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Vamos fazer o bebê dormir?

 

É possível! Não existem bebês difíceis, existem formas melhores para garantir o sono do bebê (e da família toda)

 

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04 fev 2012

Ainda sobre autoconfiança

por
Gabi Miranda

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Li a matéria da revista Crescer, comentada no post de ontem. Gente, me identifiquei com a matéria tanto no meu papel atual de mãe, quanto no de filha!!! Eu tinha medo do escuro, medo de espírito (e minha mãe sempre dizia que medo tinha que ter dos vivos), medo de me perder da minha mãe (e por isso não soltava da barra de sua saia), medo dela morrer (ficava aos prantos quando ela atrasava 10 minutos do horário que costumava chegar em casa após o trabalho), medo da loira do banheiro, medo de cair e me machucar, medo de uma lagartixa cair na minha boca enquanto eu estivesse dormindo, medo de puxarem meu pé por baixo da cama, medo de barulhos altos como fogos, medo de bexiga estourar na minha mão, medo, medo, medo… Enquanto a minha irmã caçula me consolava e me protegia dos meus medos.

N-O-O-O-O-OS-S-A, dei conta de como eu fui uma criança medrosa!!! Tá explicado tanta terapia! Como posso ter me tornado a pessoa de hoje se sentia tantos medos?! Mãe, diz aí, como você conseguiu contornar isso e me tornar nessa mulher corajosa, porém cagona? Minha mãe é uma mulher porreta, que criou sozinha duas filhas e merece toda a minha admiração. Eita mulher forte essa! Minha irmã caçula, sempre foi uma criança danada de feliz, pulava de um lado pro outro (não é a toa que dos animais do zoológico ela era o macaco) não tinha medo de N-A-D-A! Clique e continue lendo!

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03 fev 2012

Mães precisam de amigas mães

por
Gabi Miranda

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Você está se torturando pensando em como é uma péssima mãe e de repente uma amiga do peito te fala “nossa Gabi, nem parece a pessoa que comentou ontem no facebook sobre a capa da revista Crescer”. A revista traz esse mês um menino lindo com o texto AUTOCONFIANÇA. Achei tudo a ver, pois a imagem captada do menino demonstra isso mesmo: belezinha de menino autoconfiante!

Imagino que é mais ou menos assim: Filhos confiantes = mães autoconfiantes. Mas nem sempre a mãe é tão autoconfiante quanto parece ser. Eu pareço muito mais do que sou. Ontem fui levar o pequeno Ben ao berçário, estava de boa, cantando, quando ao chegar em frente a escolinha comecei a chorar. Entreguei meu filho – que sorria – chorando para a tia da escola que tratou de pegá-lo rapidinho do meu colo. Não entendi nada do meu choro. Estou mais vulnerável.

Pensei em ligar para o marido. Sem desmerecê-lo, acho que os pais não entendem tanto esses sentimentos contraditórios que invadem nossos corações de mãe. Porque só quem é mãe entende outra mãe. Então enviei mensagem para a minha mega master amiga Dani-mãe-já-de-dois. Por que eu chorei? Porque o Ben é o meu bem mais precioso, porque tenho medo de perdê-lo, porque agora tenho um medo estúpido de morrer, porque depois do Ben a vida se tornou mais linda, e meus medos maiores ainda, porque hoje eu queria ter ficado com ele, porque ele está com sapinho, porque esse amor de mãe chega a doer. Clique e continue lendo!

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02 fev 2012

Sr. Sapinho, vai pular em outro brejo

por
Gabi Miranda

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Sempre fui de sofrer pelo sofrimento dos outros, principalmente das pessoas mais próximas. Se pudesse escolher um poder, sem dúvida seria o de exterminar o sofrimento das pessoas que amo (e se não for pedir muito, do mundo). Tenho desejo de resolver o problema de todo mundo só que do meu jeito. A maternidade só intensificou esse sentimento.

