10 ago 2016

Aprendendo a ser um pouco pai

por
Gabi Miranda

Destaque

Colocando em prática um dos meus desafios do ano passado:
aprendendo a ser um pouco pai

 

aprendendo a ser um pai

Filhos e marido tem um poder sobrenatural: o de nos levar à loucura. O primeiro consegue fazer sumir magicamente nossa sanidade mental, com 10 minutos de manha, pirraça, malcriação. O segundo consegue reverter qualquer mal comportamento da criança com tranquilidade, à base de brincadeira, sem stress… e louca é a mãe!

Eu e marido somos pais dedicados, mas cada um tem seu jeito de educar. Ele com sua leveza, jogo de cintura e senso de humor. Eu sou a chata e venho tentando mudar isso, pois pedi para o marido me ensinar a ser um pouco pai também. Porque, afinal, eu não quero carregar a fama de chata para o resto da vida, até porque na verdade meu intuito (e de todas as mães) é apenas dar uma boa educação aos filhos e isso inclui apresentar-lhe limites. No entanto, seguimos os dois na tentativa de sermos os pais que idealizamos ser um dia e com a mesma coisa em comum: dar uma base sólida de educação para nossos filhos.
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08 ago 2016

Deixe o pai do seu filho participar dos cuidados e criação

Em comemoração ao Dia dos Pais, essa semana aqui no blog, os textos serão especialmente dedicado a eles, o primeiro, um conselho às mamães: deixe o pai do seu filho participar

 

pai do seu filho

Não é novidade que nós, mães, concentramos a maior parte das tarefas relacionadas exclusivamente ao bebê e, vamos combinar, parte disso é porque não deixamos o pai fazer do jeito dele, sempre estamos metendo o bedelho. A imagem que se tem de um pai é a de um cara bagunceiro, indisciplinado, sem noção, que deixa as crianças jogadas, não lembra os horários das refeições e ainda as alimenta com porcarias e assim por diante. Essa imagem precisa ser deletada, pois os papais tem participado cada vez mais da criação dos filhos e também dos cuidados do lar. Está na hora de pararmos de reforçar por aí a imagem de que o pai faz tudo errado e, principalmente, de deixá-los fazer do seu jeito.
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13 jul 2015

Bolsa maternidade para o pai

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade

Bolsa maternidade para o pai também é necessário, veja os itens que não podem faltar

bolsa maternidade para o pai

Imagem Google

Ouve-se muito falar em bolsa maternidade para o bebê e para mãe, mas e o  pai? Será que também não é necessário uma bolsa maternidade para o pai?

Quando corremos para maternidade, na gestação do Benjamin, saímos levando apenas a mala do bebê e a minha que já estava no porta malas há alguns dias, mas não imaginávamos que ele nasceria naquela quinta-feira ensolarada. Lembro-me até hoje que estávamos subindo a rua prestes a pegar a avenida, quando marido deu meia volta com o carro porque tinha esquecido a câmera fotográfica e, segundo ele, “vai que nasce…”.

Passamos o dia todo no hospital realizando exames, para no final do dia recebermos a notícia de que seríamos transferidos de maternidade e que Benjamin teria que nascer. Embora estivéssemos com as malas da mãe e do bebê, faltavam várias coisinhas como porta-maternidade, lembrancinhas e nem lembro mais o que… Ah, o marido não tinha nada! Pais de primeira viagem, nem passou pela nossa cabeça em montar uma mala pra ele também. Na verdade, nem pensamos como seria a logística: ele dormiria comigo na maternidade ou seria minha mãe? Ele dormiu comigo e obviamente, no dia seguinte ao nascimento do Ben, teve que providenciar itens básicos de higiene pra ele, logo depois foi em casa resgatar roupas.
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17 jun 2015

Ensina-me a ser pai

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

ser pai

Filhos e marido tem um poder sobrenatural: o de nos levar à loucura. O primeiro consegue fazer sumir magicamente nossa sanidade mental, com 10 minutos de manha, pirraça, mal criação. Deve ser bom ser pai. Ele sempre consegue reverter qualquer mal comportamento da criança com tranquilidade, a base de brincadeira, sem stress… e louca é a mãe!

Venho há dias avaliando os comportamentos lá em casa e me pergunto: quem está certo?

