24 out 2016

Grávida pode dirigir? Dicas de segurança para as gestantes

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade

Dúvida frequente nos consultórios: grávida pode dirigir até qual mês de gestação? Eu dirigi até o final da minha gravidez, pra isso tomei alguns cuidados

gravida-pode-dirigir

Todo mundo me pergunta até que mês da gestação eu dirigi. Eu só vim dirigir após a gestação do Benjamin. Foi quando eu virei mãe na direção e nunca mais abri mão disso. Na gestação da Stella eu já dirigia e acreditem: dirigi até o final da gestação. Meu obstetra nunca viu empecilho nisso. Dizia que se eu não me incomodasse, poderia continuar dirigindo desde que fosse com segurança. E me alertou sobre os cuidados a serem tomados para diminuir qualquer risco à minha saúde e a do bebê. Então até que mês grávida pode dirigir?

Alguns especialistas indicam que grávida pode dirigir até o 8º mês de gestação. No entanto, essa recomendação deve ser feita pelo obstetra a partir dos termos de saúde da gestante. Não existe lei nenhuma que proíba a mulher dirigir durante a gestação. Portanto, a grávida pode dirigir até quando se sentir confortável e segura. No início da gravidez da Stella, eu vivia indisposta, por isso evitava dirigir. O importante é tomar alguns cuidados para evitar acidentes ou qualquer tipo de problema insatisfatório.
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02 ago 2016

Sobre amamentação

por
Gabi Miranda

Alimentação, Bebê, Destaque, Filhos, Gravidez

Vamos falar sinceramente sobre amamentação?

amamentação 

Começou ontem e vai até o dia 07/08 a Semana Mundial do Aleitamento Materno

Que amamentar é um ato de amor e aumenta o vínculo entre mãe e bebê, contribui para o desenvolvimento emocional, cognitivo e sistema nervoso, todos nós já sabemos. Os benefícios são inúmeros para a saúde do bebê e isso é muito bem divulgado. Porém, fala-se pouco das dificuldades que algumas mulheres podem encontrar no início da amamentação. Apesar de ser algo natural, a amamentação nem sempre é simples. Os primeiros dias da amamentação podem ser bem difíceis para algumas mulheres, como pode ser tranquilo para outras. Posso afirmar que para mim foi tranquilo com Benjamin e Stella, apesar de ter tido nas primeiras semanas rachaduras nos dois seios.

O desconforto mais comum entre as puérperas são os mamilos rachados, que geralmente são causados pela pega incorreta do bebê ou pela alta frequência de mamadas. Aqui, por exemplo, Stella pegou corretamente na primeira tentativa, logo após o parto, mas como se sabe, durante os dois/três primeiros dias nosso seio só produz colostro e, acredito, que isso faz com que o bebê sugue com mais ferocidade uma vez que não sai quantidade significativa como o leite materno que sai em jatinhos. Resultado, no terceiro dia meus mamilos estavam bem rachados e doloridos a cada mamada. O leite desceu no terceiro dia a noite e Stella já começou a sugar menos forte o que aliviou. Depois a amamentação foi fluindo melhor e os mamilos ficando menos rachados e doloridos. Ou seja, como tudo na vida, isso passou.
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14 jul 2016

Casa organizada combina com consumo sustentável

Quantas coisas você possui e não usa? Ter consciência disso, ajuda no consumo sustentável, numa vida e casa organizada, com foco nas coisas que realmente importam

Fotos: Márcia Alves

Açao Comprando Fora Visa Carol Martins e Gabriela Miranda #comprandofora #visa #artedeorganizar #consumoconsciente Data:07/07/2016 Foto: Márcia Alves

Ação Comprando Fora Visa
Carol Martins e Gabriela Miranda
Foto: Márcia Alves

Fui convidada para participar de uma ação do site Comprando Fora, com o apoio da Visa. O objetivo da ação é promover o consumo sustentável e teve ajuda e consultoria da personal organizer Carol Martins, que esteve aqui em casa e, além de organizar o guarda roupa do Benjamin, tivemos um bate papo sobre como a organização ajuda a nossa visa e como manter a casa organizada.

