31 jul 2017

Como é difícil ser mãe de dois

Ser mãe de dois é mais difícil do que se pensa

mãe de dois

A gente acha que vai ser fácil porque já temos a experiência em como lidar com algumas situações. Mas é muito difícil ser mãe de dois. Nesse fase da vida, sinto que estou sempre em débito com um dos meus filhos. E porque trabalho fora, sinto que minha dívida está ficando enorme, pois não consigo equilibrar meu tempo, afazeres e atenções. Percebi há algum tempo, num simples comportamento do filho mais velho.

Olhando aí pelas nossas fotos no instagram, ninguém percebe. Meu primogênito comporta-se como uma criança da sua idade. Não está mais na fase dos Terrible Twos, mas tem dias bons e ruins. Claro que eu adoraria que permanecesse só os dias bons, os quais ele é um menino incrível que parece a frente do seu tempo e idade. Mas os dias ruins servem para me lembrar o quanto ele precisa de mim, impondo limites e oferecendo todo o amor que eu puder. Serve também para me advertir da responsabilidade que tenho, do equilíbrio, resiliência e paciência que preciso exercitar.
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24 jul 2017

Meu processo de coaching

Desde quando perdi minha mãe, me dei conta que meu mundo se dissolveu. Logo em seguida a Stella nasceu e percebi que a ordem e as prioridades da minha vida já não eram mais as mesmas. Antigos sonhos se diluíram para dar espaços a novos. Há dois anos exatos a Stella nasceu e com ela nasceu também a urgência de transformação e mudança. Pessoal e profissional. Sempre fui uma pessoa decidida e batalhadora, mas acho que nunca precisei da audácia necessária de agora. Por isso comecei meu processo de coaching. Tornei-me coachee.

Passada a fase de achar que precisava de uma consultora de estilo, ou de ir mais à igreja, descobri que é tempo de ter mais clareza das escolhas a serem feitas, de ter mais confiança, desenvolver as ideias e comportamento, de obter mais desafios, de maximizar meu potencial, de autodescobertas, de ser ao invés de ter!

Descobri que ser feliz é mais importante do que ter algumas coisas. Resolvi assumir que preciso fazer algumas mudanças. Sei que me dedicando 100% do tempo para meus filhos e casa não me faria feliz completamente. Mas meus filhos estão crescendo e sinto que estou perdendo a melhor fase da vida deles. E me dói perceber isso. Ainda mais quando penso que talvez nem tenha mais outro filho para que eu possa fazer algo diferente. E também não tenho outra vida. Está valendo essa aqui e agora que estou vivendo. Eu queria muito poder conciliar as duas coisas: trabalho e filhos. Mas como? Foi então que decidi fazer coaching.
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21 jul 2017

Porque estamos fazendo a mudança de escola das crianças

mudança de escola

Vida de mãe é cheia de emoção. Quando está tudo tranquilo, feito um mar calminho, vem uma onda forte e nos pega de surpresa. Sem contar as alterações constantes de fases. Conseguimos fazer a criança dormir na cama dela sozinha, aí vem a fase do medo de escuro e voltamos 3 casas nesse jogo da maternidade. O bebê largou a chupeta e logo vem a hora de largar a mamadeira. De repente, eles saltam do ensino infantil para o fundamental e lá vem mais uma fase de adaptação. Pois é, estamos passando uma fase de várias mudanças por aqui e entre elas, pela segunda vez, a mudança de escola. E todo mundo tem me perguntado porque estamos mudando as crianças de escola.

Nós amamos a escola atual das crianças, não aconteceu nada na escola que nos tenha feito tomar essa decisão. Mas a vida é uma grande transição que às vezes nos obriga a tomar decisões que muitas vezes não teríamos coragem se não fosse o empurrãozinho dela. Não sei se vocês já passaram por uma situação como querer mudar de endereço para morar mais perto do trabalho. A mudança de escola é algo desse tipo. Aconteceu algo definitivo que nos fez tomar essa decisão, mas essa escolha vem de encontro com alguns desejos meus de dar mais qualidade de vida para meus filhos, assim como passar mais tempo com eles. Meio que o Universo está conspirando para projetos futuros. É isso que estou encarando esse momento.
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11 maio 2017

Filha de mãe solteira com muito orgulho

Outro dia comentei no instagram que a história da mãe do Marcos Piangers era muito parecida com a história da minha mãe. Choveu de gente me mandando mensagem compartilhando sua história e falando que não sabia que eu era filha de mãe solteira. Pois bem, sim, sou filha de mãe solteira. Acho que nunca tive dimensão exata do que isso significava e vim ter só na vida adulta e com exatidão das dificuldades, após a minha maternidade.

