02 ago 2017

Como doar leite materno

doar leite materno

Se tem uma coisa incrível na maternidade, é o fato de gerar uma vida e também produzir o alimento para este novo ser. Por isso, super apoio qualquer causa que incentive a amamentação. Toda mãe pode alimentar seu filho, mas acho que faltam ações de incentivo, encorajamento e informação. Usamos o mês de agosto para conscientizar sobre a importância do aleitamento materno, mas acho que isso deveria ser feito sempre, do momento que pegamos nosso filho pela primeira vez no colo na maternidade. Quantas pessoas já ouvi falar que não tiveram orientações sobre como amamentar seu bebê. Sim, mães precisam de orientação para amamentar, sendo primeiro ou segundo filho. Assim, como precisamos de orientação de como doar leite materno. Esse é o assunto que quero abordar aqui. O leite materno também pode salvar vidas..

Se amamentar é um ato de amor, doar leite materno é um ato de amor multiplicado por generosidade e empatia. Segundo o Portal do Governo de São Paulo, existem na cidade, 50 bancos que recebem doação de leite. Diz ainda que esses bancos de leite oferecem serviços de busca em domicílio e disponibilizam um kit para garantir a qualidade do leite doado. O Brasil, possui a maior rede de bancos de leite do mundo, reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
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31 jul 2017

Como é difícil ser mãe de dois

Ser mãe de dois é mais difícil do que se pensa

mãe de dois

A gente acha que vai ser fácil porque já temos a experiência em como lidar com algumas situações. Mas é muito difícil ser mãe de dois. Nesse fase da vida, sinto que estou sempre em débito com um dos meus filhos. E porque trabalho fora, sinto que minha dívida está ficando enorme, pois não consigo equilibrar meu tempo, afazeres e atenções. Percebi há algum tempo, num simples comportamento do filho mais velho.

Olhando aí pelas nossas fotos no instagram, ninguém percebe. Meu primogênito comporta-se como uma criança da sua idade. Não está mais na fase dos Terrible Twos, mas tem dias bons e ruins. Claro que eu adoraria que permanecesse só os dias bons, os quais ele é um menino incrível que parece a frente do seu tempo e idade. Mas os dias ruins servem para me lembrar o quanto ele precisa de mim, impondo limites e oferecendo todo o amor que eu puder. Serve também para me advertir da responsabilidade que tenho, do equilíbrio, resiliência e paciência que preciso exercitar.
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28 jul 2017

Uma carta para Stella

por
Gabi Miranda

Destaque, Filhos

 

Filha,

Talvez você nem leia essa carta. Ou esteja lendo do seu celular em algum lugar do mundo e pensando várias coisas sobre o quanto sua mãe era piegas (ou não) escrevendo essas coisas. Escrevo essa carta no seu aniversário de 2 anos. Eu podia escrever sobre o quanto você foi desejada, como foi concebida, o quanto sonhei contigo. Mas não, decidi escrever uma carta parecida com a que já fiz para seu irmão Benjamin. Estava aqui pensando em você e algumas coisas que aprendi nos últimos (três) anos – desde a morte da sua avó, até sua chegada.

Sim, perdi sua avó no ano que você chegou. Primeiro foi a perda dela, em seguida a vida me presenteou com você. Desde então eu só tenho aprendido coisas incríveis sobre a vida. Bom, decidi escrever com o intuito de que algo seja útil para você. Para começar, aprendi foi sobre o tamanho da força que possuímos dentro de nós, mas não temos ideia. Acredite nisso, você é mais forte do que imagina.
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24 jul 2017

Meu processo de coaching

Desde quando perdi minha mãe, me dei conta que meu mundo se dissolveu. Logo em seguida a Stella nasceu e percebi que a ordem e as prioridades da minha vida já não eram mais as mesmas. Antigos sonhos se diluíram para dar espaços a novos. Há dois anos exatos a Stella nasceu e com ela nasceu também a urgência de transformação e mudança. Pessoal e profissional. Sempre fui uma pessoa decidida e batalhadora, mas acho que nunca precisei da audácia necessária de agora. Por isso comecei meu processo de coaching. Tornei-me coachee.

Passada a fase de achar que precisava de uma consultora de estilo, ou de ir mais à igreja, descobri que é tempo de ter mais clareza das escolhas a serem feitas, de ter mais confiança, desenvolver as ideias e comportamento, de obter mais desafios, de maximizar meu potencial, de autodescobertas, de ser ao invés de ter!

