07 ago 2015

Vamos falar sinceramente sobre amamentação?

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

AMAMENTAÇÃO

Imagem do Google

Durante os dias 01 a 07 de agosto, comemora-se a Semana Mundial do Aleitamento Materno. Quem nos acompanha nas redes sociais, viu que apesar de estar na minha primeira semana com RN em casa, tentei compartilhar algumas mensagens a respeito da amamentação. Para finalizar minha contribuição, gostaria de dar meu depoimento sobre o assunto.

Que amamentar é um ato de amor e aumenta o vínculo entre mãe e bebê, contribui para o desenvolvimento emocional, cognitivo e sistema nervoso, todos nós já sabemos. Os benefícios são inúmeros para a saúde do bebê e isso é muito bem divulgado, Porém, fala-se pouco das dificuldades que algumas mulheres podem encontrar no início da amamentação. Apesar de ser algo natural, a amamentação nem sempre é simples. Os primeiros dias da amamentação podem ser bem difíceis para algumas mulheres, como pode ser tranquilo para outras.

Fala-se menos ainda do quanto a gente dorme pouco e o cansaço nos consome, e, para amamentar é primordial que a mãe descanse, se alimente bem e consuma bastante líquido para que seu corpo possa produzir leite. Amamentar é prazeroso, mas antes de se tornar uma experiência incrível (como de fato é!), pode ser um desafio.
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28 abr 2015

10 dicas para amamentar sem neuras

por
Gabi Miranda

Uncategorized

amamentar

Das coisas maravilhosas que a maternidade traz, acho que não tem momento mais precioso que a amamentação. É aquela hora de maior vínculo com o bebê, no qual sentimos o calor do corpo um do outro, ficamos juntinhos trocando olhares com aquele ser que colocamos no mundo. Ah, o olhar…! O que é aquele olhar do bebê para nós enquanto amamentamos? E aquelas mãozinhas tocando a gente, meio que num carinho?! Aquela boquinha abocanhando nosso seio, num momento de satisfação quando encaixa da forma correta… É inexplicável, intenso e marcante esse momento. Fase ímpar que só nós mães temos o prazer de provar. Mas ao mesmo tempo que é incrível, pode ser muito difícil e doloroso para algumas mulheres.

Por isso, destaco algumas dicas que aprendi na prática quando o Benjamin nasceu:

1) Chegou a hora de amamentar! Procure um lugar tranquilo para esse momento e
curta-o. Se possível deixe o celular de lado.

2) Nessa hora, tenha uma garrafinha de água próximo a você, pois quando amamentamos sentimos muita sede e precisamos repor o líquido que perdemos durante a amamentação.
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27 abr 2015

A produção do leite e a importância da amamentação

produção do leite

Foto: http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/ciencia/2013/06/22/amamentacao-melhora-desenvolvimento-cerebral-de-criancas-confirma-estudo.htm

Uma das coisas mais deliciosas e das que mais sinto saudade da maternidade é a hora de amamentar. Durante a gravidez do Benjamin eu não era tão ligada em buscar informações e nem procurava na internet. Não tinha ideia da quantidade de mulheres que não amamentam por motivos diversos, de como era esse lance de pega correta do bebê, que os bicos dos seios podiam rachar, muito menos que o leite desceria milagrosamente como uma fonte de cachoeira no terceiro dia após o nascimento do meu Ben. Fui aprender a amamentar na maternidade, com ele já nos meus braços e tudo correu de maneira tranquila como deve(ria) ser.

Com tantas histórias sobre amamentação agora já conhecidas, fico com medo de não conseguir amamentar o próximo bebê. Ao mesmo tempo, fico pensando como é possível uma mulher não produzir leite, se o nosso corpo, principalmente os seios, durante a gravidez é preparado para virar uma fonte desse alimento tão importante que fará diferença para o resto da vida do pequeno, protegendo-o até de doenças e infecções ao longo da vida. Já no início da gestação, podemos notar diferença em nossos seios. Os hormônios estrógenos e progesterona – aqueles que mexem tanto com a gente capazes de nos deixar 3 meses passando mal – também são os responsáveis por deixarem nossos seios maiores, sensíveis e dilatados. Após o parto, ganham lugar os hormônios prolactina e a ocitocina, responsáveis por estimular células dos seios a produzirem leite.
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04 fev 2015

Como harmonizar maternidade com a vida sexual de forma segura

por
Gabi Miranda

Casamento, Entrevista, Maternidade

vida sexual

Desde que o mundo é mundo (ou é coisa da mulher pós-moderna?!) nós mulheres sabemos que após o pós-parto, entramos numa verdadeira crise sobre nosso papel entre ser mãe e mulher. Com a chegada do bebê, nos vemos diante de uma nova vida e diferentes descobertas. Nosso corpo está modificado, os hormônios à flor da pele. Vivemos concentradas em função do bebê, um ser dependente de nós para tudo – das necessidades mais básicas à alimentação. Vivemos a experiência da amamentação. Ganhamos um aumento da ocitocina, hormônio que produz o vínculo afetivo com o bebê e que inibe o desejo sexual pelo parceiro. A vida sexual fica um gelo. É tudo conflitante, mas não é o fim do mundo, é natural sentirmos tudo isso.

