25 out 2012

Ter filhos traz felicidade?

Alertaram-me: a matéria de capa da revista Época dessa semana é pessimista, mas consegue ser salva ao final. Fui em frente com a leitura. Pasmei. Não consigo entender como as pessoas querem algumas mudanças, mas sem as responsabilidades que essas mudanças carregam.

Exemplo bobo: Queremos incansavelmente ser adultos, morar sozinhos, ser independentes, mas não queremos pagar contas e queremos de preferência que nossa mãe apareça em casa um dia sim outro também para organizar, lavar, fazer comida. Queremos casar, mas de preferência continuar com alguns programas que faziam parte da vida de solteiro. Desejamos ter filhos, mas sem acordar de madrugada, sem limpar bumbum sujo de coco, sem fazer mamadeira, sem ouvir choro, sem ter que lidar com birras, sem dar banho, sem ter que deixar de ter tempo pra você, sem dor de cabeça, sem preocupação, sem responsabilidade, sem nada! Como viver essas e outras possibilidades sem os impactos que elas carregam?! Clique e continue lendo!

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11 out 2012

Bodas de flores e frutas

por
Gabi Miranda

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Engana-se quem acha que casamento é fácil e um mar de rosas infinito. É difícil a convivência diária. Duas pessoas diferentes, cada um com suas manias, costumes, seu jeito e modo de pensar. Casamento requer muita paciência e tolerância por ambas as partes. Quem está fora não quer entrar e quem está dentro não quer sair porque apesar de tudo, a vida a dois – quando existe amor (e respeito) – é muito prazerosa. Já disse Robert Frost: as melhores coisas e as melhores pessoas nascem da diferença.

Hoje faço 4 anos de casada com o marido. Levei um susto ao fazer as contas: ao todo estamos completando em outubro, 7 anos juntos. O tempo passa muito rápido mesmo… Quando nos conhecemos, em 2005, nenhum de nós imaginava o que estava por vir. Nunca passou pela minha cabeça que ele seria o homem responsável pelas maiores (e melhores) transformações da minha vida.

Marido, eu não sou ímpar como você costuma dizer. Ímpar foi aquele primeiro encontro. Ímpar é a família que construímos. Ímpar é a pessoa que você é. Ímpar é a vida que levo junto a você. Ímpar somos nós três juntos (+ a Capitu). Clique e continue lendo!

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08 ago 2012

O pai que ele é – Blogagem coletiva Mulher e Mãe

por
Gabi Miranda

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Quando a gente casa, se junta, se enrola, conhecemos aquela pessoa como amante, amigo, companheiro. Criamos a expectativa de que será um bom pai. Pelo menos acreditamos “é essa pessoa que quero para pai dos meus filhos”. Desconhecemos-nos completamente como mãe e pai.

Antes dos filhos ministramos diferenças básicas: preferência por tampa da privada fechada, tubo de pasta de dente apertada por baixo, nada de manteiga cheia de furos, final do campeonato brasileiro de futebol ou último capítulo da novela (?), pizza ou lanche (?), no cinema: Batman ou Homem Aranha e assim vai…

Chegam os filhos. A casa cheia de fraldas, lenços umedecidos, brinquedos espalhados pela sala, noites mal dormidas e surgem outras tantas diferenças entre o casal (mãe e pai). Os primeiros meses da chegada do bebê é uma fase complicada. A mãe se torna um ser neurótico, quase uma máquina de cobranças e ordens: “pega aquela fralda” e um segundo depois “não precisa mais já peguei”, “faz a mamadeira”, “prepara o banho”, “já fez isso..e aquilo?” A mãe quer ser a melhor do mundo. O pai corre na tentativa de se tornar o melhor pai do mundo. Clique e continue lendo!

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23 maio 2012

Entre, sente-se, pode ajudar sem pedir licença

por
Gabi Miranda

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Eu tenho dificuldades em pedir ajuda. Orgulho? Pode ser. Mas penso o seguinte: quem quer ajudar vai lá e faz, não fica só oferecendo ajuda. Por exemplo: se eu não quero lavar a louça na casa de alguém, não pergunto “quer que eu lave?”, nem me manifesto. Agora se eu quero lavar, levanto a bunda da cadeira e começo. Dá pra entender a diferença?!

(vale esclarecer que estou falando de pessoas íntimas, às quais EU acho que não precisaria ter que pedir certas ajudas e sim poder contar com elas espontaneamente)

Quando o filho está pra nascer todo mundo fala que vai ajudar, que se precisar fica com ele enquanto você trabalha, que tudo o que precisar é só falar, blá, blá, blá…quer dizer, você e todo mundo ao redor sabe que vai precisar de ajuda e mesmo assim você precisa falar?! Aí ao menor desentendimento, se prepare… É tipo a lei do retorno. Clique e continue lendo!

