12 jun 2013

2 anos – As transformações da maternidade

por
Gabi Miranda

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Hoje eu poderia escrever um post em comemoração ao dia dos namorados. Mas vou me ausentar nos próximos dias para organizar a festa do meu pequeno Benjamin – que completa dois anos no próximo domingo (16/06). Então, resolvi falar do furacão maternidade. Mas neste post, é possível identificar uma declaração. Vale dizer que toda essa transformação só foi possível porque o Marido faz parte disso. Feliz dia dos Namorados!

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Há dois anos eu não tinha a noção exata do quanto minha vida mudaria com a chegada do meu Ben. A gente sabe que a vida vai mudar, mas não tem dimensão da transformação que é a chegada de um filho. E ninguém, nem cursos, livros indicam essas mudanças. As pessoas alertam “se prepare, você nunca mais vai dormir direito”. Posso falar?! Grande coisa!

Eu nunca mais dormi direito, mas também nunca mais fui ao banheiro sem ser interrompida, nunca mais comi sem interferências, nunca mais fiquei no computador sem intervenção, nunca mais assisti a um capítulo de novela inteiro! A gente não consegue mais ir ao shopping fazer umas comprinhas, unhas e cabelos ficam enfadonhos, salão de beleza torna-se um sonho de consumo. Ler um livro torna-se missão impossível. Mas ainda sim, tudo isso, são apenas detalhes. Clique e continue lendo!

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29 maio 2013

A angústia da separação

por
Gabi Miranda

Desabafo, Maternidade

Colocar o filho no berçário ou na escolinha é uma decisão muito difícil. Mães de primeira viagem sofrem e não sabem como lidar com essa situação. É tudo muito novo, a maternidade chega ser avassaladora, transforma toda nossa vida.

Algumas mães tomam a decisão de parar de trabalhar. Outras não podem ou não querem seguir esse caminho. Por algum momento eu quis, mas logo depois esse desejo insano passou.

Embora goste da maternidade, não teria capacidade, muito menos paciência, para cuidar de filho e consequentemente da casa. Acho até que a forma como me entrego para a maternidade é justamente por essa escolha, por me dividir entre profissional e mãe. Se eu tivesse parado de trabalhar, tenho certeza que em alguns meses estaria sem paciência e disposição nenhuma para maternar (ou não?!).

Optei por colocar Benjamin no berçário e ele foi logo cedo, assim que acabou minha licença maternidade, aos 5 meses de idade. Sofri. A angústia da separação nos pegou. E perguntaram-me: como você superou isso? E o Benjamin como foi pra ele a angústia da separação? Eu não sei bem como responder, mas acho que alguns fatores contribuíram.
Clique e continue lendo!

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28 maio 2013

A vida é cheia de possibilidades

por
Gabi Miranda

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Daqui alguns dias meu pequeno vai completar dois anos!!! E não adianta, até lá, esse será um período de reflexões. Hoje o pensamento foi que há quase dois anos eu dirijo (não dirigia antes e há quase dois anos virei mãe na direção!)!!!

Até hoje eu dirigia sozinha mas apenas os caminhos já conhecidos: de casa para o trabalho do marido (Osasco), de lá para escolinha do Benzoca e depois para o meu trabalho. Também para a casa da minha mãe. Sempre que precisei ir para algum lugar desconhecido, pedia para o marido fazer o caminho comigo um dia antes. Ou pegava um táxi. Ou um ônibus.

Não, eu não confio em GPS! Uma vez fui me meter a besta e sair de carro sozinha com Benjamin e o amigo GPS. Destino: Zona Leste. Foi um desastre até que eu desencanei e fui por conta das placas – e da minha intuição – até que cheguei.

Resolvi enfrentar isso! Se eu tenho carro, porque não usufruí-lo em sua totalidade? Pra quê pegar dois ônibus, metrô e trem para chegar ao destino. Fui para um evento sozinha (eu e o GPS), que ficava num caminho desconhecido. Cheguei e nem errar o caminho errei. Fiquei tão orgulhosa de mim (não por não ter errado, mas por ter vencido esse bloqueio de ir para lugares desconhecidos sozinha). Clique e continue lendo!

