17 jul 2013

As agruras da maternidade

por
Gabi Miranda

Desabafo, Maternidade

Tudo começou ontem depois do almoço. Uma angústia tomou conta de mim e eu falava pra minha colega de trabalho: “vontade de chorar, gritar, sair correndo”. Tem um monte de coisa pra acontecer, mas sinto tudo estagnado na minha vida. Culpa da minha ansiedade? Talvez. E aí tento me apegar na frase que li semana passada no instagram do ‘Mulher sem script’: “Calma. É aos poucos que a vida vai dando certo“.

Foi quando recebi uma ligação da escolinha e a calma que eu buscava foi para o espaço. Benjamin apresentava umas manchas no corpo, que começaram nas pernas e estavam subindo pra barriga. Fiquei apavorada. Podia ser uma alergia, mas como ele não estava tomando nenhum remédio e aparentemente não tinha ingerido nenhum alimento diferente, essa hipótese foi a última coisa que passou pela minha cabeça.

Incrível a minha capacidade de pensar sempre no pior. A primeira coisa que pensei foi referente ao galo na cabeça. Benjamin sofreu uma queda forte no sábado retrasado. Subiu um galo assustador, que baixou relativamente rápido, mas foi nessa segunda-feira passada que me ligaram da escolinha perguntando se ele havia caído em casa (sempre tentamos manter a escola informada no caso de machucados). Explicaram que ele estava com um galo no mesmo lugar do outro de antes, que só apresentava aquela mancha esverdeada e que ele não tinha caído na escola. Fiquei encanada com isso. Quando o busquei vi o galo e aquilo ficou na minha cabeça. Clique e continue lendo!

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29 maio 2013

A angústia da separação

por
Gabi Miranda

Desabafo, Maternidade

Colocar o filho no berçário ou na escolinha é uma decisão muito difícil. Mães de primeira viagem sofrem e não sabem como lidar com essa situação. É tudo muito novo, a maternidade chega ser avassaladora, transforma toda nossa vida.

Algumas mães tomam a decisão de parar de trabalhar. Outras não podem ou não querem seguir esse caminho. Por algum momento eu quis, mas logo depois esse desejo insano passou.

Embora goste da maternidade, não teria capacidade, muito menos paciência, para cuidar de filho e consequentemente da casa. Acho até que a forma como me entrego para a maternidade é justamente por essa escolha, por me dividir entre profissional e mãe. Se eu tivesse parado de trabalhar, tenho certeza que em alguns meses estaria sem paciência e disposição nenhuma para maternar (ou não?!).

Optei por colocar Benjamin no berçário e ele foi logo cedo, assim que acabou minha licença maternidade, aos 5 meses de idade. Sofri. A angústia da separação nos pegou. E perguntaram-me: como você superou isso? E o Benjamin como foi pra ele a angústia da separação? Eu não sei bem como responder, mas acho que alguns fatores contribuíram.
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06 mar 2013

A maternidade é um mito (mas a vida é melhor com filhos)

por
Gabi Miranda

Comportamento, Desabafo, Maternidade

Por indicação de minha amiga Bruna, conheci o blog “Manhê… abaixa o som!” que reúne várias entrevistas bacanas. Li a entrevista com Marcia Tiburi, onde a primeira questão abordada é: a maternidade é um mito?

Marcia Tiburi, como boa filósofa que é, descreve sua opinião a respeito e afirma: sim, podemos dizer que em alguns aspectos, a maternidade é um mito. Mas o é, sobretudo, por ser uma peculiar condição política.

Refleti dias a respeito de tudo que li nessa entrevista. Não porque eu precisava de mais argumentos ou porque era contra as informações que tinha lido. Mas para esclarecer algumas coisas dentro de mim. Para assumir meus próprios sentimentos com relação à maternidade.

Cheguei à conclusão que faço certa apologia à vida materna. Eu já falei que filho traz felicidade sim e sempre falo para as amigas que filho é a melhor coisa do mundo (pra mim é realmente!). Tenho uma amiga que não tem filho (ainda) e eu vivo lhe perguntando: quando você vai ter um bebê?
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25 out 2012

Ter filhos traz felicidade?

Alertaram-me: a matéria de capa da revista Época dessa semana é pessimista, mas consegue ser salva ao final. Fui em frente com a leitura. Pasmei. Não consigo entender como as pessoas querem algumas mudanças, mas sem as responsabilidades que essas mudanças carregam.

