26 ago 2013

Ele só diz não

por
Gabi Miranda

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E na pegada do Terrible Twos e/ou desenvolvimento emocional, hoje vou falar a resposta que Benjamin mais gosta de dar: NÃO!

É isso aí, além de falar a sua sentença preferida “é meu”, Benjamin ama nos devolver respostas com um “não” em alto e bom tom.

Benjamin, vamos tomar banho?
Não!

Benjamin, vamos trocar de roupa?
Não!

Benjamin, vamos comer?
Não!

Benjamin, vamos colocar o sapato?
Não!

Benjamin, vamos dormir?
Não, não e não!

E assim vamos vivendo…

Em casa, evitamos dar “nãos” desnecessários para o Benjamin. Isso não significa que não damos limites. Já fui contra “nãos”, mas hoje sei que alguns deles são necessários. Outros, não! Então não usamos demasiadamente. Usamos o “não” com parcimônia. Fica descartada a hipótese de que ele usa “não” porque ouve a todo instante.

O menino que até outro dia era um bebê está cheio de teimosia. Andam dizendo que puxou a mãe. Mas acho cedo uma avaliação. Parece-me mesmo uma fase. Ele apenas descobriu que tem vontades próprias. Clique e continue lendo!

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23 ago 2013

Diário do desfralde

por
Gabi Miranda

Bebê, Desenvolvimento, Filhos

12/08, Segunda-Feira

Primeiro dia do processo. Como disse AQUI, enviei a quantidade de roupas que pensei ser necessária, mas não enviei fraldas – imprescindíveis para a hora da soneca e para ir embora pra casa. A tia do Ben, muito querida, deu um jeitinho e conseguiu duas. Todas as roupas voltaram molhadas. TODAS! Inclui meias e até o tênis.

13/08, Terça-Feira

A mãe aqui ficou o dia inteiro sofrendo. Pasmem, comecei a achar que não era preciso iniciar isso agora, mesmo com os sinais que Benjamin já havia demonstrado. Sei lá, poderiam ser sinais dele ou sinais de mãe que adora contar vantagem – não que esse seja o meu caso. Apenas duas roupas voltaram molhadas. Mas Benjamin não pediu para ir ao banheiro.

14/08, Quarta-Feira

Fiquei mais tranquila ao ver que o processo era assim mesmo, meio lento e que tudo daria certo. E para tranquilizar ainda mais, nenhuma roupa veio suja. Mas Benjamin não pediu para ir ao banheiro.
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19 fev 2013

Terrible Twos – Quando as crianças ficam agressivas

por
Gabi Miranda

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Dizem que dois anos é chegada a idade das birras. Benjamin está com um ano e oito meses e passou a demonstrar certa agressividade. Há (mais ou menos) duas semanas, ao ficar bravo ele joga o brinquedo longe e bate no pai e, com mais frequência, na mãe – como se eu fosse a culpada por tudo.

De início eu segurava o braço dele e dizia brava que não podia fazer aquilo. Ele ria pensando que eu estava brincando. Aliás, quando falo sério Benjamin sempre leva na brincadeira, sempre me desafia, até que eu levante do lugar me aproxime dele e dê uma bronca mais forte ainda. Fica lá com cara de sem graça.

Semana passada, voltamos de viagem na quarta-feira de cinzas e eu fui trabalhar direto. A noite estava exausta, com início de gripe, corpo dolorido, casa para arrumar, malas para desfazer e filho dengoso que só, como se a mãe tivesse ficado afastada uma semana. Confesso que estava um pouco sem paciência. Tudo o que eu queria era me esparramar no sofá e me perder na televisão.  Mas Benjamin não queria deixar. Clique e continue lendo!

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28 ago 2012

A famosa manha (ou birra?! ou dente?!) que um dia chega

por
Gabi Miranda

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Faço parte do grupo de mães odiadas por outras. Até eu não me aguento às vezes. É chato trocar experiências maternas comigo. Explico: se uma mãe ou pai param para conversar comigo, desabafar por exemplo, que estão com dificuldades para dormir e perguntam “quando seu filho passou a dormir a noite toda?”, a minha resposta é “quando completou um mês de vida”. Ou “ele teve cólicas?”. Minha resposta é “não”.

Mas é verdade. Benjamin passou a dormir a noite inteirinha com um mês, não teve cólicas, não era chorão e bravo (como as enfermeiras na maternidade me alertaram), não teve muitos problemas com dente (ok, teve e tem alguns momentos enjoadinho, mas os dentes não tiraram o seu nem o nosso sono), nunca teve febre após uma vacina, sempre adorou banho, come papinha desde os 6 meses de idade (detalhe: comia com gosto mesmo, não ficava colocando pra fora, não fazia sujeira, leia-se: não precisava de babador; abria o bocão), agora come comidinhas (e muito bem por sinal. Por enquanto, come naturalmente, e até sozinho: ervilhas, broquis = brócolis, couve e afins), continua dormindo que é uma belezinha a noite toda. De uns tempos pra cá passou a fazer inalação sozinho. Clique e continue lendo!

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10 ago 2012

Livro: Soluções para disciplina sem choro

por
Gabi Miranda

Livros

Uma das maiores vilãs de todos os pais é, sem dúvida, a birra. Eu morro de medo do Benjamin fazer escândalos públicos

(e até em casa mesmo). Imagino que deve ser difícil controlar essas situações. Dizem que não tem jeito, a danada da birra aparece até os dois anos de idade e, se não aparecer até lá, ela surge aos 4 anos da criança. O negócio é você compartilhar experiências, ler sobre o assunto, se preparar e se munir de estratégias contra a chata da birra.

O lançamento “Soluções para disciplina sem choro”, de Elizabeth Pantley, traz as ferramentas necessárias que os pais precisam para desenvolver e estabelecer habilidades agradáveis que contribuam para o bom comportamento dos filhos. O livro mostra através de exemplos e depoimentos, que podemos disciplinar sem perder a ternura, a amabilidade, sem ser duros. Como diz logo no primeiro capítulo, “disciplina não tem a ver com punição e não precisa ter lágrimas como resultado”. Clique e continue lendo!

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25 fev 2012

Bater não é forma de educar!

por
Gabi Miranda

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Estou no meu quarto tranquila, brincando com meu Ben quando ouço uma mulher gritando e dando várias palmadas numa criança dentro de um carro. Ela não parava de sentar a mão num bebê, de um pouco mais de um ano, quando eu gritei chamando sua atenção, mandando ela parar. A mulher permaneceu um instante no carro sem se mover. Fora do carro uma senhora que acompanhava a mulher me explicava “ele jogou seu sapatinho pela janela, pode ficar calma que a mãe sempre faz isso”. Mas isso não era motivo pra mulher bater no menino! Fiquei quieta só olhando. A mulher saiu do carro e começou a procurar o sapato pelo chão. Para minha surpresa a mulher estava grávida. Incomodada com a minha observação ela indagou porque eu estava olhando e falou que eu podia entrar (estava na sacada do meu quarto) e ficar tranquila. Eu disse que não entraria e que ficaria ali e que se ela batesse no menino novamente, eu iria até lá. Começou uma discussão entre nós duas. Ela disse que havia dado só umas palmadas e “estou educando meu filho”. Essa frase ecoou na minha cabeça. Uma mulher pronta para colocar mais um filho no mundo e dar aquela educação! Com a confusão, os vizinhos foram saindo na rua e a mulher ficou toda constrangida. No fundo quero acreditar que ela sabia que estava errada. Clique e continue lendo!

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