02 ago 2017

Como doar leite materno

por
Gabi Miranda

Bebê, Desenvolvimento, Destaque, Filhos, Saúde

doar leite materno

Se tem uma coisa incrível na maternidade, é o fato de gerar uma vida e também produzir o alimento para este novo ser. Por isso, super apoio qualquer causa que incentive a amamentação. Toda mãe pode alimentar seu filho, mas acho que faltam ações de incentivo, encorajamento e informação. Usamos o mês de agosto para conscientizar sobre a importância do aleitamento materno, mas acho que isso deveria ser feito sempre, do momento que pegamos nosso filho pela primeira vez no colo na maternidade. Quantas pessoas já ouvi falar que não tiveram orientações sobre como amamentar seu bebê. Sim, mães precisam de orientação para amamentar, sendo primeiro ou segundo filho. Assim, como precisamos de orientação de como doar leite materno. Esse é o assunto que quero abordar aqui. O leite materno também pode salvar vidas..

Se amamentar é um ato de amor, doar leite materno é um ato de amor multiplicado por generosidade e empatia. Segundo o Portal do Governo de São Paulo, existem na cidade, 50 bancos que recebem doação de leite. Diz ainda que esses bancos de leite oferecem serviços de busca em domicílio e disponibilizam um kit para garantir a qualidade do leite doado. O Brasil, possui a maior rede de bancos de leite do mundo, reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
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22 maio 2017

Porque é importante apresentar novos alimentos às crianças

por
Gabi Miranda

Alimentação, Destaque

Acredito que não tenha nada mais trabalhoso na criação de uma pessoa do que fazê-la se alimentar corretamente, afinal, nem a gente consegue evitar cair em tentações como chocolates, frituras, etc. Então, como exigir de um serzinho que está começando a descobrir novos sabores, que acredite que as verduras sejam realmente deliciosas?

comida delivery

A melhor resposta para esta questão é: fazendo com que a hora da refeição seja uma experiência divertida – e para isso, existem alguns truques que podem ser utilizados. E não se desespere! Pois em alguns dias vai dar certo, em outros, nem tanto. Só não pode desistir!

Uma boa dica, se a pessoa for boa na cozinha, é fazer com que a criança participe do momento de preparar o alimento – mesmo que seja um simples sanduíche. Afinal, se ela fizer parte de sua confecção, vai se sentir especial, mais adulta – principalmente se for pequenininha – e isso vai animá-la.
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15 fev 2017

Sorvete de frutas preparado no Processador de Alimentos para Bebês da Hamilton Beach

Recebemos recentemente, o Processador de Alimentos para Bebês da Hamilton Beach. E lá fui eu sem nem conhecer a máquina, gravar um vídeo testando o produto. Gosto disso, de testar e falar da minha experiência com sinceridade para os leitores.

Sobre o vídeo digo, apesar da timidez, da falta de traquejo, foi uma delícia produzir. Parecia que estava fazendo ao vivo. Era como se fosse, pois separei os ingredientes e, se algo desse errado, não tinha como voltar atrás porque não tinha mais os itens em casa. Ou seja, precisava dar certo para que eu pudesse formar minha opinião sobre o aparelho.

Sobre o produto, estou pensando até agora… COMO EU NÃO TINHA ISSO EM CASA ANTES?!

A primeira receita que fiz no meu processador, foi um sorvete de frutas e você confere o vídeo abaixo:

O Processador de Alimentos para Bebês

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O processador de papinhas Hamilton Beach é ótimo para quem tem bebê em casa em fase de introdução alimentar. E para mamães, como eu, que trabalham fora, é uma maravilha. Sabemos o quanto a vida com bebê em casa é corrida. Precisamos otimizar nosso tempo para que possamos aproveitá-lo junto dos nossos filhos ao invés de passar o tempo todo na cozinha. Pensando em facilitar a vida de mães e pais, que a Hamilton Beach lançou o Processador de Alimentos para Bebês.
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07 dez 2016

Alergia alimentar: inclusão e receitas práticas

Eu nunca tinha parado pra pensar no assunto. A verdade é que não pensamos quando não nos afeta diretamente. Meus filhos não tem alergia alimentar, logo nunca tive que me preocupar com o assunto. Mas houve uma crescente de amigas ao meu redor com filhos com alergia alimentar. A gente não pensa, por exemplo, que crianças com alergia alimentar precisam de maior atenção nas festas infantis. Mas isso tem mudado. Nosso olhar materno faz a gente olhar além do próprio umbigo horizonte. A experiência com filhos também nos dá outra bagagem. Nossos filhos acabam se relacionando com muitos amiguinhos e entre eles pode ter uma criança com alergia alimentar. E aí entra outro assunto: inclusão.

