13 nov 2015

Site Começar Saudável – conteúdo e interatividade no mesmo canal

Sabemos que vida de mãe é maravilhosa e também exaustiva.  Às vezes estamos muito cansadas e impacientes, mas basta ler um depoimento motivador para nos lembrarmos de que tudo não passa de uma fase. Por isso, tenho uma lista de sites maternos nos quais entro toda semana, religiosamente, para me informar, ver novidades, pesquisar sobre algum determinado assunto e até me inspirar para colocar em prática no meu dia a dia de mãe. O site Começar Saudável está no topo da minha lista, um espaço com conteúdo relevante e interatividade.

Comecei no Começar Saudável de fininho, lendo as histórias compartilhadas no blog Vida de Mãe. Um espaço produzido por mães e pais como eu e você, com suas dúvidas, aprendizados, experiências. É possível encontrar depoimentos saudosos das lembranças de infância e como essas memórias influenciam sua maternagem hoje, além de dicas interessantes sobre rotina do sono, volta às aulas, como lidar com ciúmes do filho com a chegada do bebê, férias, pós-parto, entre outros assuntos. O que gosto nele é que são textos curtinhos e objetivos, o que para mim é ótimo, pois facilita a leitura nessa vida corrida.
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12 nov 2015

Birra e os momentos que ninguém vê

por
Gabi Miranda

Desabafo, Destaque, Maternidade

Imagem Google

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Sexta-feira passada comecei o dia bem. Acordei ao lado dos meus dois filhos amados, até postei uma foto nas redes sociais dizendo o quanto Benjamin é fofo com a irmã, o quanto é bacana ver a relação deles se construindo. Levantamos, preparei o café da manhã, tomamos, ajeitei as coisas e fui me arrumar. Benjamin sempre prestativo disse que ficaria brincando com a Stellinda. Era dia de pediatra e quando estava perto de sairmos, começou um daqueles momentos que ninguém vê. Benjamin começou fazer a maior birra dos últimos tempos. Benjamin é uma criança de ouro, muito comportada, boazinha, educada, mas ele tem tido momentos de birras. Ele nunca fez birra em público (meu maior pavor) e a birra aqui não é algo constante, no entanto, quando acontece dura um tempo interminável e nunca acaba como eu gostaria.

Geralmente, começam do nada e mesmo que eu o alerte sobre seu comportamento, ele continua. Não foi diferente na última sexta. Falei e respirei fundo uma, duas, três, quatro, cinco vezes e nada dele parar. Ele começou a gritar e eu perdi a paciência. Pareço boa mãe, mas fiz uma ameça horrível: “Benjamin, o prédio inteiro está ouvindo você gritar desse jeito, vão chamar a polícia pra mamãe. Quer que eu seja presa?!”. Obviamente ele disse que não, mas esse aviso não foi suficiente para ele parar. Pela primeira vez na vida, senti vontade de dar umas boas palmadas no Benjamin, mas eu continuava a respirava fundo. Stella só olhava atenta a tudo. Chegamos no carro e Benjamin continuava chorando e gritando. Foi terrível. Fiquei tão nervosa que mal conseguia dirigir. E nesse meio-tempo já havia dado a sentença a ele: sem televisão o final de semana inteiro, de sexta a domingo.
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11 nov 2015

Mãe, olha o que sei fazer

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos

olha o que sei fazer

Benjamin fica a todo instante querendo mostrar suas habilidades físicas, artísticas, faceiras e até bagunceiras. Coisas muitas vezes simples, bem de criança pedindo atenção. Ele repete várias vezes ao dia “mãe, olha o que sei fazer”. Aí dia desses li em algum lugar que não lembro mais aonde sobre essa necessidade que os filhos tem em querer nos mostrar a todo instante o que sabem fazer. E a culpa – sim ela sempre existe e nesse caso com razão – é da mamãe e do papai. Ok, essa sociedade consumista e que nos cobra o tempo todo estarmos antenados também tem sua parcela de culpa.

