31 mar 2013

Domingo de Páscoa e o primeiro passeio sem os pais

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Começou assim. Minha irmã se convidou para almoçar em casa no sábado, véspera da Páscoa. Eu disse que almoço não ia rolar, mas um lanche da tarde podia ser. Ela queria passar o dia com seu sobrinho/afilhado. Resolvi o problema falando que ela podia pegá-lo em casa pra passar o dia com ela e não ficarem trancados na minha casa.

O fato é que não aguento mais receber na minha casa, não estava com vontade de cozinhar no feriado e que já estava na hora da minha irmã começar a exercer plenamente sua função de tia/madrinha.

A escolhi como madrinha por motivos óbvios. Para alguns, o papel dos padrinhos já não tem tanta força assim. Mas eu acho que esse título é importante na vida dos filhos, sou da opinião que os padrinhos tem papel fundamental na vida dos afilhados, acredito mesmo que são os segundos pais. Então escolhi minha irmã, porque sempre intuí que ela desempenharia muito bem esse papel: o de segunda mãe. Porque confio nela acima de tudo. Além disso, temos um vínculo eterno que sabemos não vai romper a qualquer discussão boba. Minha irmã também tem personalidade firme, não cede facilmente, não é de fazer todas as vontades, não é permissiva. Ou seja, ela contribui para a educação do Benjamin e não somente o mima. Clique e continue lendo!

compartilhe!

1

comente!

25 mar 2013

Bosso pai? Existe isso? (por Roberto Piffer)

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Caras (e caros) leitoras (es)… Nessa semana, uma pequena mudança no Bossa Mãe. Nossa ilustre blogueira tira umas mini-férias do blog e, para não deixar tudo jogado ao vento, faremos uma experiência diferente: para cobrir a ausência de sua autora, teremos o pai do Ben escrevendo alguns pequenos textos nesta semana.

Alerta 1: as férias da Gabi não tem nada a ver com promessa ou Sexta-feira Santa, que isso fique bem claro. Não foi nada premeditado, será apenas uma pausa para recarregar as baterias, renovar as ideias e voltar com tudo para o blog.

Alerta 2: o pai, que por sinal já escreve este texto, não possui a mesma habilidade da autora do blog. Portanto, não esperem o mesmo nível dos textos postados até hoje. O que vocês podem esperar é uma visão paterna da coisa toda. Vai ser legal, diferente.

Bom, definido tudo isso, fui pesquisar se o tal do bossa tem masculino. Não encontrei resposta, mas confesso que não me empenhei muito nessa pesquisa. Então, caso não exista mesmo, acabei de tomar a liberdade de criar. Logo, essa será a semana bosso pai do blog. Clique e continue lendo!

compartilhe!

5

comente!

14 mar 2013

Caos e ordem

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Outro dia me perguntaram: como você arruma tempo para ler? Imediatamente não soube responder. Refleti sobre a pergunta e resgatei os meus momentos de leitura. Leio antes de dormir; leio no banheiro – uma prática que não tinha, mas que passei estabelecer quando percebi que não conseguia tempo livre para ler, e no carro quando saio com motorista para algum trabalho externo. Parece muito, mas não é. Se somar em horas, devo ler 30 minutos por dia, talvez nem isso.

Atualmente, estou lendo “O Jogo do Anjo”, de Zafón e tentando terminar  “A criança mais feliz do pedaço“. Mas um tempo atrás não consegui tocar no livro. Andei envolvida com uma pesquisa e só li coisas sobre maternidade – o que AMO. O fato é que estava lendo muito sobre maternidade e decidi intercalar com romances.

Mas tem diversas outras coisas que gosto de fazer e que não tenho conseguido.

Quando temos filhos fica mais difícil fazer as coisas de nosso interesse. Por outro lado, passei a reparar que tenho realizado muito mais coisas agora que tenho o Benjamin do que antes. Porém, sinto a vida um pouco desorganizada. A casa vive uma bagunça. Uma vez ou outra organizo um canto dela. Começo algo, deixo pela metade e termino semanas depois. No trabalho as coisas estão a mil. Pesquiso. Escrevo. Tenho os compromissos pessoais. Tenho os meus compromissos como blogueira. Meto-me a besta como artesã ao fazer scrap. Às vezes me enfio na cozinha para preparar uma comidinha gostosa pra família. Agora passei a dar uma de arquiteta amadora, pesquisando e estudando coisas para o apartamento. Tenho feito várias coisas ao mesmo tempo. E vou indo… Clique e continue lendo!

compartilhe!