Descobri que ser feliz é mais importante do que ter algumas coisas. Resolvi assumir que preciso fazer algumas mudanças. Sei que me dedicando 100% do tempo para meus filhos e casa não me faria feliz completamente. Mas meus filhos estão crescendo e sinto que estou perdendo a melhor fase da vida deles. E me dói perceber isso. Ainda mais quando penso que talvez nem tenha mais outro filho para que eu possa fazer algo diferente. E também não tenho outra vida. Está valendo essa aqui e agora que estou vivendo. Eu queria muito poder conciliar as duas coisas: trabalho e filhos. Mas como? Foi então que decidi fazer coaching.
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07 jun 2017

Quando está na hora do desfralde?

por
Gabi Miranda

Bebê, Desenvolvimento, Destaque

Dúvida comum entre as mamães: quando chega a hora do desfralde?

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Recebemos dois bilhetes da escola da Stella indicando que estava na hora do desfralde dela. O primeiro eu fingi que não vi (quem nunca?) e o segundo eu não pude mais evitar. Lembro até hoje quando recebi o bilhete falando da hora do desfralde do Benjamin. Essa é uma notícia que chega inesperadamente, pega a gente de surpresa. O bebê cresceu!

Já me peguei ansiosa pensando no desenvolvimento infantil das crianças, mas para a hora do desfralde nunca tive pressa nenhuma. Com o Benjamin foi um processo muito tranquilo que correu sem pressa e muito bem quando iniciamos.

Embora a escola acredite que Stella esteja preparada, eu não tenho muita convicção. Stella já avisa há algum tempo que fez cocô, mas não acho que esse indício seja o suficiente para concluirmos que é a hora do desfralde e que ela está pronta para passar por esse processo. Não sou especialista no assunto, mas tenho um case de sucesso com o Benjamin e quais foram os sinais que me fizeram ter certeza que era a hora do desfralde dele?
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19 maio 2017

Seu leite pode salvar vidas

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Maternidade

A Baby Dove lançou na semana passada uma campanha em defesa da doação de leite materno, “Seu leite pode salvar vidas“. O projeto é realizado em parceria com o Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros e com a Uber, incentiva mulheres a doarem leite maternos e sensibiliza a sociedade sobre a importância da doação.

Seu leite pode salvar vidas

O fato é que poucas pessoas conhecem a função dos bancos de leite. E poucas sabem que o leite humano é mundialmente aceito como a primeira fonte de nutrição, sendo um importante alimento para frear a taxa de mortalidade e ajudar a salvar a vida de bebês prematuros.

O objetivo da campanha “Seu leite pode salvar vidas” é sensibilizar e inspirar através de uma mensagem positiva para aumentar o número de mães que doam leite materno, contribuindo assim para salvar a vida de milhares de bebês prematuros no país.

Desde seu nascimento, em 2014, a marca Baby Dove fala da ansiedade vivida pelas mães ao terem seu primeiro filho, causada pela pressão de serem ‘mães perfeitas’. E acredita que as mães que conseguem se libertar dessas pressões e confiam em sua intuição e em sua forma de cuidar de seus filhos, são mais felizes e seguras.
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11 maio 2017

Filha de mãe solteira com muito orgulho

Outro dia comentei no instagram que a história da mãe do Marcos Piangers era muito parecida com a história da minha mãe. Choveu de gente me mandando mensagem compartilhando sua história e falando que não sabia que eu era filha de mãe solteira. Pois bem, sim, sou filha de mãe solteira. Acho que nunca tive dimensão exata do que isso significava e vim ter só na vida adulta e com exatidão das dificuldades, após a minha maternidade.

filha de mãe solteira

Sempre admirei minha mãe. Sempre a achei uma mulher porreta. Ela criou duas filhas sozinhas. E não apenas por isso, mas pela história de vida dela. Por todos os desafios, por todas as suas escolhas, por tudo o que ela enfrentou, pela coragem e alegria de viver que permaneciam vivos dentro dela. Das escolhas, eu contaria aqui uma delas, mas não tenho esse direito. Foi algo que só no fim da sua vida, reconheci o tamanho do sofrimento que ela carregou.
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12 abr 2017

A mãe dedicada

Não basta ser a mãe dedicada, você também tem que seguir tudo do jeito que os outros falam

 

a mãe dedicada

O bebê nasce e ao nosso lado estão avós, vizinhos, tias, médicos, enfermeiras, todo mundo palpitando em como você deve cuidar do seu filho. A criança cresce mais um pouquinho e sempre tem um palpiteiro de plantão dizendo “ah, ela tá com fome”. “está com sono”. “coloca ela pra dormir”. “essas crianças não saem de frente da televisão”. “ixi, o nariz está escorrendo, ele está ficando gripado”. “compra comida pra essa criança”. “essa criança vai ficar mal acostumada” e blá blá blá. Claro, as pessoas tem a melhor intenção do mundo! Parece que a mãe é que não tem.

