02 out 2017

Como minimizar o consumo infantil

minimizar o consumo infantil

O dia das crianças está chegando e é inevitável a criança não cobrar um presentinho. Por aqui, estou no meu ritmo e no ritmo dos integrantes da família, tentando mudar nossos hábitos e valores em relação ao consumismo. Isso significa minimizar o consumo. Motivada por desejar o bem do meio ambiente, pelo estresse do emprego, pela busca de uma vida mais espiritualizada, por querer mais tempo de qualidade com meus filhos e, principalmente, por desejar ensiná-los cedo algo que aprendi recentemente, que ter coisas não faz de nós mais felizes ou mais bem sucedidos.

E aí que nessa época do ano, assim como no Natal, há um direcionamento absurdo de publicidade voltado para as crianças. E chove pedidos dos pequenos de brinquedos e objetos que eles não precisam. Basta olhar em volta da nossa casa. A minha tem um monte de brinquedos que meus filhos ficam sem pegar por semanas. Aliás, os brinquedos mais requisitados pelos meus filhos, são os mais simples. Mas ao ir numa loja de brinquedos, me surpreendem pedindo de tudo. E me assusta a velocidade e quantidade de brinquedos que surgem e os valores exorbitantes. Outro dia mesmo, vi uma boneca que custa R$500. Ao lado dela na prateleira imensa, tinha muitos acessórios que podiam acompanha-la: roupas, carro, cavalo, sorveteria, etc. Só um kit de roupa, custava R$150. Gente, nem pra mim eu compro uma roupa no valor de R$150!
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27 set 2017

De olho no futuro financeiro dos filhos

por
Gabi Miranda

Destaque, Dinheiro, Maternidade

Desde que engravidei do Benjamin uma das minhas maiores preocupações é o futuro dele. Acho que toda mãe se preocupa com isso, né? O futuro financeiro dos filhos. Eu me preocupo muito com a questão financeira, de garantir uma reserva para quando meus filhos estiverem grandes. Sinto que a geração dos meus pais não tinha essa preocupação, nem a de oferecer educação financeira. Talvez por falta de conhecimento e também por falta de oportunidade e possibilidades. O fato é que eu não fui educada financeiramente e quando passamos por dificuldades financeiras, sofri muito para lidar com a situação. E também não tive recursos para fazer um intercâmbio ou pagar faculdade, nem ganhei carro ao completar 18 anos.

Nada disso me faz uma pessoa melhor ou pior, claro. E não me fez falta na época, mas claro teria sido ótimo para o meu futuro – que hoje é o meu presente. Verdade seja dita, isso me faz pensar melhor no futuro financeiro dos filhos. Hoje eu tenho uma visão sobre educação financeira, quero que meus filhos aprendam a lidar com dinheiro. E embora, o mundo dos investimentos pareça estranho por ter suas taxas, siglas e porcentuais incompreensíveis, fiz investimentos para as crianças. Comecei timidamente. Quando o Benjamin nasceu fizemos uma poupança para ele. Um ano depois, fizemos uma previdência para o Benjamin e recentemente a Stella que já tinha a poupança dela também, ganhou uma previdência.
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15 maio 2017

Por que controlar as finanças é um ato de amor

por
Gabi Miranda

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controlar as finanças

Segundo Mara Luquet, colunista da Rádio CBN e Jornal Globo, as mulheres são as maiores vítimas de pobreza na terceira idade. De acordo com uma pesquisa sobre o que os brasileiros acham mais importante na velhice, ser independente financeiramente e ter saúde física, são itens em último lugar da lista. Portanto, Mara acredita que controlar as finanças é um ato de amor e aconselha:

O melhor investimento para o filho é a mãe cuidar de si própria. Ser inteiramente independente financeiramente. Porque se você estiver financeiramente bem, você pode, inclusive ajudar seus filhos se eles precisarem.

Controlar as finanças é um ato de amor

Nunca tinha pensado no assunto dessa maneira até assistir a palestra de Mara Luquet no 3º Seminário de Mães. Aliás, acho que nunca pensei. Eu pago uma previdência privada pra mim e outra para o Benjamin (preciso fazer a da Stella), mas nunca tinha pensado que ser independente financeiramente na terceira idade é uma forma de cuidar de mim. Tenho uma visão bem romântica da maternidade. Imagino que vou criar meus filhos e eles crescerão pessoas incríveis que me amarão acima de tudo e jamais me largarão de lado. O que vejo por aí é uma realidade um pouco diferente. Analisando por mim. Minha mãe deu a melhor criação, me tornou uma pessoa boa, mas saí de casa aos 20 e poucos anos e fui atrás da minha independência. Ajudava minha mãe no que era possível, mas não dava, por exemplo, uma mesada e tínhamos nossas diferenças em relação ao dinheiro.
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15 mar 2017