1

comente!

06 mar 2013

A maternidade é um mito (mas a vida é melhor com filhos)

por
Gabi Miranda

Comportamento, Desabafo, Maternidade

Por indicação de minha amiga Bruna, conheci o blog “Manhê… abaixa o som!” que reúne várias entrevistas bacanas. Li a entrevista com Marcia Tiburi, onde a primeira questão abordada é: a maternidade é um mito?

Marcia Tiburi, como boa filósofa que é, descreve sua opinião a respeito e afirma: sim, podemos dizer que em alguns aspectos, a maternidade é um mito. Mas o é, sobretudo, por ser uma peculiar condição política.

Refleti dias a respeito de tudo que li nessa entrevista. Não porque eu precisava de mais argumentos ou porque era contra as informações que tinha lido. Mas para esclarecer algumas coisas dentro de mim. Para assumir meus próprios sentimentos com relação à maternidade.

Cheguei à conclusão que faço certa apologia à vida materna. Eu já falei que filho traz felicidade sim e sempre falo para as amigas que filho é a melhor coisa do mundo (pra mim é realmente!). Tenho uma amiga que não tem filho (ainda) e eu vivo lhe perguntando: quando você vai ter um bebê?
Clique e continue lendo!

compartilhe!

4

comente!

01 mar 2013

Culpa, sim!

por
Gabi Miranda

Na Mídia

Recentemente, produzi uma matéria para a revista Pais & Filhos, publicada nesse mês de fevereiro. O nome da matéria: “Culpa, sim”.

Foi um trabalho muito gostoso de fazer, por n motivos. Por ser mãe e acreditar que toda mãe sente culpa, inevitavelmente, em algum momento da vida. Foi uma oportunidade de me aprofundar mais nesse tema. Conhecer outras histórias. Trocar experiências. E, principalmente, uma oportunidade de aprender com outras mães e algumas profissionais psicólogas.

De cada entrevista tirei uma lição. Depois de tanta pesquisa, ficou clara uma coisa: culpa é um sentimento cotidiano de toda mãe. Nenhuma está livre desse sentimento. AQUI tem um depoimento que fiz para o site da Revista Pais & Filhos, onde falo sobre isso.

Sentimos culpa pelas maiores e menores falhas que cometemos, pelos desejos que sentimos e pelas decisões (algumas vezes) contrárias do que nossos filhos desejam. Exemplos:

1. Âmbito desamparo-maternal: por esquecer um compromisso da escola, por não ter colocado a blusa na mochila (em pleno verão de 40º), por não estarmos presentes o tempo inteiro, por ir à academia quando poderia ficar com o filho, (por várias outras questões maiores como: não amamentar, parto, etc.). Clique e continue lendo!

compartilhe!

2

comente!

27 fev 2013

Exerça uma influência positiva

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Para um mundo melhor, precisamos construir pessoas melhores. Para isso, a mudança precisa primeiro acontecer dentro de nós.

As raízes do problema que você verá nesse filme, estão dentro de casa.

Devemos ser exemplos positivos para nossos filhos.

A gente aprende a partir daquilo que vemos. Não é diferente com os pequenos. Eles imitam tudo o que nós, pais, fazemos.

O ministério Bossa Mãe adverte: todos os pais estão obrigados a assistir esse vídeo.


Boa reflexão!

compartilhe!

1

comente!

19 fev 2013

Terrible Twos – Quando as crianças ficam agressivas

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Dizem que dois anos é chegada a idade das birras. Benjamin está com um ano e oito meses e passou a demonstrar certa agressividade. Há (mais ou menos) duas semanas, ao ficar bravo ele joga o brinquedo longe e bate no pai e, com mais frequência, na mãe – como se eu fosse a culpada por tudo.

De início eu segurava o braço dele e dizia brava que não podia fazer aquilo. Ele ria pensando que eu estava brincando. Aliás, quando falo sério Benjamin sempre leva na brincadeira, sempre me desafia, até que eu levante do lugar me aproxime dele e dê uma bronca mais forte ainda. Fica lá com cara de sem graça.

