24 jul 2017

Meu processo de coaching

Desde quando perdi minha mãe, me dei conta que meu mundo se dissolveu. Logo em seguida a Stella nasceu e percebi que a ordem e as prioridades da minha vida já não eram mais as mesmas. Antigos sonhos se diluíram para dar espaços a novos. Há dois anos exatos a Stella nasceu e com ela nasceu também a urgência de transformação e mudança. Pessoal e profissional. Sempre fui uma pessoa decidida e batalhadora, mas acho que nunca precisei da audácia necessária de agora. Por isso comecei meu processo de coaching. Tornei-me coachee.

Passada a fase de achar que precisava de uma consultora de estilo, ou de ir mais à igreja, descobri que é tempo de ter mais clareza das escolhas a serem feitas, de ter mais confiança, desenvolver as ideias e comportamento, de obter mais desafios, de maximizar meu potencial, de autodescobertas, de ser ao invés de ter!

Descobri que ser feliz é mais importante do que ter algumas coisas. Resolvi assumir que preciso fazer algumas mudanças. Sei que me dedicando 100% do tempo para meus filhos e casa não me faria feliz completamente. Mas meus filhos estão crescendo e sinto que estou perdendo a melhor fase da vida deles. E me dói perceber isso. Ainda mais quando penso que talvez nem tenha mais outro filho para que eu possa fazer algo diferente. E também não tenho outra vida. Está valendo essa aqui e agora que estou vivendo. Eu queria muito poder conciliar as duas coisas: trabalho e filhos. Mas como? Foi então que decidi fazer coaching.
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07 jun 2017

Quando está na hora do desfralde?

por
Gabi Miranda

Bebê, Desenvolvimento, Destaque

Dúvida comum entre as mamães: quando chega a hora do desfralde?

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Recebemos dois bilhetes da escola da Stella indicando que estava na hora do desfralde dela. O primeiro eu fingi que não vi (quem nunca?) e o segundo eu não pude mais evitar. Lembro até hoje quando recebi o bilhete falando da hora do desfralde do Benjamin. Essa é uma notícia que chega inesperadamente, pega a gente de surpresa. O bebê cresceu!

Já me peguei ansiosa pensando no desenvolvimento infantil das crianças, mas para a hora do desfralde nunca tive pressa nenhuma. Com o Benjamin foi um processo muito tranquilo que correu sem pressa e muito bem quando iniciamos.

Embora a escola acredite que Stella esteja preparada, eu não tenho muita convicção. Stella já avisa há algum tempo que fez cocô, mas não acho que esse indício seja o suficiente para concluirmos que é a hora do desfralde e que ela está pronta para passar por esse processo. Não sou especialista no assunto, mas tenho um case de sucesso com o Benjamin e quais foram os sinais que me fizeram ter certeza que era a hora do desfralde dele?
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19 maio 2017

Seu leite pode salvar vidas

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Maternidade

A Baby Dove lançou na semana passada uma campanha em defesa da doação de leite materno, “Seu leite pode salvar vidas“. O projeto é realizado em parceria com o Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros e com a Uber, incentiva mulheres a doarem leite maternos e sensibiliza a sociedade sobre a importância da doação.

Seu leite pode salvar vidas

O fato é que poucas pessoas conhecem a função dos bancos de leite. E poucas sabem que o leite humano é mundialmente aceito como a primeira fonte de nutrição, sendo um importante alimento para frear a taxa de mortalidade e ajudar a salvar a vida de bebês prematuros.

O objetivo da campanha “Seu leite pode salvar vidas” é sensibilizar e inspirar através de uma mensagem positiva para aumentar o número de mães que doam leite materno, contribuindo assim para salvar a vida de milhares de bebês prematuros no país.

Desde seu nascimento, em 2014, a marca Baby Dove fala da ansiedade vivida pelas mães ao terem seu primeiro filho, causada pela pressão de serem ‘mães perfeitas’. E acredita que as mães que conseguem se libertar dessas pressões e confiam em sua intuição e em sua forma de cuidar de seus filhos, são mais felizes e seguras.
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11 maio 2017

Filha de mãe solteira com muito orgulho

Outro dia comentei no instagram que a história da mãe do Marcos Piangers era muito parecida com a história da minha mãe. Choveu de gente me mandando mensagem compartilhando sua história e falando que não sabia que eu era filha de mãe solteira. Pois bem, sim, sou filha de mãe solteira. Acho que nunca tive dimensão exata do que isso significava e vim ter só na vida adulta e com exatidão das dificuldades, após a minha maternidade.

