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Vamos fazer o bebê dormir?

 

É possível! Não existem bebês difíceis, existem formas melhores para garantir o sono do bebê (e da família toda)

 

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10 fev 2012

Atividades educativas já!

por
Gabi Miranda

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Eu e muitas mães por aí faço parte da era do papel, já meu Ben é da era tecnológica por completo. Desconfio até que quando ele começar a frequentar a escola não precisará de caderno, fichários, lápis, estojos e sim de um iPad (que vai ser mega atualizado). E hoje em dia quem consegue viver sem a sensacional internet?! Com ela temos acesso a (quase) tudo e de qualquer lugar – a mobilidade que a tecnologia nos oferece hoje em dia é incrível! E nossos filhos também, desde muito cedo! Se não controlar, as crianças passam horas a fio em frente ao vídeo game e computador. Mas como controlar, se muitas vezes os pais trabalham o dia inteiro? E como controlar o conteúdo que nossos filhos vão consumir? Como protegê-los? Eis aí um dilema…

Meu Ben ainda é muito pequeno, mas já me preocupo com essas questões. Acredito que deve haver um limite para o uso de eletrônicos como TV, vídeo game e computador. Acho que deveríamos limitar por idade e, obviamente, por conteúdo. É difícil, eu imagino. Mas não tem porque uma criança de 3, 4 ou 5 anos ficar presa em frente a um vídeo game, por exemplo. Criança tem que brincar! Brincadeiras que estimulem seu desenvolvimento intelectual, cutural, criativo, que o faça gastar energia, enfim. Cadê as brincadeiras tradicionais como esconde esconde, pega pega, mímica, ciranda (corre Cotia na casa da tia, lencinho na mão, caiu no chão…quem lembra?), jogo da velha, da memória, tabuleiros, cadê o Lego?! Clique e continue lendo!

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09 fev 2012

Redes sociais x revistas x informação

por
Gabi Miranda

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O Mamatraca essa semana está discutindo a maternidade na rede. Achei o máximo essa pauta, porque há alguns dias estava pensando em como fui envolvida com a blogosfera materna. Eu não tenho muitas referências maternas e por isso acho que me encantei tanto com a possibilidade de conhecer outras mães e trocar experiências. Acredito até que estou me tornando uma mãe melhor por isso, por ter acesso a esse leque de informações e possibilidades.

Gosto muito de ler e um ano antes de engravidar comecei a ler a revista Crescer. É uma excelente publicação. Outro dia, para conhecer, comprei a revista Claudia Bebê. E na semana passada adquiri a edição de fevereiro da revista Pais e filhos – adorei essa revista!

Cito as revistas porque após meu envolvimento com a rede materna, após ler livros sobre maternidade, além do meu dia a dia de mãe, comecei achar as publicações carentes de informação. Estou com a impressão de que as revistas são produzidas por pessoas que não são mães, ok até aí tudo bem, mas por profissionais que não vão a fundo às questões, não pesquisam, não vão a campo. Algumas matérias parecem incompletas e algumas dicas infundadas. Como a que vi outro dia, numa rede social: para matar a saudade enquanto seu filho está na escola, dê um celular a ele. Tá, mas e se seu filho tem três anos? Ou ainda: ligue para ele na escola. Imagina se toda mãe ligar na escola para falar um pouquinho com o filho… Clique e continue lendo!

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08 fev 2012

O parto do Bossa Mãe

por
Gabi Miranda

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O Mamatraca lançou uma blogagem coletiva, convidando todas as mães e pais blogueiros a escrever sobre o nascimento dos seus blogs. A minha história é bem simples.

Gerei o Bossa Mãe ainda grávida do pequeno Ben. Sentia uma urgência – que depois descobri ser de todas as mães – de registrar todas as emoções, aventuras, angústias e alegrias que a maternidade me presenteava. De início comecei a registrar na minha outra página, o Blog da Gabiroba. O parto do Bossa Mãe, ao contrário do meu Ben, foi de parto natural, e demorado. Após o nascimento do meu Ben ficou iminente a vontade de escrever, expelir para fora todo aquele turbilhão de sentimentos muitas vezes contraditórios.