As crianças não querem sair do vídeo-game, do iPad, do celular, de frente da televisão. E isso é reflexo dos nossos comportamentos, afinal ficamos também o tempo todo no celular, no iPad, computador, televisão. E as crianças estão atrás de nós implorando para que olhemos o pulo que ela sabe dar, a careta que sabe fazer, o desenho que acabou de pintar. Nossos filhos querem ser observados por nós.
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10 nov 2015

Maternidade contribui para o desempenho profissional da mulher

por
Gabi Miranda

Destaque, Maternidade, Trabalho

Imagem Google

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Que a maternidade transforma a vida, não é nenhuma novidade. Mas ela também aumenta o desempenho das mulheres em vários setores, inclusive o profissional. Uma pesquisa, realizada há algum tempo, pela Microsoft, com 2.000 funcionárias e 500 empregadores, afirma que a maternidade contribui para o desempenho profissional da mulher, que a performance das mulheres muda (para melhor) após o nascimento dos filhos. Segundo a pesquisa:

  • 62% das mulheres afirmam ter se tornado melhores na realização de multitarefas
  • 46% disseram sentir melhoras na gestão do tempo
  • 34% comentaram sobre o aumento das relações cordiais com os colegas de trabalho
  • 27% se tornam mais organizadas
  • 57% dos empregadores concordaram que mulheres com filhos trabalham melhor em equipe dos que aquelas que ainda não são mães.

Não sou nenhuma especialista no assunto comportamental, mas segundo a minha experiência materna, imagino o motivo de tanta mudança. Sobre o aumento da gentileza nas relações, acho que tem a ver com o nosso desejo em querer um mundo melhor para nossos filhos, portanto começamos a mudança dentro de nós, gerando gentileza. Tratamos melhor as pessoas para que se torne uma corrente do bem. E acho que tem uma questão de espírito e alma leves, a maternidade nos faz tão felizes que acaba espelhando em nosso modo de agir com o mundo.
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09 nov 2015

Levante por mulheres grávidas

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade

Não tem jeito, parece algo cultural (e mundial), enraizado no ser humano sem noção, mas é algo costumeiro ver grávidas e idosos em pé no transporte público. Mesmo tendo cadeiras reservadas para esse grupo. É difícil encontrar um ser que se levante por mulheres grávidas. As pessoas fingem que não veem, fingem que estão dormindo. É verdade! Eu já me deparei com isso na gestação do Benjamin. Na gravidez da Stella não me lembro de ter andado de metrô ou ônibus, mas senti o desrespeito nas filas em lugares públicos. As pessoas simplesmente não dão lugar e ainda acham ruim quando você (ou algum cidadão do bem) faz prevalecer o seu direito.

Definitivamente, acho que esse é o tipo de coisa que não devia precisar de avisos, mas é sempre bom alertar. E foi pensando nas grávidas que os chineses lançaram uma campanha pra lá de criativa “Stand Up For Pregnant Women” (Levante por mulheres grávidas). Com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do respeito para aqueles que precisam. Principalmente as grávidas, os cartazes são ilustrados com desenhos geniais, além de muito meigos.
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26 out 2015

10 Dicas do que fazer enquanto espera o bebê nascer

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade

Seu médico te afastou do trabalho e agora você está em casa só esperando o bebê resolver nascer. As malas já estão prontas, a casa está em ordem, você está sozinha em casa e não sabe muito o que fazer?! Anote essas 10 dicas do que fazer enquanto espera o bebê nascer

Dica 1: Coloque um hobby em prática

Imagem Google

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Deve ter alguma coisa que você gosta de fazer. Eu adoro scrapbook. Então aproveitei para fazer alguns projetos e relaxar. Pinte, borde, costure.

Dica 2: Blog

Imagem do Google

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Se você tem um blog aproveite para escrever e deixar algumas coisas no gatilho para o período após o nascimento do bebê, pois com certeza não será possível atualizar diariamente.

Dica 3: Livros e revistas

Imagem do Google

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Coloque a leitura em dia. Ler também ajuda a distrair e deixar a espera menos angustiante.

Dica 4: Filmes

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20 out 2015

Por que ensinar o bebê a dormir sozinho?

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Foto: Bolsa de Mulher

Foto: Bolsa de Mulher

Acabo de fazer Stella dormir. Enquanto faço isso, ninando ela em meus braços, reflito sobre a ideia que algumas pessoas têm sobre ensinar o bebê a dormir sozinho. Está em livros, na internet e vários pediatras abordam o tema.

Segundo a teoria do Dr. Richard Ferber, diretor do Centro de Disfunções Infantis de Sono no Children’s Hospital, em Boston, os maus hábitos de sono são aprendidos e, portanto, podem ser desaprendidos. Para isso, ele recomenda que os pais coloquem o bebê no berço acordado e o ensinem a dormir sozinho. Se o bebê chorar, o Dr. acima sugere deixar a criança chorar por períodos cada vez mais longos.