filha de mãe solteira

Sempre admirei minha mãe. Sempre a achei uma mulher porreta. Ela criou duas filhas sozinhas. E não apenas por isso, mas pela história de vida dela. Por todos os desafios, por todas as suas escolhas, por tudo o que ela enfrentou, pela coragem e alegria de viver que permaneciam vivos dentro dela. Das escolhas, eu contaria aqui uma delas, mas não tenho esse direito. Foi algo que só no fim da sua vida, reconheci o tamanho do sofrimento que ela carregou.
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12 abr 2017

A mãe dedicada

Não basta ser a mãe dedicada, você também tem que seguir tudo do jeito que os outros falam

 

a mãe dedicada

O bebê nasce e ao nosso lado estão avós, vizinhos, tias, médicos, enfermeiras, todo mundo palpitando em como você deve cuidar do seu filho. A criança cresce mais um pouquinho e sempre tem um palpiteiro de plantão dizendo “ah, ela tá com fome”. “está com sono”. “coloca ela pra dormir”. “essas crianças não saem de frente da televisão”. “ixi, o nariz está escorrendo, ele está ficando gripado”. “compra comida pra essa criança”. “essa criança vai ficar mal acostumada” e blá blá blá. Claro, as pessoas tem a melhor intenção do mundo! Parece que a mãe é que não tem.

É sempre mais fácil alguém apontar o dedo do que levar seu filho mais velho para passear, enquanto você fica com o recém-nascido. Ou palpitar em como você deveria cuidar melhor dos seus filhos, quando poderiam oferecer-lhe ajuda. Há algo que as pessoas não se dão conta! Mães, de primeira viagem ou não, sabem cuidar de seus filhos e o fazem muito bem. Porque a mãe se dedica a essa tarefa. Ela se prepara durante 9 meses e quando seu filho chega em seus braços, a mãe está pronta, embora não pareça, para dedicar-se à missão que tem pela frente.
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24 mar 2017

Por que mudei minha filha de escola

Depois que contei nas redes sociais que tinha mudado a Stella de escola, muitas pessoas me mandaram mensagens perguntando por que mudei minha filha de escola, já que anteriormente ela estava na mesma escolinha onde o Benjamin ficou 4 anos. Eu podia listar algumas coisas que nunca me agradaram desde a época do Benjamin. Mas acho injusto se eu primeiramente o mantive lá e depois ainda deixei a Stella. Ou seja, algo de bom tem. Prefiro explicar porque não mudei o Benjamin antes e a resposta é simples: porque ele era muito bem cuidado. Embora isso fosse um fato, a Stella não iria pra lá se eu tivesse encontrado um lugar que me agradasse totalmente. No entanto, a verdade é que faltam berçários com ambientes apropriados e profissionais preparados para lidar com bebês. E porque lá era um local físico adequado e com profissionais carinhosos, a matriculei lá também.

Penso que nós, pais, não podemos ter papel de coadjuvantes no aprendizado do nossos filhos. Acho que colocar o filho no berçário/escolinha é uma das decisões mais difíceis dos pais de primeira viagem. Adquirida a experiência, acredito que nosso primeiro papel, é escolher uma instituição de ensino que deve se aproximar ao máximo possível do nosso estilo de vida e, principalmente, dos nossos valores de vida.
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22 mar 2017

Chata é a mãe!

por
Gabi Miranda

Desabafo, Destaque, Maternidade

Amo ser mãe. E queria apenas ser mãe, sem ser chata. Não me disseram, mas uma está embutida na outra. Quando nasce uma mãe, nasce também uma chata.

chata é a mãe

A mãe tenta fazer de tudo para agradar, se desdobra e parece que quanto mais ela faz, mais chata ela se torna. O filho não precisa falar nada! Basta uma boca torta, uma revirada de olhos, uma bufada. Esses sinais anunciam que a mãe é uma chata. Até que um dia a mãe ouve isso com todas as letras, sílabas por sílabas, “QUE CHATA!”. Para impor respeito a mãe olha com aqueles olhos grandes (que filho não tem medo quando a mãe olha assim?!) que perguntam silenciosamente “o que você disse?”. Nada não! Claro, a mãe ouviu demais.

