19 maio 2017

Seu leite pode salvar vidas

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Maternidade

A Baby Dove lançou na semana passada uma campanha em defesa da doação de leite materno, “Seu leite pode salvar vidas“. O projeto é realizado em parceria com o Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros e com a Uber, incentiva mulheres a doarem leite maternos e sensibiliza a sociedade sobre a importância da doação.

Seu leite pode salvar vidas

O fato é que poucas pessoas conhecem a função dos bancos de leite. E poucas sabem que o leite humano é mundialmente aceito como a primeira fonte de nutrição, sendo um importante alimento para frear a taxa de mortalidade e ajudar a salvar a vida de bebês prematuros.

O objetivo da campanha “Seu leite pode salvar vidas” é sensibilizar e inspirar através de uma mensagem positiva para aumentar o número de mães que doam leite materno, contribuindo assim para salvar a vida de milhares de bebês prematuros no país.

Desde seu nascimento, em 2014, a marca Baby Dove fala da ansiedade vivida pelas mães ao terem seu primeiro filho, causada pela pressão de serem ‘mães perfeitas’. E acredita que as mães que conseguem se libertar dessas pressões e confiam em sua intuição e em sua forma de cuidar de seus filhos, são mais felizes e seguras.
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10 mar 2017

20 coisas para uma criança ser feliz

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

20 coisas para uma criança ser feliz

para uma criança ser feliz

Imagem Google

O que precisa para uma criança ser feliz?

Acho curioso quando alguém fala que não tem condições de ter filhos. Entendo que o fator financeiro pesa bastante. Mas criança nasce pedindo para fazer judô, balé, natação, ir para a escola mais cara? Criança nasce pedindo para viajar, aparelho celular de última moda, tênis e roupas de marca? Pede um quarto cheio de brinquedos? Para uma criança ser feliz acho que precisa tão pouco. Apenas 20 itens e concordo com a lista abaixo do Ilan. 😉

20 coisas para uma criança ser feliz

Por Ilan Brenman, para Revista Crescer, edição de agosto/16

  1. Ter sido desejada pelos pais;
  2. Caso não tenha sido desejada, ter conquistado o coração deles após o nascimento;
  3. Carinho é uma pomada protetora poderosa;
  4. Alimentação saudável (mas uma tranqueira de vez em quando não mata ninguém);
  5. Ambiente minimamente limpo, mas sem neuras demais;
  6. Muitas histórias contadas e lidas;
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09 nov 2016

Das coisas sem explicação

por
Gabi Miranda

Família, Maternidade

Nem tudo nessa vida tem explicação. Mas tudo faz algum sentido.

 

explicação

Feriado de Finados. Acordei, tomei banho e sentei com a família na sala. Foi quando marido pediu ao Benjamin para falar pra mamãe aonde ele disse que queria ir. Benjamin disse mais cedo pro pai que queria ver a vovó Salete. O pai seguiu com a história que sempre alimentamos desde que ela se foi. Ela agora é uma estrela no céu. Para minha surpresa, Benjamin disse que queria ir vê-la naquele lugar com gramado e com a plaquinha com o nome dela. Pedido mais sem explicação.

Fiquei um pouco impressionada e emocionada com o pedido inesperado e sem explicação. Parece que um dia antes, Benjamin e os amigos da escola conversaram sobre isso. Fiquei surpresa com o pedido dele. Eu nem fazia ligação do feriado de finados. Aliás, minha mãe dizia que precisávamos agradecer os entes queridos e antepassados. Mas nunca a vi ir num cemitério levar flores.
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30 set 2016

Hora de dormir

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

hora-de-dormir

Toda noite na hora de dormir, passo no quarto das crianças para dar uma espiada nelas. No Benjamin sempre dou um beijinho. Mentira. Dou uma cafungada no pescoço dele, cheiro e beijo muito. Na Stella só verifico se está coberta e se não estiver, a cubro com o maior cuidado do mundo – não ouso encostar nela, pois sei quanto me custa fazê-la chegar nos sonos dos Deuses. É diferente o hábito que tenho com cada um. A Stella ainda dou de mamar (ela toma mamadeira) e a faço dormir no colo. Esse é o nosso momento de paz, tranquilidade, quando antes de colocá-la no berço ainda dou um beijinho, fico bem pertinho dela para sentir aquele cheiro de bebê. Uma vez colocada no berço, me limito a chegar perto novamente.