Estava numa semana conturbada quando a Carol apareceu aqui em casa e deixou tudo mais leve, me trazendo também algumas reflexões. Muita gente acha que organização tem a ver só com arrumação. Eu, por exemplo, sou viciada em arrumar, não gosto de deixar nada fora do lugar (apesar de ter recebido a Carol no maior caos), tenho uma caixa de brinquedos na sala para ficar mais fácil de juntar tudo lá, e um quarto inteirinho dedicado à bagunça onde vou jogando tudo até não ter mais espaço e ter que arrumar ele também. Mas deixar a casa arrumada não significa que a casa está organizada como deveria, de forma que as coisas fiquem funcionais.
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06 jun 2016

O que aprendi sobre adoção

por
Gabi Miranda

Destaque, Família, Gravidez, Maternidade

Desde que realizei a visita no Grupo Boticário, fiquei com um assunto martelando a minha cabeça: ADOÇÃO!

adoção

Imagem Google

Ao final do dia no Grupo Boticário, conheci, na hora do lanche das gestantes, a Vanessa Backer. Uma jovem de 29 anos que há 5 vinha tentando engravidar. Há dois anos, Vanessa teve um aborto espontâneo com 9 semanas de gestação. Nesse meio tempo, ela e o marido decidiram entrar no processo de adoção. Hoje ela está grávida de 28 semanas. No dia em que descobriu a gestação, recebeu uma ligação com a notícia de que tinha conseguido entrar na fila de adoção. Ela conta, lindamente, com sorriso largo, olhos brilhantes: “agora estamos vivendo duas gestações. Vamos continuar na fila de adoção, não importa o sexo, a cor, nada, só queremos ser pai e mãe.”

Por mais incrível que pareça, desde então, cairam textos e mais textos no meu colo com histórias sobre adoção. Um deles contava sobre três famílias que adotaram bebês com microcefalia, a má-formação que ganhou destaque nos últimos meses com o aumento de zika no Brasil. Outros dois eram relatos de uma mãe e um pai, respectivamente, sobre o que aprenderam ao adotar uma criança, sendo que a mãe adotou uma criança mais velha, de 5 anos. Um outro texto ressaltava o aumento de pais que preferem adotar crianças com mais de 3 anos, de qualquer sexo e cor.
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30 mar 2016

A volta ao trabalho: a importância do aleitamento

O aleitamento materno é muito importante. Não é coisa de quem ama mais ou menos o filho. Amamentar é uma escolha.

Aleitamento

Imagem Google

As dificuldades existem, mas estão aí para serem ultrapassadas. Amamentar tem seus obstáculos desde o nascimento do bebê. É o mais barato e fácil em termos financeiros e de praticidade quando se pensa em toda logística do que precisa ser carregado quando um bebê já não mama mais no seio. Não é coisa de quem ama mais ou menos o filho. Amamentar é uma escolha. Amamentar mesmo com o retorno ao trabalho é possível, mas exige mais informação, estímulo, dedicação e, principalmente, apoio.

O cenário perfeito seria a mãe conseguir 6 meses de licença maternidade para então amamentar durante esse período. Como vimos essa não é uma realidade para todas as mulheres, mas existem recursos que podem contribuir para o aleitamento exclusivo até os 6 meses de idade do bebê. O pediatra Dr. Moisés Chencinski, membro do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo e idealizador do movimento #euapoioleitematerno, é um defensor do aleitamento materno e indica a doação de leite como alternativa para as mães que voltam ao trabalho cedo. Segundo ele, o Brasil tem uma das mais reconhecidas Redes de Banco de Leite Humano do mundo, no entanto não existe leite em quantidade suficiente para suprir as necessidades. “Isso ocorre porque aqui, ainda não temos a cultura da doação de leite. Se as mães passar a “doar” o seu leite para o próprio filho, armazenando-o de acordo com as recomendações, poderia usá-lo quando fosse necessário (após a volta ao trabalho)”, explica o pediatra. Isso é possível porque o leite materno quando armazenado no congelador, pode ser consumido em 15 dias.
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29 mar 2016

A volta ao trabalho: amamentação e empresas no Brasil

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade, Trabalho

Amamentação: entre as dificuldades para amamentar com a volta ao trabalho, é a ordenha. Nem todas as empresas possuem local adequado e quando tem, falta informação para a mãe que retorna

amamentação

O “apoio” da lei trabalhista

Não é fácil ser mulher-mãe no mercado de trabalho. A empregabilidade da mulher na idade perto de ter filhos é baixa. O mercado olha com péssimo jeito para a mulher que quer ter ou já tenha filhos. Elas são rotuladas, vistas como profissionais que podem faltar a qualquer momento, deixando a empresa na mão. Em geral, as empresas não estão preparadas nem para receber de volta a mãe que acabou de ter bebê, tanto que as empresas sequer possuem local apropriado e exclusivo para amamentação. Essa é a realidade da maior parte das empresas. “O que observamos é muito mais uma “adaptação” das mães a essa situação em locais absolutamente não indicados e em condições inadequadas”, afirma Dr. Moises Chencinski, pediatra, membro do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo e idealizador e facilitador do movimento Eu apoio leite materno – #euapoioleitematerno.
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28 mar 2016

A volta ao trabalho e as dificuldades para amamentar

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade, Trabalho

A volta ao trabalho após a licença maternidade costuma ser dolorosa e traz inúmeras angústias para milhares de mães brasileiras. Não é fácil ter que se separar do bebê para voltar à rotina profissional. Esse retorno envolve várias escolhas difíceis, como por exemplo, sob os cuidados de quem o bebê ficará na ausência da mãe ou como seguir amamentando.

