24 jul 2017

Meu processo de coaching

Desde quando perdi minha mãe, me dei conta que meu mundo se dissolveu. Logo em seguida a Stella nasceu e percebi que a ordem e as prioridades da minha vida já não eram mais as mesmas. Antigos sonhos se diluíram para dar espaços a novos. Há dois anos exatos a Stella nasceu e com ela nasceu também a urgência de transformação e mudança. Pessoal e profissional. Sempre fui uma pessoa decidida e batalhadora, mas acho que nunca precisei da audácia necessária de agora. Por isso comecei meu processo de coaching. Tornei-me coachee.

Passada a fase de achar que precisava de uma consultora de estilo, ou de ir mais à igreja, descobri que é tempo de ter mais clareza das escolhas a serem feitas, de ter mais confiança, desenvolver as ideias e comportamento, de obter mais desafios, de maximizar meu potencial, de autodescobertas, de ser ao invés de ter!

Descobri que ser feliz é mais importante do que ter algumas coisas. Resolvi assumir que preciso fazer algumas mudanças. Sei que me dedicando 100% do tempo para meus filhos e casa não me faria feliz completamente. Mas meus filhos estão crescendo e sinto que estou perdendo a melhor fase da vida deles. E me dói perceber isso. Ainda mais quando penso que talvez nem tenha mais outro filho para que eu possa fazer algo diferente. E também não tenho outra vida. Está valendo essa aqui e agora que estou vivendo. Eu queria muito poder conciliar as duas coisas: trabalho e filhos. Mas como? Foi então que decidi fazer coaching.
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20 mar 2017

Como ser feliz no trabalho

por
Gabi Miranda

Destaque, Maternidade, Trabalho

Quando eu era criança sonhava o que eu seria quando crescesse. Não pensava no trabalho como algo negativo. E vivia brincado de secretária. Por muito tempo, quando era bem pequena, eu pensava que seria secretária. Eu era feliz no trabalho! Já crescida, eu tinha dúvida entre duas profissões: psicologia e jornalismo. Escolhi a segunda opção e não fui muito bem sucedida. Eu tinha uma visão romântica da profissão. E por ter um pai jornalista, isso reforçava meus sentimentos. No fim, nunca exerci a profissão, embora tenha sempre trabalhado no ramo editorial e feito alguns freelas, o que talvez não me deixa cair numa frustração.

Mas a verdade, é que quando somos crianças, não pensamos no trabalho como algum ruim. Nem imaginamos que um dia estaremos torcendo para hora passar rápido para então chegar ao fim do expediente.  Só quando crescemos temos uma visão real do que é trabalhar. É responsabilidade na veia. Muitas vezes é chato pra caramba. É como tudo na vida. Não é perfeito, mas também não é a pior coisa que pode nos acontecer. Percebo que muitas pessoas não gostam do que fazem. Outras vivem insatisfeitas com o seu trabalho. Tem as que trabalham e odeiam. Já falei aqui que adoraria passar mais tempo com meus filhos, mas eu não conseguiria parar de trabalhar, por exemplo. Eu não me vejo cuidando da casa e das crianças. O trabalho me completa. E por vários motivos.
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06 maio 2016

Grupo Boticário – Beleza é colocar em prática nossos valores

Fui convidada pelo Grupo Boticário para conhecer a sede principal, em Curitiba. A proposta foi conhecer os benefícios diferenciados que a empresa oferece para mães e gestantes. Foi uma oportunidade ímpar onde vi que beleza mesmo é colocar em prática nossos valores.

 

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Ontem, embarcamos eu e Lelê, do blog Eu, ele e as crianças, à Curitiba para conhecer o Programa de Gestante e todos os benefícios que o Grupo Boticário oferece para seus funcionários. É algo singular e até emocionante de ver. Eu não conhecia a história surpreendente de O Boticário. Seu fundador, o farmacêutico Miguel Krigsner, começou com uma batedeira de bolo, produzindo 1kg de creme que dava para encher 33 potinhos de 30ml cada. Em 1977, ele criou uma farmácia de manipulação O Boticário e, em curto espaço de tempo, transformou sua farmácia em um negócio com nível financeiro estratosférico e um dos maiores grupos de beleza no mundo. Referência em vários setores, o Grupo Boticário é formado pelas marcas: O Boticário, Eudora, Quem Disse Berenice e The Beauty Box. A empresa é hoje, a maior rede de franquias e negócios do mundo e uma das mais destacada pelo Ministério da Saúde por seus benefícios e programas destinados às funcionárias mães e gestantes.
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30 mar 2016

A volta ao trabalho: a importância do aleitamento

O aleitamento materno é muito importante. Não é coisa de quem ama mais ou menos o filho. Amamentar é uma escolha.

