14 jul 2016

Casa organizada combina com consumo sustentável

Quantas coisas você possui e não usa? Ter consciência disso, ajuda no consumo sustentável, numa vida e casa organizada, com foco nas coisas que realmente importam

Fotos: Márcia Alves

Açao Comprando Fora Visa Carol Martins e Gabriela Miranda #comprandofora #visa #artedeorganizar #consumoconsciente Data:07/07/2016 Foto: Márcia Alves

Ação Comprando Fora Visa
Carol Martins e Gabriela Miranda
Foto: Márcia Alves

Fui convidada para participar de uma ação do site Comprando Fora, com o apoio da Visa. O objetivo da ação é promover o consumo sustentável e teve ajuda e consultoria da personal organizer Carol Martins, que esteve aqui em casa e, além de organizar o guarda roupa do Benjamin, tivemos um bate papo sobre como a organização ajuda a nossa visa e como manter a casa organizada.

Estava numa semana conturbada quando a Carol apareceu aqui em casa e deixou tudo mais leve, me trazendo também algumas reflexões. Muita gente acha que organização tem a ver só com arrumação. Eu, por exemplo, sou viciada em arrumar, não gosto de deixar nada fora do lugar (apesar de ter recebido a Carol no maior caos), tenho uma caixa de brinquedos na sala para ficar mais fácil de juntar tudo lá, e um quarto inteirinho dedicado à bagunça onde vou jogando tudo até não ter mais espaço e ter que arrumar ele também. Mas deixar a casa arrumada não significa que a casa está organizada como deveria, de forma que as coisas fiquem funcionais.
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12 jul 2016

A maternidade é um mito, mas…

por
Gabi Miranda

Desabafo, Destaque, Maternidade

A maternidade é um mito, mas a vida é mehor com filhos

Imagem por Danielle Guenther

Imagem por Danielle Guenther

Sinto que faço certa apologia à vida materna. Eu já falei que filho traz felicidade sim e sempre falo para as amigas que filho é a melhor coisa do mundo (pra mim é realmente!). Tenho uma amiga que não tem filho (ainda) e eu vivia lhe perguntando: quando você vai ter um bebê? Coisa mais chata essa, né?! A sociedade sempre verbalizando e achando que é um dever a mulher procriar. E se ter filhos não é desejo da minha amiga? Talvez isso nem esteja em seus planos, talvez ela nem me fale nada justamente porque vivo cultuando a (minha) maternidade.

Sim, eu cultuo a minha maternidade. E a maternidade é um mito!

O mito da maternidade começa desde a gravidez. A mulher não pode nem reclamar da gestação. Tenho uma prima que não achou divertido estar grávida, mas ama ser mãe e já que ter mais filhos. Eu posso dividir minhas duas gestações em duas fases: o início que não foi nada divertido e que eu vomitava a cada 7 minutos. O meio da gestação em diante, quando enfim adorei estar grávida e vi um pouco de graça (fala que não é bom usar as filas e assentos preferenciais, ter todo mundo te paparicando?!). Pós-parto, pergunto-me se preciso mesmo listar os mitos?! Mas não resisto, vou citar o que não é mito: 25h cheirando a leite, cabelo despenteado, noites mal dormidas, aquela bendita cinta apertando nossos órgãos corpo, restrições alimentares, peso acima do normal, corpo bagunçado, seca sexual, etc, etc, etc….
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11 jul 2016

Se os dias são comuns, é porque temos tranquilidade

por
Gabi Miranda

Desabafo, Destaque, Maternidade

Já parou para pensar que se os dias são comuns, é porque temos tranquilidade?!

dias são comuns

Imagem do Freepik escolhida pelo Benjamin

Semana passada tivemos dias conturbados por aqui (tanto que o blog ficou abandonado). Stella foi tacada novamente por uma conjuntivite, juntou com um resfriado e dentes nascendo. Foi tudo junto e misturado. Por conta dos dentes, tivemos noites mal dormidas e muito chororô. Por conta de tudo misturado, principalmente pela conjuntivite, Stella foi afastada do berçário a semana toda, consequentemente a mãe também foi do trabalho. Eu estava na semana antes das minhas mini férias, algumas coisas ainda por resolver e, para ajudar (sqn), estouraram vários problemas no trabalho e fiquei tentando driblar os cuidados com a pequena, a resolução dos problemas na empresa, a falta de tato das pessoas. Foi uma semana daquelas.