É sempre mais fácil alguém apontar o dedo do que levar seu filho mais velho para passear, enquanto você fica com o recém-nascido. Ou palpitar em como você deveria cuidar melhor dos seus filhos, quando poderiam oferecer-lhe ajuda. Há algo que as pessoas não se dão conta! Mães, de primeira viagem ou não, sabem cuidar de seus filhos e o fazem muito bem. Porque a mãe se dedica a essa tarefa. Ela se prepara durante 9 meses e quando seu filho chega em seus braços, a mãe está pronta, embora não pareça, para dedicar-se à missão que tem pela frente.
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24 mar 2017

Por que mudei minha filha de escola

Depois que contei nas redes sociais que tinha mudado a Stella de escola, muitas pessoas me mandaram mensagens perguntando por que mudei minha filha de escola, já que anteriormente ela estava na mesma escolinha onde o Benjamin ficou 4 anos. Eu podia listar algumas coisas que nunca me agradaram desde a época do Benjamin. Mas acho injusto se eu primeiramente o mantive lá e depois ainda deixei a Stella. Ou seja, algo de bom tem. Prefiro explicar porque não mudei o Benjamin antes e a resposta é simples: porque ele era muito bem cuidado. Embora isso fosse um fato, a Stella não iria pra lá se eu tivesse encontrado um lugar que me agradasse totalmente. No entanto, a verdade é que faltam berçários com ambientes apropriados e profissionais preparados para lidar com bebês. E porque lá era um local físico adequado e com profissionais carinhosos, a matriculei lá também.

Penso que nós, pais, não podemos ter papel de coadjuvantes no aprendizado do nossos filhos. Acho que colocar o filho no berçário/escolinha é uma das decisões mais difíceis dos pais de primeira viagem. Adquirida a experiência, acredito que nosso primeiro papel, é escolher uma instituição de ensino que deve se aproximar ao máximo possível do nosso estilo de vida e, principalmente, dos nossos valores de vida.
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22 mar 2017

Chata é a mãe!

por
Gabi Miranda

Desabafo, Destaque, Maternidade

Amo ser mãe. E queria apenas ser mãe, sem ser chata. Não me disseram, mas uma está embutida na outra. Quando nasce uma mãe, nasce também uma chata.

chata é a mãe

A mãe tenta fazer de tudo para agradar, se desdobra e parece que quanto mais ela faz, mais chata ela se torna. O filho não precisa falar nada! Basta uma boca torta, uma revirada de olhos, uma bufada. Esses sinais anunciam que a mãe é uma chata. Até que um dia a mãe ouve isso com todas as letras, sílabas por sílabas, “QUE CHATA!”. Para impor respeito a mãe olha com aqueles olhos grandes (que filho não tem medo quando a mãe olha assim?!) que perguntam silenciosamente “o que você disse?”. Nada não! Claro, a mãe ouviu demais.

Tenho reparado e chego a conclusão que não tenho encontrado a fórmula e tem me parecido impossível ensinar, aconselhar, sugerir, fazer uma pessoinha enxergar como se faz algo sem ser taxada como chata. Se levo para escovar os dentes a criança caindo de sono, sou a carrasca da escovação. Se peço pra ir pro banho (tenho que repetir 100 vezes a mesma coisa), sou a louca do banho. Se faço comer frutas e verduras, sou um monstro. Se coloco pra dormir cedo, sou chata. Se peço pra fazer lição de casa, sou chata. E se pararmos pra pensar, veja como mãe faz cobranças. Guardou os brinquedos (?), coloca a roupa no cesto de lavar, arruma sua cama, comeu o que hoje (?), apaga a luz, sai desse jogo, desliga a TV, come de boca fechada, não tranca a porta do banheiro, não joga bola pela casa…. A mãe respira e é… (complete a frase)! Perfeita é mãe, só do Joãozinho.
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