27 mar 2013

Benjamin no país das maravilhas (por Roberto Piffer)

por
Gabi Miranda

Família, Maternidade

Confesso que esse negócio de escrever em blog não é fácil. A arte de escrever e manter este canal diariamente atualizado é admirável. Aliás, pegando carona nessa deixa, aproveito para escrever algumas palavras à Gabi, que se dedica de corpo e alma ao blog e, incondicionalmente, à difícil mas prazerosa incumbência de ser mãe. Já li algumas vezes aqui no blog que sou um bom pai, ótimo marido, que ajudo e tudo mais… E nada mais justo do que exaltar aqui que ela se tornou a melhor mãe do mundo que o Ben poderia ter. Além de que, encarnou perfeitamente este papel principal na nossa família, nossa protagonista também conhecida como mamãe.

país das maravilhas

Mas voltando à dificuldade de escrever no blog. Confesso que logo no meu terceiro dia dessa experiência, já estou ficando sem assunto. Durante o dia de ontem, pensei, pensei e pensei… Mas nada de encontrar um bom motivo para descrever por aqui. Aí, quando eu já estava quase desistindo, lembrei de um sonho que tive na noite passada. Um sonho que, assim como a maioria dos sonhos, foi esquisito, mas que tinha o Ben como personagem principal.
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25 out 2012

Ter filhos traz felicidade?

Alertaram-me: a matéria de capa da revista Época dessa semana é pessimista, mas consegue ser salva ao final. Fui em frente com a leitura. Pasmei. Não consigo entender como as pessoas querem algumas mudanças, mas sem as responsabilidades que essas mudanças carregam.

Exemplo bobo: Queremos incansavelmente ser adultos, morar sozinhos, ser independentes, mas não queremos pagar contas e queremos de preferência que nossa mãe apareça em casa um dia sim outro também para organizar, lavar, fazer comida. Queremos casar, mas de preferência continuar com alguns programas que faziam parte da vida de solteiro. Desejamos ter filhos, mas sem acordar de madrugada, sem limpar bumbum sujo de coco, sem fazer mamadeira, sem ouvir choro, sem ter que lidar com birras, sem dar banho, sem ter que deixar de ter tempo pra você, sem dor de cabeça, sem preocupação, sem responsabilidade, sem nada! Como viver essas e outras possibilidades sem os impactos que elas carregam?! Clique e continue lendo!

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23 ago 2012

Parabéns vovô!

por
Gabi Miranda

Família, Maternidade

Hoje é aniversário do meu pai, vô do Benlindo. Ele mora no Rio de Janeiro, minha cidade do coração. Como de costume, enviei um presente pelo correio. Dessa vez, algo bem simples e beeeeeeem caseiro: um DVD com diversos vídeos do Ben – ele dando seus primeiros passos, ele brincando com a Caputulina, brincando com seus brinquedos, comendo, saindo do berçário….meu pai recebeu o presente um pouco adiantado: ontem. E agora acabo de ver seu email de agradecimento.

“Gabiroba e Piffer,

Rimos muito, eu e Sofia, com esse grande presente de aniversário, no início da madrugada, os vídeos com o “Rei dos Vegetarianos”. Imagine só, comendo brócolis como se fosse um Negresco de chocolate, heim…! Nem se compara com a mãe! E que mãezona essa, minha filhota. Não poderia ser presente melhor, confesso. Eu ficando mais velho, nem me vejo como vovô, e o Ben diante de mim nesses primeiros passos da vida. Nem sei o que dizer. Adorei, Gabiroba. Ganhei meu aniversário, não espero mais nada. Não vimos tudo, pois começou a dar um troço esquisito aqui no laptop. Na televisão da sala, não conseguimos ver. Vimos metade dos vídeos. Veremos depois os outros. Ainda há pouco, jantamos eu, Pedro e Sofia, como você sabe, no Bar do Adão. Lilian não estava passando muito bem, uma pena, e ficou em casa. Mas, vamos que vamos. Estou louco para chegar aí e brincar com ele… Clique e continue lendo!

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07 fev 2012

Confissões de um pai de 30

Sou fiel leitora da coluna de Eliane Brum, todas às segundas, no site da revista Época. Quando estava grávida, li uma entrevista mega interessante: Confissões de um pai temporão. Eu que já tinha curiosidade sobre a resposta de muitas dessas perguntas com relação ao Marido pedi pra ele responder em forma de entrevista para postar no Blog da Gabiroba Então peguei algumas perguntas da entrevista de Eliane e fiz outras. Descobri o que pensa meu marido, um pai de 30.

Dizem que a mulher se torna mãe no momento que toma conhecimento da gravidez. Já o homem se torna pai com o nascimento do filho.Você está próximo de se tornar pai. Quais são os sentimentos que o permeiam neste momento? Existe medo entre eles?

R: Acho que a frase inicial da pergunta é bem verdadeira. O lance do homem se tornar pai deve vir mesmo no momento do nascimento do rebento. Em mim, a expectativa existe, mas por enquanto me sinto mais um observador ou mero coadjuvante da situação. Ao nascer, tenho absoluta certeza de que finalmente darei conta de que virei pai. E o medo, onde fica? Por enquanto, os medos são voltados para o lado financeiro da coisa. É do meu perfil não “sofrer antecipadamente” com as coisas, por isso sei que os medos da responsabilidade paterna só chegarão junto do Ben.
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