas fazendo preces, promessas, procissões, para que caia chuva. Banho de caneca.

economizar água

Essa foi mais ou menos uma previsão que a revista Época publicou alguns meses atrás. Parece futuro, mas é o presente. O Sistema Cantareira, responsável por abastecer 9 milhões de habitantes está sem água. Essa é a maior falta de água da história, no Estado de São Paulo. A cidade sofre o maior período de estiagem que já se ouviu falar. Nunca vi tantos lugares sem água e tantas pessoas falando que não tem água em casa. Por conta do racionamento, tem gente que tem água durante o dia e à noite não. Mas já ouço pessoas falando que estão sem água na torneira! E ainda vemos outras pessoas desperdiçando água lavando calçada e seus automóveis – com certeza, esse filhos de Deus (pra não chamá-los de outra coisa), não sabem que lavar o carro com mangueira gasta de 300 a 600 litros de água!
Clique e continue lendo!

compartilhe!

2

comente!

13 out 2014

Aos meus mestres e aos do meu filho, meu respeito e admiração

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Atualmente, quando se fala no mês de outubro, a data mais ressaltada é o Dia das Crianças. Na minha época de criança, lembro muito de comemorar essa data, mas também o Dia dos Professores. Minha mãe se ocupava em comprar um presente que pudesse agradar nossos professores, sempre com o cuidado de pensar na utilidade e no valor afetivo que o presente poderia ter. Hoje em dia, talvez pela insana correria, não percebo mais tanto zelo e dedicação ao querido mestre.

Vejo o carinho com que Benjamin trata suas professoras e não sinto ciúmes como previam algumas pessoas. Sinto alegria e certa nostalgia. Lembro-me de dois professores muito queridos que tive, a profe Neide, no início do ensino de primeiro grau e o professor Ricardo, já no primeiro e segundo ensino médio. Resgatando o baú da memória, lembro também da ternura e firmeza da diretora, professora (mãe e filha respectivamente) e de alguns momentos na Patatinhas – escola em que estudei na educação infantil, com a idade pouca coisa mais avançada que o meu Ben. Tive (e tenho) imenso respeito, admiração e carinho por essas pessoas. Eu que tenho memória fraca, tenho certeza que a lembrança dessas pessoas se faz presente até hoje, porque elas marcaram minha vida de forma muito individual, especial e positiva.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

15 set 2014

Bate papo entre mamães como eu e você

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Semana passada, mediei um bate papo entre mães, a convite do Shopping Metrô Tucuruvi. O encontro foi lá mesmo no shopping e contou com a presença de várias mamães de primeira viagem. Todas acompanhada de seus pequenos, e uma mãe já de dois. O assunto debatido foi: quando chega a hora do segundo filho? Mas onde há mães, há assunto que não acaba mais.

Falamos se existe hora certa para ter o segundo filho. E contamos com o depoimento da Paula, mãe de dois: um de 2 anos e o outro de 3 meses. Ou seja, idades bem próximas um do outro. Segundo a Paula, a contribuição do marido foi e é fundamental para a harmonia do lar e toda logística de se ter dois filhos em casa funcionar bem. Todas as mamães presentes no encontro, pensam num segundo filho. Não para esse exato momento, pois todas estão com bebês de 1 a 6 meses.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

05 ago 2014

Família e Educação: O conflito entre ser permissivo e dizer não ao filho

Família e Educação

A pergunta que mais ouvi nos últimos dias “você viu o vídeo do menino que teve o braço arrancado por um tigre?”. Só vi o vídeo ontem cedo, ao chegar no trabalho, porque a TV próxima à minha mesa estava ligada, caso contrário não teria visto porque me permito não procurar tragédias, afinal, são muitas diariamente. Só que após ver o vídeo fui ler sobre o caso e fiquei mais indignada e impressionada.

Eu não quero julgar esse pai. Mas infelizmente, não tem como falar desse assunto sem julgar os pais dessa criança, que devem estar sofrendo muito, óbvio, pelo ocorrido e pela própria falta de discernimento. Além do fato de o menino ter ficado sem o braço, me comove também, nessa história, a falta de limite e autoridade que nós pais impomos cada vez menos aos nossos filhos. O vídeo que assisti, foi ao ar no programa do Fantástico, dia 03 de agosto, no qual em determinado momento o pai diz “as pessoas (em volta) estavam achando bacana, curtindo”. Impressiona-me as pessoas em volta assistirem (e filmarem!) e não chamarem a atenção desse pai e dessa criança. Não, não tem a menor graça, não é nada bonitinho e bacana ver uma criança alimentando e atentando animais selvagens não domesticados, ultrapassar a passagem proibida pelos visitantes onde visivelmente se vê a placa “PERIGO! Não ultrapasse”. Se eu tivesse no local, com certeza seria candidata forte a brigar com esse pai. Aí vem um oportunista, ops, um advogado e diz que a culpa é do Zoológico.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

1

comente!

30 jun 2014

Lei da Palmada – O diálogo é sempre o melhor caminho para educação

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Enfim, entrou em vigor na última sexta-feira, 27, a Lei da Palmada, rebatizada pelo nome Lei Menino Bernardo, em homenagem ao menino Bernardo Uglione Boldrini, de 11 anos, assassinado com uma injeção letal, supostamente pelo pai e madrasta, na cidade de Três Passos, no Rio Grande do Sul. Isso significa que crianças e adolescentes passaram a ter novos direitos garantidos junto à secretaria de Direitos Humanos. A Lei proíbe pais e responsáveis usarem de violência física, maus tratos, violência psicológica e/ou qualquer punição com agressividade, na educação dos filhos menores de 18 anos.

Leia mais sobre a Lei AQUI.

O que eu acho disso?

Já li por aí que essa Lei é uma bobeira, que ninguém tem nada a ver com a forma como a família educa seus filhos, que todo mundo sabe distinguir um castigo violento e cruel e que o Parlamento deveria estar mais preocupado em promover uma forma política e econômica. Tem gente que gosta de provocar.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

24 jun 2014

O que me faz feliz #100DiasFelizesComAVida

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

O que me faz feliz

Ganhar algo significa perder algo. É uma lei natural da vida. Nunca acreditei que as pessoas pudessem ter tudo, que eu pudesse ter tudo e ser 100% feliz sem pagar alguma conta. Então, chegou Benjamin. Desde que vi aquela pessoinha, senti uma felicidade sem fim transbordar  no meu peito. Ali soube que perderia algo. Durante esses três anos, vivi com esse pressentimento que eu acreditava estar diretamente ligado a ele. Poucas pessoas souberam desse sentimento. Minha mãe era uma delas.

Ao mesmo tempo que eu sentia uma alegria imensa ao ver um sorriso dele, fustigava em mim uma dor, um medo imensurável de perdê-lo. Até que dia desses acordei como se tivessem soprado em meu ouvido: sua dívida está paga. Não sei se foi sonho, mas acordei com a certeza de que meu pressentimento era verdadeiro. Eu perderia algo. Não foi Benjamin. Longe de mim responsabilizar meu filho pela perda que tive. Muito pelo contrário, ele foi um presente, uma espécie de alicerce construído para me preparar para esse momento. Quando penso nos últimos anos, tenho ainda mais certeza disso. E ele me faz feliz.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

4

comente!

Página 9 de 11Primeira...67891011