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22 maio 2013

Estou no confessionário…

por
Gabi Miranda

Na Mídia

Estou lá no Bebe.com.br desabafando sobre os elogios que não me fazem como mãe.

“O meu marido só faz exercer o seu papel, o que também faço como mãe. A diferença é que ele ganha reconhecimento por isso e eu não.”

Leia meu depoimento inteiro AQUI!

bebe.com

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02 maio 2013

Culpa materna, bom senso e coerência – Entrevista Elizabeth Monteiro

por
Gabi Miranda

Entrevista

Não importa se você trabalha fora ou não. As dúvidas são permanentes: como equilibrar a vida quando, além de cobrarmos a nós mesmas, vivemos numa sociedade em que se cobra muito a competência e desvaloriza o papel que nós, mães, desempenhamos com amor que é cuidar da formação de nossos pequenos, nos esforçando para transformá-los em pessoas do bem? Muitas tem jornadas duplas de trabalho. Outras abriram mão do seu lado profissional. Por que nos descabelamos, nos culpamos, nos estressamos e estamos quase sempre com a sensação de impotência?

Para esclarecer algumas de nossas dúvidas, nossa primeira entrevistada é a pedagoga e psicóloga Elizabeth Monteiro, mãe de quatro filhos e autora dos livros “A culpa é da mãe” e “Criando filhos em tempos difíceis” – a ser lançado no próximo dia 08/05. Tive o prazer de conhecer Betty Monteiro no brunch da revista Pais & Filhos, na ocasião falamos sobre maternidade x trabalho e fiquei maravilhada com esse ser humano desde o primeiro momento. Além de ser mãe de quatro filhos, ou seja, tem larga experiência pessoal, ela é uma excelente profissional. Daquelas pessoas que você admira e quer aprender tudo que puder com ela. Clique e continue lendo!

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30 abr 2013

Livro: A criança mais feliz do pedaço

por
Gabi Miranda

Livros

A criança mais feliz do pedaço

‘A criança mais feliz do pedaço’

Enfim, terminei de ler meu primeiro livro materno do ano: A criança mais feliz do pedaço, do professor de pediatria Harvey Karp. Eu simplesmente amei e indico muito esse livro. De todos que li até agora sobre como educar e lidar com as birras, esse é o que mais dá dicas práticas e reais de serem aplicadas.

O livro fala sobre os fundamentos da relação criança e pais; a importância de se conectar com respeito com as crianças, traz um capítulo inteiro sobre a comunicação mais usual com as crianças – o autor define como Criancês, mas é muito conhecida como Manhês. E foi nesse capítulo que me deparei com a maior dificuldade que tive no início da minha relação com o Benjamin, falei sobre isso AQUI.

O autor apresenta uma regra de ouro para comunicação, ele define como: Fast-food. O método da regra é basicamente: “sempre que falar com alguém que esteja pertubado, repita os sentimentos dessa pessoa primeiro, antes de dar seu conselho ou de fazer um comentário”. Os pontos principais da regra Fast-food são: Clique e continue lendo!

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29 abr 2013

Mudanças

por
Gabi Miranda

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Ano novo pessoal e cara nova para o blog!

Eu sempre gostei de mudanças. Claro, temo um pouco as transformações que acompanham qualquer alteração cotidiana, mas sempre procuro enxergar o lado positivo que toda mudança carrega. Seja cortar cabelo, mudar de emprego, casa, móveis e objetos do lugar. Gosto de mudar.

Desde que entramos em 2013 uma sensação não me largou, que esse ano seria um ano de grandes mudanças em minha vida. A última vez que tive esse sentimento foi em 2010 e tudo aconteceu como uma avalanche: fechamos nossa viagem para Paris, compramos nosso apartamento, engravidamos! Detalhe, tudo aconteceu de repente, uma semana atrás da outra. Em três semanas consecutivas, em menos de um mês, eu soube que aquele ano mudaria a minha vida por completo.