Eu e marido somos pais dedicados, mas cada um tem seu jeito de educar. Ele tem um jeito de ser pai que admiro. Ele com sua leveza, jogo de cintura. Eu com punho de aço. Eu já sabia desde os primórdios da minha vida materna que seria a tirana da casa, a pessoa que faria o papel da chata. Mas ambos, somos inseguros. Eu porque carrego a fama de chata e isso me chateia um pouco porque na verdade meu intuito é apenas dar uma boa educação ao Benjamin e isso inclui apresentar-lhe limites. Marido porque desconfio que ele tem um medidinho de carregar esse peso de ser pai chato. Não sei, estou aqui com meus devaneios… Só sei que seguimos os dois na tentativa de sermos os pais que idealizamos ser um dia e com a mesma coisa em comum: dar uma base sólida  de educação ao Benjamin.
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11 jun 2014

Copa do mundo, herança e aprendizado

por
Gabi Miranda

Uncategorized

blog-fotos

Não sou fanática por futebol. Para falar a verdade mal entendo do assunto. Sei pouca coisa: o que é um pênalti, um cartão vermelho, amarelo, uma falta, um impedimento, o nome do goleiro mais fofo do mundo (Júlio César) e de alguns outros jogadores também, para que serve o bandeirinha e o juiz. O meu conhecimento de futebol está como o pretinho para toda mulher: BÁSICO!

Mas assim como milhões de pessoas, adoro Copa. Adoro o clima que envolve as relações, os ambientes de trabalho, a vizinhança. Não, não estou falando desse clima #nãovaitercopa, manifestações e greves. Estou falando da euforia, de todo mundo empolgado torcendo por um só time (ou não, mas sem rivalidades), de alegria e bandeirinhas verdes e amarelas espalhadas por todo canto.

Tenho boas lembranças de Copa. Minha mãe amava e vibrava a cada jogo do Brasil. Quando crianças, eu e minha irmã Luana, nos juntávamos com outras crianças da vizinhança para fechar a rua e pintar o chão de bandeiras, estrelas, bolas, pendurar bandeirinhas. Passávamos madrugadas inteiras decorando nossa rua. Coisa que Benjamin talvez nem faça. Na adolescência nos juntávamos na casa de amigos para fazer um churrasco. Já na época do trabalho, íamos para a casa do colega que morava mais próximo ou nos juntávamos na redação ou num bar de esquina. Clique e continue lendo!

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20 maio 2014

2014: ano de Copa, ano de álbum

por
Gabi Miranda

Entretenimento, Filhos, Maternidade

2014 é ano de Copa. Mais uma Copa vem e com ela a febre incontrolável de colecionar o tal do álbum da Copa. Mas dessa vez tem um gostinho todo especial, acrescido de uns ingredientes diferentes: nesse ano a Copa será no Brasil, fato que não ocorre desde 1950, e, claro, será a primeira Copa que o Benjamin vai vivenciar.

Sei que ele nem vai lembrar disso no futuro, afinal ele ainda vai completar seus 3 anos, mas será uma oportunidade diferente para nos divertirmos. Eu me recordo vagamente da Copa de 86, quando eu tinha 5 anos, por isso acho importante registrar em fotos e vídeos alguns momentos dessa primeira Copa do Ben.

E enquanto a Copa não começa, começamos pelo álbum da Copa. Num belo dia, soube do lançamento do álbum e aí já começam as buscas para conseguir um exemplar. Depois vem os contatos para saber quem também vai colecionar. E num breve diálogo em casa, já decidimos:
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15 maio 2014

Presente de aniversário

por
Gabi Miranda

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Benjamin,
Ainda bem, filho, que nós temos essa outra metade da melhor parte de mim. Meu pai. Seu avô.

De: Papai
Para: Gabi
Data: 25 de abril de 2014 03:56

Minha filhota Gabiroba,

Desculpe tantas palavras, mas não podia deixar de me derramar nesta data feliz. Ainda mais eu que ando tão conciso e silencioso. Mas agora não! Leia quando tiver tempo, parabenizando por seu aniversário. Sinta-se abraçada. Você é outono, mas também carnaval. Agasalho e alcinha de blusa, ombros ao vento. Roupa cinza e fantasia colorida. Doce feito a troca romântica de um casal à beira do Sena no por do sol. Ou à beira de um ataque de nervos no engarrafamento de São Paulo.

