10 nov 2015

Maternidade contribui para o desempenho profissional da mulher

por
Gabi Miranda

Destaque, Maternidade, Trabalho

Imagem Google

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Que a maternidade transforma a vida, não é nenhuma novidade. Mas ela também aumenta o desempenho das mulheres em vários setores, inclusive o profissional. Uma pesquisa, realizada há algum tempo, pela Microsoft, com 2.000 funcionárias e 500 empregadores, afirma que a maternidade contribui para o desempenho profissional da mulher, que a performance das mulheres muda (para melhor) após o nascimento dos filhos. Segundo a pesquisa:

  • 62% das mulheres afirmam ter se tornado melhores na realização de multitarefas
  • 46% disseram sentir melhoras na gestão do tempo
  • 34% comentaram sobre o aumento das relações cordiais com os colegas de trabalho
  • 27% se tornam mais organizadas
  • 57% dos empregadores concordaram que mulheres com filhos trabalham melhor em equipe dos que aquelas que ainda não são mães.

Não sou nenhuma especialista no assunto comportamental, mas segundo a minha experiência materna, imagino o motivo de tanta mudança. Sobre o aumento da gentileza nas relações, acho que tem a ver com o nosso desejo em querer um mundo melhor para nossos filhos, portanto começamos a mudança dentro de nós, gerando gentileza. Tratamos melhor as pessoas para que se torne uma corrente do bem. E acho que tem uma questão de espírito e alma leves, a maternidade nos faz tão felizes que acaba espelhando em nosso modo de agir com o mundo.
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09 nov 2015

Levante por mulheres grávidas

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade

Não tem jeito, parece algo cultural (e mundial), enraizado no ser humano sem noção, mas é algo costumeiro ver grávidas e idosos em pé no transporte público mesmo tendo cadeiras reservadas para esse grupo. É difícil encontrar um ser que se levante por mulheres grávidas. As pessoas fingem que não veem, fingem que estão dormindo. É verdade! Eu já me deparei com isso na gestação do Benjamin. Na gravidez da Stella não me lembro de ter andado de metrô ou ônibus, mas senti o desrespeito nas filas em lugares públicos. As pessoas simplesmente não dão o lugar e ainda acham ruim quando você (ou algum cidadão do bem) faz prevalecer o seu direito.

Definitivamente, acho que esse é o tipo de coisa que não devia precisar de avisos, mas é sempre bom alertar. E foi pensando nas grávidas que os chineses lançaram uma campanha pra lá de criativa “Stand Up For Pregnant Women” (Levante por mulheres grávidas). Com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do respeito para aqueles que precisam, principalmente as grávidas, os cartazes são ilustrados com desenhos geniais, além de muito meigos.
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26 out 2015

10 Dicas do que fazer enquanto espera o bebê nascer

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade

Seu médico te afastou do trabalho e agora você está em casa só esperando o bebê resolver nascer. As malas já estão prontas, a casa está em ordem, você está sozinha em casa e não sabe muito o que fazer?! Anote essas 10 dicas do que fazer enquanto espera o bebê nascer

Dica 1: Coloque um hobby em prática

Imagem Google

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Deve ter alguma coisa que você gosta de fazer. Eu adoro scrapbook. Então aproveitei para fazer alguns projetos e relaxar. Pinte, borde, costure.

Dica 2: Blog

Imagem do Google

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Se você tem um blog aproveite para escrever e deixar algumas coisas no gatilho para o período após o nascimento do bebê, pois com certeza não será possível atualizar diariamente.

Dica 3: Livros e revistas

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Coloque a leitura em dia. Ler também ajuda a distrair e deixar a espera menos angustiante.

Dica 4: Filmes

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20 out 2015

Por que ensinar o bebê a dormir sozinho?

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Foto: Bolsa de Mulher

Foto: Bolsa de Mulher

Acabo de fazer Stella dormir. Enquanto faço isso, ninando ela em meus braços, reflito sobre a ideia que algumas pessoas têm sobre ensinar o bebê a dormir sozinho. Está em livros, na internet e vários pediatras abordam o tema.