filha de mãe solteira

Sempre admirei minha mãe. Sempre a achei uma mulher porreta. Ela criou duas filhas sozinhas. E não apenas por isso, mas pela história de vida dela. Por todos os desafios, por todas as suas escolhas, por tudo o que ela enfrentou, pela coragem e alegria de viver que permaneciam vivos dentro dela. Das escolhas, eu contaria aqui uma delas, mas não tenho esse direito. Foi algo que só no fim da sua vida, reconheci o tamanho do sofrimento que ela carregou.
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10 abr 2017

Precisamos melhorar o modo como nos tratamos e cuidamos um do outro

Precisamos melhorar o modo como nos tratamos

Precisamos melhorar o modo como nos tratamos e cuidamos um do outro

A Netflix lançou no primeiro final de semana de abril, a série 13 Reasons Why ou Os 13 Porquês , inspirada no livro homônimo do escritor Jay Asher. Ambos contam a história de Hannah Baker, uma garota de 17 anos que, com os seus pais, está iniciando uma vida nova em uma nova cidade. Hannah é uma adolescente comum, bonita e que como todos quer ter amigos e ser feliz. No entanto, muitos dos seus colegas a magoam. Alguns sem se dar conta do quanto suas atitudes podem prejudicar. Outros a magoam com crueldade.

Então ela começa a sofrer bullying na escola e começa a sentir medo, a se isolar e se sentir mal. Ela tem apenas um amigo, o Clay, também um grande admirador seu, porém tímido, por quem ela começa também a se sentir atraída. No entanto, ele não é motivo suficiente para impedí-la do suicídio. Ao voltar para casa, Clay encontra um pacote com 13 fitas cassete. Ao começar a ouví-las, Clay e até nós expectadores, ficamos desnorteados
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29 mar 2017

Por que as pessoas desestimulam as viagens com crianças?

por
Gabi Miranda

Desabafo, Destaque, Maternidade, Viagem

Em janeiro fechamos nossa viagem de férias/2017. A data da viagem está longe ainda, mas para não acontecer como ano passado, que eu e marido não conseguimos casar nossas férias, dessa vez nos planejamos e fechamos tudo com antecedência. Uma coisa me surpreendeu muito! Quando comento com alguém sobre a viagem, a pessoa geralmente responde com uma pergunta: mas vocês vão levar as crianças??? Ou quando falamos o destino, as pessoas comentam de forma pejorativa: vocês vão pra lá com as crianças? Alguns afirmam: eu não viajaria com meus filhos! Eu não faço viagens com crianças! Deixa as crianças com alguém! E por aí vai… Eu queria saber: por que as pessoas tentam desestimular as viagens com crianças? E como alguém não faz viagens com crianças, sendo seus próprios filhos?

Porque eu não viajaria sem meus filhos

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Meus filhos não pediram para nascer, eu quis que eles nascessem. Eles fazem parte de mim e enquanto eu puder, quero carregá-los por todo canto como se eu fosse uma mãe canguru. A minha vida não tem graça sem eles. Embora eu sinta sim vontade de fazer uma viagem rápida sozinha com o marido, consigo imaginar a nossa depressão por não ter as crianças por perto. E a gente falando “se o Benjamin e a Stella estivessem aqui…”.
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22 mar 2017

Chata é a mãe!

por
Gabi Miranda

Desabafo, Destaque, Maternidade

Amo ser mãe. E queria apenas ser mãe, sem ser chata. Não me disseram, mas uma está embutida na outra. Quando nasce uma mãe, nasce também uma chata.

chata é a mãe

A mãe tenta fazer de tudo para agradar, se desdobra e parece que quanto mais ela faz, mais chata ela se torna. O filho não precisa falar nada! Basta uma boca torta, uma revirada de olhos, uma bufada. Esses sinais anunciam que a mãe é uma chata. Até que um dia a mãe ouve isso com todas as letras, sílabas por sílabas, “QUE CHATA!”. Para impor respeito a mãe olha com aqueles olhos grandes (que filho não tem medo quando a mãe olha assim?!) que perguntam silenciosamente “o que você disse?”. Nada não! Claro, a mãe ouviu demais.

