25 jul 2013

Laços de Família

por
Gabi Miranda

Na Mídia

Produzi a matéria “Mãe com açúcar”, que está na edição de julho da revista Pais & Filhos. Nela, abordo os novos relacionamentos das avós com seus netos. Mostro como as avós mudaram ao longo do tempo. Todas são muito antenadas, realizam atividades diversas, tem vida social ativa, ajudam seus filhos na medida do possível e, mesmo com tantas mudanças, ainda mantém o posto de avó – um dos principais personagens na vida das crianças.

Adorei fazer a matéria porque toda a informação que colhi veio de encontro com o que acredito e fomentou ainda mais minhas crenças. Uma das coisas que tenho refletido muito é a importância da continuidade dos laços, a construção do vínculo, isso tudo falando de avós e netos. Pergunto-me: quem cria esses laços, quem forma tal apego?

A minha crença é de que os pais tem papel fundamental nessa construção. São os pais que devem fazer ponte entre netos e avós. Falo isso por experiência própria: minha mãe e meu pai são separados desde sempre. Ele morando no Rio de Janeiro desde que me conheço por gente. Ela, assim como meus avós, aqui em São Paulo. Lembro-me dela dando, o que na época eu julgava ser sermão, sobre a importância de visitar meus avós. Ela me levava até a casa deles, de ônibus até o outro lada da cidade – ela sempre morou numa ponta e eles em outra. Ela nos incentiva ir às festas de família, participar, estar junto. Clique e continue lendo!

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24 jul 2013

Entrevista especial com uma avó adorável

por
Gabi Miranda

Entrevista, Uncategorized

Ela tem nove netos e ressalta no início da conversa: tem uma cadeira de balanço, adora fazer crochê, tricô e bordar, mas não assumiu a imagem da famosa Dona Benta.

Começa o dia fazendo aula de balé clássico (todos os dias!!!), antes de ir para o computador escrever ou responder perguntas de jornalistas. Depois ela vai trabalhar em seu consultório onde atende até às 19:00 e só depois ela vai para cozinha fazer o jantar e se preparar para o programa da noite (que pode ser um concerto, um futebol ou um jantar entre amigos). Com todos esses afazeres, afirma: não é diferente de muitas outras avós que conhece.

Estou falando da psicanalista Lidia Aratangy Rosenberg, autora do Livro dos Avós – Na casa dos avós é sempre domingo?. Conversamos só por e-mail, mas a empatia foi grande. Lidia é daquelas pessoas que você tem vontade de conhecer e ficar horas proseando (e aprendendo!) com ela. Clique e continue lendo!

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17 jul 2013

As agruras da maternidade

por
Gabi Miranda

Desabafo, Maternidade

Tudo começou ontem depois do almoço. Uma angústia tomou conta de mim e eu falava pra minha colega de trabalho: “vontade de chorar, gritar, sair correndo”. Tem um monte de coisa pra acontecer, mas sinto tudo estagnado na minha vida. Culpa da minha ansiedade? Talvez. E aí tento me apegar na frase que li semana passada no instagram do ‘Mulher sem script’: “Calma. É aos poucos que a vida vai dando certo“.

Foi quando recebi uma ligação da escolinha e a calma que eu buscava foi para o espaço. Benjamin apresentava umas manchas no corpo, que começaram nas pernas e estavam subindo pra barriga. Fiquei apavorada. Podia ser uma alergia, mas como ele não estava tomando nenhum remédio e aparentemente não tinha ingerido nenhum alimento diferente, essa hipótese foi a última coisa que passou pela minha cabeça.

Incrível a minha capacidade de pensar sempre no pior. A primeira coisa que pensei foi referente ao galo na cabeça. Benjamin sofreu uma queda forte no sábado retrasado. Subiu um galo assustador, que baixou relativamente rápido, mas foi nessa segunda-feira passada que me ligaram da escolinha perguntando se ele havia caído em casa (sempre tentamos manter a escola informada no caso de machucados). Explicaram que ele estava com um galo no mesmo lugar do outro de antes, que só apresentava aquela mancha esverdeada e que ele não tinha caído na escola. Fiquei encanada com isso. Quando o busquei vi o galo e aquilo ficou na minha cabeça. Clique e continue lendo!

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12 jul 2013

Minha mãe é uma peça

por
Gabi Miranda

Uncategorized

peça

Dona Hermínia, mãe de três filhos, Marcelina, Juliano e Garib, resolve dar um basta aos insultos dos filhos e vai passar um tempo na casa de uma tia. Mas como toda mãe amorosa, ela não para de se preocupar e pensar nas crias.