Segundo a teoria do Dr. Richard Ferber, diretor do Centro de Disfunções Infantis de Sono no Children’s Hospital, em Boston, os maus hábitos de sono são aprendidos e, portanto, podem ser desaprendidos. Para isso, ele recomenda que os pais coloquem o bebê no berço acordado e o ensinem a dormir sozinho. Se o bebê chorar, o Dr. acima sugere deixar a criança chorar por períodos cada vez mais longos.

Lembro que a nossa pediatra indicou deixar o Benjamin resungar por um período de 5, 10 e 15 minutos, mas não era para ensiná-lo a dormir. Na verdade, tinha a ver com deixá-lo resmungar e não atendê-lo ou pegá-lo no colo a cada gemido que ele desse, pois assim como adultos, os bebês também têm picos durante o sono que podem fazê-lo acordar brevemente e voltar a dormir em seguida.
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15 out 2015

Manifesto para o Consumo Consciente – ZooMoo

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

O canal infantil ZooMoo, com apoio da Hubme, lança um manifesto para o Consumo Consciente.

Voce-sabia_

Vivemos numa sociedade onde tudo está voltado para o consumo. Somos incentivados a consumir a todo instante. Perceba. Não precisamos sair de casa, basta ligar a TV, o rádio, conectar a internet. Se colocarmos o pé para fora de casa então, na própria calçada somos bombardeados pela comercialização. As crianças, ainda sem noção dessa realidade, são alvos fáceis. Pedem tudo o que veem na televisão, o que o amiguinho da escola tem, o que viu numa loja de brinquedo. E o nosso papel como adultos e pais, é educar e dar bons exemplos.

Não sou perfeita e falho em muitas coisas, particularmente no que diz respeito a consumo consciente. Mas tento fazer o meu papel, especialmente porque educo pequenos seres que espero se tornem grandes homens. Portanto, aqui em casa, praticamos alguns itens que julgo serem importantes passarem de pais para filhos.
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29 set 2015

Resolva um problema de cada vez

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Imagem: Monguilhott

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No post anterior, contei como foram as primeiras semanas com a Stella. Por mais que as coisas tivessem sido diferentes, nada mudaria o fato de ser muito difícil as primeiras semanas com um bebê em casa. Antes de nascer, ao invés de passar na fila da paciência, passei repetidas vezes na fila da ansiedade. Sou ansiosa por natureza e durante as primeiras semanas com a Stella me culpei por achar que podia ter feito tudo diferente e por coisas que fiz como oferecer a chupeta achando que seria uma forma de acalmá-la.

Não tenho nada contra chupeta e acho que esse acessório pode ser um grande aliado, mas nunca gostei de criança com chupeta e sempre tive medo que tornasse um objeto indispensável, sempre pensando no futuro, o trabalho que daria para desacostumar a criança sem ela. Ofereci à Stella logo nas primeiras semanas de vida e depois descobri que o ideal é oferecer a partir da 6ª semana, pois antes disso pode confundir o bebê que está sendo amamentado no seio. Pois bem, ela aceitou mesmo só na 6ª semana. Sofri. Porque embora eu oferecesse, não fazia isso sempre, mas só em momentos em que ficava desesperada querendo acalmá-la. Parte de mim torcia para ela não aceitar.
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28 set 2015

As primeiras semanas com o bebê aqui em casa

as primeiras semanas

Imagem: Google

Quis ser desencanada como fui no nascimento do bebê Benjamin e acho que fiz tudo errado nas primeiras semanas da Stella. Acho que foi tudo tumultuado e acabou impedindo de criarmos uma rotina mais adequada para ela. Nos 10 primeiros dias o vovô paterno passou em nossa casa. Marido e Benjamin tiraram férias. Ter uma criança maior em casa dificulta um pouco as coisas por conta de barulho, bagunça, TV ligada, etc., e é complicado fazer o mais velho se adaptar ao bebê. Em minha opinião, o bebê é quem deve se habituar à casa, mas ele precisa de uma rotina e com tantos movimentos acho que fica difícil.