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27 mar 2012

O papel do super marido e da super esposa

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Não sei se é impressão minha ou só agora me dei conta, mas ultimamente se vê muito as pessoas falarem sobre o papel da mulher/esposa e do homem/marido. A primeira é responsável por cuidar da casa e filhos, o outro é o provedor com a responsabilidade de trabalhar e ganhar dinheiro. Alguns vão me achar feminista, mas acho esse pensamento tão démodé. Tão atrasado. Não consigo acreditar como num mundo em que vivemos hoje ainda há pessoas com esse tipo de pensamento.

Outro dia falei aqui sobre a colaboração que meu SUPER Marido dá em casa. Acredite, o blog que tem em média 60 acessos por dia, teve 100 acessos nesse dia. Prova de que as pessoas acham lindas declarações de amor, esposa falando bem do marido e marido que ajuda em casa, etc. Escrevi para realmente mostrar meu reconhecimento, mas não acho que sua colaboração seja algo tão grandiosa, tão sensacional, tão prova de amor. Não sei como explicar sem parecer fria, insensível, insensata e cruel, mas vou tentar. Acho que dividir as tarefas é mais que justo, que as responsabilidades domésticas e familiares são dos dois. O marido que ajuda em casa não está fazendo nenhum favor, é uma obrigação dele também.
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26 mar 2012

Reserve um tempo para você e seu marido

por
Gabi Miranda

Casamento, Maternidade

Sabemos que depois do nascimento dos filhos fica complicado arrumar um tempo para o casal, mas isso é algo tão importante quanto respirar. Se não cuidamos da relação, ela desanda e sabemos onde vai parar. A chegada dos filhos altera toda a vida de casal. Deixamos de ser dois para sermos três (às vezes quatro…), sendo que a terceira pessoa exige de nós necessidades completamente diferentes, principalmente, rotina.

Acho que fica mais difícil o casal sair quando o filho ainda é um bebê. Ok, mais difícil pra mãe que fica pensando mil e uma coisas, além da culpa que sente em deixá-lo para ir se divertir. A primeira vez que eu e o Marido saímos, o Ben tinha um pouco mais de três meses. Deixamos tudo pronto e tínhamos três horas para voltar, ele ainda mamava no peito e eu fazia questão de cumprir isso. Bem antes do tempo estimado, Benjamin que não é de chorar, abriu o berreiro. Fizemos o caminho da festa até minha casa, ligando a cada um minuto e meio pra minha mãe – que estava cuidando dele. Ai foi horrível, do celular eu ouvia o choro dele e me sentia a PIOR mãe do mundo. Depois desse episódio traumatizante não saímos mais. Clique e continue lendo!

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20 mar 2012

Um super marido para uma super mulher

por
Gabi Miranda

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Tenho que admitir, tenho um marido-pai participativo. Ele participa ativamente na tarefa doméstica e familiar. É claro que não foi sempre assim, mas ele aprendeu no decorrer desses anos de casamento (apenas 3 anos e meio), depois de tanta encheção de saco da minha parte (faz isso, faz aquilo, etc) . Após o nascimento do Benjamin meu marido me surpreendeu ainda mais. Ele ajudou muito no pós parto, revesava comigo quando no primeiro mês o Ben não dormia de jeito nenhum. Detalhe: eu estava de licença, ele trabalhando e mesmo assim passou noites em claro ao meu lado.

Hoje, confesso, não sei como seria minha rotina sem o Marido. Ele é o primeiro acordar, se arrumar, dar um jeito na casa, cuida da Capitu, acorda o Benjamin, troca e dá mamadeira enquanto a bonita aqui toma coragem pra levantar da cama e ir se arrumar. Eu não funciono no primeiro horário do dia, logo não faço nada e o Marido compreende e toma conta de tudo. Clique e continue lendo!

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02 mar 2012

A (temida) lista de recomendações

por
Gabi Miranda

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Já faz algum tempo tenho pensado sobre o assunto: a lista imensa de recomendações que repetimos mil vezes. Essa semana o Caio, do Pais Modernos, escreveu esse post, o que me inspirou a ponto de dar uma explicação pública ao meu marido (e outros pais da rede).

Sabe aquele lance de que as mulheres são preparadas educadas para cuidar da casa e dos filhos?! Então, é como se isso nos desse o direito de fazer a tal listinha, somado a dois fatores:

1. mães acham que sabem tudo (sobre os filhos), mas credito a isso o nosso poder de intuição (outra coisa que tenho pensado muito nos últimos dias: ela existe de verdade);
2. os homens (realmente) não ajudam muito. Eles reclamam da nossa pequena lista de recomendações, mas estão sempre nos fazendo perguntas:

– Pode dar banho agora?
– Que roupa coloca no bebê?
– O que coloco na bolsa que ele leva pra escolinha? Clique e continue lendo!

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