Fui a campo para entender melhor todas essas transformações e como harmonizar a vida sexual. Conversei com o Dr. Eliano Pellini, ginecologista, chefe do Setor de Saúde e Medicina Sexual da Faculdade de Medicina do ABC Paulista, que destacou três componentes hormonais que entram em ação no pós-parto e favorecem todas essas alterações físicas e emocionais que nos arrebatam. São eles: 1) a queda do hormônio feminino após a saída da placenta. Isso faz com que a vagina fique ressecada, promovendo a redução da receptividade feminina, ocasionando a diminuição do interesse pelo parceiro – fato comum também na menopausa; 2) o aumento da prolactina, hormônio produtor de leite, altamente inibidor da sexualidade; 3) a queda da serotonina, responsável pelos quadros depressivos pós-parto. Sintoma que nem toda mulher apresenta, mas que existe e é comum.
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06 ago 2014

5 motivos para amamentar

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade

amamentar

Você já deve ter lido e escutado vários benefícios do aleitamento materno. Não vou dar só mais um motivo para você amamentar, mas 5 motivos para você persistir nessa jornada que é amamentar.

  1. Faz bem para saúde do bebê. O leite materno é composto por proteína, vitaminas, água, minerais – todos os nutrientes que o bebê precisa para seu desenvolvimento cognitivo e para a imunização contra vírus e bactérias, diminuindo a chance do bebê desenvolver alergias, asma, rinite, entre outras, além de várias doenças ao longo da vida.
  2. Faz bem para saúde da mãe também. Ao amamentar, a mãe diminui sentimentos como ansiedade, se sente mais fortalecida, seu peso volta ao normal mais rapidamente e também diminui a chance de, no pós-parto, ter uma anemia, câncer de mama e ovário, osteoporose.
  3. Fortalece vínculo entre mãe e bebê. Através desse ato exclusivo proporcionado pela mãe, nasce entre mãe e filho um vínculo afetivo muito forte, o que proporciona para ambas as partes mais segurança. Para a criança é benéfico até para seu desenvolvimento social e psicológico. Para a mãe favorece o lado psicológico, pois embora seja um ato prazeroso, causa desgaste físico e emocional, mas o vínculo emocional que envolve esse momento é tão grande que eleva sua auto-estima, deixando uma sensação de prazer e extremo orgulho.
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27 maio 2013

Segunda-feira e eu tenho preguiça de…

por
Gabi Miranda

Uncategorized

…mães que querem tirar vantagem em tudo, aquelas que parecem competir a todo instante: “meu filho começou a andar com 7 meses, o seu ainda não anda?!”; “ele ainda não fala??? Nossa, a minha filha já falava perfeitamente “mamãe” e mais 20 palavras aos 6 meses”; “a minha filha não dá trabalho, ela é um amor, vai com todo mundo, não é manhosa e dorme desde os três meses de vida” (e detalhe, a menina tá lá do lado choramingando e não querendo ir com ninguém). Gente, não tem coisa mais chata do que conversar com uma mãe assim. Nem é uma conversa porque só ela fala e tudo na vida materna dela é melhor. Eu não entro nessa, agora se vejo uma mãe assim ou saio de perto ou começo a dar uma de louca: “ele começou a andar aos 7 meses? Cuidado, pois os cientistas dizem….”. Eu tenho potencial de me tornar uma mãe dessas, pois Benjamin dorme a noite inteira desde quando completou 1 mês de vida (e é verdade verdadeira! Não é aquelas mentiras que algumas mães contam para enganar a si própria), ele não teve reação a nenhuma vacina, não ficou enjoado quando os dentes nasceram, ele não é um bebê chorão, chatão, manhoso…mas eu não fico contando vantagem em cima disso, acho desnecessário e tenho medo do segundo filho – quando posso pagar a língua! Mas não costumo ficar falando isso em rodas, a não ser que me perguntem. Falo disso com pessoas mais íntimas, pessoas que me conhecem, amigos e familiares próximos; Clique e continue lendo!

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15 jun 2012

Amamentar – uma das experiências mais incríveis da vida materna

por
Gabi Miranda

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Este post é um candidato ao Melhor post do Mundo, da Limetree

A maternidade me despertou para muitas coisas. Uma delas foi para a desaceleração. Eu sempre fui uma pessoa extremamente agitada, acelerada e ansiosa. Para meu desespero, o que se faz durante a gestação? Espera. Espera ansiosamente a barriga crescer, o bebê dar os primeiros chutes, chegar o dia da consulta e ainda espera na sala do consultório, espera…! Era preciso tranquilidade e calma para esperar. Aprendi com a maternidade o que não tinha aprendido em 30 anos e da forma mais prazerosa do mundo: amamentando.

Amamentar requer tempo e muita paciência por parte da mãe. Logo que o bebê vai para o quarto, após o parto, ele é colocado no peito da mãe para que possa “aprender” a mamar. Ele já tem um reflexo de sucção forte e a mãe precisa alinhá-lo no colo para ajudá-lo pegar corretamente o bico do seio. Aqui preciso abrir um parêntese. Ao longo da gestação percebemos que o bico do seio escurece, a razão é simples e incrível! Quando o bebê nasce, ainda tem dificuldade de focalizar imagens, então enxerga o bico do seio pelo contraste da pele, e se levado ao seio, suga-o imediatamente por reflexo. Não é o máximo?! Sábia essa mãe natureza… Obtive essa informação lendo o livro Quem Ama, educa – que dá um outro texto. Fecha parêntese. Clique e continue lendo!

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