Só me dei conta mais tarde que precisava ter programado um ritual e organizado melhor nossos primeiros dias em casa com nossa bebê, Stella. Por exemplo, o Benjamin ter ficado em casa vejo um lado positivo e outro negativo. Foi ótimo ele ter participado desde o início da integração da Stella em nossa família e acredito que o fez se sentir mais importante do que ele já é. O outro lado é que uma criança na idade dele faz muita bagunça, até um pulo que ele dá traz uma sensação de susto ao bebê. E Benjamin, tadico, acabou ficando a maior parte do tempo dentro do apartamento, não aproveitou suas férias. Não foram férias maiúsculas, embora ele tenha curtido do jeito que foi.
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31 ago 2015

Vida materna: por que não registramos o caos em vez de buscar a cena perfeita?

O que mais vemos na TV, revistas e redes sociais maternas são cenas de fotos posadas, com filhos arrumadinhos e de fundo a casa sempre em ordem. Ou pelo menos esse é o sonho de toda família. E porque não registramos o caos da vida materna em vez de buscar a cena perfeita? A fotógrafa americana Danielle Guenther está ganhando espaço com seu novo trabalho, a série Best Case Scenario, algo como “O melhor cenário”, no qual ela busca o oposto do que costumamos ver nas redes sociais: famílias e ambientes perfeitos. Ao invés disso, ela busca registrar cenas reais da vida materna, como crianças bagunçadas, casa com móveis fora do lugar e os pais desesperados tentando conter o pandemônio. Segundo a fotógrafa, o que a atrai no trabalho com as crianças, é justamente o lado bagunçado da rotina que raramente é exposto. O resultado é bárbaro e consegue revelar um pouco desse prazeroso caos que é a vida de mães e pais.
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20 ago 2015

Por que é tão árduo criar um bebê?

por
Gabi Miranda

Bebê, Comportamento, Filhos

criar um bebê

Imagem Google

Eu havia me esquecido como é árduo criar um bebê. Quão difícil e exaustivo é cuidar de um recém-nascido, principalmente essa primeira fase de puérpera. Deus é muito sábio mesmo, nos faz esquecer algumas coisas para que possamos repeti-las. Afinal, quem teria vários filhos se lembrasse bem como é essa fase inicial? Eu acho que não teria. Tem um outro fator também: Benjamin não chorava. Ele era um bebê bem tranquilo, embora no primeiro mês tenha dado trabalho por noites inteiras porque ficava acordado.

Já Stella chora. É brava e já demonstra traços de sua personalidade, é persistente, objetiva. Chora por coisas pontuais: ou quer mamar. ou quer trocar fralda. ou quer dormir. ou quer até tomar banho. Mas até descobrir o motivo do seu choro, eu já estou chorando também. Como o choro de um bebê pode ser enlouquecedor… e não saber exatamente o que ele quer para podermos atender imediatamente e da melhor forma também é. Além do choro, uma das coisas mais difíceis pra mim é acordar diversas vezes durante a noite. Ficar com ela no colo o dia inteiro, seria moleza se ela já dormisse a noite toda.
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07 jul 2015

A chegada de um irmão

por
Gabi Miranda

Livros, Puericultura

A chega de um irmão exige muita preparação junto do irmão mais velho

Eu e marido estamos passando por uma reciclagem sobre educação e comportamento infantil. Uma tentativa para driblar melhor as manhas que Benjamin tem feito e nos prepararmos para criar duas crianças ao mesmo tempo.Consiste em ler livros e materiais sobre o assunto. Na verdade, ele me pediu indicações de livros que temos sobre o tema e o primeiro que indiquei foi o famoso “Quem ama educa!“, de Içami Tiba. Minha indicação foi intencional. Eu não li esse livro inteiro, perdi o interesse na metade e pensei que se ele lesse, talvez me despertasse curiosidade a partir do que compartilhasse comigo sobre a leitura. Gol! Tem vários pontos interessantes no livro e um deles é esse que compartilho hoje: a chegada de um irmão. Vem muito de encontro com o que pensamos aqui em casa e com o que estamos tentando pregar desde o início da nossa gestação. Acredito que estamos nos saindo bem, apesar das manhas que Benzoca tem feito, o que imagino ser normal nessa fase, ele tem se mostrado carinhoso e se refere ao bebê como “nosso bebê”.
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