06 jun 2016

O que aprendi sobre adoção

Desde que realizei a visita no Grupo Boticário, fiquei com um assunto martelando a minha cabeça: ADOÇÃO!

adoção

Imagem Google

Ao final do dia no Grupo Boticário, conheci, na hora do lanche das gestantes, a Vanessa Backer. Uma jovem de 29 anos que há 5 vinha tentando engravidar. Há dois anos, Vanessa teve um aborto espontâneo com 9 semanas de gestação. Nesse meio tempo, ela e o marido decidiram entrar no processo de adoção. Hoje ela está grávida de 28 semanas. No dia em que descobriu a gestação, recebeu uma ligação com a notícia de que tinha conseguido entrar na fila de adoção. Ela conta, lindamente, com sorriso largo, olhos brilhantes: “agora estamos vivendo duas gestações. Vamos continuar na fila de adoção, não importa o sexo, a cor, nada, só queremos ser pai e mãe.”

Por mais incrível que pareça, desde então, cairam textos e mais textos no meu colo com histórias sobre adoção. Um deles contava sobre três famílias que adotaram bebês com microcefalia, a má-formação que ganhou destaque nos últimos meses com o aumento de zika no Brasil. Outros dois eram relatos de uma mãe e um pai, respectivamente, sobre o que aprenderam ao adotar uma criança, sendo que a mãe adotou uma criança mais velha, de 5 anos. Um outro texto ressaltava o aumento de pais que preferem adotar crianças com mais de 3 anos, de qualquer sexo e cor.
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