O Benjamin chega em casa na maioria das vezes dormindo, marido que coloca pijama e o leva pra cama. Por isso, sempre dou uma passada pelo quarto na hora de dormir, para lhe dar um beijo e sentir aquele cheirinho, o melhor do mundo. Chego a deitar ao lado dele. Fico bem pertinho para sentir aquele cheiro delicioso, reparo naquela boquinha aberta transmitindo aquele hálito gostoso que só os nossos filhos tem. Gosto também de sentir o coração deles enquanto eles dormem. E lembrar que aquele mesmo coração já bateu dentro de mim.
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28 set 2016

Travessuras da Baby Stella

Hoje ela completa um ano e dois meses de muitas alegrias, travessuras e sapequices

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São inúmeras as conquistas dessa pequena que nem dá para fazer post listando as novidades. Sim, porque para isso eu precisaria passar os dias anotando cada coisinha nova que ela anda fazendo. Ela já se comunica muito bem – não, não forma frases, nem palavras concretas, mas se comunica com gestos e olhares, assim eu e ela já nos entendemos muito bem. Seu vocabulário ainda é pequeno, fala apenas: mama (mamãe), B (Ben), papa (pai), naná (seu paninho com a chupeta amarrada), bá (aguá), um (um aninho) e várias outras palavras que eu ainda não aprendi o dialeto, além de responder quando lhe perguntamos algo. Ela já da tchau, manda beijo, canta, dança, joga bola (com a mão e com o pé), usa copo, toma no canudinho, faz travessuras, sapequices, anda e corre (deixando disparado o coração dessa mãe).

Passamos uma semana inteirinha juntas, só eu e ela, da hora de acordar até a hora de dormir. E acreditem, todos os dias ela faz uma coisa nova. Fiquei impressionada ao reconhecer nela uma bebê totalmente comunicativa, simpática e palhacita. Eu conhecia o lado desconfiado da Stella – herança da mãe – mas me surpreendeu a desenvoltura dela para chamar a atenção de desconhecidos na rua, no metrô, em todos os lugares públicos. Conversar, brincar, mexer com a pessoa ao lado são atividades que completam as travessuras da Pitica. É incrível o poder de aprender dos bebês e a possibilidade de acompanhar esse desenvolvimento assim tão de pertinho. Eles fazem nosso coração derreter ao mesmo tempo em que nos mantem alertas.

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14 set 2016

Entre amor e… paciência!

 

Tenho vivido entre amor e ódio com meu filho mais velho, quando na verdade preciso viver entre amor e paciência

 

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Imagem Google

Passei 4 anos mãe de um filho só. Algumas vezes achei que era difícil, como também achei que tirei de letra. É aquela coisa, as fases vão passando, nós ganhamos experiência, aprendemos a lidar com as situações e comportamentos da criança e de alguma forma vai ficando mais fácil mesmo. Fica tão fácil que a gente decide ter outro filho, porque não tem como complicar mais. Ou tem? Só um pouquinho.

Quando temos dois (ou mais) filhos, vivemos aquela situação de ter que dar atenção simultaneamente para ambos. Sim, porque se isso não acontecer, vai chegar uma hora que um dos filhos vai se sentir abandonado e estou com a impressão que acontece com o filho mais velho. Porque ele depende pouco menos dos pais, tem mais autonomia e a gente acha que ele está indo bem. Amor não falta. Mas paciência… Amor e paciência não andam juntos, obrigatoriamente, o tempo todo.
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29 ago 2016

Não sinto falta da minha vida antes da maternidade

É um tal de “filho cansa, não consigo ser a mãe que quero, estou exausta, sinto falta da vida sem filhos” e por aí vai… Não discordo de nada disso, mas não sinto falta da minha vida antes da maternidade

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Confesso, tenho meus momentos de baixo astral, mas prefiro sempre ver o lado bom da vida, seja ela materna ou não. Não sinto falta da minha vida antes da maternidade. Acho que tudo vivido antes dos filhos foi demais e aproveitei na intensidade necessária para deixar lembranças agradáveis, tanto que só tenho boas lembranças. Eu não trocaria nada nessa vida para voltar no tempo, não sinto saudade a ponto de me lamentar.

O contraditório disso tudo é que nunca me imaginei casada e com filhos. Sempre achei que essa tal de maternidade não era pra mim. Eu sonhava em desbravar o mundo. Mas a vida é muito louca e toma rumos inexplicáveis. E hoje eu não imagino a minha vida sem filhos. Casei com um cara que conheci num desses encontros às escuras. Quase isso. Eu trabalhava numa assessoria de imprensa que atendia a empresa para qual ele trabalha. Então nos falávamos todos os dias por telefone e e-mail, até que um dia ele começou a me chamar para sair. A história é longa… resumidamente, ao vê-lo, por nenhum segundo passou pela minha cabeça que viveríamos tudo o que já vivemos juntos. Nosso encontro virou uma paixão, que se transformou em amor e quando vimos não tínhamos mais para onde fugir, não adiantava resistir. O amor foi crescendo, crescendo, crescendo e… transbordou. Transbordou em forma de filhos. Estamos indo para um casamento de 8 anos. E quando olho para trás não consigo sentir falta da minha vida antes dele e de nossos filhos.
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15 ago 2016

Por que o bebê chora quando você sai do quarto?