As amigas e o marido insistiam para eu continuar escrevendo a nova fase no blog da Gabiroba. Pra mim não fazia sentido escrever no blog antigo, pois aquela autora já era outra. Jornalista que não exerce a profissão, sim. Casada com um cara sensacional, sim. Com milhares de dúvidas, sim. Mas uma menina que depois do parto se transformou em uma mulher. E descobriu o melhor papel da sua vida: ser mãe! Foi quando a bolsa rompeu e, aos 5 meses do pequeno Ben, nasceu o Bossa Mãe. Clique e continue lendo!

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07 fev 2012

Confissões de um pai de 30

por
Gabi Miranda

Comportamento, Família, Maternidade

Sou fiel leitora da coluna de Eliane Brum, todas às segundas, no site da revista Época. Quando estava grávida, li uma entrevista mega interessante: Confissões de um pai temporão. Eu que já tinha curiosidade sobre a resposta de muitas dessas perguntas com relação ao Marido pedi pra ele responder em forma de entrevista para postar no Blog da Gabiroba Então peguei algumas perguntas da entrevista de Eliane e fiz outras. Descobri o que pensa meu marido, um pai de 30.

Dizem que a mulher se torna mãe no momento que toma conhecimento da gravidez. Já o homem se torna pai com o nascimento do filho.Você está próximo de se tornar pai. Quais são os sentimentos que o permeiam neste momento? Existe medo entre eles?

R: Acho que a frase inicial da pergunta é bem verdadeira. O lance do homem se tornar pai deve vir mesmo no momento do nascimento do rebento. Em mim, a expectativa existe, mas por enquanto me sinto mais um observador ou mero coadjuvante da situação. Ao nascer, tenho absoluta certeza de que finalmente darei conta de que virei pai. E o medo, onde fica? Por enquanto, os medos são voltados para o lado financeiro da coisa. É do meu perfil não “sofrer antecipadamente” com as coisas, por isso sei que os medos da responsabilidade paterna só chegarão junto do Ben.
Clique e continue lendo!

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06 fev 2012

Massagem MTR

por
Gabi Miranda

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O marido sempre foi bom em me fazer domir. Ele usa uma tática de relaxamento (inventada por ele) que não sei como dá certo comigo e agora com o pequeno Ben.

Benjamin é bom de cama, dorme a noite toda. Mas para dormir é um parto. Ele é um bebê tranquilo, porém está sempre em movimento, é curioso, agora deu para balançar as pernas quando está no colo de alguém, não fica quieto. Pode estar morrendo de sono, mas não se entrega. Então o marido entrou com sua tática do sono: a M.T.R.

Isso nada mais é que Massagem Terapêutica Relaxante. É uma técnica milenar que passa de geração para geração só da família dele  e acompanha meu marido em seu DNA. É bem provável que ele já tenha nascido com este dom, com esta sabedoria e seja uma espécie de “O Iluminado”.

Ah, quanta baboseira, considere apenas as 8 primeiras palavras do parágrafo anterior… Clique e continue lendo!

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04 fev 2012

Ainda sobre autoconfiança

por
Gabi Miranda

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Li a matéria da revista Crescer, comentada no post de ontem. Gente, me identifiquei com a matéria tanto no meu papel atual de mãe, quanto no de filha!!! Eu tinha medo do escuro, medo de espírito (e minha mãe sempre dizia que medo tinha que ter dos vivos), medo de me perder da minha mãe (e por isso não soltava da barra de sua saia), medo dela morrer (ficava aos prantos quando ela atrasava 10 minutos do horário que costumava chegar em casa após o trabalho), medo da loira do banheiro, medo de cair e me machucar, medo de uma lagartixa cair na minha boca enquanto eu estivesse dormindo, medo de puxarem meu pé por baixo da cama, medo de barulhos altos como fogos, medo de bexiga estourar na minha mão, medo, medo, medo… Enquanto a minha irmã caçula me consolava e me protegia dos meus medos.

N-O-O-O-O-OS-S-A, dei conta de como eu fui uma criança medrosa!!! Tá explicado tanta terapia! Como posso ter me tornado a pessoa de hoje se sentia tantos medos?! Mãe, diz aí, como você conseguiu contornar isso e me tornar nessa mulher corajosa, porém cagona? Minha mãe é uma mulher porreta, que criou sozinha duas filhas e merece toda a minha admiração. Eita mulher forte essa! Minha irmã caçula, sempre foi uma criança danada de feliz, pulava de um lado pro outro (não é a toa que dos animais do zoológico ela era o macaco) não tinha medo de N-A-D-A! Clique e continue lendo!

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