Cada vez mais estamos preocupados e as empresas também começam a se movimentar num sentido de colaboração, inclusão e conscientização. A Danone Nutrição Especializada promoveu o 1º Workshop Fazendo a Festa para Crianças Alérgicas, entre elas a alergia à proteína do leite de vaca (APLV) – uma das coisas mais comuns no dia de hoje e com pouca informação a respeito. Segundo a Danone, a criança alérgica já é uma criança de risco nutricional. O leite, principal nutriente na infância, é obrigatoriamente excluído da dieta. Estudos mostram uma deficiência importante de proteína, cálcio e vitamina D em crianças alérgicas, menor peso e estatura e até um aumento no risco de fraturas. Se a substituição do leite e demais proteínas não for adequada, esses riscos nutricionais podem interferir no bom desenvolvimento e crescimento da criança.
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31 out 2016

O que que tem na lancheira do seu filho?

por
Gabi Miranda

Alimentação, Destaque

Com o que se preocupar na hora de montar a lancheira das crianças

tabela-lanchinho

Imagem do site Meu Pratinho Saudável

Você cuida durante 6 meses a 1 ano de forma integral da alimentação do seu filho, até que chega a hora dele ir para a escola. Preocupada com uma alimentação saudável, você começa a pesquisar como montar uma lancheira adequada. Mas vai observar que cada instituição lida de forma diferente com a comida e a bebida que seu filho leva. Na escola antiga do Benjamin, por exemplo, era proibido enviar frutas picadas. Elas precisavam ser enviadas inteiras, o que faz todo sentido, pois, com o calor, mesmo que seja uma lancheira térmica, a fruta pode perder os nutrientes que possui ou até mesmo estragar.

Uma das minhas preocupações era com relação à bebida. Em casa, sempre optamos pelo suco natural. Mas, na correria do dia a dia, prevalece a praticidade. Isso porque saímos muito cedo de casa e não confiamos enviar suco natural para a escola, mesmo que seja na garrafinha térmica. E mesmo que quiséssemos, com o tempo, o irremediável acontece. As crianças começam a comparar seu lanche com o do amiguinho, a conhecer outras coisas, e inevitavelmente querem experimentar. Quem nunca foi ao supermercado com o filho e ouviu dele “mãe, é este aqui que fulano leva, eu quero também!”?! É aí que precisamos buscar opções e variações práticas, mas que não deixem de ser saudáveis, para compor o lanche.
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03 ago 2016

Amamentação: como manter com a volta ao trabalho

por
Gabi Miranda

Alimentação, Bebê, Destaque, Filhos

Amamentação: entre as dificuldades para amamentar com a volta ao trabalho, está a ordenha. Nem todas as empresas possuem local adequado e quando tem, falta informação para a mãe que retorna

Instalações do Grupo O Boticário

Instalações do Grupo O Boticário

Não é fácil ser mulher-mãe no mercado de trabalho. A empregabilidade da mulher na idade perto de ter filhos é baixa. O mercado olha com péssimo jeito para a mulher que quer ter ou já tenha filhos. Elas são rotuladas, vistas como profissionais que podem faltar a qualquer momento, deixando a empresa na mão. Em geral, as empresas não estão preparadas nem para receber de volta a mãe que acabou de ter bebê, tanto que as empresas sequer possuem local apropriado e exclusivo para amamentação. Essa é a realidade da maior parte das empresas. “O que observamos é muito mais uma “adaptação” das mães a essa situação em locais absolutamente não indicados e em condições inadequadas”, afirma Dr. Moises Chencinski, pediatra, membro do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo e idealizador e facilitador do movimento Eu apoio leite materno – #euapoioleitematerno.
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02 ago 2016

Sobre amamentação

por
Gabi Miranda

Alimentação, Bebê, Destaque, Filhos, Gravidez

Vamos falar sinceramente sobre amamentação?

amamentação 

Começou ontem e vai até o dia 07/08 a Semana Mundial do Aleitamento Materno

Que amamentar é um ato de amor e aumenta o vínculo entre mãe e bebê, contribui para o desenvolvimento emocional, cognitivo e sistema nervoso, todos nós já sabemos. Os benefícios são inúmeros para a saúde do bebê e isso é muito bem divulgado. Porém, fala-se pouco das dificuldades que algumas mulheres podem encontrar no início da amamentação. Apesar de ser algo natural, a amamentação nem sempre é simples. Os primeiros dias da amamentação podem ser bem difíceis para algumas mulheres, como pode ser tranquilo para outras. Posso afirmar que para mim foi tranquilo com Benjamin e Stella, apesar de ter tido nas primeiras semanas rachaduras nos dois seios.