Aleitamento

Imagem Google

As dificuldades existem, mas estão aí para serem ultrapassadas. Amamentar tem seus obstáculos desde o nascimento do bebê. É o mais barato e fácil em termos financeiros e de praticidade quando se pensa em toda logística do que precisa ser carregado quando um bebê já não mama mais no seio. Não é coisa de quem ama mais ou menos o filho. Amamentar é uma escolha. Amamentar mesmo com o retorno ao trabalho é possível, mas exige mais informação, estímulo, dedicação e, principalmente, apoio.

O cenário perfeito seria a mãe conseguir 6 meses de licença maternidade para então amamentar durante esse período. Como vimos essa não é uma realidade para todas as mulheres, mas existem recursos que podem contribuir para o aleitamento exclusivo até os 6 meses de idade do bebê. O pediatra Dr. Moisés Chencinski, membro do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo e idealizador do movimento #euapoioleitematerno, é um defensor do aleitamento materno e indica a doação de leite como alternativa para as mães que voltam ao trabalho cedo. Segundo ele, o Brasil tem uma das mais reconhecidas Redes de Banco de Leite Humano do mundo, no entanto não existe leite em quantidade suficiente para suprir as necessidades. “Isso ocorre porque aqui, ainda não temos a cultura da doação de leite. Se as mães passar a “doar” o seu leite para o próprio filho, armazenando-o de acordo com as recomendações, poderia usá-lo quando fosse necessário (após a volta ao trabalho)”, explica o pediatra. Isso é possível porque o leite materno quando armazenado no congelador, pode ser consumido em 15 dias.
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29 mar 2016

A volta ao trabalho: amamentação e empresas no Brasil

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade, Trabalho

Amamentação: entre as dificuldades para amamentar com a volta ao trabalho, é a ordenha. Nem todas as empresas possuem local adequado e quando tem, falta informação para a mãe que retorna

amamentação

O “apoio” da lei trabalhista

Não é fácil ser mulher-mãe no mercado de trabalho. A empregabilidade da mulher na idade perto de ter filhos é baixa. O mercado olha com péssimo jeito para a mulher que quer ter ou já tenha filhos. Elas são rotuladas, vistas como profissionais que podem faltar a qualquer momento, deixando a empresa na mão. Em geral, as empresas não estão preparadas nem para receber de volta a mãe que acabou de ter bebê, tanto que as empresas sequer possuem local apropriado e exclusivo para amamentação. Essa é a realidade da maior parte das empresas. “O que observamos é muito mais uma “adaptação” das mães a essa situação em locais absolutamente não indicados e em condições inadequadas”, afirma Dr. Moises Chencinski, pediatra, membro do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo e idealizador e facilitador do movimento Eu apoio leite materno – #euapoioleitematerno.
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28 mar 2016

A volta ao trabalho e as dificuldades para amamentar

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade, Trabalho

A volta ao trabalho após a licença maternidade costuma ser dolorosa e traz inúmeras angústias para milhares de mães brasileiras. Não é fácil ter que se separar do bebê para voltar à rotina profissional. Esse retorno envolve várias escolhas difíceis, como por exemplo, sob os cuidados de quem o bebê ficará na ausência da mãe ou como seguir amamentando.

Volta ao trabalho

Imagem do Google

Com a volta ao trabalho, surgem muitas dificuldades para continuar a amamentação. Começa pelo período de licença maternidade. O Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade. A realidade é que apenas 9% das mães seguem essa recomendação. Os motivos são inúmeros, entre eles estão:

  • obstetras que não falam de aleitamento materno;
  • maternidades que não apoiam e pediatras que não estimulam o aleitamento;
  • licença-maternidade de 4 meses (120 dias);
  • licença-paternidade de 5 dias;
  • falta de salas de apoio nas empresas para coleta e armazenamento do leite;
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19 jan 2016

Como conciliar a volta ao trabalho e a amamentação

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Maternidade, Trabalho

Sabemos o quanto a amamentação é importante para a saúde do bebê, portanto quanto mais tempo amamentar melhor para o nosso filho. Na teoria é tudo muito simples, na prática é que são elas. Para amamentar muitas vezes precisamos superar alguns obstáculos: ensinar a pega correta para o bebê, as primeiras semanas de vida do bebê podemos encontrar dificuldade para amamentar por conta das dores nos mamilos, rachaduras, descansar bastante para continuar produzindo leite e tomar outros cuidados para que isso continue acontecendo. Aí depois de ultrapassar todas as barreiras da amamentação e outras mais, chega o momento de se separar do bebê e voltar ao trabalho. Como conciliar a volta ao trabalho e a amamentação?

