26 mar 2012

Reserve um tempo para você e seu marido

por
Gabi Miranda

Casamento, Maternidade

Sabemos que depois do nascimento dos filhos fica complicado arrumar um tempo para o casal, mas isso é algo tão importante quanto respirar. Se não cuidamos da relação, ela desanda e sabemos onde vai parar. A chegada dos filhos altera toda a vida de casal. Deixamos de ser dois para sermos três (às vezes quatro…), sendo que a terceira pessoa exige de nós necessidades completamente diferentes, principalmente, rotina.

Acho que fica mais difícil o casal sair quando o filho ainda é um bebê. Ok, mais difícil pra mãe que fica pensando mil e uma coisas, além da culpa que sente em deixá-lo para ir se divertir. A primeira vez que eu e o Marido saímos, o Ben tinha um pouco mais de três meses. Deixamos tudo pronto e tínhamos três horas para voltar, ele ainda mamava no peito e eu fazia questão de cumprir isso. Bem antes do tempo estimado, Benjamin que não é de chorar, abriu o berreiro. Fizemos o caminho da festa até minha casa, ligando a cada um minuto e meio pra minha mãe – que estava cuidando dele. Ai foi horrível, do celular eu ouvia o choro dele e me sentia a PIOR mãe do mundo. Depois desse episódio traumatizante não saímos mais. Clique e continue lendo!

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25 mar 2012

Música pra gente miúda

por
Gabi Miranda

Uncategorized

“Pra gente miúda” é disco antigo. Meu marido teve em vinil e outro dia encontrou o CD sem querer nas lojas Americanas, não exitou e comprou na hora, por R$9,99. Uma coletânea com várias músicas tradicionais, interpretadas por artistas como Vinicius de Moraes, Toquinho, Elis Regina, Chico Buarque. Quem lembra daquela música O vento (?!): Estou vivo mas não tenho corpo/Por isso é que não tenho forma /Peso eu também não tenho /Não tenho cor /Quando sou fraco /Me chamo brisa /E se assobio/ Isso é comum /Quando sou forte /Me chamo vento /Quando sou cheiro /Me chamo pum!

Temos que colocar música para os bebês escutarem. E o ideal é cantar para eles fazendo interpretações, caras e bocas. Ah! E dançar, rodar, dançar pela sala toda. Eles adoram!!!

#ficadica

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23 mar 2012

Como organizar a festa de aniversário – Parte 1

por
Gabi Miranda

Festas, Organização

Princípios básicos para organizar festa de aniversário:

  •  orçamento x verba que você dispõe para a festa. Monte uma lista com todos os itens que você deseja, os necessários e os supérfluos, tudo! Depois você vai cortando o que achar desnecessário.
  •  lista de convidados (a partir dela vamos definir local da festa, quantidade de convites, lembrancinhas e o menos importante os comes e bebes)

Comece a organizar a festa de 3 a 4 meses antes da festa. Faça uma lista de tudo que precisa resolver:

  •  data da festa;
  •  local da festa (reservar data e horário);
  •  lista de convidados;
  • preparativos: opção 1) vai contratar buffet? ou opção 2) você vai: a) colocar a mão na massa e fazer tudo com o maior amor do mundo para seu filho, b) sabe que vai se estressar, e chorar achando que tudo vai dar errado quando estiver chegando a data, mas vai persistir em preparar cada detalhe com carinho, c) contar com a colaboração do pai, tias e avós, d) todas as alternativas estão corretas? Eu vou de opção 2 e se você também escolheu essa alternativa, siga lendo. Caso tenha escolhido a primeira alternativa, pule três casas;
  • Clique e continue lendo!

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22 mar 2012

Livro: A maternidade e o encontro com a própria sombra

por
Gabi Miranda

Livros, Puericultura

Enfim, terminei de ler o livro “A maternidade e o encontro com a própria sombra”, de Laura Gutman. Essa foi uma sugestão de livro que peguei no blog Duas Linhas Paralelas, da linda Isis, mãe de Amelie. Eu simplesmente adorei o livro, a começar pela capa e contracapa – achei de uma sensibilidade e delicadeza sem fim. A divisão dos capítulos permite iniciarmos a leitura do assunto que mais nos interessa, ou seja, não precisa obrigatoriamente seguir a sequência do livro. Eu fui lendo aleatoriamente capítulo por capítulo e fazendo anotações, rabiscando, refletindo.

Laura Gutman é psicoterapeuta familiar e se especializou em temas sobre maternidade, lactância, relações familiares. Natural de Buenos Aires, foi lá que fundou e dirige o Crianza, uma instituição onde funciona uma escola de capacitação de profissionais, que desenvolve um trabalho voltado ao tratamento de crianças e casais, grupos de apoio à maternidade, seminários, acompanhamentos, terapias e debates. Pareceu-me um trabalho lindo. Clique e continue lendo!

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20 mar 2012

Um super marido para uma super mulher

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Tenho que admitir, tenho um marido-pai participativo. Ele participa ativamente na tarefa doméstica e familiar. É claro que não foi sempre assim, mas ele aprendeu no decorrer desses anos de casamento (apenas 3 anos e meio), depois de tanta encheção de saco da minha parte (faz isso, faz aquilo, etc) . Após o nascimento do Benjamin meu marido me surpreendeu ainda mais. Ele ajudou muito no pós parto, revesava comigo quando no primeiro mês o Ben não dormia de jeito nenhum. Detalhe: eu estava de licença, ele trabalhando e mesmo assim passou noites em claro ao meu lado.

Hoje, confesso, não sei como seria minha rotina sem o Marido. Ele é o primeiro acordar, se arrumar, dar um jeito na casa, cuida da Capitu, acorda o Benjamin, troca e dá mamadeira enquanto a bonita aqui toma coragem pra levantar da cama e ir se arrumar. Eu não funciono no primeiro horário do dia, logo não faço nada e o Marido compreende e toma conta de tudo. Clique e continue lendo!

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18 mar 2012

Como não falar “NÃO”?

por
Gabi Miranda

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Sou contra falar a palavra “não” para crianças. Acho que essa palavra assusta e não inibe em nada a criança a fazer determinada coisa, muito pelo contrário, quanto mais você fala “não“, mais ela quer puxar aquele fio, colocar o dedinho naquela tomada, levar o objeto à boca. Ela sabe que você não quer que ela faça aquilo, porque a criança te olha com uma carinha de sapeca como quem pensa “vou por a mão ali só pra ver o que vai acontecer“.

Lembro de ter lido uma vez na biblioteca da faculdade, parte de um livro de psicologia que falava sobre a importância de deixar de falar “não” às crianças. Já faz muito tempo isso e nem me lembro exatamente a explicação. O “não” tem sentido negativo e ao invés de repelir as ações “proibidas” acaba causando (inconscientemente) marcas no comportamento do indivíduo.

E aí entra um método que eu pensei ser super fácil: ao invés de falarmos repetidas vezes “não”, “NÃO”, nããããão”, podemos dizer de forma diferente que determinada ação não pode ser feita. Exemplo 1: a criança vai colocar o dedo na tomada, você pode dizer: “filho, se colocar a mão aí vai levar um choque“. Exemplo 2: colocando objeto na boca “esse objeto está sujo e contém germes, vai dar dor de barriga“. Exemplo 3: puxando o cabelo do coleguinha “assim é feio, faça carinho no seu colega”. Blá, blá, blá… Clique e continue lendo!

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