O desconforto mais comum entre as puérperas são os mamilos rachados, que geralmente são causados pela pega incorreta do bebê ou pela alta frequência de mamadas. Aqui, por exemplo, Stella pegou corretamente na primeira tentativa, logo após o parto, mas como se sabe, durante os dois/três primeiros dias nosso seio só produz colostro e, acredito, que isso faz com que o bebê sugue com mais ferocidade uma vez que não sai quantidade significativa como o leite materno que sai em jatinhos. Resultado, no terceiro dia meus mamilos estavam bem rachados e doloridos a cada mamada. O leite desceu no terceiro dia a noite e Stella já começou a sugar menos forte o que aliviou. Depois a amamentação foi fluindo melhor e os mamilos ficando menos rachados e doloridos. Ou seja, como tudo na vida, isso passou.
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18 jul 2016

Como introduzir frutas na alimentação do bebê?

por
Gabi Miranda

Alimentação, Destaque, Filhos

Como introduzir frutas na alimentação do bebê?

Por Maria Beatriz Chiaradia, nutricionista, mãe do príncipe Lorenzo, especialista em nutrição Clínica em Pediatria, pelo Instituto da Criança (HC-FMUSP) e uma das criadoras do Mestre Cook Assessoria

frutas

Baby boy eating apples

Assim que chega a fase de introdução alimentar, aos 6 meses, logo pensamos em FRUTAS! E isto, naturalmente, gera muitas dúvidas entre os papais e as mamães sobre a forma correta de apresentar as frutas ao filho sem que isso prejudique a amamentação em livre demanda. São várias as dúvidas, como: qual fruta dar primeiro? Tem alguma fruta que não posso oferecer? Como preciso preprar a fruta? E por aí vai….

Então o post de hoje é para esclarecer algumas das principais dúvidas que recebemos, para que esta fase se torne menos complicada e mais deliciosa possível.

Existe alguma fruta que não posso oferecer ao bebê?

NÃO! Não há nenhuma contra-indicação de fruta na alimentação complementar aos 6 meses. Mas, sempre que possível, o ideal é que seja respeitado o hábito familiar e regional, que as frutas sejam orgânicas ou que sejam priorizadas as frutas da estação, pois estas – por estarem em safra – contém menos agrotóxicos.
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09 mar 2016

BLW – O que é o método Baby Led Weaning?

por
Gabi Miranda

Alimentação, Bebê, Destaque

BLW (Baby Led Weaning) é uma expressão em inglês e significa algo perto de desmame guiado pelo bebê. É o ato de oferecer a comida em pedaços para o bebê e deixá-lo se servir a vontade, dando-lhe autonomia para comer sozinho.

BLW

BLW não é um método novo, muito pelo contrário, é praticado há anos, arrisco dizer, que é desde a época dos nossos avós. Mas até agora não tinha nome e foi batizado pela agente de saúde britânica Gill Rapley, autora do livro Baby-led Weaning: Helping Your Baby to Love Good Food – em tradução livre, Desmame Guiado pelo Bebê: Ajudando seu Filho a Amar Boa Comida. Atualmente, esse método tem ganhado muitos simpatizantes, cada vez mais os pais estão oferecendo a comida em pedaços para os bebês a partir dos 6 meses de idade.

Por aqui, no início da introdução alimentar, ofereci uma banana inteira para Stella, daí que ela foi com muita sede ao pote, quase engasgou, fiquei com medo e desisti de oferecer comidinhas em pedaços para a Stella por enquanto. Ela estava com 5 meses e uma semana quando começou a comer frutinhas. Começou cedo porque além dela já demonstrar interesse pelo que a gente comia, já tinha iniciado com fórmula como complemento. O ideal mesmo, é iniciar a introdução alimentar aos 6 meses. Período também indicado para oferecer os alimentos em pedaços porque o bebê já está mais preparado para praticar a mastigação e correr menos risco de engasgar.
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29 fev 2016

Alimentação Complementar: dicas para iniciar essa fase

por
Gabi Miranda

Alimentação, Bebê, Destaque, Filhos

Alimentação Complementar é uma fase cheia de descobertas, mas também de muita ansiedade, confira algumas dicas de especialista para ajudar nessa etapa tão deliciosa

Por Maria Beatriz Chiaradia, nutricionista, mãe do príncipe Lorenzo, especialista em nutrição Clínica em Pediatria, pelo Instituto da Criança (HC-FMUSP) e uma das criadoras do Mestre Cook Assessoria.

Alimentação Complementar

Imagem Google

A introdução alimentar é uma das fases que mais causa ansiedade nas mães. São muitas as dúvidas: que horas oferecer? Quanto oferecer? O que colocar nas refeições? Como dar a fruta? Tem alguma fruta que não pode? E por aí vai… Essa ansiedade é normal e faz parte devido a preocupação das mamães em oferecer o melhor para seus filhos. Então vamos falar um pouco sobre isto: Alimentação Complementar.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, a partir do 6º mês de vida é possível iniciar a alimentação complementar. Os alimentos que fazem parte do hábito alimentar da família são os que deverão fazer parte do hábito alimentar do bebê, sendo oferecidos inicialmente em forma de papa/purê, evoluindo a consistência gradativamente e de acordo com a aceitação do bebê. Lembrando que a composição da dieta deve ser equilibrada e variada, fornecendo todos os tipos de nutrientes, desde a primeira refeição.
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