É em período assim que penso em largar tudo e me dedicar aos meus filhos. Sinto certa satisfação pessoal em trabalhar fora, mas me decepciona depositar esforço em algo no qual sinto não ser valorizada. Falta empatia no mercado de trabalho. A sensação que tenho, é quanto mais você faz nunca está bom e os resultados positivos é como se você não fizesse mais do que a sua obrigação. Enquanto que em casa, sinto que sou insubstituível, indispensável, necessária. Não é qualquer pessoa que pode desempenhar o meu trabalho. E sim, cuidar dos meus filhos é minha obrigação. Obrigação pela qual ganho muito mais. Tem sim os dias de confusão mental, stress, vontade de ficar em silêncio, dias em que não damos conta de nada. Contudo, os filhos estão sempre demonstrando de alguma forma, o quanto somos importantes, o quanto o papel que desempenhamos é fundamental na vida deles.
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03 jun 2016

De quem é a culpa?

Por que acontece tantos casos de estupros? Por que as pessoas matam, violentam e se drogam? De quem é a culpa?

culpa

Há uma semana estou tentando digerir essa história do estupro coletivo cometido por #33 homens. Há tempos venho tentando digerir comentários das pessoas na internet, whatsapp sobre tudo. Política, racismo, piadas infames. E agora mais essa, sobre o estupro. Ao mesmo tempo que a internet nos aproxima um do outro, também nos aproxima da imbecilidade e boçalidade do outro. Nesse mundo digital conhecemos um pouco o lado B do seres humanos, porque é através da internet que rostos ganham vozes. E, gente, como essas vozes são boçais. É impressionante como em pleno século 21 o mundo ainda reaja com tanto descaso, tanto preconceito.

Dessa história toda dos #33 estupradores, muita coisa me deixa absurdamente incrédula. Uma jovem foi estuprada. Não importa se foi 1, 2, 33. É fato. Foi estuprada. E isso acontece a cada 11 minutos no Brasil. Como uma mulher é estuprada, violentada e  ainda não tinham, até domingo passado, prendido nenhum suspeito?! Gente, os caras não só filmaram a barbaridade, como compartilharam nas redes sociais orgulhosos do seu feito. Além de tirar sarro da vítima, isso indica sarro da sua cara, da minha, da polícia, da sociedade em geral, porque ao fazerem isso eles acreditam fielmente que não serão punidos. Desconfio que devem ter razão, afinal por que não prenderam os caras na hora que esse vídeo vazou na internet?! O negócio tomou uma proporção imensurável no mundo e simplesmente ninguém tinha sido preso até outro dia. Impressionante e assustador, muitas pessoas culparem a vítima e não os agressores. Simplesmente porque os ignorantes acham que “as meninas que vão para o funk procuram isso; a mulher não se dá o respeito vestindo certas roupas; se tivesse lavando louça em casa, não teria sido estuprada; etc, etc, etc”. Oi? Para o mundo que eu quero descer! Aliás, que mundo é esse? É o mundo no qual a palavra da mulher não tem valor.
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30 maio 2016

A birra de todo dia

Não tem jeito, por mais que você ame, dê carinho e faça de tudo para evitar, a birra sempre aparece. Pode ser em menor ou maior intensidade, mas ela vem

birra

Os ataques de birra são comuns e fazem parte do desenvolvimento cerebral da criança. Dizem que tem hora para começar e terminar. Por aqui começou uma onda de birra(s) e às vezes é mega difícil manter o controle da situação. Benjamin, prestes a completar 5 anos, faz birra, pirraça, manha e algumas vezes chega a chorar – pra mim esse é o momento em que a situação perdeu mesmo o controle. Primeiro tento conversar, como quase nunca adianta naquele instante da birra que só aumenta, eu passo a ignorar e é quando ele não para de vir atrás de mim pedindo atenção. Faço um esforço enorme para ignorar, me dói pra caramba e quando vejo que ele realmente está disposto a dar fim ao show, paro, abraço, sento e converso com ele.
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23 maio 2016

