29 abr 2013

Mudanças

por
Gabi Miranda

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Ano novo pessoal e cara nova para o blog!

Eu sempre gostei de mudanças. Claro, temo um pouco as transformações que acompanham qualquer alteração cotidiana, mas sempre procuro enxergar o lado positivo que toda mudança carrega. Seja cortar cabelo, mudar de emprego, casa, móveis e objetos do lugar. Gosto de mudar.

Desde que entramos em 2013 uma sensação não me largou, que esse ano seria um ano de grandes mudanças em minha vida. A última vez que tive esse sentimento foi em 2010 e tudo aconteceu como uma avalanche: fechamos nossa viagem para Paris, compramos nosso apartamento, engravidamos! Detalhe, tudo aconteceu de repente, uma semana atrás da outra. Em três semanas consecutivas, em menos de um mês, eu soube que aquele ano mudaria a minha vida por completo.

Esse ano vamos mudar para nosso apartamento. Nunca em nossas vidas eu e marido moramos em apartamento. Essa será uma grande mudança em vários aspectos, principalmente geográfico (vamos mudar de bairro) e emocional. Pensamos que seria ainda no primeiro semestre, mas em abril levamos um balde de água fria realidade e descobrimos que isso só vai acontecer no segundo semestre. O lance de documentação demooooora…, vamos entrar nesses trâmites agora em maio. E detalhe, a casa em que moramos atualmente está com a placa Vende-se e o tempo está correndo… Mas ao invés de deixar a frustração me contagiar, me apeguei nos planos para o apartamento, já estamos com o projeto pronto e vamos começar a orçar a mão de obra e tudo que vamos precisar comprar. Clique e continue lendo!

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24 abr 2013

Sobre responsabilidades e expectativas – tudo junto, misturado e confuso

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Gabi Miranda

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Ando pensando muito na expectativa do amor, que na verdade está mais ou menos sobre concentrar toda minha alegria no meu filho. Acho que isso estava beirando a algo como depositar a responsabilidade da minha felicidade nele. E sinceramente, isso não é muito legal, principalmente, se pensarmos em dois aspectos:

1) assim como ele não pode ser responsável pela minha felicidade, eu também não sou responsável pela felicidade dele. Acredito ser responsável pela felicidade dele agora, nesse momento de infância. Acho que é meu papel oferecer um ambiente seguro, confortável, alegre.

2) na verdade a parte principal a ter responsabilidades sobre alguém sou eu sobre ele. Benjamin é de minha responsabilidade, mas o meu compromisso é oferecer subsídios para que ele cresça saudável, se torne uma pessoa do bem, cooperativa, sinta-se seguro. Eu preciso oferecer ferramentas para que ele cresça e se torne um adulto com liberdade para buscar a sua própria felicidade sem ter que depositá-la em alguém, a não ser em si próprio. Clique e continue lendo!

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03 abr 2013

A poesia da infância

por
Gabi Miranda

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Dia desses tive a oportunidade de assistir a uma palestra do educador Marcelo Cunha Bueno. Com o título “a poesia da infância”, Marcelo nos fez um convite para uma reflexão: será que estamos permitindo às crianças a experiência de viver a infância?

Segundo o educador, o adulto corrompe a infância. Ele falou sobre as relações temporais dessa época e as dividiu em três tempos:

Chrónos
É o tempo marcado, o tempo parado que resta, a criança que resta para acabar.

Kairós
O momento da oportunidade. O designo do destino. A junção entre o fato e a possibilidade. O que nos torna diferente pela experiências constituídas através de outros e de instituições.

Aión
O tempo da intensidade. O tempo sem duração. Um espaço entre. O instante. A experiência. O não mensurável, o não numeráveis da infância. O reino da criança.

É Aión o tempo que marca o que fica em nossa memória a vida inteira. Enquanto Marcelo falava, fui sequestrada pela minha memória. Me considero uma pessoa de poucas lembranças de infância, mas as que existem, são justamente as mais inesquecíveis e que definem muito bem pra mim o significado do tempo Aión. Clique e continue lendo!

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01 abr 2013

Dia Mundial de Conscientização do Autismo

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Gabi Miranda

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É amanhã, mas quero antecipar um convite.

Dia 2 de abril, é o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, data decretada pela ONU.