Por que ensinar nossos filhos a lidar com o dinheiro?

por
Gabi Miranda

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lidar com o dinheiro

Embora seja o desejo de muitos pais por aí, não podemos contar exclusivamente com a escola na tarefa de preparar nossos filhos para a vida. E acho ok. A escola tem o papel dela, assim como a família. O nosso papel como pais, é buscar escolas com metodologia boa de ensino. Finanças não é uma grade curricular obrigatória, atualmente poucas escolas ensinam sobre dinheiro. A escola ensina matemática. Mas por que ensinar nossos filhos a lidar com o dinheiro?

Porque a incumbência de introduzir valores na vida de nossos filhos e auxiliá-los a administrar suas capacidades financeiras compete a nós. Porque somos nós quem temos que dar o exemplo. Conversar sobre dinheiro. Ensinar a criança administrar. Não incentivar o consumo. Cultivar a independência e autonomia. Por vários motivos que já comentei aqui no blog desde que comecei a escrever sobre minha relação com dinheiro, começamos a ensinar o Benjamin a lidar com o dinheiro. Algumas pessoas podem achar cedo, afinal ele só tem 5 anos e meio.
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22 fev 2017

Como declarar o Imposto de Renda 2017

por
Gabi Miranda

Destaque, Dinheiro

No próximo dia 01 de março, você já pode declarar o Imposto de Renda

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A Receita Federal começa a receber as declarações de ajuste anual do IR e todos os cidadãos brasileiros que receberam mais de R$ 28.123,91 em rendimentos tributáveis em 2016, como por exemplo, salários, aluguéis ou rendimentos isentos não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte em valores superiores de R$ 40 mil devem declarar o IRPF 2017.

declarar o imposto de renda

É um momento de resgatar todos os documentos e fazer uma análise criteriosa dos gastos e ganhos que tivemos. Tem gente que não tem paciência para preencher os formulários com a devida atenção. Alguns preenchem o mínimo possível. Outros deixam essa missão para um contador. O preenchimento devido, permite que o cidadão recupere um bom dinheiro na restituição.

Há três anos, assumi a responsabilidade de declarar o Imposto de Renda. Ou seja, eu mesma faço meu IR. Nada contra contadores, até porque antes era a minha sogra (contadora) quem fazia. Mas gostei de assumir essa responsabilidade e acho que foi uma boa decisão, já que eu gosto de cuidar das minhas finanças. Nele, declaro despesas dedutíveis como investimentos de previdência, mensalidade escolar das crianças, convênio saúde, etc.
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08 fev 2017

Toda criança merece ter um cofrinho

por
Gabi Miranda

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Quem nunca teve um porquinho em casa levanta a mão! Não precisa ser um porquinho, mas um cofrinho. Pode ser em formato de sapinho, vaquinha, cachorrinho, ou como Benjamin que tem um cofrinho Kombi. Até eu que não tive muitas lições sobre finanças quando era criança, tive um cofrinho. E posso falar? Tenho até hoje! Meu porquinho rosa. Depois que casei, eu e marido começamos a juntar nossas moedas juntos e era uma festa quando abríamos o cofrinho, dividíamos a grana e o uso era sempre para algo individual que quispessemos. Agora meu porquinho vive vazio porque o Benjamin não pode ver as moedas.

cofrinho

Meu cofrinho de porquinho 🙂

Acho que toda criança merece ter um cofrinho. É uma oportunidade rica para ensinar a criança o hábito de poupar, a valorizar o dinheiro guardado, ajuda no desenvolvimento da paciência, afinal precisa esperar o cofrinho encher para então abri-lo, e se expectativa é bom sentir, esse é um momento válido. Porque é a hora de ver quanto o cofrinho faturou e comprar aquele brinquedo que a criança tanto deseja. Às vezes não dá para ser o brinquedo de desejo. Entra aí uma oportunidade também de aprender a negociar. Com o vendedor da loja. Ou com os pais.
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12 dez 2016

Lista de material escolar: o que pode ser solicitado

Taxa de material escolar é proibida, veja o que pode constar na lista de material escolar do seu filho

lista de material escolar

Fim de semestre, hora de fazer rematrícula! Junto com aquela lista de coisas a pagar vem a taxa ou a lista de material escolar. Os pais questionam a escola o que contempla a lista de material e, passados alguns dias, vem uma lista de materiais com uma carta informando que a compra de material é coletiva, mas de uso exclusivo das crianças.