A vida pós licença maternidade

por
Gabi Miranda

Desabafo, Destaque, Maternidade

A licença maternidade é um período sabático da vida profissional, é exaustiva, mas também é uma pausa maternal deliciosa

Vertical shot of a woman being deep in thought

Quando estamos grávidas idealizamos a licença maternidade e a esperamos como se fossem férias – mesmo achando ruim quando alguém se refere à licença maternidade como férias. Licença maternidade está longe disso. Trabalhamos igualmente, mas para uma causa maior. Ficamos longe do cotidiano profissional, porém somos envolvidas por outro tipo de rotina. É inexplicável tudo o que se passa conosco nesse período. Mas quero falar da vida pós licença maternidade. Após um período curto de 4 meses, precisamos nos adaptar à vida real. Nova, a vida já é desde quando o bebê nasceu, mas a realidade vai mudando a cada período. A mudança mais radical é quando a mãe tem que voltar ao trabalho. Começa aí uma adaptação para a vida funcionar. Eu lembro exatamente como foi essa moldagem com a chegada do Benjamin e agora vivo com a Stella.

Há 5 meses voltei ao trabalho, nos primeiras semanas é tudo maravilhoso. Você volta a se relacionar, ver as coisas acontecerem, se sente em movimento, volta a se sentir parte do mundo, a conversar de outros assuntos. Só que é um mundo diferente. Com o passar do tempo, você percebe que nem todo mundo vive a mesma realidade que a sua, as conversas, embora não sejam de filhos, fraldas e melhor pomada para assadura, nem sempre são tão interessantes, faltam coisas em comum. O assunto acaba sendo sempre o mesmo, na maioria das vezes: trabalho. A correria do dia-a-dia profissional passa a te consumir, cada vez temos menos tempo para pagar as contas com calma, marcar um médico, ler uma notícia, uma revista, estabelecer horários e por aí vai…
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17 maio 2016

10 coisas que aprendemos com a maternidade

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Maternidade e muito mais no encontro com Cris Guerra no Seminário Pais & Filhos “Mãe Também é Gente”

Maternidade -Cris Guerra

Domingo aconteceu o Seminário Pais & Filhos “Mãe Também é gente”. O evento contou com a participação de palestrantes bem interessantes, conteúdo relevante e de qualidade. Todos merecem destaque, mas hoje vou falar da Cris Guerra, publicitária, mãe de Francisco, autora do blog Hoje Vou Assim e dos 4 livros: Para Francisco, Moda Intuitiva, Mãe, e, Que ninguém nos ouça – esse escrito com a jornalista Leila Ferreira.

Cris Guerra mesmo com toda a sua história de perdas, é uma pessoa leve e com senso de humor. Consegue transmitir leveza àqueles que estão por perto e a sensação de que a vida vale a pena sim apesar de tudo. E afirma:

A vida é feita de duas partes: uma que a gente não escolhe e outra que está em nossas mãos.

Em sua palestra “Mãe não é um bicho frágil”, ela compartilha um pouco da sua vida, fala sobre temas universais e nos alerta: a vida não tem controle, e quando aprendemos isso, aprendemos a entregar. Saí com algumas reflexões, uma delas sobre o quanto nós mães, às vezes, podemos ser egoístas com os nossos próprios filhos. Basta pensar no nosso desejo de não querer perder nenhuma primeira vez dos nossos pequenos. Queremos que eles andem, mas que sejam conosco os primeiros passos. Que andem de avião, mas que seja com a gente. Cris contou um episódio, no qual Francisco foi ver pela primeira vez o mar com os avós paternos. Sofreu, mas depois pensou: que bom que ele viu o mar! Depois verá outro dia comigo. E por falar em sogros… Cris faz uma ponte entre o filho e os avós paternos, inclusive únicos avós.
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19 abr 2016