Eu acredito que todos os dias somos agraciados por um acontecimento que pode mudar o nosso dia, o nosso jeito de pensar, algo que nos faz crescer como seres humanos. Pode ser um simples gesto de alguém querido ou até mesmo um desconhecido, pode ser o canto de uma passarinho ou uma música, pode ser o fato de conhecer uma pessoa com uma história diferente – esse acontecimento muitas vezes eu enxergo como um presente.

Na semana passada eu conheci uma pessoa dessas. Alguém enviado pelo universo, anjos, sei lá. Alguém para dar um desses chocalhos que muitas vezes precisamos na vida. Conheci a Andréa, mãe do Théo, que escreve no blog Lagarta Vira Pupa. Em seu blog, Andréa registra as realizações e as superações do Théo, um menininho lindo autista.

Autismo é um transtorno neurológico que afeta o desenvolvimento do cérebro em três áreas: 1. dificuldade de interação social; 2. comunicação verbal e não verbal; 3. comportamentos repetitivos. Clique e continue lendo!

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31 mar 2013

Domingo de Páscoa e o primeiro passeio sem os pais

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Gabi Miranda

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Começou assim. Minha irmã se convidou para almoçar em casa no sábado, véspera da Páscoa. Eu disse que almoço não ia rolar, mas um lanche da tarde podia ser. Ela queria passar o dia com seu sobrinho/afilhado. Resolvi o problema falando que ela podia pegá-lo em casa pra passar o dia com ela e não ficarem trancados na minha casa.

O fato é que não aguento mais receber na minha casa, não estava com vontade de cozinhar no feriado e que já estava na hora da minha irmã começar a exercer plenamente sua função de tia/madrinha.

A escolhi como madrinha por motivos óbvios. Para alguns, o papel dos padrinhos já não tem tanta força assim. Mas eu acho que esse título é importante na vida dos filhos, sou da opinião que os padrinhos tem papel fundamental na vida dos afilhados, acredito mesmo que são os segundos pais. Então escolhi minha irmã, porque sempre intuí que ela desempenharia muito bem esse papel: o de segunda mãe. Porque confio nela acima de tudo. Além disso, temos um vínculo eterno que sabemos não vai romper a qualquer discussão boba. Minha irmã também tem personalidade firme, não cede facilmente, não é de fazer todas as vontades, não é permissiva. Ou seja, ela contribui para a educação do Benjamin e não somente o mima. Clique e continue lendo!

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25 mar 2013

Bosso pai? Existe isso? (por Roberto Piffer)

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Gabi Miranda

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Caras (e caros) leitoras (es)… Nessa semana, uma pequena mudança no Bossa Mãe. Nossa ilustre blogueira tira umas mini-férias do blog e, para não deixar tudo jogado ao vento, faremos uma experiência diferente: para cobrir a ausência de sua autora, teremos o pai do Ben escrevendo alguns pequenos textos nesta semana.

Alerta 1: as férias da Gabi não tem nada a ver com promessa ou Sexta-feira Santa, que isso fique bem claro. Não foi nada premeditado, será apenas uma pausa para recarregar as baterias, renovar as ideias e voltar com tudo para o blog.

Alerta 2: o pai, que por sinal já escreve este texto, não possui a mesma habilidade da autora do blog. Portanto, não esperem o mesmo nível dos textos postados até hoje. O que vocês podem esperar é uma visão paterna da coisa toda. Vai ser legal, diferente.

Bom, definido tudo isso, fui pesquisar se o tal do bossa tem masculino. Não encontrei resposta, mas confesso que não me empenhei muito nessa pesquisa. Então, caso não exista mesmo, acabei de tomar a liberdade de criar. Logo, essa será a semana bosso pai do blog. Clique e continue lendo!

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14 mar 2013

Caos e ordem

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Gabi Miranda

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Outro dia me perguntaram: como você arruma tempo para ler? Imediatamente não soube responder. Refleti sobre a pergunta e resgatei os meus momentos de leitura. Leio antes de dormir; leio no banheiro – uma prática que não tinha, mas que passei estabelecer quando percebi que não conseguia tempo livre para ler, e no carro quando saio com motorista para algum trabalho externo. Parece muito, mas não é. Se somar em horas, devo ler 30 minutos por dia, talvez nem isso.

Atualmente, estou lendo “O Jogo do Anjo”, de Zafón e tentando terminar  “A criança mais feliz do pedaço“. Mas um tempo atrás não consegui tocar no livro. Andei envolvida com uma pesquisa e só li coisas sobre maternidade – o que AMO. O fato é que estava lendo muito sobre maternidade e decidi intercalar com romances.