Esse ano vamos mudar para nosso apartamento. Nunca em nossas vidas eu e marido moramos em apartamento. Essa será uma grande mudança em vários aspectos, principalmente geográfico (vamos mudar de bairro) e emocional. Pensamos que seria ainda no primeiro semestre, mas em abril levamos um balde de água fria realidade e descobrimos que isso só vai acontecer no segundo semestre. O lance de documentação demooooora…, vamos entrar nesses trâmites agora em maio. E detalhe, a casa em que moramos atualmente está com a placa Vende-se e o tempo está correndo… Mas ao invés de deixar a frustração me contagiar, me apeguei nos planos para o apartamento, já estamos com o projeto pronto e vamos começar a orçar a mão de obra e tudo que vamos precisar comprar. Clique e continue lendo!

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24 abr 2013

Sobre responsabilidades e expectativas – tudo junto, misturado e confuso

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Gabi Miranda

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Ando pensando muito na expectativa do amor, que na verdade está mais ou menos sobre concentrar toda minha alegria no meu filho. Acho que isso estava beirando a algo como depositar a responsabilidade da minha felicidade nele. E sinceramente, isso não é muito legal, principalmente, se pensarmos em dois aspectos:

1) assim como ele não pode ser responsável pela minha felicidade, eu também não sou responsável pela felicidade dele. Acredito ser responsável pela felicidade dele agora, nesse momento de infância. Acho que é meu papel oferecer um ambiente seguro, confortável, alegre.

2) na verdade a parte principal a ter responsabilidades sobre alguém sou eu sobre ele. Benjamin é de minha responsabilidade, mas o meu compromisso é oferecer subsídios para que ele cresça saudável, se torne uma pessoa do bem, cooperativa, sinta-se seguro. Eu preciso oferecer ferramentas para que ele cresça e se torne um adulto com liberdade para buscar a sua própria felicidade sem ter que depositá-la em alguém, a não ser em si próprio. Clique e continue lendo!

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03 abr 2013

A poesia da infância

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Gabi Miranda

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Dia desses tive a oportunidade de assistir a uma palestra do educador Marcelo Cunha Bueno. Com o título “a poesia da infância”, Marcelo nos fez um convite para uma reflexão: será que estamos permitindo às crianças a experiência de viver a infância?

Segundo o educador, o adulto corrompe a infância. Ele falou sobre as relações temporais dessa época e as dividiu em três tempos:

Chrónos
É o tempo marcado, o tempo parado que resta, a criança que resta para acabar.

Kairós
O momento da oportunidade. O designo do destino. A junção entre o fato e a possibilidade. O que nos torna diferente pela experiências constituídas através de outros e de instituições.

Aión
O tempo da intensidade. O tempo sem duração. Um espaço entre. O instante. A experiência. O não mensurável, o não numeráveis da infância. O reino da criança.

É Aión o tempo que marca o que fica em nossa memória a vida inteira. Enquanto Marcelo falava, fui sequestrada pela minha memória. Me considero uma pessoa de poucas lembranças de infância, mas as que existem, são justamente as mais inesquecíveis e que definem muito bem pra mim o significado do tempo Aión. Clique e continue lendo!

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01 abr 2013

Dia Mundial de Conscientização do Autismo

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Gabi Miranda

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É amanhã, mas quero antecipar um convite.

Dia 2 de abril, é o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, data decretada pela ONU.

Eu acredito que todos os dias somos agraciados por um acontecimento que pode mudar o nosso dia, o nosso jeito de pensar, algo que nos faz crescer como seres humanos. Pode ser um simples gesto de alguém querido ou até mesmo um desconhecido, pode ser o canto de uma passarinho ou uma música, pode ser o fato de conhecer uma pessoa com uma história diferente – esse acontecimento muitas vezes eu enxergo como um presente.

Na semana passada eu conheci uma pessoa dessas. Alguém enviado pelo universo, anjos, sei lá. Alguém para dar um desses chocalhos que muitas vezes precisamos na vida. Conheci a Andréa, mãe do Théo, que escreve no blog Lagarta Vira Pupa. Em seu blog, Andréa registra as realizações e as superações do Théo, um menininho lindo autista.

Autismo é um transtorno neurológico que afeta o desenvolvimento do cérebro em três áreas: 1. dificuldade de interação social; 2. comunicação verbal e não verbal; 3. comportamentos repetitivos. Clique e continue lendo!

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