Começa aí uma sucessão de lembranças desde quando os filhos eram pequenos até os dias atuais. Os filhos querem se livrar da chatice da mãe, enquanto ela só pensa em protegê-los.

O filme é sim cheio de piadas, chega a ser um pouco forçado, talvez exagerado, mas garante boas risadas. Vale lembrar, que o filme é baseado em uma peça de teatro cuja linguagem é diferente do cinema.

Inspirado na mãe do próprio autor (e ator) Paulo Gustavo (ótimo!) e quem interpreta Dona Hermínia, o filme narra os conflitos dessa família, mas principalmente da mãe, que cria os filhos sozinha e foi trocada pelo marido (Herson Capri) por uma moça mais jovem (a queridíssima Ingrid Guimarães que merecia mais destaque no filme). Clique e continue lendo!

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10 jul 2013

Sobre organização e desapego

por
Gabi Miranda

Organização, Terapia do lar

Eu odeio não gosto de inverno! Não simpatizo nem um pouco com os meses julho e agosto. São pra mim meses sacrificantes, arrastados, cinzentos, em que nada de bom acontece. Perceba, julho começou há dias e estamos no dia 10 ainda! Vai demorar para acabar, viu…

No entanto, já estamos no segundo semestre do ano! No dia 1º de julho, a amiga-mãe-blogueira Lelê postou no seu face algo do tipo: “Primeiro mês do segundo semestre do ano e o que você fez até agora?”. Fiquei me perguntando o dia inteiro o que tinha feito nos últimos 6 meses e vieram respostas nada convincentes: tirei férias, fiz um curso na ESPM; assisti alguns (poucos) filmes do projeto que consiste em assistir mais filmes; fiz junto com a arquiteta o projeto do meu apartamento; poupei; organizei a festa de aniversário do Benjamin; hum… e só.

Aí fui ler meu blog preferido sobre organização – Vida Organizada, da Thaís Godinho – e me deparei com o post Checklist de Julho 2013, que começa assim: Clique e continue lendo!

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01 jul 2013

Festa Junina e uma reflexão sobre ansiedade e expectativa dos pais

por
Gabi Miranda

Livros, Uncategorized

Sábado passado foi a Festa Junina da escolinha do Ben. Há semanas as crianças estavam ensaiando e há dias eu ouvia a mesma coisa ao deixar o Ben na escola: “ele é um dançarino; dança direitinho; ele adora dançar; blá, blá, blá”, aquilo tudo que deixa qualquer mãe toda prosa.

Em casa eu comprovava isso, pois Benjamin sempre gostou de dançar. Principalmente a música da apresentação. Ele já conhecia e nós dançávamos muito em casa, mas eu não sabia que seria essa.

Passei a semana meio ansiosa. Na infância eu fui muito tímida, embora me apresentasse nessas ocasiões, sempre me permiti ficar encolhida. Mas no geral eu era muito tímida, mais quieta. Benjamin tem outro comportamento. Ele é extrovertido, alegre, sorridente, sem vergonha, li-te-ral-men-te. E esse sempre foi um dos meus desejos enquanto estava grávida. Eu desejava ter um filho sorridente, solto, extrovertido.

A apresentação da turminha dele foi a terceira e as duas anteriores o deixou empolgado, batendo palmas para os coleguinhas. Quando chegou sua vez ele se agarrou no meu pescoço. Eu sabia que isso podia acontecer, pois Benjamin tem demonstrado um pouco de vergonha em público. Subi com ele no palco, agachei e ali ele ficou comigo até que chegou o refrão da música e….vocês poderão ver com os próprios olhos (estamos à esquerda do vídeo): Clique e continue lendo!

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28 jun 2013

Castigo: pensar na vida ou consequência?!

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Site da Revista Pais & Filhos

Site da Revista Pais & Filhos

Há 6 meses, exatamente desde quando Benjamin saiu do berçário para o maternalzinho, reflito sobre esse negócio de colocar a criança para pensar na vida.

O método é famoso e transmitido pela babá mais conhecida do mundo: Super Nanny. Antes mesmo de ser mãe, eu assistia e gostava dos programas dela. Mas não tinha opinião formada sobre esse método específico.

Sempre me incomodou receber recado na agenda do tipo: Benjamin mordeu o coleguinha e “pensou na vida”. Na escolinha dele, a criança que morde é “orientada” a passar pomada no local da mordida e depois vai pensar no erro que cometeu. Um dia ele cometeu alguma arte e perguntei: “quer pensar na vida?”. Ao que ele respondeu rapidamente: “Não, mamãe!”. Aquilo cortou meu coração. Coitado, ele nem entende o porquê de ser isolado num canto.