Filhona adolescente e mãezona toda leoa. Frágil e dramática, ainda bem, feito lágrima de crocodilo, mas forte como a musculatura da asa. Seja mais vento do que árvore. Asa e pés no chão. Não comprei presente neste seu aniversário, mas objetos comprados não importam. Humildemente te dou essas palavras como abraço, emoção e um não sei que de mistério dessa vida tão complexa quanto simples. Essa caminhada que nunca está pronta, que se estende somente a cada passo nosso. Nossa estrada só é feita por nossos passos. Clique e continue lendo!

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27 jan 2014

Memória de criança – por Roberto Piffer

por
Gabi Miranda

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Pesquisando algumas bobeiras pela internet, descobri que as crianças registram acontecimentos na memória somente após os 4 anos de idade. Descobri não, né… já sabia que não nos lembramos de tudo desde o momento em que nascemos, mas não sabia ao certo qual a idade em que as memórias passam a ficar gravadas e gerar lembranças para nós.

Alguns dias depois disso, me ocorreu um estalo: se o Benjamin tem apenas 2 anos e meio, tudo o que fizemos juntos até agora não será lembrado por ele. Ou seja, tudo que ensinei a ele e até que aprendemos juntos, não ficará na lembrança dele. Tive a sensação de que, a partir dos 4 anos de idade, tudo na vida dele começará do zero!

E todos os momentos legais que passamos juntos? E todas as coisas que fizemos: as vezes que jogamos bola, nadamos na piscina, experimentamos frutas novas, pulamos na cama? A casa em que vivemos os primeiros anos? Os apuros que passamos: trocar fralda nos shoppings, fugir da chuva, correr das pombas, atravessar a rua no colo? Tudo isso será simplesmente esquecido? Clique e continue lendo!

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10 jan 2014

Minhas férias com o Ben – por Roberto Piffer

por
Gabi Miranda

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Nesta virada de ano, as férias da família foram do Ben com o papai. A mamãe teve apenas uma semana de folga, no ano-novo, mas depois voltou a trabalhar. E o que fizemos nesses dias em casa? Veja abaixo na redação das “minhas férias”:

A primeira semana de férias foi a do Natal, então pouca coisa pode ser feita. Preparativos para as festas, junto com véspera e dia do Natal, visita ilustre em casa (o vovô veio diretamente do Rio para passar a semana). Basicamente só encontros familiares e comilança nessa semana.

Natal

Na semana seguinte, a do réveillon, nós é que fomos pro Rio. Aproveitamos a semana de folga da mamãe e passamos uma semana de muito calor por lá, com idas à praia, mergulhos no mar, passeios e muito ventilador ligado. Contamos com a companhia da Capitu, nossa cachorrinha, e tudo ocorreu muito bem. Muito suco pra hidratar.

praia

 

paineiras-patinete

Na terceira e última semana das férias, foi a vez do papai e do Ben aproveitarem a casa nova. Entre um reparo e outro dentro da casa, e arrumação do saldo da bagunça da mudança, fizemos alguns passeios nos arredores do prédio, conhecendo o que o bairro oferece de bom, fomos à pediatra e brincamos bastante. Também não deixamos de ir um dia sequer à piscina. Com direito à boia nova do Woody e enfiar a cabeça debaixo d’água sem chorar. Clique e continue lendo!

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18 dez 2013

O arquiteto da mudança e uma despedida

por
Gabi Miranda

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Há meses tenho tentado organizar nossa vida para mudança. Fiquei planejando, tentando destralhar a casa tudo para que na última hora as coisas fossem tranquilas. Mas você pensa que foi tudo como planejei?! Nada!

Na véspera da mudança ainda tinha muita tralha coisa para encaixotar. Ficamos eu e marido até tarde encaixotando e ainda assim não terminamos. Além de tudo, é muito complicado fazer uma mudança com uma criança de dois anos mexendo em tudo, correndo pra lá e pra cá, solicitando os pais a todo instante.

Nossa, como esse período foi cansativo! Eu ainda estou mega cansada, indisposta e com muito sono. Encosto e sou capaz de dormir em segundos.

Surpreendente foi o marido. Antes da mudança ele estava lá todo tranquilo e sossegado, como de fato ele é. Mas no dia da mudança foi ele quem cuidou de tudo so-zi-nho. Terminou de encaixotar as coisas, instruiu lá a empresa de mudança e acreditem: organizou todo o apartamento na medida do possível. Clique e continue lendo!

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