Semana passada, voltamos de viagem na quarta-feira de cinzas e eu fui trabalhar direto. A noite estava exausta, com início de gripe, corpo dolorido, casa para arrumar, malas para desfazer e filho dengoso que só, como se a mãe tivesse ficado afastada uma semana. Confesso que estava um pouco sem paciência. Tudo o que eu queria era me esparramar no sofá e me perder na televisão.  Mas Benjamin não queria deixar. Clique e continue lendo!

compartilhe!

3

comente!

04 fev 2013

Patrimônio para os filhos: gentileza, generosidade, educação

por
Gabi Miranda

Comportamento, Educação, Filhos

Seu filho fala “obrigado”? Tem atitudes de carinho inesperado? Divide comida ou o brinquedo com outras crianças? Ele é generoso? Usa de gentileza?

Um estudo da Universidade da Califórnia, realizado com 400 crianças, confirmou que criança habituada com comportamentos de gentileza, como ser carinhosa e dividir, se sente mais feliz.

Ou seja, gentileza gera gentileza e felicidade! É só pensar: quando praticamos a gentileza não somos tomados por um estado de plenitude, bem estar?! Isso também é felicidade e não só o estado de euforia e conquista.

Nunca me esqueço de uma matéria, de Eugênio Mussak, que li já faz um bom tempo, na revista Vida Simples, sobre generosidade. O autor usava duas expressões muito dignas para diferenciar as pessoas: “mundo do mais” e “mundo do menos”. O mundo do mais é o mundo que tem uma propriedade que dignifica o ser humano, e esse é, exatamente, a marca da generosidade, do compartilhamento, da disponibilidade. O mundo do menos é mesquinho, isolador, egoísta.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

1

comente!

29 jan 2013

Da série lições de vida: as pessoas quebram

por
Gabi Miranda

Uncategorized

O primeiro machucado eles esquecem, nós talvez não

O primeiro machucado eles esquecem, nós talvez não

Uma das coisas que mais temo e que me entristece ao pensar e olhar meu Ben, é que um dia ele vai se quebrar e eu não poderei fazer nada para evitar isso. Assim como ele vai cair inúmeras vezes e se machucar. É inevitável. Vai doer em mim também. Apesar de sermos super heróis aos olhos de nossos pequenos, não passamos de seres frágeis. Dói mais ainda pensar que alguém pode quebrá-lo e eu na minha insignificância e impotência não poderei quebrar a cara desse alguém.

Mas durante esses meses de existência do meu maior Ben, aprendi uma coisa. Existe algo que posso fazer. Posso ensiná-lo princípios e valores – os recebidos de seus avós e os que a vida me presenteou. Posso lhe ensinar que tudo na vida tem um sentido, que a existência humana tem sentido. Que um gesto de gentileza, por menor que seja, tem sentido. Clique e continue lendo!

compartilhe!

2

comente!

24 jan 2013

Vende-se essa casa

por
Gabi Miranda

Terapia do lar

(Esse post vai ser grande, pode ser lido em doses homeopáticas)

Era uma vez…

Sempre morei de aluguel, não por essa ser a minha maior aspiração. Em minha existência de 30 anos, morei em 5 casas. Foram períodos bem longos em duas delas, sendo que nas três primeiras foi com minha mãe e minha irmã. Uma das maiores lembranças da minha vida é o dia em que chegamos (eu e minha mãe) na primeira casa. Antes, pelo que entendo das lembranças, morávamos de favor na casa de parentes de 2º grau da minha mãe. Minha irmã, bem pequena, ficou nessa casa enquanto eu e minha mãe passamos a primeira noite na casa nova, só nossa, da minha mãe.

Era a maior conquista dela…

Conseguir alugar uma casa para morar com suas filhas, construir sua vida. A casa até era espaçosa: dois quartos, sala, cozinha, banheiro (que ficava na parte externa) e um quintal. Não tínhamos nada, nenhum móvel, eletrodoméstico, utensílio, NA-DA! Acompanhou-nos apenas um colchão de casal – onde dormimos a primeira noite e o eco das nossas vozes e dos nossos passos. Compreendi o motivo da Luana, minha irmã, tão pequena, não estar ali com a gente.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

9

comente!

Página 20 de 23Primeira...181920212223