10 nov 2017

Perennials – Que tipo de mulher você quer ser aos 40 anos?

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Perennials

Perennials! Esse é o tipo de mulher que eu gostaria de ser aos 40. Perennials vem de perene e é o termo criado pela empreendedora de tecnologia Gina Pell, no final de 2016, para definir as pessoas que cultivam um estilo de vida que combina hábitos e gostos de diversas idades. Ou seja, é um movimento que não se embasa no tempo e na sua idade marcada na certidão de nascimento. É algo ligado com sua identidade social. Em como você se sente em relação ao mundo.

Em primeiro lugar nesse topo, estão as mulheres a partir dos 40 anos. Idade em que atingimos certa maturidade e quando deixamos de nos importar tanto com a opinião alheia. Elas se tornam mais leves, mais donas de sua vida e assumem suas escolhas, mesmo que não agrade todo mundo.

Há quem julgue. Acham que nessa fase, as mulheres querem bancar de mocinhas. Mas não tem nada a ver. Muito pelo contrário. A verdade é que sim, muitas delas nem aparentam a idade que tem. Aceitam os anos, mas não se reconhecem na meia-idade. Cuidam da aparência sim, mas também da saúde. Sua forma de consumir já não é mais a mesma e reinventam a vida. Elas não tem medo do que muitas de nós temos. MUDANÇA! Elas não vivem uma vida por convenção. Se não estão felizes no casamento ou no trabalho, elas não tem medo de alterar e transformar tudo. E não importa a idade em que elas estão. Aliás, essa mulher não está nem um pouco interessada em se encaixar às promessas da idade.
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27 out 2017

Sinais de que a criança está pronta para tirar a fralda

Sinais de que a criança está pronta para tirar a fralda

No post anterior, sobre o desfralde da Stella, comentei que muitas pessoas me pediram ajuda. Fiquei pensando em como contribuir para que as famílias ficassem mais tranquilas. E pensei em compartilhar alguns sinais de que a criança está pronta para tirar a fralda. Sinais que percebi aqui na prática com o Benjamin e agora com a Stella.

Aconselho iniciar o desfralde quando a família tiver certeza de que a criança está pronta para tirar a fralda. Não existe uma data certa, embora eu já tenha lido que a criança está realmente pronta para o desfralde a partir dos 3 anos de idade. O importante a saber é que cada criança tem seu desenvolvimento. E não é bacana comparar nosso filho com o da vizinha ou da blogueira que seguimos e adoramos.

Para saber se a criança está pronta para tirar a fralda, é preciso ficar atenta aos sinais cognitivos, físicos e comportamentais da criança. E quais são esses sinais?
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23 out 2017

Desfralde da Stella

desfralde

Dia 09/10 iniciamos o desfralde da Stella. Eu já tinha contado em quando chega a hora do desfralde que a escola anterior já havia sugerido iniciarmos esse processo. Na época, Stella estava com 1 ano e meio. Segundo a instituição, ela já vinha dando sinais de que estava preparada. Eu não acreditava muito nisso. Na minha cabeça, para iniciar o desfralde, não basta a criança  dar como sinal a vontade de arrancar as fraldas.

Eu queria que ela estivesse realmente pronta e não acreditava nisso naquela época. E se a mãe não acredita, acho que já é outro sinal de que é melhor esperar. Acredito muito que essa é uma fase que todos precisam estar prontos para começar. Decidi que ainda não começaríamos naquele momento.

Alguns meses se passaram e Stella começou a apresentar outros sinais da sua maturidade fisiológica. Além dos sinais físicos e cognitivos, ela começou a dar sinais de comportamento. Então ela começou a verbalizar que estava fazendo xixi, mesmo estando de fralda. A fralda dela ficava seca por muitas horas, e quando fazia xixi era uma quantidade grande de uma vez. Ficava incomodada com a fralda suja e já conseguia abaixar e levantar a calça.
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11 out 2017

Feliz vida de casal

por
Gabi Miranda

Casamento, Destaque, Maternidade

Parece que foi outro dia que aceitei sair com ele e começamos uma vida de casal. Tudo começou  em meados de 2005. E durante alguns meses levamos aquele relacionamento nada sério, só de paquera, baladas, noites furtivas. Ele dizia que não era para eu me apaixonar por ele. Eu dizia o mesmo e afirmava: é mais fácil você se apaixonar por mim. Gente, isso era óbvio. Uma moça alegre, comunicativa, alto astral, no auge da juventude, sem compromissos, que bebia sem pensar no amanhã, que gostava de dançar… sim, era eu! Continuo sendo. Só parei de beber. Porque não é fácil o dia seguinte de uma pessoa que bebe e tem filhos. Rá!