Google

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A pediatra e consultora internacional de amamentação pelo IBLCE/EUA (International Board of Lactation Consultant Examiners), Luciana Herrero, defende a amamentação e apoia mulheres nessa fase, e, para ajudar as mamães nesse processo, listou algumas ações simples para combinar o sucesso da amamentação com o retorno ao trabalho. Confira abaixo:
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10 nov 2015

Maternidade contribui para o desempenho profissional da mulher

por
Gabi Miranda

Destaque, Maternidade, Trabalho

Imagem Google

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Que a maternidade transforma a vida, não é nenhuma novidade. Mas ela também aumenta o desempenho das mulheres em vários setores, inclusive o profissional. Uma pesquisa, realizada há algum tempo, pela Microsoft, com 2.000 funcionárias e 500 empregadores, afirma que a maternidade contribui para o desempenho profissional da mulher, que a performance das mulheres muda (para melhor) após o nascimento dos filhos. Segundo a pesquisa:

  • 62% das mulheres afirmam ter se tornado melhores na realização de multitarefas
  • 46% disseram sentir melhoras na gestão do tempo
  • 34% comentaram sobre o aumento das relações cordiais com os colegas de trabalho
  • 27% se tornam mais organizadas
  • 57% dos empregadores concordaram que mulheres com filhos trabalham melhor em equipe dos que aquelas que ainda não são mães.

Não sou nenhuma especialista no assunto comportamental, mas segundo a minha experiência materna, imagino o motivo de tanta mudança. Sobre o aumento da gentileza nas relações, acho que tem a ver com o nosso desejo em querer um mundo melhor para nossos filhos, portanto começamos a mudança dentro de nós, gerando gentileza. Tratamos melhor as pessoas para que se torne uma corrente do bem. E acho que tem uma questão de espírito e alma leves, a maternidade nos faz tão felizes que acaba espelhando em nosso modo de agir com o mundo.
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23 jun 2015

Como contar ao chefe que você está grávida

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade, Trabalho

No trabalho, uma pessoa é fundamental saber sobre sua gravidez: seu chefe! Como contar ao chefe?

Como contar ao chefe

Imagem Google

Não sou a favor de sair espalhando por aí logo que sabemos a notícia da gravidez. Eu prefiro um pouco de cuidado e sigilo. Mas algumas pessoas precisam saber o quanto antes: o marido, os futuros avós, tios e o…chefe. E como contar ao chefe sobre a gestação?

Soube da gravidez logo no início e uma semana após a descoberta eu já apresentava sinais claros de que passaria mal, como a famosa náusea matinal. Então, antes que ficasse mais tempo no banheiro do que na minha mesa de trabalho, resolvi contar logo ao meu chefe. Além disso, tinha outro fator decisivo, empresas grandes ou pequenas, sempre podem rolar fofocas. Embora não tivesse contado pra ninguém do meu estado interessante, um dos meus receios era a notícia da minha gravidez chegar aos ouvidos do meu chefe por meio de algum telefone sem fio. Queria que ele soubesse da notícia por mim.
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12 maio 2015

Viajando grávida a trabalho

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade, Trabalho

viajando grávida

Foto: http://www.espacogestar.com.br/

A vida não para e o trabalho muito menos. Quem acompanha o blog sabe que trabalho fora e não conseguiria viver de forma diferente. A sensação que tenho, no momento, é que quanto mais avança a gestação, mais o trabalho segue em ritmo frenético e acelerado. Muitas coisas mudaram na área em que atuo, pessoas saíram, o trabalho aumentou para os que ficaram. Eu até curto esse ritmo, gosto de trabalhar, de me sentir parte integrante da empresa, cuidar de algum projeto. E é isso que estou fazendo no momento. Além de todas as tarefas comuns, estou cuidando de um projeto importante e que acredito muito no sucesso. É uma oportunidade ímpar, na qual ganho muito em aprendizado e experiências.

Uma das consequências desse projeto é viajar para o Rio de Janeiro, minha cidade do coração. Sempre gostei de viajar a trabalho e isso não mudou com a maternidade. É claro que algumas vezes dói o coração ficar longe da cria, do marido, de casa, mas em outras… francamente, cá entre nós, dá um alívio pensar que vamos passar uma (ou duas) breve noite (que seja) longe de toda a vida doméstica-familiar.
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