Não estava achando nada funcional, já que toda semana o recado se repetia. Pra mim não faz sentido colocar uma criança de dois anos para pensar no seu erro. Diversas vezes recebi o mesmo recado, até que um dia eu respondi: vocês acham mesmo que o método “pensar na vida” adianta? (veio lá uma resposta meia boca de quem faz algo sem saber se realmente acredita naquilo) Clique e continue lendo!

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27 jun 2013

É proibido proibir a entrada de meninos

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Antes de ser mãe você imaginou que a maternidade te colocaria a frente de alguns dilemas?

Eu nunca tinha pensado tão profundamente nisso antes de ter filho. Por exemplo, hoje sempre me pego pensando em como é difícil criar seres humanos e no meu caso, acho complicado, principalmente, criar meninos.

Isso porque eu vejo uma cobrança muito grande em cima dos meninos relacionados ao machismo. Mais ou menos assim: menino não pode isso, não pode aquilo, menino tem que ser macho! Eu sou muito feminista, segundo o marido, para aceitar certas coisas. Portanto, vira e mexe me questiono até que ponto devo usar meus princípios feministas para influenciar meu filho.

Mas existem outros dilemas que ainda não tinha pensado até porque talvez não tenha chegado na fase. Outro dia minha grande amiga Dani mãe-já-de-dois comentou comigo que estava levando o filho mais velho para fazer natação. Eis que ela comentou que no banheiro feminino havia uma placa proibindo meninos de 5 anos entrarem no recinto. E que nesse estabelecimento não tinha banheiros voltados somente para crianças. Oi? Clique e continue lendo!

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26 jun 2013

Sobre brincar, educação e limites

por
Gabi Miranda

Entrevista, Livros

Olha ela aqui de novo. Não tem jeito, eu adoro Beth Monteiro! Sou tipo fã de carteirinha. Gostei muito do seu último lançamento “Criando filhos em tempos difíceis”, Editora Summus. Gostei, principalmente, porque é um livro direto, sem rodeios, a leitura corre rápida e de fácil compreensão. Parece uma palestra da autora. Ela é breve, mas vai direto ao ponto. E isso pra mim tem sido algo primordial, já que ultimamente ando sem tempo para ler.

Beth é defensora da infância e no livro ela destaca a importância do brincar. Ela afirma que as brincadeiras contribuem para que as crianças se tornem adultos criativos e até bem-sucedidos. É através das brincadeiras que as crianças são preparadas para assumir alguns papéis na vida. A obra traz um capítulo com dicas de brincadeiras para pais e cuidadores curtirem com as crianças. Brincadeiras, inclusive, com objetivo ligado ao desenvolvimento motor e psíquico da criança.

Esse livro não é um manual, não traz receitas, mas traz uma lição: é determinante a nossa participação na infância dos nossos filhos. Isso significa reservar um tempo só para a criança e fazer coisas do interesse dela. Não importa se é uma hora do seu dia, mas o tempo reservado para o seu filho deve ser um tempo de qualidade.
Clique e continue lendo!

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21 jun 2013

De verde e amarelo, és mãe gentil #protestomaterno

por
Gabi Miranda

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protesto materno

O povo foi para as ruas. Alguns manifestar, outros para quebrar.

Sinceramente, não sou das que acham que é preciso quebrar para reconstruir. Não, não estou com dó do Itaú com seus vidros quebrados. Mas já vejo o Brasil como um país maltratado demais. Vandalismo nessas horas só piora a situação. Torna-se uma festa pobre e para essa prefiro não ser convidada e desejo que meu filho nunca faça parte.

Sou a favor da manifestação pacífica. Onde adultos, crianças, famílias inteiras podem sair às ruas tranquilos para reivindicar seus direitos. Como foi na última segunda-feira, 17/06.

O Brasil virou capa em diversos lugares do mundo.

As exigências são diversas, de PEC 37 a Estatuto do Nascituro.

Todos querem coisas em comum: transporte público de qualidade, trabalho, educação, saúde, segurança, direitos humanos, o uso correto dos nossos impostos, as pracinhas em boas condições (leite e fraldas num preço mais baixo é bem-vindo também)!

Acho bonito ver as pessoas lutando por seus direitos num país onde a corrupção e o juros altos reinam. Onde a desigualdade social é discrepante. Toda essa droga que já vem malhada antes de eu nascerClique e continue lendo!

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