Tenho reparado e chego a conclusão que não tenho encontrado a fórmula e tem me parecido impossível ensinar, aconselhar, sugerir, fazer uma pessoinha enxergar como se faz algo sem ser taxada como chata. Se levo para escovar os dentes a criança caindo de sono, sou a carrasca da escovação. Se peço pra ir pro banho (tenho que repetir 100 vezes a mesma coisa), sou a louca do banho. Se faço comer frutas e verduras, sou um monstro. Se coloco pra dormir cedo, sou chata. Se peço pra fazer lição de casa, sou chata. E se pararmos pra pensar, veja como mãe faz cobranças. Guardou os brinquedos (?), coloca a roupa no cesto de lavar, arruma sua cama, comeu o que hoje (?), apaga a luz, sai desse jogo, desliga a TV, come de boca fechada, não tranca a porta do banheiro, não joga bola pela casa…. A mãe respira e é… (complete a frase)! Perfeita é mãe, só do Joãozinho.
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24 fev 2017

Fantasias maternas – Qual é a sua?

por
Gabi Miranda

Desabafo, Destaque, Maternidade

Toda mãe tem fantasias maternas! Algumas inconfessáveis e outras nem tanto. Mas a verdade é que nem todo mundo tem coragem de revelar algumas das suas fantasias. Eu jamais diria o que vou dizer agora, mas fui encorajada depois que assisti o filme Perfeita é a mãe! e me identifiquei com a fantasia materna da personagem feita pela atriz Kristen Bell, dona de casa e mãe de 4 filhos. A fantasia materna dela é sofrer um pequeno acidente de carro, nada grave, algo só para ser internada por duas semanas, dormir o dia todo, ver TV sem cansar. Juro, me identifiquei.

Outra fantasia minha: fugir. Passar um fim de semana, sozinha, num hotel aqui em SP mesmo, só pra fazer coisas minhas. Ler um livro numa tacada só. Assistir um filme. Ou novela. Ter a TV só pra mim. Comer o que eu quiser, sem me preocupar em ser um exemplo ruim.

Podem me julgar.
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23 jan 2017

Por que a gente quer ter filho?

Quanto mais penso nos problemas, mais problemas acho. Poderia listar uma infinidade de coisas que poderiam me fazer achar a maternidade um eterno cansaço. Nós (digo nós, eu e marido), por exemplo, não temos ajuda de ninguém com as crianças e com a casa. Corrigindo, com a casa temos uma ajudante a cada 15 dias. Claro que não ter ajuda dificulta um pouco mais a nossa vida de pais, mas também já me acostumei com a emoção. Adoraria ter ajuda com as crianças, mas não temos porque falta avó-tia-vizinho-pessoas-de-fé-e-camaradas-pau-pra-toda-obra porque cada um tem a sua vida, porque moramos distantes, porque eu também não sei pedir e aceitar ajuda. Enfim, por n motivos e eu poderia falar um post inteiro sobre isso

Já ouvi que não tenho ajuda em casa porque não quero. Carinha pensativa… Sim, poderia ter uma ajudante diariamente ou três vezes por semana. Seria até um sonho. É uma mão-de-obra cara, um investimento que eu e marido após alguns estudos e análises decidimos não bancar. É uma escolha como tantas outras. Assim como tem gente que tem ajudante diariamente mesmo passando aperto. Enfim, cada um com suas escolhas.
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22 nov 2016

Escolha de mãe – Nova plataforma da Philips Avent

escolha de mãe

A Philips Avent, marca mundialmente reconhecida por produtos e qualidade, que acredita no empoderamento de mãe e pais, acaba de lançar a plataforma Escolha de Mãe. O objetivo é promover uma discussão saudável sobre as diferenças e opiniões individuais. Ao descobrirmos a gravidez, entramos na maior jornada das nossas vidas. Somos envolvidos por diversos sentimentos. Desde então, nos deparamos com inúmeras escolhas e cobranças. Philips abraçou um movimento em busca de mais respeito pela opinião das mães e estimula a importância de seguirmos nosso instinto.

Assim como um filho é diferente do outro, sabemos que na maternidade não existe o certo e errado. Existem histórias, crenças e culturas diferentes. Consequentemente, cada mãe e pai, fazem escolhas baseadas no que acreditam ser melhor para seus filhos e sua família em geral. Não devemos desejar a perfeição aos olhos de todos. Basta estarmos seguras com as nossas decisões, sabendo que cada escolha nossa é fundamentada nas necessidades dos nossos filhos, no amor e na vontade de querer vê-los bem dentro do que acreditamos ser certo.
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