10 Coisas que não se deve dizer à mãe que trabalha fora

por
Gabi Miranda

Desabafo, Destaque, Maternidade

Existem muitas coisas que não se deve dizer a uma mãe que trabalha fora e ao pensar em dizer, acho que vale o ditado: em boca fechada não entra mosca

mãe que trabalha fora

É comum muitas mulheres pararem de trabalhar após a maternidade e não sei se por isso, está ficando cada vez mais comum as pessoas estranharem quando encontram uma mãe que trabalha fora. Sim, ainda existem milhares de mães que não largam o emprego. Os motivos são diversos, entre eles a necessidade financeira ou realização pessoal. Afirmo, os dois fatores são meus motivos. Mas o segundo pesa mais. Eu amo meus filhos mais do que qualquer coisa nessa vida, no entanto não me vejo sem trabalhar. Eu preciso disso.

Nessa, vivo e sofro um conflito imenso na vida, pois assim como gosto de ser uma mãe que trabalha fora, gostaria de ter mais tempo com os meus filhos, óbvio. E como gostaria! Por isso, não descarto a ideia de um dia vir trabalhar meio período em casa. Mas essa ainda não é minha realidade. E fico triste porque as pessoas, em geral, não valorizam o esforço que muitas mães fazem ao optar por essa escolha. Somos julgadas por isso. Esse julgamento vem por diversas vezes explícito num comentário ou simplesmente estampado na cara de quem não vive a mesma realidade da mãe que trabalha fora.
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12 abr 2016

Grande Magia: vida criativa sem medo

Saber identificar os nossos medos é importante para nos conhecermos melhor e ter uma vida mais criativa, mesmo que isso dê medo. A grande magia está em aprender com os nossos medos e ensinar nossos filhos aprenderem com os deles.

Grande Magia

Em seu novo livro “Grande Magia: vida criativa sem medo”, Elizabeth Gilbert, compartilha histórias pessoais e de pessoas que enfrentaram seus monstros internos para ter uma vida mais produtiva e faz uma reflexão interessante sobre o que significa uma vida criativa. Para a autora, ser criativo é levar uma vida pela curiosidade, e, mesmo sentindo medos, ter coragem. Não dá para comparar os livros, pois são bem diferentes, mas não gostei tanto desse quanto gostei do Best Seller “Comer, Rezar e Amar”. No entanto, deu para tirar uma lição proveitosa: eu preciso ensinar meus filhos a lidarem com seus medos.

Quando falo  de “viver criativamente”, estou falando de maneira mais ampla. Estou falando de viver uma vida mais motivada pela curiosidade do que pelo medo. Elizabeth Gilbert

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06 abr 2016

Conversar com o bebê ajuda no desenvolvimento

por
Gabi Miranda

Bebê, Desenvolvimento, Destaque, Filhos

Estudo revela que conversar com o bebê é uma das atividades mais praticadas pelas mães, além de ser um dos fatores que ajudam no desenvolvimento infantil

Imagem Google

Imagem Google

Pouca gente sabe que conversar com o bebê ajuda no desenvolvimento infantil. A boa notícia é que conversar com o bebê é uma das atividades mais praticadas pelas mães brasileiras. Em outubro/2015, a Fisher-Price, divulgou no evento “O fator felicidade”, resultados do estudo “Esperanças e desejos das mães”, no qual foi pesquisado os principais desejos das mães e como elas lidam com o desenvolvimento da primeira infância. Foram entrevistadas 3.500 novas e futuras mamães, no Brasil, China, México, Rússia, França, Reino Unido e Estados Unidos. As entrevistas, revelaram que apesar das diferentes culturas, as mães têm muito mais desejos em comum do que se imaginava.

A pesquisa apresentou que, no Brasil, são 10 atividades mais praticadas pelas mães, a principal é conversar com o bebê. Confira:

1. Conversar com meu bebê (89%)
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