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Livros, Puericultura

Porque o bebê chora quando você sai do quarto?

 

por que o bebê chora

Imagem do Google

Do livro Bésame Mucho – Como criar seus filhos com amor
Dr. Carlos González

O imediatismo é uma das características do choro infantil que assombra e irrita algumas pessoas. “É deixá-lo no berço e ele começa a chorar como se o estivessem matando”. Para alguns especialistas em educação, essa é uma desagradável faceta da personalidade infantil, e o objetivo deve ser vencer o seu “egoísmo” e a sua “obstinação”, ensiná-los a atrasar a satisfação dos seus desejos. Por que não pode ter um pouco mais de paciência, por que não pode esperar um pouco mais?

Nossos filhos pequenos começam a chorar com todas as suas forças quando se separam da mãe. Choram ainda mais forte em cinco minutos e somente param de chorar por esgotamento. Não parece lógico! Mas, sim, é lógico. Começar a chorar de maneira imediata é o comportamento “lógico”, o comportamento adaptativo, o comportamento que a seleção natural favoreceu durante milhões de anos, porque facilita a sobrevivência do indivíduo. Naquela tribo de 100.ooo anos atrás, se um bebê separado de uma mãe chorasse de forma imediata e com toda a potência do seu pulmão, sua mãe provavelmente voltaria imediatamente para pegá-lo. Porque essa mãe não tinha cultura, nem religião, nem conhecia os conceitos de “bem, “caridade”, “dever” ou “justiça”. Não cuidava de seu filho porque pensava que era sua obrigação, nem porque tinha medo da prisão ou do inferno. O choro do bebê simplesmente desencadeava nela um impulso forte, irresistível, de acudi-lo e acalmá-lo.
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10 ago 2016

Aprendendo a ser um pouco pai

por
Gabi Miranda

Destaque

Colocando em prática um dos meus desafios do ano passado:
aprendendo a ser um pouco pai

 

aprendendo a ser um pai

Filhos e marido tem um poder sobrenatural: o de nos levar à loucura. O primeiro consegue fazer sumir magicamente nossa sanidade mental, com 10 minutos de manha, pirraça, malcriação. O segundo consegue reverter qualquer mal comportamento da criança com tranquilidade, à base de brincadeira, sem stress… e louca é a mãe!

Eu e marido somos pais dedicados, mas cada um tem seu jeito de educar. Ele com sua leveza, jogo de cintura e senso de humor. Eu sou a chata e venho tentando mudar isso, pois pedi para o marido me ensinar a ser um pouco pai também. Porque, afinal, eu não quero carregar a fama de chata para o resto da vida, até porque na verdade meu intuito (e de todas as mães) é apenas dar uma boa educação aos filhos e isso inclui apresentar-lhe limites. No entanto, seguimos os dois na tentativa de sermos os pais que idealizamos ser um dia e com a mesma coisa em comum: dar uma base sólida de educação para nossos filhos.
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03 ago 2016

Amamentação: como manter com a volta ao trabalho

por
Gabi Miranda

Alimentação, Bebê, Destaque, Filhos

Amamentação: entre as dificuldades para amamentar com a volta ao trabalho, está a ordenha. Nem todas as empresas possuem local adequado e quando tem, falta informação para a mãe que retorna

Instalações do Grupo O Boticário

Instalações do Grupo O Boticário

Não é fácil ser mulher-mãe no mercado de trabalho. A empregabilidade da mulher na idade perto de ter filhos é baixa. O mercado olha com péssimo jeito para a mulher que quer ter ou já tenha filhos. Elas são rotuladas, vistas como profissionais que podem faltar a qualquer momento, deixando a empresa na mão. Em geral, as empresas não estão preparadas nem para receber de volta a mãe que acabou de ter bebê, tanto que as empresas sequer possuem local apropriado e exclusivo para amamentação. Essa é a realidade da maior parte das empresas. “O que observamos é muito mais uma “adaptação” das mães a essa situação em locais absolutamente não indicados e em condições inadequadas”, afirma Dr. Moises Chencinski, pediatra, membro do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo e idealizador e facilitador do movimento Eu apoio leite materno – #euapoioleitematerno.
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