Exemplo bobo: Queremos incansavelmente ser adultos, morar sozinhos, ser independentes, mas não queremos pagar contas e queremos de preferência que nossa mãe apareça em casa um dia sim outro também para organizar, lavar, fazer comida. Queremos casar, mas de preferência continuar com alguns programas que faziam parte da vida de solteiro. Desejamos ter filhos, mas sem acordar de madrugada, sem limpar bumbum sujo de coco, sem fazer mamadeira, sem ouvir choro, sem ter que lidar com birras, sem dar banho, sem ter que deixar de ter tempo pra você, sem dor de cabeça, sem preocupação, sem responsabilidade, sem nada! Como viver essas e outras possibilidades sem os impactos que elas carregam?! Clique e continue lendo!

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13 set 2012

Das coisas que me arrependo durante a gravidez

por
Gabi Miranda

Desabafo, Gravidez, Maternidade

De ter chorado os três primeiros meses inteiros e principalmente de ter desejado não estar grávida. Tudo porque no início eu não estava vendo graça em ser grávida, não eram as mil maravilhas que pensei que seriam, porque eu acordava passando mal e ia dormir passando mal. E vomitava tudo o que colocava pra dentro, por onde passava.

De não comer verduras. Eu nunca comi (e continuo sem comer) qualquer verde que seja. Não gosto, tenho aflição, não acho saboroso (e não preciso experimentar pra saber que não gosto e pronto). Quando engravidei o que mais ouvi foi “agora tem que comer verduras”. No início me esforcei, mas como passava mal pra caramba, as tentativas não tiveram sucesso. Com 7 meses e pouco de gestação entrei em paranoia. Achava que Benjamin teria algum problema e se tivesse a culpa era minha por não comer verduras. Foi um período horrível emocionalmente, pois imaginava coisas horríveis que podiam acontecer com Benjamin. Pensava a todo instante que se eu sou o que como, meu filho também seria e ele não comeria verduras porque ao invés de enviar esse tipo de alimento pra ele, eu enviava batatas fritas. Clique e continue lendo!

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16 abr 2012

Uma vida muda tanto a nossa

Nos últimos dias tenho pensando muito na chegada do Benjamin em minha vida. Acho que esse negócio de organizar a festa de um ano dele mexeu comigo. Daqui a pouco meu bebê vai fazer um ano!!! Fico pensando em minha vida há um ano, ou melhor, um ano e 10 meses – porque a partir do momento que me descobri grávida, minha vida mudou totalmente.

Lembro que passei muito mal nos primeiros meses de gestação. Como passei mal!!!! Eu respirava e pronto, colocava os bofes pra fora. Fiquei apavorada pensando que ficaria a gestação inteira daquele jeito. Até o quarto mês não gostei muito de ser gestante, mas depois…ai que saudade. Acho que não tem estado melhor da mulher.

Quando Benjamin não mexia – o que era raro – eu entrava em pânico e comia, comia e comia até que ele desse sinais nítidos de vida. Passei a gravidez inteira com medo de perdê-lo. Talvez porque eu tive um descolamento de placenta logo no início e tive que ficar de repouso, depois porque eu passava muito mal e não comia e quando comia colocava pra fora, também porque eu não bebo leite, não como verduras (e até tentei), legumes e mais um monte de coisas… nisso eu pensava um montão de besteiras. Clique e continue lendo!

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01 mar 2012

SIMMMM, ele volta a entrar!

por
Gabi Miranda

Desabafo, Gravidez, Maternidade

Você engordou 13 quilos na gestação. Pensou que ao parir a barriga voltaria ao normal, mas ficou aquele barrigão com a sensação de tudo solto lá dentro ooooou para os leigos, aparentando o esquecimento de mais um bebê. Usou diariamente, com dificuldade (e com ultra master força de vontade), por 2, 3, 4 ou 5 meses seguidos a cinta pós parto. Um belo dia, inacreditavelmente, o impossível acontece: aquela velha calça jeans que não cabia mais em você nem antes de engravidar, voltar a caber. Entusiasmada, você começa a experimentar TODAS as roupas do seu closet. Camisas voltam a fechar!!! Saias, shorts, vestidos também!!! E outras calças (!!!), ops, outras calças…… bem você está com um problema inesperado: algumas calças você vai ter que mandar ajustar.

Fiz as contas
Perdi 22 quilos desde o parto:
13 que ganhei na gestação;
9 que já me pertencia.

Quanto estou pesando? Aiiiii perdi as contas…deixa pra lá. O fato é que estou magéééééérrima (moooooorram de inveja, rs)!!! Clique e continue lendo!

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