Volta ao trabalho

Imagem do Google

Com a volta ao trabalho, surgem muitas dificuldades para continuar a amamentação. Começa pelo período de licença maternidade. O Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade. A realidade é que apenas 9% das mães seguem essa recomendação. Os motivos são inúmeros, entre eles estão:

  • obstetras que não falam de aleitamento materno;
  • maternidades que não apoiam e pediatras que não estimulam o aleitamento;
  • licença-maternidade de 4 meses (120 dias);
  • licença-paternidade de 5 dias;
  • falta de salas de apoio nas empresas para coleta e armazenamento do leite;
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24 mar 2016

Zika Vírus: dicas de proteção

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Gravidez, Maternidade

Zika Vírus foi descoberto em 1947, a primeira epidemia causada por esse vírus no mundo foi em 2013. Atualmente, acredita-se que desde de 2015, o Zika Vírus está assustando milhares de brasileiros.

Zika Vírus

Imagem Google

Recentemente participei de um encontro com  a Dra. Ana Escobar, pediatra e consultora do programa Bem Estar, que falou sobre A importância dos primeiros 1000 dias em tempos de Zika Vírus. Foi um encontro com bastante informações sobre esse vírus que tem alarmado o Brasil. Sabemos que o transmissor do Zika Vírus é o mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite a Dengue, a febre amarela e a chicungunya. Homens e mulheres de todas as idades podem pegar, inclusive as grávidas. Existem ainda muitas dúvidas e estudos a respeito dessa praga. Por exemplo, devemos ter cautela para engravidar? As pesquisas indicam que uma mulher que teve Zika Vírus antes de engravidar, não corre o risco de infectar o bebê, mas é tempo de cuidado. Segundo a Dra. Ana Escobar, quem pode aguardar um pouco para engravidar, deve aguardar. Veja, abaixo, outras informações e dicas da Dra. Ana Escobar.

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23 mar 2016

Entenda o que é microcefalia

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade

Lillo, empresa tradicional no segmento de produtos que atendem as necessidades de mães e filhos, esclarece o que é microcefalia

 

microcefalia

Microcefalia é uma condição neurológica em que a circunferência da cabeça da criança é significativamente menor que a circunferência de 32cm. Quando detectado ao nascimento, a microcefalia usualmente é resultado de um desenvolvimento cerebral prejudicado intraútero.

Ela pode ser causada por uma variedade de fatores genéticos e/ou ambientais. Crianças com microcefalia, frequentemente, apresentam atraso do desenvolvimento. Geralmente não há tratamento, porém, a intervenção precoce com terapia de suporte, como terapia ocupacional e fonoaudiologia, podem aumentar o desenvolvimento e melhorar a qualidade de vida.

O principal sinal de que uma criança tenha microcefalia é uma medida da circunferência da cabeça significativamente menor que de outras crianças, da mesma idade e sexo. Para esse diagnóstico, são utilizadas curvas de crescimento e calculado em percentis.

Algumas crianças com microcefalia apresentam desenvolvimento neuropsicomotor normal. Apesar de ter a circunferência da cabeça menor que a média das crianças para a mesma idade e sexo. Porém, dependendo da gravidade da causa que provocou a microcefalia, algumas complicações podem ocorrer:
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15 mar 2016

9 mitos comuns da segunda gravidez

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade

Segunda gravidez também carrega mitos, acredite: será assim se for terceira, quarta, quinta…

segunda gravidez

 

O que a gente ouve de mitos na gestação não está escrito, na segunda gravidez não é diferente… Daria para fazer um livro. Na gestação da Stella, como não sabíamos o sexo do bebê, choveram teorias. As crendices vinham de todos os lados, inclusive de gente desconhecida que me esbarava na rua. Sério. Muitas vezes eu me segurei para não gargalhar na frente da pessoa. Em outras para não xingar. Importante mesmo é não acreditarmos em tudo o que ouvimos e manter certo distanciamento. Mas tem o lado positivo disso, é que agora eu posso confirmar que algumas dessas coisas que ouvi são tudo papo-furado, não passa de mito mesmo, historinha pra boi dormir. Bora conferir?

1. Se a segunda gravidez é diferente da primeira, é sinal que o bebê é do sexo oposto
Minha gravidez da Stella foi bem parecida com a do Benjamin. Passei mal igual no início da gestação. A única coisa diferente foi que eu senti até o último dia uma espécie de azia, o que não aconteceu na primeira vez. E mesmo que seja muito diferente, acho que tem uma questão da idade e o tempo da gestante ser outro.
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