Lembro que a nossa pediatra indicou deixar o Benjamin resungar por um período de 5, 10 e 15 minutos, mas não era para ensiná-lo a dormir. Na verdade, tinha a ver com deixá-lo resmungar e não atendê-lo ou pegá-lo no colo a cada gemido que ele desse, pois assim como adultos, os bebês também têm picos durante o sono que podem fazê-lo acordar brevemente e voltar a dormir em seguida.
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15 out 2015

Manifesto para o Consumo Consciente – ZooMoo

O canal infantil ZooMoo, com apoio da Hubme, lança um manifesto para o Consumo Consciente.

Voce-sabia_

Vivemos numa sociedade onde tudo está voltado para o consumo. Somos incentivados a consumir a todo instante. Perceba. Não precisamos sair de casa, basta ligar a TV, o rádio, conectar a internet. Se colocarmos o pé para fora de casa então, na própria calçada somos bombardeados pela comercialização. As crianças, ainda sem noção dessa realidade, são alvos fáceis. Pedem tudo o que veem na televisão, o que o amiguinho da escola tem, o que viu numa loja de brinquedo. E o nosso papel como adultos e pais, é educar e dar bons exemplos.

Não sou perfeita e falho em muitas coisas, particularmente no que diz respeito a consumo consciente. Mas tento fazer o meu papel, especialmente porque educo pequenos seres que espero se tornem grandes homens. Portanto, aqui em casa, praticamos alguns itens que julgo serem importantes passarem de pais para filhos.
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29 set 2015

Resolva um problema de cada vez

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Imagem: Monguilhott

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No post anterior, contei como foram as primeiras semanas com a Stella. Por mais que as coisas tivessem sido diferentes, nada mudaria o fato de ser muito difícil as primeiras semanas com um bebê em casa. Antes de nascer, ao invés de passar na fila da paciência, passei repetidas vezes na fila da ansiedade. Sou ansiosa por natureza e durante as primeiras semanas com a Stella me culpei por achar que podia ter feito tudo diferente e por coisas que fiz como oferecer a chupeta achando que seria uma forma de acalmá-la.

Não tenho nada contra chupeta e acho que esse acessório pode ser um grande aliado, mas nunca gostei de criança com chupeta e sempre tive medo que tornasse um objeto indispensável, sempre pensando no futuro, o trabalho que daria para desacostumar a criança sem ela. Ofereci à Stella logo nas primeiras semanas de vida e depois descobri que o ideal é oferecer a partir da 6ª semana, pois antes disso pode confundir o bebê que está sendo amamentado no seio. Pois bem, ela aceitou mesmo só na 6ª semana. Sofri. Porque embora eu oferecesse, não fazia isso sempre, mas só em momentos em que ficava desesperada querendo acalmá-la. Parte de mim torcia para ela não aceitar.
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28 set 2015

As primeiras semanas com o bebê aqui em casa

as primeiras semanas

Imagem: Google

Quis ser desencanada como fui no nascimento do bebê Benjamin e acho que fiz tudo errado nas primeiras semanas da Stella. Acho que foi tudo tumultuado e acabou impedindo de criarmos uma rotina mais adequada para ela. Nos 10 primeiros dias o vovô paterno passou em nossa casa. Marido e Benjamin tiraram férias. Ter uma criança maior em casa dificulta um pouco as coisas por conta de barulho, bagunça, TV ligada, etc., e é complicado fazer o mais velho se adaptar ao bebê. Em minha opinião, o bebê é quem deve se habituar à casa, mas ele precisa de uma rotina e com tantos movimentos acho que fica difícil.

Só me dei conta mais tarde que precisava ter programado um ritual e organizado melhor nossos primeiros dias em casa com nossa bebê, Stella. Por exemplo, o Benjamin ter ficado em casa vejo um lado positivo e outro negativo. Foi ótimo ele ter participado desde o início da integração da Stella em nossa família e acredito que o fez se sentir mais importante do que ele já é. O outro lado é que uma criança na idade dele faz muita bagunça, até um pulo que ele dá traz uma sensação de susto ao bebê. E Benjamin, tadico, acabou ficando a maior parte do tempo dentro do apartamento, não aproveitou suas férias. Não foram férias maiúsculas, embora ele tenha curtido do jeito que foi.
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