Nos apaixonamos. Começamos a namorar. E todo mundo dizia que eu completava ele. Juro, não tô tirando isso da música Eduardo e Monica. Namoramos por 3 anos. Numa certa noite, ele chegou com um Kider Ovo, sim o chocolate, insistiu para eu abrir e quando abri tinha um pedido de casamento enrolado numa aliança. Ele sempre foi de fazer surpresas e continua sendo depois de tantos anos.
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10 out 2017

Fui ao meu velório e renasci

velório

Roma, setembro 2017

Há 25 dias fui ao meu velório. Ops, quis dizer, fui desligada da empresa para qual eu trabalhei durante anos. Ao me despedir das pessoas, parecia mesmo que estava no meu velório. Na hora foi uma surpresa ser desligada, porque naquele dia eu estava saindo de férias. Quem pensa que será demitido no dia em que está saindo para o melhor período da vida? No entanto, era algo que eu esperava acontecer durante o ano de 2017.

Outra coisa que assustou um pouco ao ser desligada, é o fato do marido estar fora do mercado e  a empresa para qual eu trabalhava saber disso. A vida é mesmo muito louca. Há meses venho falando para o marido que queria sair do trabalho para me dedicar aos meus projetos e ao meu maior projeto de vida: meus filhos. Aconteceu dele ser desligado – algo que nem Freud explica! E eu perdi a coragem que estava criando para sair do meu comodismo.
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02 out 2017

Como minimizar o consumo infantil

minimizar o consumo infantil

O dia das crianças está chegando e é inevitável a criança não cobrar um presentinho. Por aqui, estou no meu ritmo e no ritmo dos integrantes da família, tentando mudar nossos hábitos e valores em relação ao consumismo. Isso significa minimizar o consumo. Motivada por desejar o bem do meio ambiente, pelo estresse do emprego, pela busca de uma vida mais espiritualizada, por querer mais tempo de qualidade com meus filhos e, principalmente, por desejar ensiná-los cedo algo que aprendi recentemente, que ter coisas não faz de nós mais felizes ou mais bem sucedidos.

E aí que nessa época do ano, assim como no Natal, há um direcionamento absurdo de publicidade voltado para as crianças. E chove pedidos dos pequenos de brinquedos e objetos que eles não precisam. Basta olhar em volta da nossa casa. A minha tem um monte de brinquedos que meus filhos ficam sem pegar por semanas. Aliás, os brinquedos mais requisitados pelos meus filhos, são os mais simples. Mas ao ir numa loja de brinquedos, me surpreendem pedindo de tudo. E me assusta a velocidade e quantidade de brinquedos que surgem e os valores exorbitantes. Outro dia mesmo, vi uma boneca que custa R$500. Ao lado dela na prateleira imensa, tinha muitos acessórios que podiam acompanha-la: roupas, carro, cavalo, sorveteria, etc. Só um kit de roupa, custava R$150. Gente, nem pra mim eu compro uma roupa no valor de R$150!
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01 set 2017

Setembro, chegou! Hora de renovar as energias

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

setembro

Amo setembro, mês que anuncia a primavera, consequentemente promessa de muitos dias de sol. Muitas pessoas recalculam suas metas em julho ou agosto. Pra mim, é em setembro que recalculo como tem sido o ano. E que ano tem sido 2017 aqui pra gente! E pro Brasil todo. Aqui em casa fomos pegos de surpresa com uma situação que acabou mudando as nossas vidas. Não sei que lição é para tirarmos disso, mas ainda enxergo como uma grande oportunidade de fazer algo diferente.