Mas tem diversas outras coisas que gosto de fazer e que não tenho conseguido.

Quando temos filhos fica mais difícil fazer as coisas de nosso interesse. Por outro lado, passei a reparar que tenho realizado muito mais coisas agora que tenho o Benjamin do que antes. Porém, sinto a vida um pouco desorganizada. A casa vive uma bagunça. Uma vez ou outra organizo um canto dela. Começo algo, deixo pela metade e termino semanas depois. No trabalho as coisas estão a mil. Pesquiso. Escrevo. Tenho os compromissos pessoais. Tenho os meus compromissos como blogueira. Meto-me a besta como artesã ao fazer scrap. Às vezes me enfio na cozinha para preparar uma comidinha gostosa pra família. Agora passei a dar uma de arquiteta amadora, pesquisando e estudando coisas para o apartamento. Tenho feito várias coisas ao mesmo tempo. E vou indo… Clique e continue lendo!

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06 mar 2013

A maternidade é um mito (mas a vida é melhor com filhos)

por
Gabi Miranda

Comportamento, Desabafo, Maternidade

Por indicação de minha amiga Bruna, conheci o blog “Manhê… abaixa o som!” que reúne várias entrevistas bacanas. Li a entrevista com Marcia Tiburi, onde a primeira questão abordada é: a maternidade é um mito?

Marcia Tiburi, como boa filósofa que é, descreve sua opinião a respeito e afirma: sim, podemos dizer que em alguns aspectos, a maternidade é um mito. Mas o é, sobretudo, por ser uma peculiar condição política.

Refleti dias a respeito de tudo que li nessa entrevista. Não porque eu precisava de mais argumentos ou porque era contra as informações que tinha lido. Mas para esclarecer algumas coisas dentro de mim. Para assumir meus próprios sentimentos com relação à maternidade.

Cheguei à conclusão que faço certa apologia à vida materna. Eu já falei que filho traz felicidade sim e sempre falo para as amigas que filho é a melhor coisa do mundo (pra mim é realmente!). Tenho uma amiga que não tem filho (ainda) e eu vivo lhe perguntando: quando você vai ter um bebê?
Clique e continue lendo!

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01 mar 2013

Culpa, sim!

por
Gabi Miranda

Na Mídia

Recentemente, produzi uma matéria para a revista Pais & Filhos, publicada nesse mês de fevereiro. O nome da matéria: “Culpa, sim”.

Foi um trabalho muito gostoso de fazer, por n motivos. Por ser mãe e acreditar que toda mãe sente culpa, inevitavelmente, em algum momento da vida. Foi uma oportunidade de me aprofundar mais nesse tema. Conhecer outras histórias. Trocar experiências. E, principalmente, uma oportunidade de aprender com outras mães e algumas profissionais psicólogas.

De cada entrevista tirei uma lição. Depois de tanta pesquisa, ficou clara uma coisa: culpa é um sentimento cotidiano de toda mãe. Nenhuma está livre desse sentimento. AQUI tem um depoimento que fiz para o site da Revista Pais & Filhos, onde falo sobre isso.

Sentimos culpa pelas maiores e menores falhas que cometemos, pelos desejos que sentimos e pelas decisões (algumas vezes) contrárias do que nossos filhos desejam. Exemplos:

1. Âmbito desamparo-maternal: por esquecer um compromisso da escola, por não ter colocado a blusa na mochila (em pleno verão de 40º), por não estarmos presentes o tempo inteiro, por ir à academia quando poderia ficar com o filho, (por várias outras questões maiores como: não amamentar, parto, etc.). Clique e continue lendo!

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27 fev 2013

Exerça uma influência positiva

por
Gabi Miranda

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Para um mundo melhor, precisamos construir pessoas melhores. Para isso, a mudança precisa primeiro acontecer dentro de nós.

As raízes do problema que você verá nesse filme, estão dentro de casa.

Devemos ser exemplos positivos para nossos filhos.

A gente aprende a partir daquilo que vemos. Não é diferente com os pequenos. Eles imitam tudo o que nós, pais, fazemos.

O ministério Bossa Mãe adverte: todos os pais estão obrigados a assistir esse vídeo.


Boa reflexão!

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