Os pais analisam a lista de material: placa EVA, prancheta, porta caneta, cesto organizador, post-it, escova para limpeza, caneta stabilo, pistola para cola quente, caneta esferográfica Bic…. Esses itens e outros mais. Quantos anos tem essa criança? Ok, não importa, afinal o que uma criança de 1 a 5 anos faz com post-it? E com pistola de cola quente? Escova para limpeza? Esse é o motivo por qual as escolas se limitam a apresentar a lista de material. Porque é proibido as instituições cobrarem taxa de material escolar de uso coletivo ou produtos de limpeza.
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11 nov 2016

Por que gastamos quando estamos tristes?

por
Gabi Miranda

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Quando estou triste, deprimida, chateada com algo, sinto uma vontade imensa de gastar. Esse sentimento não é algo incomum. Muitas pessoas sentem o mesmo desejo quando se sentem frustradas. E por que gastamos quando estamos tristes?

por que gastamos

Comprar traz uma sensação de satisfação. E quando estamos tristes, consumir é uma investida para fugir dos problemas e sentimentos negativos. Algumas pessoas procuram até aprovação para os seus gastos, afirmando para si mesma que merece, que trabalhou o ano todo, justificando assim seus atos de consumo. Quando a tristeza me abate, confesso, #soudessas.

Precisamos tomar cuidado, pois essa é uma grande armadilha que pode colocar por água abaixo a nossa saúde financeira. Gastar proporciona sim uma sensação prazerosa, mas é também uma sensação efêmera e passageira. É só chegar em casa com as sacolas que a exaltação de comprar algo que desejamos vai embora rapidinho. Além de dar espaço para o sentimento de culpa, volta aquela deprê que estávamos sentindo e nos fez consumir impulsivamente.
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11 out 2016

Como funciona nosso planejamento financeiro familiar

por
Gabi Miranda

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O planejamento financeiro é muito importante para manter saudável a situação econômica de uma família

planejamento financeiro

Cada família tem um jeito de controlar sua renda doméstica. Alguns juntam a renda toda num bolo só e outros mantem as rendas separadas e dividem entre si as despesas dos principais gastos: habitação, alimentação, transporte, escola, saúde, lazer e vestuário. Aqui em casa, mantemos nossa renda separada. Eu e marido sabemos da receita de cada um, não temos segredos, mas desde o início essa foi a melhor forma que encontramos para nossa família. Também não temos uma planilha geral onde anotamos todos os gastos da casa, cada um tem a sua particular e é assim que funciona o nosso planejamento financeiro familiar.

Eu já disse que nem sempre tive uma relação saudável com o dinheiro e marido, na época namorado, me ajudou muito nesse processo. Foi depois que saiu nosso apartamento que conversamos abertamente sobre como seria nosso planejamento financeiro familiar. Já tínhamos o Benjamin, mas até ali nunca foi necessário estabelecer regras, a única que tínhamos era a divisão das contas e a partir daquele momento foi necessário redefinir as despesas de acordo com as rendas. Fizemos uma planilha listando todos os gastos gerais e nossos salários, a partir daí definimos quem ficaria responsável por cada despesa. Temos várias despesas, assim como qualquer outra família, mas basicamente ficou 50% para cada um. E claro, cada um tem suas despesas individuais como conta de celular, vestuário, farmácia, etc, que não entraram na divisão. Também sempre tem um mês que entra uma despesa inesperada, e conversamos para quem fica mais viável arcar.
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09 set 2016

Fundo de reserva para presentes de Natal

por
Gabi Miranda

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Piggybank with santa hat

O final do ano está chegando. Ou você tem dúvidas disso? E quando penso em final de ano, penso em rematrícula, 13ª mensalidade escolar, material escolar, uniformes, IPVA, seguro do veículo, IPTU, festas, presentes…. Pronto, se não cuidar da saúde financeira, a conta entrou no vermelho! De novembro a fevereiro, é o período de maior gasto na casa de todas as famílias e mesmo para quem tem o 13º salário, se não fizer uma programação de entradas e gastos, fica difícil fazer uma economia doméstica.

Não gosto de pensar só no dinheiro que entra, mas como fazer ele permanecer mais tempo na conta. Então estava dia desses pensando em me organizar para os gastos de final de ano. Ano passado acabei sabotando minha vida financeira comprando presentes de Natal sem planejamento. Acabei não dando presentes para a lista inteira da família como gostaria, mas para quem dei, comprei presentes caros. Esse ano, novamente, não darei presentes para a família toda, mas também não vou dar presentes caríssimos.
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