Logo, esse setembro está com gostinho de agarrar com mãos, braços (e pernas) todas as responsabilidades que envolvem essa ocasião. Aliás, para qualquer projeto de vida, independente do que fazemos, da idade em que estamos, se não nos colocarmos no caminho do que desejamos, ninguém vai pegar nossa mão e nos colocar lá. Né?! Estou entrando em setembro com vontade de fazer crescer e florescer meus sonhos. E tenho pensado muito que enquanto nós não levamos a sério nossas metas, elas continuarão estacionadas.
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30 ago 2017

Adaptação escolar na metade do ano – sobrevivemos, um mês de escola nova

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos

Sobrevivemos à adaptação escolar das crianças. Mudamos as crianças de escola na metade do ano (2017) e as aulas começaram no dia 3 de agosto. A primeira semana foi de muito sofrimento para a mamãe aqui. É incrível como sofremos e nos martirizamos criando expectativas que muitas vezes nem se tornam realidade (ainda bem!). O mal do adulto é essa bendita ansiedade que cresce com a gente. As crianças são bem menos ansiosas e quando demonstram esse sentimento, creio que tem um dedinho nosso. Contar hoje para a criança algo bacana que vamos fazer só no próximo sábado, faz sentido? Não muito, porque isso é que vai gerar nela o sentimento impaciente de chegar logo aquele dia.

Quando penso em toda a minha angústia da primeira semana, concluo o quanto fui boba. Pra ajudar, na época eu tinha acabado de ler e estava assistindo Big Little Lies. As crianças tem um poder incalculável de se adaptar aos ambientes e fazer novos amigos. No entanto, eu tinha dúvidas disso e procurei algumas alternativas para ajudar nesse processo. Na primeira semana de aula, soube que o Benjamin estava na mesma sala de um amiguinho do mesmo condomínio. Conversei com a mãe dele que prontamente já me indicou no grupo de WhatsApp das mães da turma. Fiquei o dia inteiro salvando “nome mãe de João” na agenda do celular e me sentindo grata por tanta tecnologia. Imagina, nossas mães não tinham nada disso na nossa época. Viva a tecnologia que de uma forma ou de outra aproxima as pessoas!
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23 ago 2017

Ser mãe não basta pra mim

por
Gabi Miranda

Destaque

ser mãe não basta

Tem gente que não entende o que quero da vida quando falo que quero passar mais tempo com meus filhos, mas sem deixar de trabalhar. Até algum tempo atrás eu também não entendia. E não achava possível somar as duas coisas. Hoje tenho convicção de que ser mãe não basta pra mim. Eu não tenho a ilusão de que parar de trabalhar fora e cuidar dos filhos é sinônimo de felicidade. Basta um final de semana prolongado em tempo integral com filhos + casa para ter certeza de que ser mãe não basta pra mim. Não sei ficar em casa, embora tenha desejado muito isso nos últimos tempos.

E o que basta pra mim? Fazer o certo em doses que sejam boas para todos. Atualmente, meus filhos precisam de mim e eu preciso dedicar tempo a eles. Não só por uma necessidade, mas um desejo pessoal meu. Sinto que estou perdendo a melhor parte da vida deles. A relação mãe e filho é uma das mais poderosas, além de ser mágica. E como li outro dia, no blog Antes que eles cresçam, para acontecer a magia dessa relação você precisa estar presente.
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16 ago 2017

Como ser feliz no casamento com filhos

por
Gabi Miranda

Casamento, Destaque, Maternidade

Tenho pensado muito na relação do casal após os filhos. Como ser feliz no casamento quando se tem filhos. Penso, penso, penso e tento tomar cuidado para não cair na expressão que a maioria das pessoas afirmam: filhos estragam o casamento. A vida do casal muda completamente com a chegada dos filhos, mas dizer que filhos estragam o casamento é um tanto injusto. Com eles. A verdade é que quando temos filhos, a atenção acaba voltada para os filhos. Um perigo. O casal deixa de ser homem e mulher, para serem pai e mãe das crianças. Esquecemos de desempenhar junto os dois papeis: o de esposa (o) e pais.

Leia também: Como harmonizar maternidade com a vida sexual

Muitas pessoas comentam que acham incrível a minha relação com o marido. Nas redes sociais é tudo lindo! Eu não contei a vez que surtei esse ano e pela primeira vez saí de casa com mala e cuia. Era um domingo, estava fazendo almoço, Stella pendurada no meu pé chorando e pedindo colo. Até aquele dia, era sempre assim quando eu ia pra cozinha. Eu ficava brava porque acho a cozinha perigosa quando se tem fogão ligado, porque achava que não podia contar com a colaboração do marido. E ele pronunciou que eu sempre estragava o final de semana. Estourou uma linha tênue no meu cérebro e no coração. Já que eu sempre estragava o final de semana deles, não fazia sentido eu estar ali. Foi esse o raciocínio que me fez tomar a decisão de sair de casa.
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