30 abr 2013

Livro: A criança mais feliz do pedaço

por
Gabi Miranda

Livros

A criança mais feliz do pedaço

‘A criança mais feliz do pedaço’

Enfim, terminei de ler meu primeiro livro materno do ano: A criança mais feliz do pedaço, do professor de pediatria Harvey Karp. Eu simplesmente amei e indico muito esse livro. De todos que li até agora sobre como educar e lidar com as birras, esse é o que mais dá dicas práticas e reais de serem aplicadas.

O livro fala sobre os fundamentos da relação criança e pais; a importância de se conectar com respeito com as crianças, traz um capítulo inteiro sobre a comunicação mais usual com as crianças – o autor define como Criancês, mas é muito conhecida como Manhês. E foi nesse capítulo que me deparei com a maior dificuldade que tive no início da minha relação com o Benjamin, falei sobre isso AQUI.

O autor apresenta uma regra de ouro para comunicação, ele define como: Fast-food. O método da regra é basicamente: “sempre que falar com alguém que esteja pertubado, repita os sentimentos dessa pessoa primeiro, antes de dar seu conselho ou de fazer um comentário”. Os pontos principais da regra Fast-food são: Clique e continue lendo!

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19 fev 2013

Terrible Twos – Quando as crianças ficam agressivas

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Dizem que dois anos é chegada a idade das birras. Benjamin está com um ano e oito meses e passou a demonstrar certa agressividade. Há (mais ou menos) duas semanas, ao ficar bravo ele joga o brinquedo longe e bate no pai e, com mais frequência, na mãe – como se eu fosse a culpada por tudo.

De início eu segurava o braço dele e dizia brava que não podia fazer aquilo. Ele ria pensando que eu estava brincando. Aliás, quando falo sério Benjamin sempre leva na brincadeira, sempre me desafia, até que eu levante do lugar me aproxime dele e dê uma bronca mais forte ainda. Fica lá com cara de sem graça.

Semana passada, voltamos de viagem na quarta-feira de cinzas e eu fui trabalhar direto. A noite estava exausta, com início de gripe, corpo dolorido, casa para arrumar, malas para desfazer e filho dengoso que só, como se a mãe tivesse ficado afastada uma semana. Confesso que estava um pouco sem paciência. Tudo o que eu queria era me esparramar no sofá e me perder na televisão.  Mas Benjamin não queria deixar. Clique e continue lendo!

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04 fev 2013

Patrimônio para os filhos: gentileza, generosidade, educação

por
Gabi Miranda

Comportamento, Educação, Filhos

Seu filho fala “obrigado”? Tem atitudes de carinho inesperado? Divide comida ou o brinquedo com outras crianças? Ele é generoso? Usa de gentileza?

Um estudo da Universidade da Califórnia, realizado com 400 crianças, confirmou que criança habituada com comportamentos de gentileza, como ser carinhosa e dividir, se sente mais feliz.

Ou seja, gentileza gera gentileza e felicidade! É só pensar: quando praticamos a gentileza não somos tomados por um estado de plenitude, bem estar?! Isso também é felicidade e não só o estado de euforia e conquista.

Nunca me esqueço de uma matéria, de Eugênio Mussak, que li já faz um bom tempo, na revista Vida Simples, sobre generosidade. O autor usava duas expressões muito dignas para diferenciar as pessoas: “mundo do mais” e “mundo do menos”. O mundo do mais é o mundo que tem uma propriedade que dignifica o ser humano, e esse é, exatamente, a marca da generosidade, do compartilhamento, da disponibilidade. O mundo do menos é mesquinho, isolador, egoísta.
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31 jan 2013

Respeito também tem sabor

por
Gabi Miranda

Uncategorized

“Cuidado com o sabor da autoridade”.

“Nunca me esqueci dessa frase. Não acho que corra exatamente o risco de me deixar seduzir pelo poder da autoridade que a maternidade me dá, pois sou até meio banana, mãe facilmente dobrada por olhinhos pedintes, mas sinto que corremos, todas nós, o grande perigo de automatizar o “faça o que eu digo” na força implácavel do cotidiano. “Não mastiga de boca aberta!” “Tomou banho direito” “Dá a descarga!” “Amarra o cadarço!” Se não cuidarmos, passamos o dia, literalmente o dia inteiro, assim. Não há quem aguente. Nem nós.”

A dica foi de uma amiga e a lembrança é de Denise Fraga. Eu também nunca esqueci esse relato, na crônica “Calo de mãe”, em seu livro Travessuras de Mãe.

Acho que o conselho vai além do automatizar o “faça o que eu digo”, mas também ao respeito que devemos ter pelo filho e a forma como falamos com ele na frente dos outros – e aí acho que inclui a escolha de limites aplicável. Clique e continue lendo!

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