Morro só de pensar na possibilidade do meu filho sofrer. Seja sofrimento físico, moral, emocional. Já faz alguns dias que Benjamin está assado – o que havia acontecido uma única vez – e ontem descobrimos que ele está com sapinho na boca. Em conversa com outras mães, com as tias da escola, chego à conclusão que pode ser reação do desenvolvimento de sua dentição. Ele está com dois dentes e até então não tinha tido nenhuma reação, além de coçar bastante.

Liguei para a pediatra para falar das bolinhas e manchas brancas “parece leite, mas não sai na mão” e na mesma hora ela diagnosticou. Queria ter conversado mais com a pediatra, saber os motivos que causam isso, mas ela resumiu em “é causada por fungos, pega no ar, objetos que ele leva à boca”. Não quis prolongar a conversa uma vez que havia ligado à noite na casa da doutora (nenhuma pediatra merece falar com uma mãe neurótica às 21h00). Clique e continue lendo!

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01 fev 2012

E o bebê mais lindo do dia é….

por
Gabi Miranda

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Benjamin é o bebê mais lindo do dia no site da revista CRESCER. E eu a mãe mais babona e coruja dos últimos sete meses.

Esse sorriso, esse brilho nos olhinhos, tudo nele me encanta.

Meu Ben, pra mamãe você é o bebê mais lindo de SEMPRE!

Ben lindo do dia

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30 jan 2012

Precisa-se de trocadores

por
Gabi Miranda

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Quero manifestar a minha insatisfação com relação aos bares e restaurantes de São Paulo e Rio de Janeiro. Eu já perdi as contas de quantos estabelecimentos frequentei junto com o pequeno Ben e não tinha trocador. Até agora foram uns…TODOS! Uma peça básica, fundamental (para pais e filhos) que nem ocupa tanto espaço já que pode ser uma peça dobrável acoplada na parede. 

Aí vai vir um chato de galocha querendo dar um de politicamente correto e dizer que bares e restaurantes não são lugares para bebês. Engano seu, meu caro (a)! Os pais, que tambbém são pessoas normais e com vida social, têm todo direito de se divertir e levar a cria junto. Sou a favor de levar o meu filho à tira colo do que deixar para alguém cuidar (fui eu que fiz, não?! Então, encaro a responsabilidade). 

Sim, sei que existem lugares não apropriados para bebês! Não tenho pretensão de levar o pequeno Ben num show do Iron Maiden, numa final de campeonato Corinthians x Flamengo ou no próximo UFC, mas estamos falando de um bar à tarde (até mesmo início da noite), um restaurante (ainda é feito para almoçar ou jantar, certo?!). Só que NUNCA tem trocador nesses lugares. Então você tem que engolir a comida sem mastigar, beber um líquido para ajudar tudo descer, pedir a conta, pagar e ir embora. Fazer tudo correndo como se fosse uma prova que depende absolutamente da sua rapidez e agilidade. Você não curte o momento, não conversa com os amigos, com o marido (só com o garçom). O ponteiro do relógio não pára, enquanto seu filho pode fazer uma mega ultra master cagada e vazar pelas pernas, subir pelas costas eeeee…… você faz o quê?  Clique e continue lendo!

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29 jan 2012

Palavra Cantada

por
Gabi Miranda

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Aqui em casa sou a única que ainda conservava algum repertório musical infantil na lembrança. Sempre gostei de músicas e várias infantis ficaram gravadas na minha memória RAM. Assim que nasceu, Benjamin ganhou o DVD da Galinha Pintadinha. Assisti para conhecer um pouco do fenômeno infantil. Legal! (desses sem muita empolgação). Tem todas as músicas tradicionais da infância, mas não tem nada demais. Com cores vibrantes, é um desenho com animação no qual traz uma voz(inha) que penetra na cabeça e chega incomodar na quarta faixa (tipo aqueles brinquedos barulhentos que os pais têm vontade de jogar longe adoram!).  

Um dia, através de um vídeo na internet, descobrimos Palavra Cantada, cantando a música Sopa. Fomos todos (eu, marido e meu Ben) conquistados. Acho que Ben estava ainda com 4 meses e meio, mas sorria toda vez que cantávamos “o quê que tem na sopa do neném…”. Quando começou a comer então, fizemos festa cantando essa música.  Clique e continue lendo!

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