Tenho reparado e chego a conclusão que não tenho encontrado a fórmula e tem me parecido impossível ensinar, aconselhar, sugerir, fazer uma pessoinha enxergar como se faz algo sem ser taxada como chata. Se levo para escovar os dentes a criança caindo de sono, sou a carrasca da escovação. Se peço pra ir pro banho (tenho que repetir 100 vezes a mesma coisa), sou a louca do banho. Se faço comer frutas e verduras, sou um monstro. Se coloco pra dormir cedo, sou chata. Se peço pra fazer lição de casa, sou chata. E se pararmos pra pensar, veja como mãe faz cobranças. Guardou os brinquedos (?), coloca a roupa no cesto de lavar, arruma sua cama, comeu o que hoje (?), apaga a luz, sai desse jogo, desliga a TV, come de boca fechada, não tranca a porta do banheiro, não joga bola pela casa…. A mãe respira e é… (complete a frase)! Perfeita é mãe, só do Joãozinho.
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08 mar 2017

A mãe, o menino e a quaresma

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

quaresma

A quaresma lembra o período de 40 dias que Jesus passou no deserto sendo tentado. É conhecido como um período de reflexão, de valorizar o silêncio, avaliar os nossos comportamentos. É um tempo favorável para nossa renovação. Durante 40 dias o exercício é resistir a vontade da carne. É fazer um sacrifício pela vida de Jesus.  Não se faz promessa, não se faz pedido, é um compromisso interno consigo mesmo. Eu nunca fiz quaresma, nem mesmo quando frequentava a igreja na adolescência. Mas resolvi que esse ano faria. Daí surgiu a conversa entre eu e o Benjamin.

-Por que vc não vai mais tomar Coca-Cola, mãe?!

– Porque vou seguir a Quaresma, filho.

– O que é quaresma?!

– Depois te explico melhor, basicamente não pode comer carne, mas estou deixando de tomar Coca-Cola no período de hoje, fim do Carnaval, até a Páscoa.

– Pra quê?

– Pra realizar um pedido.

– Que pedido?

– Que aconteça o que for melhor para todos.
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07 fev 2017

A bebê está virando menina

por
Gabi Miranda

Bebê, Desenvolvimento, Destaque, Filhos

Stella, Stellinda, Amora. Minha bebê está virando menina! Ela completou 1 ano e 6 meses! Isso significa 18 meses, 547 dias, 13.128 horas, 787.680 minutos, 47.260.800 segundos. Nesse período todo, são muitas mudanças, aprendizados, medos, ansiedade, maturidade.

Ontem fui visitar uma grande amiga na maternidade. Ah! É a madrinha da própria personagem desse post. Ao contemplar um bebê no berçário e a nova condição da minha amiga, mãe de RN, é claro que me bateu a nostalgia. Já me parece tão distante o dia em que a Stella era um RN e quando paro pra pensar, lembro exatamente do dia em que me dei conta que precisava aproveitar ao máximo aquele bebezinho que adorava dormir no colo 24h ao invés de ficar em seu berço. Quando redescobri a maternidade.

Olhando a pitica, percebo o quanto ela desenvolveu nesse tempo, já está virando menina. Comecei despretensiosamente a listar na nota de blocos do celular, tudo o que ela anda fazendo. Porque muitas coisas ela já faz há meses e já não lembro quando começou. E nesse momento eu queria mesmo é ter uma memória de elefante para não esquecer cada detalhe do seu desenvolvimento e guardar para sempre todas as sensações que me causam ao vê-la fazendo algo novo, cada sorriso, o som da sua gargalhada. Porque parar o tempo, é impossível e nem teria graça né?! Pararia-se o tempo e também o andar dos acontecimentos.
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23 jan 2017

Por que a gente quer ter filho?

Quanto mais penso nos problemas, mais problemas acho. Poderia listar uma infinidade de coisas que poderiam me fazer achar a maternidade um eterno cansaço. Nós (digo nós, eu e marido), por exemplo, não temos ajuda de ninguém com as crianças e com a casa. Corrigindo, com a casa temos uma ajudante a cada 15 dias. Claro que não ter ajuda dificulta um pouco mais a nossa vida de pais, mas também já me acostumei com a emoção. Adoraria ter ajuda com as crianças, mas não temos porque falta avó-tia-vizinho-pessoas-de-fé-e-camaradas-pau-pra-toda-obra porque cada um tem a sua vida, porque moramos distantes, porque eu também não sei pedir e aceitar ajuda. Enfim, por n motivos e eu poderia falar um post inteiro sobre isso

Já ouvi que não tenho ajuda em casa porque não quero. Carinha pensativa… Sim, poderia ter uma ajudante diariamente ou três vezes por semana. Seria até um sonho. É uma mão-de-obra cara, um investimento que eu e marido após alguns estudos e análises decidimos não bancar. É uma escolha como tantas outras. Assim como tem gente que tem ajudante diariamente mesmo passando aperto. Enfim, cada um com suas escolhas.
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