22 jun 2016

Um cachorro para chamar de melhor amigo

Cachorro em casa traz vários aspectos positivos para a vida das crianças, além de ser o melhor amigo delas

melhor amigo

Sempre tive cachorro, na infância senti um amor imensurável por três cachorras que tive, até que, com as perdas delas, fui me desapegando. Mas quando me casei e me mudei para uma casa maior, sentia falta de alguém fazendo festa com a minha chegada ou que me avisasse se tivesse alguém na porta. Convenci o marido a contra-gosto a termos um cachorro. Foi quando a Capitu chegou em nossas vidas. Os cuidados dela, como na infância que sobrava para minha mãe, sobrou para o marido assim que o Benjamin se tornou uma semente em mim. Mesmo dessa forma sempre fui adotada pelos cães como a dona. Sou eu quem a Capitu segue pra lá e pra cá, quem ela espera no banheiro tomar banho, é embaixo de mim que ela sempre está (quantas vezes, grávida, a chutei porque não enxergava a bichinha no meu pé). Benjamin chegou em nossas vidas e a família foi se formando. Capitu e ele, apesar de certa resistência da pediatra, sempre se deram muito bem.
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07 jan 2014

Sempre alerta: crianças e animais de estimação

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos

A pediatra do Benjamin sempre reforçou a importância de tomar cuidado com cachorro perto de bebê/criança. Uma das primeiras perguntas que ela fez na primeira consulta que tivemos foi: tem animal de estimação, qual? E o alerta: o cachorro não pode ficar perto do bebê, nunca se deve confiar no cachorro. Imagina, saí da consulta pensando, ela não conhece a Capitu.

Capitu é a cachorra mais dócil, quieta e mansa que já tive na vida toda. Antes do Benjamin nascer quem chegava em casa não imaginava que ali tinha cachorro, ela se escondia embaixo de algum lugar e só reaparecia quando a visita já tivesse ido embora. Com a chegada do Benjamin, o comportamento dela mudou da água pro vinho, quem chegava era abusivamente recebido com latidos impertinentes que demoravam para cessar. Até hoje, se chegam perto do Benjamin então, sai de perto. Ela virou defensora incansável do novo membro da família. E nunca sentiu ciúmes de mim ou do marido com o Benzoca.
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16 jan 2013

Amor que emociona

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Viajamos de férias e deixamos a Capitu na colônia de férias – leia-se na casa da minha irmã Luana, onde ela se diverte muito com outra cachorra. Até para praia ela foi! Foram 15 dias sem a Capitulina por perto.

No dia em fomos no Zoológico, na loja de lembranças do parque, Benzoca pegou uma preguiça de pelúcia e abraçava dizendo que era a “pitu”. Tão pequeno e meu filho já sabe o que é sentir saudades…

Domingo passado foi o reencontro deles. Benzoca abraçou a Capitu milhares de vezes. Quando chegamos em casa com ela, ele começou a atormentá-la: subir em cima dela, bater nela com as palhetas da bateria, puxar o rabo, não podia ver a cachorra quieta. Impressionante como ela adora, mesmo quando já não aguenta mais aquele ser mirim que já tinha sido do tamanho dela, inclusive andado como ela (em quatro patas) e que agora monta nela como se ela fosse um cavalinho. Clique e continue lendo!

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